Entrevista com o fã e coleccionador: Adriano Rodrigues Rainho

Entrevista conduzida por José Carlos Francisco.

Adriano RainhoPara começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente?

Adriano Rainho: Meu nome completo é Adriano Rodrigues Rainho, nasci em Santo André – São Paulo – Brasil, no dia 06/11/1965, faço precisamente hoje 43 anos. Trabalho com informática há mais de 15 anos; tenho uma empresa onde ministro cursos, faço manutenção e venda de computadores.

Quando é que teve início esta paixão pela Banda Desenhada, em especial pelo Tex?
Colecção de Adriano Rainho - Foto 1Adriano Rainho: Foi quando tinha 10 anos de idade, portanto há 32 anos, um amiguinho de infância emprestou-me uma revista Tex da 2ª Edição, o nº 2, “Vingança de Índia“, que o pai dele gostava de ler. Uma curiosidade, há dois meses atrás, agora em 2008, depois de muitos anos reencontrei este meu amigo de infância, mostrei para ele a minha colecção e ele ficou maravilhado com o que ele e o pai dele através daquele empréstimo da revista ocasionaram em mim para a criação de minha colecção através dos anos. Dei de presente para o pai dele, hoje um senhor de quase 80 anos,  o Tex Gigante “O Signo da Serpente“. Ficamos todos muito emocionados.

Colecção de Adriano Rainho - Foto 2Porquê o Tex e não outra personagem?
Adriano Rainho: Porque nas suas histórias marcaram-me demais os sentimentos de amizade, perseverança, desejo de justiça e principalmente a vontade de lutar por aquilo que desejamos, sem nunca desanimar!

O que Tex representa para si?
Adriano Rainho: Um exemplo a ser seguido. Os valores morais que ele transmite precisam ser passados para as novas gerações.

Colecção de Adriano Rainho - Foto 3Qual o total de revistas de Tex que tem na sua colecção? E qual a mais importante para si?
Adriano Rainho: Tenho todas as revistas Tex que saíram no Brasil. As colecções completas da revista Júnior dos anos 50, Tex 1ª edição, Tex 2ª edição, Tex Edição histórica, Tex Coleção, Tex Gigante da Globo e da Mythos, todas as colecções actuais e edições especiais desde os anos 50 até agora. Como sou um Texmaníaco tenho uma segunda colecção completa do Tex 1ª edição (que exagero, heim, rsss).
Tenho a colecção italiana de Tex do nº 1 ao 100 e muitos especiais italianos, striccias, Rayo Rojo da Argentina, etc… Ao todo devo ter aproximadamente entre 1500 e 2000 revistas na minha colecção.

Colecção de Adriano Rainho - Foto 4Colecciona apenas livros ou tudo o que diga respeita à personagem?
Adriano Rainho: Colecciono tudo! Tenho muitos pósters, pins, cartões postais, folders de exposições na Itália, álbum de figurinhas, filme do Tex em VHS e DVD , etc…
Mas sem dúvida, o que deu mais charme à minha colecção foram as 40 estatuetas das personagens do mundo de Tex, produzidas pela Hachette.

Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia? E o argumentista?
Adriano Rainho: As minhas duas histórias preferidas são: “A Noite dos Assassinos” e “Vingança de Índia”. Melhor desenhador: Galep. Melhor argumentista: G. L. Bonelli.

Colecção de Adriano Rainho - Foto 5O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos?
Adriano Rainho: O que mais me agrada é o seu jeito duro, firme, mas ao mesmo tempo gentil e amigo!
Não tenho nada em Tex que me desagrade.

Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que ele é?
Adriano Rainho: Uma personagem que é publicada desde 1948 na Itália e desde 1971 no Brasil, sem interrupção, mesmo passando por várias editoras diferentes no Brasil, é realmente um mito.
É uma personagem que transmite muitos valores familiares que hoje estão se perdendo.

Colecção de Adriano Rainho - Foto 6Para concluir, como vê o futuro do Ranger?
Adriano Rainho: Espero que seja duradouro, pois as mensagens que ele transmite precisam ser retransmitidas para as novas gerações. Da minha parte compro todas as edições que saem nas bancas. Todos os coleccionadores que tiverem condições financeiras deveriam fazer o mesmo, pois desta forma a editora continuará publicando o nosso Ranger.
Estou tentando fazer uma reportagem aqui no Jornal da minha região, mas não está fácil, mas como o meu herói Tex nunca desanima, vou conseguir também cumprir esse desejo!
Um grande abraço a todos Texmaniacos do mundo todo, e em especial ao meu grande amigo José Carlos Francisco, que um dia espero vir a ter o prazer de conhecer pessoalmente. Valeu!!

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Colecção de Adriano Rainho - Foto 21Colecção de Adriano Rainho - Foto 22
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Adriano Rainho e Tex

Prezado pard Adriano Rodrigues Rainho, agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.

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Maxi Tex 2008 (Itália): Lo squadrone infernale

Maxi Tex 2008 – “Lo squadrone infernale“Maxi Tex 2008 – “Lo squadrone infernale“, de Outubro de 2008.
Argumento de Claudio Nizzi, desenhos de Ugolino Cossu e capa de Claudio Villa. História inédita no Brasil e Portugal.
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Um bando anda a semear a morte e destruição na região de Jefferson, conseguindo sempre escapar das autoridades sem deixar pistas que permitam a sua identificação. Encarregues pelo comando dos rangers de resolver este caso, Tex e Carson seguem as ténues pistas deixadas pelo bando no seu mais recente assalto e em breve vão conseguir chegar ao seu refúgio e identificar os assaltantes, para surpresa dos próprios rangers.
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Uma boa ideia não significa forçosamente uma grande aventura. Nos últimos tempos, talvez por faltar a inspiração dos primeiros anos, a verdade é que Nizzi insiste em trazer uma ideia principal original para os seus argumentos, sem que isso contribua para um crescendo de qualidade no desenvolvimento da aventura. “Lo squadrone infernale” parece-nos partir desta premissa, uma vez que o fio condutor do argumento extrai uma boa ideia, um bando de assaltantes composto por militares do exército norte-americano que se esconde debaixo de uma identidade insuspeita, podendo revelar-se aqui alguma semelhança e até crítica com a alta corrupção que grassa nas sociedades modernas mas ao mesmo tempo característica em todas as épocas. No entanto, todo o posterior desenvolvimento revela as ingenuidades e os erros que vêm caracterizando Nizzi nos últimos tempos: uma quebra do suspense demasiado cedo, algumas explicações dos factos reveladas pelos pensamentos das próprias personagens e não no desenvolvimento do argumento em si, por fim um Tex pouco bonelliano, muito mecânico, mesmo algo frio.
Tex e Carson por Ugolino Cossu
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Mesmo assim, esta aventura não desilude sobremaneira, apesar de tudo nos parecer pouco pensado e simplificado, nomeadamente a partir do momento em que o autor decide revelar ao leitor a identidade do bando. Por outro lado, o modo como Nizzi desenvolve cada personagem acaba por estar ao seu nível, ou seja, quase nulo. Esta aventura tinha potencialidades que poderiam ter sido melhor exploradas nesse domínio, como a personagem da índia cativa ou a do seu soldado salvador. Mas Nizzi insiste em deixar como imagem de marca uma relativa ausência psicológica nas suas aventuras, preferindo e optando sempre por uma perspectiva mais realista, maniqueísta da pura aventura, sem a espessura que nos últimos tempos já nos vamos habituando, por exemplo, em Boselli. Nizzi tem boas ideias, por vezes parece querer surpreender, mas desenvolve sem imaginação, o que acaba por tornar o resultado final como algo insípido.
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Kit Carson em acçãoUgolino Cossu é já um valor da Bonelli Editore desde há alguns anos, nomeadamente com trabalhos para Dylan Dog. Convidado a realizar esta aventura, o seu traço fino, com alguma elegância e seguro convida mais outras paragens do que propriamente uma aventura do velho oeste, onde o dinamismo, a acção e o movimento assumem-se como imagens de marca. Sem pretender afirmar que o trabalho de Cossu não é meritório, ele parece-nos antes de mais adequar-se a outros géneros que não o velho e poeirento oeste. O seu estilo polido e limpo (mas algo estático em determinadas passagens) traz pouco romantismo aos ambientes do oeste puro.
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Existem bons cenários exteriores e interiores que, no fundo, revelam um autor dotado e que domina as técnicas do desenho e dos enquadramentos, mas que acaba por não fugir do seu estilo, pouco adequado ao género. Por outro lado, o Tex de Cossu nunca é um Tex cínico, duro ou implacável, podemos mesmo dizer que no fundo Cossu interpretou um Tex pouco bonelliano. É um Tex com traços ao jeito do de Pasquale Del Vecchio, mas sem a dureza que este aparenta e que este autor soube dotar, ao contrário do velho Carson, cuja fisionomia nos parece ser mais adaptada e conforme ao modelo que sempre apreciámos.
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Texto de Mário João Marques

NOTA: Originais desta história podem ser apreciados no Festival Internacional da Amadora, na exposição dedicada aos “60 anos de Tex”, que decorre até ao dia 9 de Novembro.

Pranchas originais de Tex, expostas no Festival da BD da Amadora

60 anos de Tex no 19º Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora – 2008Na exposição dedicada aos 60 anos de Tex, integrada no 19º Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora – 2008, estão expostas pela primeira vez num país fora da Itália, pranchas originais de Tex, pranchas essas da autoria de alguns dos mais consagrados desenhadores de Tex, como por exemplo Giovanni Ticci, Fabio Civitelli, Alfonso Font e Ernesto Garcia Seijas, mas também de alguns mais novos, ou mesmo estreantes como por exemplo Marco Santucci, Marco Bianchini, Franco De Vescovi, Rossano Rossi e Ugolino Cossu.

Ler uma história de Tex, é uma aventura maravilhosa,  mas poder apreciar os originais, é uma aventura muito maior. É uma daquelas coisas que nos ficará na memória para toda a vida. Quem vier à Amadora para ver as pranchas originais expostas no Festival, poderá constatar isso mesmo. Até porque hoje a BD tem o estatuto de Arte – a 9ª – e os seus originais podem valer milhares de euros.

Vinheta de Ernesto Garcia Seijas que foi refeitaAlém disso, através da visão e apreciação ao pormenor dos originais, apercebe-se que entre a prancha desenhada pelo autor e a página que será impressa, por vezes há algumas mudanças, umas mais subtis, outras menos, como por exemplo se pode constatar por exemplo num dos quadradinhos de Ernesto Garcia Seijas que foi refeito mais tarde na editora Bonelli, como se pode ver na fotografia aqui ao lado.

Fabio Civitelli e Marco BianchiniEsta e muitas outras curiosidades, podem ser apreciadas por quem visitar a exposição dedicada à célebre personagem da banda desenhada italiana, que se encontra aberta ao público, até ao dia 9 de Novembro e que contará com a presença dos desenhadores FABIO CIVITELLI e MARCO BIANCHINI, nos dias 7, 8 e 9 deste mês de Novembro, para abrilhantar o evento.

Para aguçar ainda mais a curiosidade e o desejo de se deslocarem à Amadora, deixamo-vos com algumas das pranchas originais de Tex que podem ser vistas no Festival:

Giovanni Ticci
Pranchas originais de Giovanni Ticci

Prancha original de Giovanni Ticci - 1Prancha original de Giovanni Ticci - 2
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Fabio Civitelli

Pranchas originais de Fabio Civitelli

Prancha original de Fabio Civitelli - 1Prancha original de Fabio Civitelli - 2
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Marco Santucci & Marco Bianchini
Pranchas originais de Santucci e Bianchini

Prancha original de Santucci e Bianchini - 1Prancha original de Santucci e Bianchini - 2
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Ugolino Cossu:

Pranchas originais de Ugolino Cossu

Prancha original de Ugolino Cossu - 1Prancha original de Ugolino Cossu - 2
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Rossano Rossi
Pranchas originais de Rossano Rossi

Prancha original de Rossano Rossi - 1Prancha original de Rossano Rossi - 2
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Outra curiosidade bem interessante que se pode observar é comparar a prancha original, com a página publicada na revista, como por exemplo nas fotos seguintes, onde se pode ver as páginas coloridas da história comemorativa dos 60 anos de Tex, comparando com os respectivos originais:

Prancha original de Fabio Civitelli e página impressa - 1

Prancha original de Fabio Civitelli e página impressa - 2

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Tex retorna a França pelas Editions Clair de Lune

TEX – LE TRAIN BLINDÉDepois de uma ausência de alguns anos, Tex retorna a França em grande estilo e força, numa aposta das Editions Clair de Lune, que sucedem às Editions Semic, a editora anterior que publicou o Ranger em França, que prevê para o dia 20 de Novembro a sua primeira edição do Ranger: TEX – LE TRAIN BLINDÉ.

Trata-se da história publicada na Itália no Maxi TEX nº 8, publicado em 2004 e com o título “Il treno blindato“, com argumento de Antonio Segura e desenhos de José Ortiz, com capa de Claudio Villa.

TEX – Il treno blindatoSerão 338 páginas num formato 14,8 x 21 (quase idêntico ao formato Bonelli) e com um preço de venda ao público no valor de 12,90€, com venda exclusiva em livrarias.

Portugal – Edições do mês de Novembro

Relação das revistas da Mythos Editora, distribuídas em Portugal, pela LOGISTA PUBLICAÇÕES, para o mês de NOVEMBRO:

TEX 436TEX 436

CONSPIRAÇÃO NO CANADÁ
Texto: Claudio Nizzi – Desenhos: Ferdinando Fusco

Um dos maiores amigos de Tex, o coronel Jim Brandon da Polícia Montada, é vítima de uma maquinação diabólica orquestrada por pessoas que o querem ver longe do seu posto, para que possam continuar realizando negócios escusos. Informados por Gros-Jean, Tex e seus parceiros seguem viagem às pressas para o Canadá, a fim de tentar libertar o velho companheiro de aventuras.
2,90€

TEX COLEÇÃO 228TEX COLEÇÃO 228
A CIDADE MORTA
Texto: G. L. Bonelli – Desenhos: Guglielmo Letteri/Aurelio Galleppini

Tex, Carson, Kit e Tigre trabalham duro para desbaratar o  grupo de cruéis caçadores de escalpos que usa de um estratagema maquiavélico para conseguir seu valioso butim, incutindo o terror entre os colonos da região do rio Sonora. Uma guerra indígena está prestes a explodir, poderão os pards evitá-la?
2,90€

OS GRANDES CLÁSSICOS DE TEX 11OS GRANDES CLÁSSICOS DE TEX 11
AVENTURA EM UTAH/A COROA DAS SETE ESMERALDAS
Texto: G. L. Bonelli  –  Desenhos: Aurelio Galleppini

1ª história – Aventura em Utah: Tex, a pedido de Carson, parte provisoriamente da aldeia navajo, onde deixa o grande chefe Flecha Vermelha, que está acamado e debilitado pela idade, e vai a Utah ajudar a viúva Delaney a resolver sérios problemas no seu rancho. É nesta história que vemos Águia da Noite sendo nomeado o novo chefe da nação navajo!
2ª história – A coroa das sete esmeraldas: Três bandidos, mais um quarto que é abandonado por eles, roubam uma preciosíssima coroa de ouro, com sete esmeraldas incrustadas, da igreja de um povoado mexicano. Tex e seu filho Kit chegam a tempo de impedir o linchamento do quarto bandido e, com as indicações dele, se atiram na pista dos três remanescentes, decididos a recuperar a coroa e devolvê-la ao seu devido lugar…
7,50€

MÁGICO VENTO 71MÁGICO VENTO 71
A ÚLTIMA CORRIDA
Texto: Manfredi * Desenhos:Darko Perovic

É dia de uma grande festa no Forte Laramie, organizada pelo jornal de Poe para celebrar o glorioso Pony Express. Mas as coisas mudam de repente, e a alegria geral transforma-se em tragédia. Uma obscura mensagem de ameaça de morte dirigida ao decano dos batedores traz à tona as lembranças do massacre de uma caravana de pioneiros acontecido dez anos antes.
Como se não bastasse, um suicídio cheio de incertezas e a fuga de um louco perigoso de um manicómio, que se introduz no forte para executar uma vingança atroz, obriga Mágico Vento e Poe a tentar destrinchar os complicados fios da meada de um passado que muitos preferem esquecer.
2,90€

ZAGOR 85ZAGOR 85
ZAGOR CONTRA O TECEDOR

Texto: Burattini – Desenhos: Verni

Zagor recebe uma encomenda em Darkwood que o leva a recordar uma antiga aventura em que ele enfrentou o misterioso vilão Tecedor. Quando o Espírito da Machadinha vai a Kingston investigar quem teria enviado a encomenda, ele e Chico se vêem envolvidos em uma intrincada teia de perigos e atentados políticos. Depois de cair nas mãos de seus diabólicos adversários, Zagor parece perdido… quando um imprevisível golpe de cena reabre a partida!
2,90€

ZAGOR EXTRA 50ZAGOR EXTRA 50
O VALOR DA LIBERDADE

Texto: Marcello Toninelli – Desenhos: Franco Donatelli

Os índios mosolopeas, guiados por Cabeça de Morto e pelo chefe Eotuk, estão fugindo em massa da reserva. No seu caminho, levados por um belicoso chefe que morreu e agora ressurgiu, os índios terão de enfrentar Zagor e um grupo de ferozes vigilantes encapuzados guiados por Rock Damon. Durante a fuga da tribo, o Senhor de Darkwood descobrirá as verdadeiras razões que levam o finado e ressuscitado chefe a incitar seus irmãos à revolta, e a sua própria identidade deixará de ser um segredo. Será que essa busca por liberdade não levará à extinção do mosolopeas?
2,90€

ZAGOR ESPECIAL 13ZAGOR ESPECIAL 13
A MALDIÇÃO DO POSEIDON

Texto: Vitório Sossi/Moreno Burattini – Desenhos: Gallieno Ferri

Em 1642 o navio holandês Poseidon aporta no sul da Índia para uma missão profana… invadir a cidade sagrada de Tsur e roubar a estátua dourada do terrível deus Baal. Mas essa acção vai trazer os piores destinos aos seus tripulantes. Duzentos anos depois, os herdeiros do capitão e do imediato do Poseidon são assombrados pelos fantasmas do navio. O que eles querem? Beneficiar ou prejudicar os jovens Henry Hamilton e Elisa van Dorsen? É nesse tétrico ambiente que Zagor, Chico e Digging Bill vão parar e se defrontar com os fantasmas do Capitão van Dorsen e do imediato Hamilton.
7,50€

AS AVENTURAS DE UMA CRIMINÓLOGA 42AS AVENTURAS DE UMA CRIMINÓLOGA 42
O DIA DOS ESPIÕES

Texto: Giancarlo Berardi/Maurizio Mantero * Desenhos: Enio Legisamón (Enio)

O professor Weiss é um homem de grandes responsabilidades: ele trabalha num departamento militar cujas actividades são classificadas como top secret, por envolver um sistema extremamente delicado de apontamento para interceptação e destruição de mísseis em voo. Ele teria sido sequestrado em razão de sua actividade? Os colegas interrogados fazem dele um quadro contraditório, o que torna bastante difícil estabelecer um motivo para o seu desaparecimento. A sua situação económica parece desmentir a hipótese de sequestro para obtenção de resgate. Pela primeira vez em sua carreira, Júlia se vê seriamente desorientada. Ou a solução é muito mais óbvia do que parece?
3,50€

CONAN, O BÁRBARO 63CONAN, O BÁRBARO 63

Revista mensal, formato magazine, 68 páginas em preto e branco, distribuição nacional.
Neste número, a Mythos Editora reapresenta a primeira parte de uma aventura que levou três anos para ficar pronta: a adaptação em quadradinhos de O Tesouro de Tranicos, um dos mais famosos épicos do Gigante de Bronze. Esta é a última história de Conan escrita por Robert E. Howard – que lhe conferiu o título O Forasteiro Negro –, mas só foi publicada 20 anos após sua morte, embora ligeiramente reformulada (inclusive no título) pelo escritor L. Sprague de Camp.
“Tranicos” é uma saga de intrigas, terror e feitiçaria no litoral do território picto, adaptada por Roy Thomas, com um magnífico trabalho artístico de Gil Kane e John Buscema.

Já nas inéditas tiras de jornal, o Cimério, conduzido até Zamora pelo feiticeiro Xiccarph, sobreviveu a várias ameaças até conhecer Jessamine e Shara, duas belas e misteriosas mulheres que alegam ser inimigas do maligno bruxo e pedem ajuda para combatê-lo. Uma vez que não tem como evitar esse mesmo confronto, o Bárbaro decide auxiliá-las, mesmo que isso os obrigue a invadir o tenebroso Templo da Serpente, o covil de Xiccarph.

Doug Moench assina o roteiro da segunda parte de As Serpentes Demoníacas de Xiccarph, enquanto a arte leva as assinaturas de Alan Kupperberg & Tom Yeates.

Também merece destaque a sensacional capa exclusiva, outra brilhante pintura digital do colaborador Ricardo Riamonde, a partir de uma ilustração original de John Buscema.
3,50€