O BDjornal #26 já está na rua e mais um vez dá um belo destaque a Tex Willer, mas também à criminóloga Júlia Kendall

Para conhecimento dos amantes da 9ª Arte e em especial para os fãs e coleccionadores portugueses de Tex Willer e de Júlia Kendall, informamos que  o BDjornal #26 (que traz um texto de duas páginas dedicado a Tex Willer da autoria de José Carlos Francisco e um outro texto de três páginas – com chamada na capa – escrito pelo crítico e jornalista Pedro Cleto, dedicado à criminóloga Júlia Kendall) já está à venda e portanto já pode ser adquirido no FIBDA 2010, na Amadora, até porque o blogue do Tex, aconselha vivamente a leitura de mais este BDJornal.

O BDjornal tem o formato de 275 x 205 mm e contém 100 páginas em impressão digital, capa em cartolina de 200 gramas plastificada brilhante e com papel do miolo de 115 gramas, com tiragem limitada e distribuição centrada nas lojas especializadas, com um custo de 8,00 €.

EDITORIAL DO BDjornal # 26:

Conheci Diniz Conefrey no início da década de 1990, quando ele publicava bandas desenhadas no fanzine Dossier Top Secret (de que fui co-editor nos últimos cinco números). Daí para cá encontrámo-nos esporadicamente em diversas alturas, mas foi no Festival de Beja deste ano, vendo-o com Maria João Worm na banca do Mercado do Livro, que tive a sensação de quanto ele é um autor mal conhecido (diria mesmo mal-amado) do público português. E no entanto é um dos nossos melhores autores. Após alguma pesquisa na internet, encontrando uma entrevista que deu ao jornalista brasileiro Matheus Moura e lendo o que escreveu no seu site Quarto de Jade, decidi realizar um amplo dossier sobre este autor, ampliando e remontando a entrevista atrás referida e mostrando ao público algumas das suas pranchas.

Quanto a Fernando Relvas (há longos anos auto-exilado na Croácia), havia o desejo de publicar no BDjornal matéria sobre ele. O texto de Diniz Conefrey no Quarto de Jade, foi decisivo para se avançar com um trabalho alargado, mostrando algumas pranchas significativas do autor, a começar pela recordação d’O Espião Acácio, publicado na revista Tintin nos anos 70 do século XX. A intenção agora é realizar também uma grande entrevista com Fernando Relvas, a publicar numa das próximas edições do BDj.

A aproximação ao mundo da Banda Desenhada brasileira – as Histórias em Quadrinhos (HQ), como eles lhe chamam e que pessoalmente prefiro em vez do francesismo que nós usamos – já vem desde 2008, quando publicámos HQs com argumentos de Wilson Vieira e desenhadas por Fred Macedo. Nesta edição o material brasileiro aumenta, tal como vem aumentando o interesse do público brasileiro pelo BDjornal e pelo que se faz por cá.

Chamamos a atenção para A Prancha Desaparecida de Tintin, em Tintin no País dos Sovietes, que nunca foi incluída nos álbuns entretanto editados ao longo dos anos (nem mesmo na edição que a Asa acaba de colocar no mercado) e que Leonardo De Sá foi buscar ao primeiro volume dos Archives Hergé, de 1973. Vale a pena conhecer a história.

SUMÁRIO

4 – O VI FESTIVAL INTERNACIONAL DE BD DE BEJA, A CELEBRAÇÃO DA BANDA DESENHADA, Diogo Campos
6 – VI FESTIVAL INTERNACIONAL DE BD DE BEJA, ALGUNS PROBLEMAS, ALGUMAS REFLEXÕES, J.Machado-Dias
7 – JÚLIA KENDALL – REQUIEM PARA UMA CRIMINÓLOGA?, Pedro Cleto
10 – DINIZ CONEFREY, J. Machado-Dias, Pedro Vieira Moura, João Ramalho Santos
10 – DINIZ CONEFREY – BIOBIBLIOGRAFIA
18 – NO QUARTO DE JADE – ENTREVISTA COM DINIZ CONEFREY, Matheus Moura e J.Machado-Dias
24 – BD – PRANCHAS DIVERSAS DE DINIZ CONEFREY
38 – FERNANDO RELVAS – O ABISMO DO AUTOR, Diniz Conefrey
43 ­– BD – PRANCHAS DIVERSAS DE FERNANDO RELVAS
52 – TINTIN – E NÃO TINTIM, EDITADO PELAS EDIÇÕES ASA, J.Machado-Dias
53 – A PRANCHA DESAPARECIDA DE TINTIN, Leonardo De Sá
54 – MISCELÂNEA EDITORIAL, Sara Figueiredo Costa
55 – APRESENTAÇÃO DE AUTORES
56 – EFEMÉRIDE NAS HQ-BRASIL – CHET, EDIÇÃO COMEMORATIVA
57 – BD – LUAR DO SERTÃO, Wilson Vieira (arg.) e Angelo Roncalle (des.)
65 – BD – APACHE, Tony Fernandes (arg. e des.)
84 – BD – ANA, Carlos Henry (arg. e des.)
88 – FOOTNOTES IN GAZA – JOE SACCO, Pedro Vieira Moura
90 – PROMESSAS DE AMOR A DESCONHECIDOS ENQUANTO ESPERO O FIM DO MUNDO – PEDRO FRANZ, Pedro Vieira Moura
92 – PROJECTO ZONA, Pedro Vieira Moura
94 – TEX AO REDOR DO MUNDO, José Carlos Francisco
96 – HQBRASIL – HUMOR E SUPER-HERÓIS BRASILEIROS: ALGUMAS HQS REPRESENTATIVAS, Edgar Indalécio Smaniotto
98 – HQBRASIL – RESENHA: A SAGA DOS SUPER-HERÓIS BRASILEIROS, Edgar Indalécio Smaniotto
99 – COMICS – A HISTÓRIA REPETE-SE, Pedro Bouça
100 – CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FERNANDO BENTO – 1910-2010, J.Machado-Dias

ALGUMAS PÁGINAS DA EDIÇÃO:


Por tudo isso, prezado Amigo Texiano não deixe de comprar esta edição do BDjornal, uma vez que se pode considerar um verdadeiro item de coleccionador de Tex! Para o adquirir ou para proceder à assinatura, caso não se desloque ao Festival Internacional da Amadora, durante as próximas três semanas, recomendamos o contacto via e-mail (bdjornal@gmail.com) com o editor Jorge Machado-Dias.

Copyright: © 2010 BDJornal; J. Machado-Dias

Uma viagem relâmpago ao Fest Comix

Por Valdivino Otilio de Almeida

Sinto-me um privilegiado por ter conhecido pessoalmente no 17º Fest Comix de São Paulo, o grande mestre italiano chamado Fabio Civitelli, embora um pouco desapontado pois o tempo foi curto para sequer pedir um desenho exclusivo de sua autoria, já que apenas cheguei ao evento quando os ponteiros do relógio já passavam das 12 horas, isto porque a minha presença aconteceu no decurso de um verdadeira maratona em tão pouco tempo e que passo a descrever.

Inicialmente iria eu e o meu filho John Lucas, mas no último instante a minha esposa Célia resolveu ir também connosco. Apesar de ela ser casada com um fanático da banda desenhada, especialmente pela personagem TEX, a Célia não gosta muito de quadradinhos. No sábado, dia 16, trabalhei até às 23 horas e devido à entrada do horário de Verão no Brasil, ao levantar-me às 6 horas, na realidade estava a levantar-me às 5 da madrugada apesar do relógio indicar 6 horas. No espaço de uma hora tomei um banho, preparei o café da manhã (em Portugal, pequeno almoço) e acertei os últimos detalhes.

Entre 7 e as 8 horas deslocamo-nos para o aeroporto de Curitiba, tendo chegado por volta das 7 e 45, indo fazer de imediato o check-in, porque o avião levantava voo pelas 9 e 10, tendo chegado a São Paulo às 10 e 15. Ao sair do aeroporto, sentamo-nos num banco para estudar, com a ajuda de um mapa detalhado cedido pelo amigo João Rios, que rumo tomar para chegar a tempo de conhecer Fabio Civitelli, que sabia de antemão teria que abandonar o evento por volta das 13 horas para rumar a Itália.

Depois de avaliada a situação, apanhamos um ónibus (em Portugal, autocarro) intermunicipal com destino à estação metropolitana de Tatuapé, onde chegamos às 11 e 30 e a maratona ainda estava longe do seu término, pois havia ainda que apanhar mais quatro outras linhas metropolitanas diferentes, saindo numa para entrar de imediato noutra numa sucessão contínua até finalmente chegarmos pelas 12 e 25 à estação Consolação. Com tudo isto, o tempo voava, mas 5 minutos mais tarde chegamos ao nosso destino, se bem que ainda havia a fila para comprar as entradas.

O passo seguinte já dentro do Fest Comix foi procurar de imediato a família Texiana. Se não me falha a memória foi o José Ricardo que me chamou e só tive tempo para cumprimentar os amigos que estavam presentes já que o amigo Júlio Schneider, tradutor de Tex no Brasil, diz para eu ir a correr comprar as revista dedicadas ao Fabio Civitelli porque o autor italiano está prestes a abandonar o local para regressar à sua saudosa Itália.

Numa correria entro no espaço comercial acompanhado do John, indo ele em busca dos mangás indo eu directamente ao local onde estavam à venda as revistas da Mythos, adquirindo de imediato as duas edições e saindo rapidamente para as entregar a Civitelli para que ainda as pudesse autografar. Enquanto ele assina e faz as dedicatórias, troco algumas poucas palavras com o amigo português, José Carlos Francisco, o Zeca, falando ainda rapidamente enquanto tirávamos algumas fotos, com o Gervásio, Júlio Schneider e com o editor Dorival, já que os quatro estavam já a abandonar o recinto da maior feira de quadradinhos do Brasil.

Depois da saída destes 4 pards, converso então mais calmamente com o José Ricardo, o Vander Dissenha e o G. G. Carsan. Gostaria de ter mais tempo disponível e de ter interagido mais, mas o relógio não pára e às 15 horas abandono o local do evento, fazendo desta vez o mesmo trajecto, embora de modo inverso rumando ao lar em Curitiba.

Não dá para citar todos, somente alguns: Zeca, José Ricardo, Gervásio, Neimar, o irreverente G. G. Carsan, Vander e sua namorada Andrea, Júlio Schneider, Dorival, Fabio Civitelli, mas ver e/ou rever todos estes amigos fez valer bem a pena esta viagem relâmpago e espero ter nova oportunidade no futuro em um novo evento programado com mais antecedência e que tenha todo o programa dos acontecimentos bem definido a tempo e horas, porque o que me deixou mais triste foi o facto de não ter ido na sexta-feira ou no sábado, mas no fim de contas posso dizer que valeu a pena todo este sacrifício aqui descrito.

É isso aí pards, e antes de encerrar, como alguns já disseram, mas vale a pena repetir, Fabio Civitelli é uma grande pessoa e um autor muito humilde e dedicado a Tex e ao seus fãs, como facilmente constatei apesar do contacto ter sido bem pouco…

Fabio Civitelli no Fest Comix: a arte de fazer felicidade e alegria

Por José Carlos Francisco

Fabio Civitelli, o desenhador italiano, de Tex, que esteve presente no 17º Fest Comix em São Paulo, Brasil, numa iniciativa conjunta da Mythos Editora e da Livraria Comix, distribuiu autógrafos e sorrisos, para além de posar para fotos ao lado dos seus inúmeros fãs presentes naquela que é considerada a maior feira de banda desenhada da América Latina, e que foram até lá para vê-lo de perto, fazendo com que todos os Texianos presentes em São Paulo desfrutassem da sua simpatia,  disponibilidade e arte (também realizou alguns belos desenhos feitos na hora), cultivando em elevado grau a arte de fazer feliz todos que o rodeavam, utilizando essa sua arte (e a sua simpatia) para fazer felizes as pessoas ao seu lado, conforme se demonstra nesta sucessão de belas fotografias onde os possuidores dos tesouros Texianos autografados por Civitelli irradiam felicidade por todos os poros:


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FABIO CIVITELLI, O EMBAIXADOR DE TEX NO BRASIL

Por João Batista da Cunha

“Um dia, Gian Luigi Bonelli disse:

– Tex sou eu mesmo!”


Hoje compreendo melhor isso, depois deste encontro no 17º Fest Comix de São Paulo, com Fabio Civitelli posso afirmar que o consagrado autor italiano é o irmão mais novo de Tex. Ele transpira Tex, ele é verdadeiramente o melhor embaixador de Tex para o mundo. Quando fala de Tex, os seus olhos brilham, ele passa uma emoção muito forte em suas palavras sobre Tex Willer.

Fabio Civitelli atendeu todas as pessoas que o solicitaram no decorrer do evento, com muita simplicidade e cordialidade, fazendo a alegria dos fãs com fotos, abraços, sorrisos e ainda oferecendo um presente especial, um desenho de “Tex em São Paulo na Avenida Paulista”. Ao olhar para o desenho parecia que eu via o próprio Fabio Civitelli naquela maravilhosa arte.

A alegria dos fãs junto de Fábio Civitelli era contagiante. Mais que um evento, uma celebração de paz e harmonia entre as pessoas junto dele, cada fã de Tex e dos quadradinhos, conhecendo-se um ao outro, apresentando-se, abraçando-se, tirando fotografias, perguntando uns aos outros sobre as suas cidades, enfim, uma alegria contagiante.

G. G. Carsan com traje de gala, vestido de Tex parecia o sósia do próprio Tex presente no evento. Muito solicitado, mais que tudo, super prestativo, atendendo a todos para fotos. Além de todos os fãs presentes, pudemos ter a companhia Júlio Schneider, Paulo Guanaes e Marcos Maldonado.
Destaco também a presença das esposas no evento, acompanhando os seus maridos, o que veio a abrilhantar mais ainda o evento em si. Todos nós fãs ficamos agradecidos também ao José Carlos Francisco, carinhosamente chamado aqui no Brasil de Zeca, que mesmo dizendo que o seu italiano era rudimentar, a todo o momento estava junto a Fabio  Civitelli  fazendo  as traduções e conduzindo da melhor maneira possível as conversas dos fãs e a palestra com Fabio Civitelli.

O que foi surpreendente em Fabio Civitelli, foi que percebemos que nas conversas com os fãs, ele entendia muitas das palavras dos pards brasileiros e na palestra, no final de cada pergunta, ele já estava pronto a responder antes mesmo do Zeca traduzir. Foram poucas as vezes em que Civitelli mostrou dúvida nas perguntas o que me leva a ter a seguinte opinião pessoal: Ele estudou muito a nossa língua para esta visita ao Brasil.

A minha pergunta para Fabio Civitelli na palestra: Tex ou a família??? Ele todo sorridente responde: – Os dois, são amores diferentes, diz que concilia ambos. Com a família ele gosta de fazer passeios de montain bike, uma sua outra paixão, inclusive já tendo participado no passado de campeonatos oficiais. Fabio Civitelli, um exemplo para todos nós do seu amor por Tex e pela família.

A presença dos amigos e fãs foi grande e por isso não colocarei nomes aqui, pois poderia esquecer de alguém. Posso dizer que de Norte a Sul, Leste a Oeste, vieram seus representantes já que várias partes do Brasil foram muito bem representadas. Importante é que: – Quem veio para o evento representou muito bem os fãs do Brasil todo. E ainda tivemos o amigo Zeca representando todos os fãs de Portugal.

Registo aqui para todos os fãs e coleccionadores de Tex e de outras revistas Bonelli, os louvores à Mythos Editora nas pessoas de Dorival Vítor Lopes e Helcio de Carvalho, que abrilhantaram o evento com este grande trabalho de trazer Fabio Civitelli para todos nós fãs de Tex, mesmo para aqueles que ficaram em suas cidades e não puderam vir a São Paulo para essa festa memorável, única, magnífica, inesquecível. Tenho certeza que muitos irão receber um pouquinho dessa emoção nas próximas revistas de Tex a serem editadas, nos brindes e presentes que os participantes levarão para seus amigos texianos.

Agradecimento também à Comix, pela óptima organização; muito bem distribuídos os stands e as revistas à venda. Tudo bem separado, organizado e com centenas de opções, para todos os gostos e bolsos. As revistas Bonelli estavam imponentemente ocupando uma boa parte no local com bem visíveis e variados títulos. E os funcionários eram todos atenciosos e estavam empenhados com o sucesso do evento.

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Fabio CIVITELLI, uma ESTRELA TEXiana no Brasil

Por José Carlos Francisco


Fabio Civitelli foi uma verdadeira ESTRELA TEXiana nesta sua passagem pelo Brasil para participar no 17º Fest Comix de São Paulo, num empreendimento conjunto da Mythos Editora e da Livraria Comix, naquele que é sem dúvida alguma um dos maiores eventos Texianos da história do Ranger no país tupiniquim (não nos podemos esquecer da presença de Tex Willer – e de Sergio Bonelli – em 1993, na 2ª Bienal de quadrinhos do Rio de Janeiro)!

Civitelli foi a estrela-mor do evento a par do consagrado desenhador inglês, David Lloyd (que prometeu desenhar um Tex original para este escriba português), autor britânico conhecido principalmente por ser o artista de V for Vendetta de Alan Moore,  mas tendo trabalhado também noutros títulos famosos como War Stories com Garth Ennis, Hellblazer com Grant Morrisson ou Global Frequency com Warren Ellis, conforme mostram algumas das fotos que publicamos já hoje, ficando prometido para os próximos dias, várias matérias sobre a presença de Fabio Civitelli no Brasil.


Presença essa que durou uma semana e que teve passagens por São Paulo, mas também por Sorocaba (terra do mítico casal legendador de Tex: Marcos Maldonado e Dolores Maldonado e onde estiveram também presentes, o curatore bonelliano Júlio Schneider e o co-editor de Júlia, Nilson Farinha) e até mesmo pela cidade maravilhosa do Rio de Janeiro (onde o também mítico tradutor Paulo Guanaes nos guiou), para além de vários momentos passados na própria Mythos Editora ou fazendo deliciosos desenhos de Tex para alguns felizardos, onde obviamente me incluo já que tive o privilégio de passar toda esta semana de sonho acompanhando Fabio Civitelli nesta sua primeira passagem pelo Brasil 🙂

Mas voltando ao evento em si, Fabio Civitelli, autor italiano, considerado por muitos texianos presentes no 17º Fest Comix como o maior desenhador de Tex no presente, foi um dos grandes trunfos do evento paulistano como dissemos anteriormente, já que se deslocou ao Brasil pela primeira vez e  foi logo alvo de inúmeras manifestações de apreço e carinho por parte dos fãs brasileiros do Ranger, que se deslocaram às centenas, de todas as partes do Brasil, alguns fazendo verdadeiras epopeias com milhares de quilómetros percorridos e com inúmeras horas em diversos meios de transporte, mostrando que foi uma aposta ganha por parte dos promotores do evento.

Fabio, aliás, cativou toda a gente com a sua simpatia e simplicidade, nunca negando um autógrafo, um sorriso ou uma foto às (literalmente) centenas de ávidos texianos que o rodeavam durante as sessões de autógrafos (foram vendidas no decurso dos 3 dias, centenas das duas edições especiais dedicadas ao consagrado artista), não falando no estrondoso sucesso de uma conferência num auditório repleto de Texianos onde o conhecimento e a paixão de Civitelli por Tex e pelos fãs brasileiros ficou evidente. Uma verdadeira lição de profissionalismo e de humildade!

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