Os dois PRINCIPAIS troféus futebolísticos de Portugal nas mãos de DOIS dos maiores TEXIANOS PORTUGUESES

Por José Carlos Francisco

O Texiano Paulo Magalhães exibe orgulhosamente a Taça de Campeão de Portugal ganha pelo Sport Lisboa e Benfica nesta época 2015-2016

Nesta época futebolística (2015/2016) que se encerrará em breve com as conclusões da Copa América e do Campeonato Europeu que decorrem, respectivamente, nos Estados Unidos da América e em França neste mês de Junho, dois dos maiores fãs e coleccionadores portugueses do Ranger Tex Willer, tiveram uma grande importância na conquista por parte dos seus clubes dos dois principais troféus futebolísticos de Portugal: o Campeonato de Portugal, mais conhecido como a Primeira Liga (escalão principal do futebol nacional) e a Taça de Portugal (competição organizada pela Federação Portuguesa de Futebol e disputada por todos os clubes da Primeira Liga, Segunda Liga, Campeonato de Portugal e representantes dos Campeonatos Distritais), tanta importância que ambos foram merecedores de exibirem os respectivos troféus e festejar essas conquistas como poderemos ver neste post.

O Texiano Paulo Magalhães entre os jogadores e staff do Sport Lisboa e Benfica durante os festejos de campeões de Portugal

Falamos do Ranger Paulo Magalhães, ilustre sócio do Clube Tex Portugal e responsável máximo pela segurança da equipa de futebol do Benfica (para além de ser treinador e responsável pela modalidade de boxe olímpico do Sport Lisboa e Benfica e coordenador do Núcleo de Desportos de Combate do SLB e presidente da Federação Portuguesa de Artes Marciais. Na sua carreira como lutador, Paulo Magalhães foi por diversas vezes campeão português nas modalidades de boxe e kick boxing e campeão europeu de kick boxing) acompanhando-a não somente nas suas deslocações pelo mundo fora, mas também no próprio Estádio da Luz onde vive habitualmente grandes momentos como este que mostramos no topo deste texto onde ostenta orgulhosamente o novo troféu (criado na época 2010/2011) que é dado ao campeão da Liga Portuguesa. A taça cujo nome é  “Troféu de Campeão da Liga“, mede 80 centímetros e pesa 9 quilos, tendo sido desenhada por Nuno Martins e constituída por prata e ouro e conforme previsto nos regulamentos, desde a época 2011–12 que o troféu é atribuído de forma definitiva ao clube que conquistar 3 títulos consecutivos ou 5 títulos intercalados, pelo que ao conquistar o recente tri-campeonato (depois de uma luta titânica ombro a ombro com o seu rival de Lisboa, o Sporting Clube de Portugal onde ambos os clubes bateram os respectivos recordes de pontos numa época) o Texiano Paulo Magalhães foi o fiel depositário da mesma no Museu Cosme Damião, museu dedicado à história do Sport Lisboa e Benfica, e que está situado no exterior do Estádio da Luz, em Lisboa e que deste modo passará a ser o detentor desta belíssima taça para gáudio dos adeptos benfiquistas.

O Texiano Paulo Magalhães ao lado de Rui Vitória, o treinador campeão pelo Sport Lisboa e Benfica

O Paulo Magalhães além da sua grande paixão pelo Glorioso Benfica que vem dos seus tempos de criança tem outra grande paixão que tem tudo a ver com o Ranger criado em 1948 por G. L. Bonelli e Aurelio Galleppini, já que o Paulo Magalhães é também um dos maiores fãs e coleccionadores de Tex do nosso país e muita da sua paixão pelos desportos de combate vem precisamente da leitura texiana e dos combates do Ranger nas revistas que lia desde criança, como o próprio confidenciou no decurso do recente Convívio Texiano do Cacém onde o Paulo Magalhães participou e que contou com a presença do consagrado desenhador de Tex Luca Vannini.

O Texiano Paulo Magalhães ao lado de Jonas, o melhor marcador do campeonato português

Mas as conquistas “Texianas” esta época não se ficaram pelo Paulo Magalhães, já que também o Ranger Hernâni Portovedo, sócio FUNDADOR e principal MENTOR do Clube Tex Portugal, actual director financeiro da empresa Carclasse, S.A. e um dos maiores fãs e coleccionadores de Tex, não somente de Portugal, mas de todo o mundo, pois é o proprietário de uma das maiores e mais valiosas colecções do Ranger, sendo também administrador para a área financeira do Sporting Clube de Braga SAD e Vice-presidente das relações externas e basquetebol deste histórico clube português que venceu nesta edição de 2015–16 o Futebol Clube do Porto por 4–2 na marcação de grandes penalidades, após empate 2–2 no final do prolongamento, repetindo o feito alcançado há precisamente 50 anos, escrevendo mais uma página vitoriosa na sua história, depois das conquistas da Taça de Portugal na temporada 65/66, da Taça Intertoto em 2008 e da Taça da Liga em 2013.

O Texiano Hernâni Portovedo exibe orgulhosamente a Taça de Portugal ganha pelo seu Sporting Clube de Braga 50 anos após a primeira conquista

Um arsenal de valentes guerreiros conseguiu derrubar o poderoso dragão. Nada de fisgas, ou outros artefactos. O conjunto de Hernâni Portovedo colocou-se em bicos dos pés e enfrentou o oponente de olhos nos olhos e apesar do susto sofrido perto dos 90 minutos quando o Futebol Clube do Porto empatou a partida a dois golos depois da dupla vantagem do Sporting de Braga, conseguiu levar a Taça para a capital do Minho após o desempate pela marca das grandes penalidades em mais um episódio dourado na biografia dos corajosos guerreiros do Minho onde se inclui o “nosso” Hernâni Portovedo.

O Texiano Hernâni Portovedo quando a conquista da Taça de Portugal ainda era um sonho

E assim esta época futebolística de 2015/2016 será sempre recordado não só pelas gentes benfiquistas e bracarenses (curiosamente ambos os clubes equipam de vermelho pintando assim o país de norte a sul nessa cor) mas também pelos texianos portugueses que independentemente dos seus clubes predilectos ficam seguramente satisfeitos por verem tão valiosos troféus exibidos por tão especiais Amigos Texianos!

O Texiano Hernâni Portovedo no Estádio Nacional, no Jamor, acompanhado do seu filho Pedro e da sua esposa Lígia, ambos devidamente equipados a rigor

(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)

Tex Willer na belíssima arte de Alexander Vachkov-Sash

Por José Carlos Francisco

Alexander Vachkov-Sash e as suas obras expostas no evento KomMissia 2016, em Moscovo

Apesar de Tex Willer não ser publicado na Bulgária, Alexander Vachkov-Sash, um conceituado desenhador búlgaro, é um grande fã e coleccionador do Ranger Tex Willer e tem como um dos maiores sonhos desenhar o nosso intrépido herói para a Sergio Bonelli Editore.

A mesa de trabalho de Alexander Vachkov-Sash

Alexander Vachkov-Sash, de 47 anos é um frequentador assíduo do blogue português do Tex e tem muita qualidade, inclusive para desenhar Tex Willer como se comprova de seguida através da sua maravilhosa arte do Ranger enviada pelo próprio Alexander Vachkov-Sash que teve a gentileza de nos enviar esperando que seja apreciada pelos nossos inúmeros leitores, mas também pelos responsáveis da Sergio Bonelli Editore que assiduamente visitam o nosso blogue.

O esboço inicial do Tex de Alexander Vachkov-Sash

Tex na belíssima arte do búlgaro Alexander Vachkov-Sash

O Tex de Alexander Vachkov-Sash e as edições do Ranger

(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)

Vídeos: Discursos e agradecimentos na inauguração da 3ª Mostra do Clube Tex Portugal, em Anadia

Por José Carlos Francisco (texto) e Orlando Santos Silva (foto e vídeos)

Foi em ambiente festivo que pelas 15.00 horas do dia 23 do passado mês de Abril decorreu, no Auditório do Museu do Vinho Bairrada, situado na cidade de Anadia, a Cerimónia de Inauguração da 3ª Mostra do Clube Tex Portugal, presidida por José Carlos Francisco, na presença do Exmº Sr. Vice-Presidente da Câmara Municipal de Anadia, o Eng. Jorge Sampaio e do Exmº Sr. Director do Museu do Vinho Bairrada, o Dr. Pedro Dias, bem como dos vários convidados presentes e texianos em geral.

Cerimónia de Inauguração da 3ª Mostra do Clube Tex Portugal

A cerimónia teve início com um discurso inaugural da autoria do Presidente do Clube Tex Portugal, José Carlos Francisco, onde se deu as boas-vindas e se agradeceu aos presentes nesta Cerimónia de Inauguração, para além de se falar deste e de anteriores eventos realizados em Portugal, abordando um pouco da cavalgada de Tex pelo nosso país, assim como do relevo deste terceiro grande evento realizado pelo Clube que contou novamente com a presença de dois autores de Tex, tornando-se em mais um marco importantíssimo da sua ainda curta mas já brilhante história.

Seguiram-se as intervenções do Exmº Sr. Vice-Presidente da Câmara Municipal de Anadia, o Eng. Jorge Sampaio e do Exmº Sr. Director do Museu do Vinho Bairrada, o Dr. Pedro Dias, agradecendo ambos ao Clube Tex Portugal e aos consagrados desenhadores italianos Massimo Rotundo e Maurizio Dotti, para além de augurar mais um evento de grande sucesso e desejando que esta 3ª Mostra do Clube Tex Portugal fosse um novo sucesso, disponibilizando todas as infraestruturas do Município, que hoje em dia são bastantes, afirmando que estavam e estarão sempre de portas abertas para todo e qualquer evento a realizar no futuro pelo Clube, seja maior, menor ou igual a este, para que se possa desfrutar a arte, neste caso a 9ª, na capital da Bairrada, destacando igualmente o facto do Município de Anadia ter a felicidade e a honra de possuir dois dos maiores coleccionadores mundiais deste ícone da BD mundial, mas o grande desafio deixado pelo Eng. Jorge Sampaio foi o de no próximo ano levar o Tex às escolas do concelho de Anadia .

José Carlos Francisco retomou a palavra para chamar Mário Marques de modo a este director do Clube Tex Portugal fazer as breves apresentações de Massimo Rotundo e Maurizio Dotti, dando a conhecer os seus percursos profissionais até chegarem ao staff do Ranger tornando-se hoje dois dos mais apreciados desenhadores de Tex e que foram alvo de duas estrondosas salvas de palmas por parte do numeroso público presente no magnífico auditório do Museu do Vinho Bairrada!

De seguida tomaram uso da palavra Massimo Rotundo e Maurizio Dotti sobretudo para agradecerem (em italiano) o facto de terem sido convidados para tão especial acontecimento mostrando-se agradados por saber que também em Portugal a banda desenhada italiana, Tex em particular, ser muito apreciada, mostrando-se também muito agradados pela forma como foram acolhidos em Portugal, mas também muito encantados com o local muito sugestivo desta 3ª Mostra do Clube Tex Portugal e de como a mesma foi organizada, afirmando ainda terem a certeza que passariam 2 dias muito agradáveis com a simpática família texiana de Portugal, tudo isto traduzido por Júlio Schneider, um dos intérpretes oficiais do evento bairradino, que também não se coibiu de fazer um comentário mostrando o quanto se sentia honrado por estar em Anadia junto de dois autores espectaculares.

Para finalizar a memorável Cerimónia de Inauguração desta 3ª Mostra do Clube Tex Portugal e antes do Espumante de Honra (não nos esqueçamos que o evento foi na capital da Bairrada) oferecido pela Direcção do Clube Tex Portugal, foi exibido ainda um curto vídeo, realizado por Andreia Sofia Francisco, sobre as anteriores presenças dos autores de Tex no nosso país mostrando a eternização de momentos inesquecíveis das Cavalgadas de Tex por Terras de Camões!

Páginas (de Tex) inéditas da autoria de Marco Bianchini da história “Partita pericolosa” redesenhadas por Alessandro Nespolino

Marco Bianchini, consagrado desenhador italiano nascido a 19 de Junho de 1958 na cidade de Arezzo e que inclusive foi um dos desenhadores presentes na exposição dedicada aos 60 anos de Tex (acompanhando Fabio Civitelli), ocorrida no Festival da Amadora no nosso país em 2008, estreou-se na Sergio Bonelli Editore em 1983 quando Tiziano Sclavi projectou “Kerry, o Trapper”, que saía nas páginas finais das revistas do Comandante Mark e pensou em Bianchini para criador gráfico e desenhador dos episódios da série. Quando o Comandante Mark deixou de ser publicado, Bianchini passou a desenhar Mister No, o que fez por exactos 20 anos, de 1985 a 2005, tornando-se um dos desenhadores principais do piloto criado por Sergio Bonelli com o pseudónimo Guido Nolitta. Com o encerramento da série “amazónica” Bianchini é convidado por Sergio Bonelli para se estrear na saga de Tex, o que acontece (com a colaboração de Marco Santucci na arte-final) na história intitulada “Omicidio in Bourbon Street” escrita por Mauro Boselli e publicada em 2008 nas edições 576, 577 e 578. Em 2011 cimenta-se com Dylan Dog desenhando a história “La sala della tortura“, publicada no vigésimo Gigante com textos de Giovanni Gualdoni e em 2015 publica novamente com textos de Giovanni Gualdoni a história “Fattore Z” para o número 27 da  série Le Storie.

Entretanto em 2013 inicia uma segunda vida profissional passando a trabalhar para o mercado francês, publicando dois álbuns cartonados a cores para a editora Quadrant com o título Francois Sans Non volumes 1 e 2 com textos da dupla Runberg/Ricard. Bianchini não sendo só um desenhador, na qualidade de argumentista criou a série colorida Termite Bianca desenhada por Patrizio Evangelisti, mas o que muitos fãs e coleccionadores de Tex não sabem é que Marco Bianchini nesse meio tempo começou a desenhar há alguns anos uma história de Tex, história essa que não foi finalizada já que ficou parada na página nº 42. Tratava-se da história recentemente publicada em Itália com o título “Partita pericolosa“, mais precisamente na edição número 664 e que foi então desenhada por Alessandro Nespolino que assim se estreou na saga de Tex.

Pois bem, hoje o blogue do Tex dá a conhecer seis dessas quarenta e duas páginas realizadas por Marco Bianchini, páginas essas verdadeiramente belas, dinâmicas e expressivas e que nos causam uma certa tristeza por não terem sido publicadas, mas felizmente temos a oportunidade de as dar a conhecer aos nossos leitores, comparando inclusive com as mesmas páginas do roteiro desenhadas por Nespolino, para se poder visualizar que uma mesma situação pode ter interpretações diferentes por desenhadores diferentes…


.


.


.


.


.


.

Por fim, informamos que as páginas ORIGINAIS de Tex desenhadas por Marco Bianchini e que nunca chegaram a ser publicadas podem ser compradas por quem se interessar. Para tal é só contactar o próprio desenhador italiano no seu Facebook.

(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)

As cores originais da capa de Tex nº 668

Por José Carlos Francisco

José Carlos Francisco e Claudio Villa

No próximo mês de Junho, mais precisamente no dia 7, a Sergio Bonelli Editore irá publicar a edição número 668 de Tex, intitulada “I rangers di Lost Valley” (“Os rangers de Lost Valley“) que contém a primeira parte de uma história escrita por Mauro Boselli e desenhada por Stefano Biglia, onde os rangers do major Jones são atraídos para uma armadilha mortal:

A confederação dos Kiowas e Comanches, liderada por Lone Wolf e pelo xamã Maman-ti, está em pé de guerra. Antes que Tex e Carson possam falar com Lone Wolf, para evitar o pior, a situação precipita-se por uma iniciativa de Maman-ti, que atrai para uma cilada os rangers do Frontier Battalion chefiados pelo major Jones. Cercados no Lost Valley por centenas de guerreiros, os valorosos Rangers, privados de água e de alimentos, parecem não ter esperanças. Mas Tex, heroicamente, une o seu destino ao deles, enquanto Carson, numa luta contra o tempo e contra as patrulhas de Comanches emboscados na pradaria, cavalga para pedir ajuda ao célebre coronel Ranald Mackenzie, conhecido por Mano Cattiva…

A capa, tal como todas posteriores ao número 400, é da autoria do conceituado desenhador Claudio Villa, capa essa que divulgamos hoje aqui no blogue do Tex acompanhada da capa original pintada pelo próprio Claudio Villa tal como temos feito com alguma regularidade devido à gentil cortesia de Villa que nos tem dado a conhecer nos últimos tempos as suas cores originais das capas que vai produzindo para Tex.


.

Nestas capas e cores que temos dado a conhecer com alguma regularidade aos nossos leitores aqui mesmo no blogue português do Tex elas têm gerado um grande número de comentários e na esmagadora maioria dos casos é considerada pelos fãs e coleccionadores do Ranger como sendo infinitamente superior a colorização original do Maestro italiano em relação à colorização digital realizada na Sergio Bonelli Editore, mas com relação a esta capa divulgada hoje (Tex nº 668), qual a sua opinião, caro leitor?

(Para aproveitar a extensão completa das imagens, clique nas mesmas)