(Para aproveitar a extensão completa do desenho, clique no mesmo)
Tex Ouro 13: O Garoto Selvagem
Argumento de Claudio Nizzi, desenhos de G. Ticci e capa de Aurelio Galleppini.
Com o título original Il Ragazzo Selvaggio, a história foi publicada em Itália nos números 317 a 319 em 1987 e no Brasil pela Mythos Editora em Julho de 2004.
Há 15 anos atrás, um menino desaparece quando a caravana onde seguiam os seus pais é atacada por índios Arapahos. Anos mais tarde, o seu pai, agora um rico rancheiro, não desiste de o encontrar e o seu desejo torna-se mais forte quando dois caçadores afirmam ter visto um jovem branco nas montanhas. Tex e Carson vão ajudar nesta busca, embrenhando-se numa aventura com algumas surpresas desagradáveis.
O que Nizzi vem tratar é o tema da paternidade e dos laços de sangue. Randall, o rico rancheiro, nunca se conformou com o desaparecimento do seu filho e, apesar de tratar Willie (o seu jovem capataz) da mesma forma, a verdade é existe sempre um vazio paternal. Para Nizzi, os laços de sangue sobrepõem-se à adopção, conduzindo o leitor na mesma busca que Randall e os dois rangers. Qualquer que seja o resultado desta busca, o importante é mesmo encontrar o jovem, o importante é mesmo o pai nunca abandonar o filho, mesmo decorridos tantos anos.
Esta busca acaba por ser uma perseguição, mas se Willie e o seu grupo perseguem Tex, Carson e Randall, com intuitos pouco abonatórios, o pai persegue mais um desejo. Todo o enredo é preparado em crescendo, no sentido de um climax final, revelando-se este talvez demasiadamente feliz e em certa medida optimista. Mas a aventura é intensa, uma história de amor e de afecto, um hino à coragem em enfrentar uma realidade por mais dolorosa que ela possa ser.
Que dizer do desenho de Ticci? Aqui, o traço do autor genovês encontra-se em pleno auge e as suas muitas qualidades estão bem presentes. Primeiro, um traço fino, seguro e vigoroso. Depois, um conjunto de personagens com uma expressividade evidente.
Seguimos também através de planos grandiosos e sequências plenas de uma acção notavelmente ritmada. Finalmente um Tex imponente. Tudo isto, e não é pouco, fazem com que o Tex Ticciano nos transmita toda a aura do velho oeste americano, estando as suas aventuras impregnadas de um sentimento romântico notável.
Texto de Mário João Marques
Tex Willer por Afrânio Braga

Entrevista com a fã e coleccionadora: Fernanda Martins
Entrevista conduzida por José Carlos Francisco.
Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente?
Fernanda Martins: Eu nasci na cidade de São Luís, na ilha do mesmo nome, no estado do Maranhão, nordeste do Brasil. Actualmente moro na cidade de Leusden, na Holanda, já lá se fazem 10 anos. Sou formada em Jornalismo, mas somente exerci a profissão a nível de estágio curricular da Universidade. Actualmente exerço a função de oficial de finanças em uma fundação holandesa que trabalha com o que por aqui se chama “cooperação ao desenvolvimento”. Em poucas palavras, trabalhamos conjuntamente com organizações situadas em países do “Sul” através de co-financiamento, intercâmbio de profissionais e tecnologia, lobby, etc.. Se tiverem interesse em dar uma olhada, o site é www.icco.nl.
Quando é que teve início esta paixão pela Banda Desenhada, em especial pelo Tex?
Fernanda Martins: Isso remonta há muito tempo, desde que, mais ou menos aos 4 anos de idade, aprendi a ler. Comecei com Disney, Mônica e vários outros. Cheguei a desenhar algumas histórias em quadradinhos, usando os famosos “calungas” (desenhos tipo aqueles que se usa para brincar de “forca”). A paixão pelo western e Tex, em particular, foi um pouquinho mais tarde. O namorado da minha tia, gaúcho de origem, adorava os bolsilivros e filmes de western. Ele comprava nas bancas e depois de lidos trocava-os na própria banca, numa proporção de dois velhos por um novo. Eu devorava esses livros. Foi então que apareceu o Tex numero 1 no Brasil, com a flecha e o arco de plástico que trazia de brinde. Eu comprei e daí nunca mais larguei o Tex. Infelizmente não tenho mais esse número 1, pois na época não me preocupava em coleccionar a revista, apenas lia.
Porquê o Tex e não outra personagem?
Fernanda Martins: Boa pergunta. Gosto de vários outros personagens de BDs, de vários e diferentes estilos, como alguns super-heróis, tipo Demolidor, Batman, Homem-Aranha e alguns satíricos e irónicos, como Asterix e Calvin & Hobbes. Mas Tex tem algo diferente de todos esses. Tex tem humanidade. E é exactamente esse aspecto que me atrai no Tex. Além de ser um personagem do velho oeste que, como falei acima, teve uma influência muito grande no meu gosto literário. E principalmente são as histórias em que Tex se apresenta com características mais humanas, ou seja, fraquezas também, as que eu mais gosto.
O que Tex representa para si?
Fernanda Martins: Tex representa um ídolo, um herói sem ser super herói. E porque não dizer também um personagem que é um amigo e um homem muito atraente (pena que essa característica não seja bem aproveitada nas histórias). Principalmente pelos pontos positivos que o Tex tem: honestidade, sentido de justiça, lealdade com os amigos, espírito paterno protectivo em relação a Kit, firmeza, liderança, etc., mas também pelos pontos fracos, como medo quando os amigos ou o filho estão com problemas, sede de vingança, impaciência e às vezes (muitas vezes) até intolerância.
Qual o total de revistas de Tex que tem na sua colecção? E qual a mais importante para si?
Fernanda Martins: Hummm… tenho que contar mesmo? Não tenho nenhuma relação de todos os livros que tenho, mas posso adiantar que tenho a Edição Histórica e a Tex Ouro completas. A Tex “normal” faltam-me muitos números. A Tex Gigante e a Tex Anual faltam-me uns poucos números e por aí vai. E das estrangeiras faltam-me alguns países. Ah, tem a italiana colorida Tex Republicca que coleccionei somente até o número 50, muito embora ela continue após isso.
Eu não tenho uma revista que seja a mais importante, mas sim várias delas. Por exemplo, o meu Tex Mondadori capa dura porque foi um presente inesperado de um amigo. Um Tex alemão, outra surpresa. O livro especial do Civitelli, outra grande surpresa. Todos os livros que ganhei do meu grande amigo José Carlos Francisco, a quem considero como um irmão do coração, e todos os livros que ganhei por causa da “cara-de-pau” dele. E por aí vai. Todos os Tex que ganhei de pessoas queridas e especiais e que também me deram a honra de apor seus autógrafos são aqueles mais importantes para mim.
Colecciona apenas livros ou tudo o que diga respeita à personagem?
Fernanda Martins: Basicamente eu colecciono os livros do Tex, principalmente as edições brasileiras do Tex. Fora a colecção normal, minha preferida é o Tex Gigante, não tanto pelas histórias quanto pelo facto de ter diferentes desenhadores em cada livro. E, desenhadores que em geral não fazem parte do selecto grupo de Tex. Depois dessa, adoro os Tex Anuais, estes sim, em geral pela história, mas também pelas capas.
Além disso tenho várias edições em diferentes línguas estrangeiras, alguns Tex especiais (que não são necessariamente histórias) e alguns objectos relacionados a Tex, como cópia do único filme feito com o personagem, selo, botons, quadros litográficos, um desenho feito especialmente para mim pelo Claudio Villa, etc.. A maioria dessas aquisições foram principalmente presentes de amigos muito especiais. Não saio correndo atrás desses itens, como um coleccionador faz. Quando não os ganho, espero até encontrá-los pelo meu caminho. E não pago absurdos por nenhum item.
Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia? E o argumentista?
Fernanda Martins: Citar uma história favorita entre tantas do Tex é tarefa realmente impossível. Gostei demais do “Homem que Veio do Rio” por causa do ar de romance que existiu entre Tex e Aline. Outra história fascinante foi “El Muerto” e também a história desenhada por Joe Kubert, “The Lonesome Rider” ou “Os Quatro Assassinos” que retrata bem as histórias de western que conheço.
O desenhador que mais gosto é Civitelli. Depois dele, mas logo depois, bem pertinho mesmo, vem o Claudio Villa. Este último além de ser um excelente desenhador também é uma pessoa muito agradável, extremamente simpática que eu adorei conhecer (só falta agora conhecer o Civitelli para ter minha opinião dele como pessoa).
Argumentista que gosto mesmo é o Boselli. Suas histórias são sempre excelentes, na minha opinião. O Civitelli quando se mete a escrever Tex faz histórias com enredos de alta qualidade. Não é por menos que uma das minhas favoritas é exactamente uma história escrita e desenhada por ele. Nizzi escreveu e escreve tantas histórias que várias terminam por ser também muito boas.
O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos?
Fernanda Martins: Esta é simples. O que me agrada mais em Tex, como já falei acima, é exactamente quando ele demonstra seu lado mais humano, ou seja, quando ele falha, quando ele sente medo, quando ele teme pela vida do seu filho, dos seus parceiros, quando fica melancólico. Aí ele chega perto de nós, simples mortais, e nós o sentimos como aquele amigo a quem também podemos confortar, que também precisa de nós. Infelizmente esse lado do Tex não é tanto explorado quanto eu gostaria.
O que me desagrada mesmo é exactamente o oposto, o Tex invencível, super-herói, que luta com seres extra-terrestres.
Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que ele é?
Fernanda Martins: Na minha opinião o Tex é ícone de duas gerações diferentes por duas características bem diferentes. Da minha geração para cima, ou seja, a geração dos “mais velhos”, dos que conhecem Tex há mais tempo, ele é ícone pela humanidade que possui e pela nobreza de seu carácter.
Já da minha geração para baixo, ou seja, os leitores que estão conhecendo o Tex agora, ele representa uma espécie de herói que luta contra os bandidos e está do lado dos mocinhos. É aquela figura implícita do Pai Herói, até porque grande parte desses leitores são influenciados a conhecer e até gostar do personagem através de seus pais.
Para concluir, como vê o futuro do Ranger?
Fernanda Martins: Eu acho que o Tex ainda vai continuar por muito tempo connosco, até porque a geração que o lê mais (pelo menos eu acho) é bem fiel e Tex já é consolidado em seu gosto. Entretanto, de uma maneira ou de outra, acho que daqui a alguns anos o Tex deve mudar um pouquinho. Como já mudou, desde o seu início para cá. Os roteiros são bem mais trabalhados, os desenhos são mais modernos, etc.. Qualquer mudança que aconteça não deve ser abrupta, no meu ponto de vista, mas que deve acontecer para o bem do personagem, deve acontecer sim.
Por exemplo, por não ser um super-herói eu acho que o Tex vai se tornar mais e mais humano e essa humanidade talvez seja à custa de mais violência nas histórias, como um reflexo da nossa realidade actual. Como uma contraposição a isso, acho que o Tex deveria tornar-se mais reflexivo, mais questionador dessa própria violência, e assim, continuar a ser o herói moralista que a geração que está surgindo tanto precisa.
Prezada pard Fernanda Martins, agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.
(Para aproveitar a extensão completa das fotografias acima, clique nas mesmas)
Tex Willer – Programação completa no Brasil em 2008
Com autorização da Mythos Editora, na pessoa do editor Dorival Vitor Lopes, informamos a programação editorial de todas as revistas TEX, durante o ano de 2008.
É uma informação baseada num texto do próprio editor, publicado na edição número 461 de Tex, datado de Abril de 2008 e que nos apressamos a dar conhecimento a todos os frequentadores do blogue do Tex. Assim, todos os texmaníacos já saberão as belíssimas histórias que serão publicadas na nossa língua em 2008. Só não discriminamos as histórias de Tex Coleção, porque elas continuarão seguindo a mesma ordem em que saíram na Itália.
2008
TEX
Janeiro – Tex n° 459: Nizzi & Civitelli
“O Pistoleiro Misterioso” (Tex italiano nº 555: “Il killer misterioso“).
Sinopse da história: Elmer Daves foi xerife toda uma vida. Agora, chegado à idade da reforma, Daves pretende dedicar os anos que lhe restam a descobrir quem foram os responsáveis pela morte da sua mulher, ocorrida 15 anos antes durante um assalto ao banco de Silver Bell. Por isso, pede a Tex que o ajude nesta tarefa, a que, apesar de renitente, o ranger vai aceder, porque compreende perfeitamente o sentimento de Daves. Afinal de contas, Tex passou pelo mesmo e nessa altura apenas foi guiado pelo sentimento de vingança.
Fevereiro – Tex n° 460: Boselli & Font
“Morte na Névoa” (Tex italiano nº 556: “Morte nella nebbia“).
Sinopse da história: Elmer Daves foi xerife toda uma vida. Agora, chegado à idade da reforma, Daves pretende dedicar os anos que lhe restam a descobrir quem foram os responsáveis pela morte da sua mulher, ocorrida 15 anos antes durante um assalto ao banco de Silver Bell. Por isso, pede a Tex que o ajude nesta tarefa, a que, apesar de renitente, o ranger vai aceder, porque compreende perfeitamente o sentimento de Daves. Afinal de contas, Tex O jovem navajo Nedhi enfrenta uma dura prova, ao subir corajosamente até ao ninho de uma águia apenas para demonstrar à sua tribo que se tornou num guerreiro. O perigo espreita de perto, porque um grupo de bandidos acaba por apanhar Nedhi torturando-o com o fito de o obrigar a revelar onde se encontra o ouro navajo. Até que Tex e Tigre, na companhia de Manchas, o pai de Nedhi, salvam este. Reconhecido, Manchas convida Tex e Tigre a pernoitarem na sua aldeia. Entretanto, Kit Willer encontra-se em Phoenix para comprar cavalos quando sabe que o seu amigo Bronco Lane encontra-se nas paragens e é perseguido por roubo de cavalos. Kit vai ao encontro de Bronco para o avisar e encontra-o em trabalho para um rancho das redondezas.passou pelo mesmo e nessa altura apenas foi guiado pelo sentimento de vingança.
Março – Tex n° 461: Boselli & Font
“Enforquem Kit Willer” (Tex italiano nº 557: “Uccidete Kit Willer!“).
Conclusão da história iniciada no número anterior.
Abril – Tex n° 462: Faraci & Ortiz
“Plano de Fuga” (Tex italiano nº 558: “Evasione“).
Sinopse da história: Tex e Carson estão na pista de Frank Harter um perigoso bandido, responsável com o seu bando por assaltos e mortes cometidos em ranchos e bancos. Durante um tiroteio em Southville, uma pequena cidade do Texas, os Rangers abatem todos os homens de Harter, mas este consegue fugir em direcção ao México, onde pretende juntar-se a um outro bando que opera junto à fronteira. Tex e Carson seguem no seu encalço, separando-se, seguindo cada um a sua pista.
Maio – Tex n° 463: Faraci & Ortiz
“Minutos Contados” (Tex italiano nº 559: “Minuti contati“).
Conclusão da história iniciada no número anterior.
Junho – Tex n° 464: Nizzi & Del Vecchio
“Dinheiro Sujo” (Tex italiano nº 561: “Soldi Sporchi“).
Sinopse da história: A história, que começa em pleno deserto, no Arizona e a sul do rio Gila, quando uma patrulha do exército que deveria levar o pagamento aos militares de forte Gila é brutalmente atacada, tudo levando a crer, por um grupo de índios. Tex e Carson suspeitam dos indícios e encontram a pista de dois cavalos ferrados, acreditando que no meio de tudo possam estar brancos. Os dois rangers lançam-se então nessa pista e em breve descobrem os autores do assalto, também eles vítimas do ataque de um grupo de índios yaquis, estes sim na posse do dinheiro.
Julho – Tex n° 465: Nizzi & Del Vecchio
“Salvamento Heróico” (Tex italiano nº 562: “Sandy Well“).
Conclusão da história iniciada no número anterior.
Agosto – Tex n° 466: Boselli & Spada
“Expedição ao México” (Tex italiano nº 563: “Spedizione in Messico“).
Sinopse da história: O mecanismo da aventura é clássico, levando Tex e os seus pards até ao México. O capitão Masters do exército norte-americano pede a Tex que atravesse a fronteira e traga de volta ao Arizona o chefe coyotero Calvado, fugido há meses da sua reserva. Agora, o governo americano está disposto a conceder-lhe perdão, mas a missão é secreta e poucos a conhecem.
Setembro – Tex n° 467: Boselli & Spada
“Rurales!” (Tex italiano nº 564: “Rurales!“).
Conclusão da história iniciada no número anterior.
Outubro – Tex n° 468: Nizzi & Repetto
“O Sentinela” (Tex italiano nº 565 “La sentinella“).
Sinopse da história: Entre o Arizona e o Novo México, Tex e Carson são perseguidos por um bando de Apaches, conseguindo refugiar-se na Mesa Serrada, um conjunto rochoso pleno de grutas e labirintos. Surpreendentemente, é aqui que os dois rangers vão descobrir um oficial sulista que vive como um eremita e que ignora que a Guerra da Secessão já terminou.
Novembro – Tex n° 469: Nizzi & Repetto
“A Volta do Soldado” (Tex italiano nº 566: “Un soldato ritorna“).
Conclusão da história iniciada no número anterior.
Dezembro – Tex n° 470: Nizzi & Rossi
“Dez Anos Depois” (Tex italiano nº 567: “Dieci anni dopo“).
Sinopse da história: Tex e Carson regressam a Paradise, dez anos mais tarde, chamados por Marcus Glendon, uma vez que a cidade está a ser ameaçada por Rhonda Carpenter, uma ambiciosa criadora de gado que pretende controlar todas as terras da região.
Depois de “Terra Prometida”, um épico escrito por G. L. Bonelli, Nizzi leva Tex e Carson de regresso a Paradise, levando ao leitor o perfume dos grandes clássicos da série.
ALMANAQUE TEX
Maio – Almanaque Tex n° 35: Ruju & Devescovi – AVENTURA INÉDITA
“O Pântano Negro” (Almanacco del West 2008: “La palude nera“).
Sinopse da história: Ao destino nunca se foge, e a aventura de Pasquale Ruju, que marca a estreia de Franco Devescovi em Tex, pode ser considerada como uma parábola sobre o destino dos homens e da condição humana. Mais tarde ou mais cedo, por muitas voltas que se dêem, o destino vem ao nosso encontro com o objectivo de saldar as suas contas, de limpar definitivamente um passado que se julgava apagado ou iludido pela força do tempo.
Hannibal Cannon foi um notável caçador de prémios, um pistoleiro como poucos, alguém que teria conseguido enfrentar Tex Willer se os acasos da vida tivessem colocado os dois em lados opostos.
Outubro – Almanaque Tex n° 36: Nizzi & Fusco – AVENTURA INÉDITA
“Onde Mora o Medo (Tex italiano nº 560: “Moctezuma“).
Sinopse da história: Numa qualquer noite, perto da fronteira entre o Arizona e o México, Tex avista uma pequena estalagem onde pretende descansar e refugiar-se da tempestade que se abate, quando é confrontado com a atitude pouco amistosa do dono. Este, ultimamente pouco habituado a que ninguém passe por aquelas paragens, apenas pretende jogar pelo seguro pois receia pelas intenções de Tex. Mas o ranger está pouco habituado a que lhe apontem uma arma e rapidamente consegue desarmar Manuel Aribas, de seu nome.
TEX OURO
Janeiro – Tex Ouro n° 34: Nizzi & Della Monica
“Além da Fronteira“
Março – Tex Ouro n° 35: Berardi & Letteri
“Oklahoma“
Maio – Tex Ouro n° 36: Nizzi & Ticci
“Seqüestro nas Colinas do Vento“
Julho – Tex Ouro n° 37: Nizzi & Villa
“Um Tigre na Escuridão“
Setembro – Tex Ouro n° 38: Nizzi & Blasco
“A Cidade do Medo“
Novembro – Tex Ouro n° 39: Nizzi & Ticci
“Orgulho Navajo“
TEX EDIÇÃO HISTÓRICA
Julho – Tex Edição Histórica n° 75: G.L.Bonelli & Ticci – 380 PÁGINAS
“Terra Prometida“
GRANDES CLÁSSICOS DO TEX
Fevereiro – Grandes Clássicos do Tex n° 13 – 276 PÁGINAS
“O Vale do Medo / A Seita do Dragão“
Abril – Grandes Clássicos do Tex n° 14 – 212 PÁGINAS
“A Múmia“
Junho – Grandes Clássicos do Tex n° 15 – 228 PÁGINAS
“O Grande Rei“
Agosto – Grandes Clássicos do Tex n° 16 – 196 PÁGINAS
“Sangue Navajo“
Outubro – Grandes Clássicos do Tex n° 17 – 260 PÁGINAS
“Linchamento / Alarme em Forte Summer“
Dezembro – Grandes Clássicos do Tex n° 18 – 260 PÁGINAS
“O Vale da Lua / Terror no Rio Sonora“
TEX GIGANTE
Abril – Tex Gigante n° 21 – G.L.Bonelli & Galleppini – REEDIÇÃO
“A Marca da Serpente“
Setembro – Tex Gigante n° 22 – D’Antonio & Filippucci – AVENTURA INÉDITA
Ainda sem título
TEX FÉRIAS
Junho – Tex Férias n° 7 – Nizzi & Monti
“A Testemunha“
TEX ANUAL
Dezembro – Tex Anual n° 10 – Faraci & Diso
Ainda sem título
TEX ESPECIAL 60 ANOS – EM CORES
Setembro – Tex Especial 60 Anos – Nizzi & Civitelli – 110 PÁGINAS
Ainda sem título (Tex italiano nº 575: “La missione Assediata“)

Sinopse da história: História colorida, celebrativa dos 60 anos de Tex, com texto de Claudio Nizzi e desenhos (coloridos) de Fabio Civitelli. A história trará um pedaço da juventude do Ranger que, ao acampar com os pards ao lado de uma velha missão em ruínas, contará um período da sua vida passado ao lado de Lilyth, antes do nascimento de Kit Willer, ou seja é uma história narrada em flashback e ambientada pouco depois da conclusão de “O Pacto de Sangue” e tem Lilyth como co-protagonista num certo sentido.
Ainda pode haver pequenas mudanças, mas há 95% de certeza nesta lista.
A Mythos Editora ainda fará um ou dois livros para comemorar os 60 anos de Tex… ou seja, teremos um grande ano TEXiano pela frente…

