Tex em 2009

Tex em 2009Hoje no blogue do Tex vamos lançar um olhar à programação das edições de Tex em 2009 para descobrir em antestreia, através de uma viagem de várias etapas, o que Tex oferecerá aos seus leitores nos próximos doze meses.

Entre o México e o Missouri, entre São Francisco e o Colorado, Tex reencontrará este ano velhos amigos e inimigos implacáveis. Entre os primeiros, está Montales, que abandonou o seu cargo de governador de  Chihuahua para unir-se a um bando de desperados: para ajudá-lo, Tex deverá trazer à luz o tenebroso segredo sepultado nas minas malditas dos Villahermosa!

Página de Corrado MastantuonoPágina de Andrea Venturi

Tex - Vendetta per MontalesO inesquecível Dick “Furacão”, companheiro de Tex à época da Guerra da Sucessão, reaparece ao seu flanco contra os guerrilheiros na fronteira entre o Kansas e o Missouri!

Quanto aos adversários, quem é mais temível que o Tigre Negro? Na Califórnia desenrolar-se-à o terceiro e definitivo capitulo da luta entre o nosso ranger e o diabólico criminoso!

Entre outras cavalgadas no selvagem Oeste, entre xerifes de raça índia e tribos Cheyennes, Tex encontrará também tempo, no Texone deste ano, para fazer uma viagem além-mar, num longínquo país…

(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)

Fanzine “A Conquista do Oeste” – Maio/Novembro 2001 – Páginas 60 a 62 – O Pequeno Xerife

O PEQUENO XERIFE

A primeira série de O Pequeno XerifeEsta é uma das poucas personagens de Banda Desenhada que nos são mais queridas, talvez porque apareceu numa altura da nossa adolescência e também, pelo modo como surgiram as suas aventuras no nosso país, embora em edição brasileira, em formato de tira e com bonitas capas a cores, apesar das suas dimensões. Enquadram-se nestas recordações, igualmente as aventuras de “Xuxá”, de que oportunamente falaremos.

Fanzine “A Conquista do Oeste” – Página 60Seria a 30 de Junho de 1948 que esta personagem apareceria em Itália, seu país de origem, destinado a um notável sucesso, quase durante 20 anos. Chamava-se “Kit Hodghins, Il Piccolo Sceriffo”. Os textos eram de Tristano Torelli (também editor da revista) e os desenhos de Zuffi. Ao fim deste meio Século e analisando o passado, teremos que nos interrogar sobre o que teria levado a que esta série se tornasse num grande êxito junto dos jovens leitores, se até verificamos hoje que os desenhos nem sequer eram muito perfeitos, os balões eram cheios de texto e os cenários fracos. Seriam as histórias? Também não eram assim tão boas… Mas vamos recapitular alguns pontos e algumas interrogações, que nos parecem importantes sobre esta série, o que nos ajudará, talvez, a perceber a razão da aceitação dos leitores que, se verificaria, não só em Itália, mas também em outros países, onde a mesma personagem seria publicada, tais como em Espanha, França, Brasil (Portugal através da respectiva edição brasileira), etc..

A primeira tira de O Pequeno Xerife

As capas é o primeiro ponto importante, já que além de apresentarem sempre, no canto superior esquerdo a bandeira norte americana (na primeira série mais pequena e na segunda, maior), surgiam a cores, sempre com um desenho sugestivo e cheio de acção. Não nos poderemos esquecer que tinha acabado a Segunda Guerra Mundial e os norte-americanos tinham estado em Itália… A cena de cada capa enchia o olho da criança e preenchia a fantasia do futuro leitor de cada fascículo. Esta foi uma escolha acertada do editor para chamar a atenção para cada edição, ao mesmo tempo que cada capa se identificava com a própria série. Depois temos o próprio formato, 16,5X8 cms.. Podia ser guardada em qualquer lado, inclusive nos livros de estudo, sem ninguém ver.

A segunda série de O Pequeno XerifeTemos depois a identificação da personagem com cada leitor. A “fórmula” não era desconhecida, embora em Itália, só a partir daqui passaria a ser usada mais vezes. Jesus Blasco quando criou “Cuto”, identificou-o com os leitores mais jovens, apresentando-o com uma idade aproximada de 10/12 anos. Isto permitiu um maior sucesso para a sua personagem, já que todos os leitores adolescentes, se identificavam com o “herói” e viviam as aventuras dele, como se fossem suas, independentemente dos perigos, das dificuldades e das vicissitudes que elas acarretavam.

Fanzine “A Conquista do Oeste” – Página 61Com “O Pequeno Xerife” aconteceria o mesmo, já que a parceira do pequeno “herói”, que se chamava “Flossy”, apresentava-se com uma idade aproximada de 18 anos, enquanto “Kit” só aparentava ter unicamente 11/13 anos. É claro que todos os jovens adoraram ler as aventuras deste destemido e valente “Pequeno Xerife”, ainda que a inverosimilhança desta situação jamais pudesse acontecer. Um xerife imberbe a impor a lei, a empedernidos fora-da-lei está fora de causa e jamais poderia ter consistência na Conquista do Oeste. No entanto, será uma tónica a usar futuramente na 9ª arte, porque mais tarde, não faltarão pequenos vagabundos valentes, pequenos capitães, pequenos e imberbes detectives, etc.. O pequeno leitor guardava a revista, coleccionava-a e o sucesso estava garantido.

Nova alteração na capa da segunda série de O Pequeno XerifeQuanto ao enredo, o texto que Torelli preparou na série de aventuras de “Il Piccolo Sceriffo”, continha um só elemento que fascinava os garotos: o senso do maravilhoso e do não previsto. Sem se preocupar com a realidade histórica, o autor abordava os temas mais candentes, desde encontros com uma tribo de canibais, uma luta contra uma população de indígenas a viver nos tempos pré-históricos, o aparecimento de uma tribo de velhos índios que habitavam em cavernas e muitas mais incongruências.

Um convite de casamento para O Pequeno XerifeTodos estes temas despertavam grandes paixões nos mais jovens de então, de tal modo que, quando os textos passaram a ter maior credibilidade, a série passou a perder popularidade.
Os diálogos também não eram famosos. Na maior parte das vezes o nosso “herói”, quando se encontrava em apuros, passava a vida a evocar os nomes da mãe (que tinha morrido pouco depois de dar à luz, a sua irmã “Lizzie”) ou o da sua própria irmã, que o aguardava em casa, ao mesmo tempo que tenta salvar-se. Eles também não primavam pelo interesse. Mas era salientado sempre o amor de mãe e as emoções que eram exteriorizadas pela personagem, conquistavam uma certa atenção, por parte dos leitores.
Nota. Chegou a ser rodado um filme sobre a personagem, que não teria êxito.

Um livro seria escrito por Giana Anguissola, uma escritora de Literatura infantil, baseado nas personagens e nos relatos dos fascículos, embora a autora tenha alterado um pouco as situações descritas, tornando-as mais realistas. A edição seria igualmente um fracasso, não pela qualidade literária do trabalho, mas sim, porque a escritora não tinha uma verdadeira prática do tema do “western”.

A HISTÓRIA DE “KIT”

Fanzine “A Conquista do Oeste” – Página 62“Kit” é um rapaz que se torna xerife de “Paire Town”, depois do seu pai ter sido morto por um bandido, chamado “Jamaica Jim”. O seu pai era xerife naquela cidade. “Kit” jamais atraiçoará o seu principio de justiça e o seu respeito pela lei e a sua vontade nunca vacilará, mesmo quando assediado por lindas jovens. Naquele tempo o sexo estava posto de parte, por causa da censura. As figuras secundárias irão ser um tipo estranho, entre o delinquente e o defensor da lei, chamado “Garret”, mas bastante simpático, que o ajudará nas suas aventuras. Com o passar do tempo, ele será substituído por “Piggie”, um agente federal forte e mais interessado na boa mesa do que na lei.

O Pequeno Xerife em luta conra os índiosDepois é a vez de “Flossy”, filha de “Garret”, que só será beijada no Natal e no dia do seu aniversário e que faz o papel de namorada do nosso “herói” e que, tal como ele, encontra-se às vezes metida em perigos. Temos igualmente “Lizzie” a irmã de “Kit”. O mundo animal não escapa e vamos encontrar “Roky”, um “coyote” domesticado, que ao longo dos episódios, será tanta vez ferido, que acabamos por perder a conta e “Blake”, um cavalo que acompanhará “Kit” nas suas aventuras desde a primeira história.

AS SÉRIES ITALIANAS

A quarta série de O Pequeno Xerife1ª Série – 173 números em tira (32 páginas + capa e contra-capa), da autoria de Zuffi.
2ª Série – 126 fascículos em tira (32 páginas + capa e contra-capa), da autoria de Zuffi.
3ª Série – formato quadrado (12X11,5 cms.), com 54 fascículos – As capas são de Palú.
Nas 32 páginas, 16 são de “Kit”, as restantes apresentam outras personagens: “Tati” de Mandipó (nºs l ao 11), a história de um rapaz fugido de um reformatório, “Marilina” de Cubbino (nºs 12 ao 42), uma aventura de ficção científica, “La Pattuglia Del Cielo” de Taccone e Coppola (nºs.l3 ao 27), uma história espacial com piratas do ano 2000, “Cuore Crociato” de Toldo (nºs 28 ao 42), uma história de capa e espada e “Bebi Grande” também de Mondipó (nºs 43 ao 54).
4ª Série – Muda de formato e terá 60 fascículos. As capas são de Cubbino, Zuffi, Taccone, etc.. Nesta série só 11 números serão de “Kit”. Os outros são de “Sciusciá” na pele de jornalista, “Nat del Santa Cruz”, “Il Capitano Mac” de Taccone (desde o nº 29), aventuras de um aviador, “Lili” (desde o nº 45) de Coppola, aventuras de várias órfãs e “Battista il Turista” de Giaiotto” (série cómica).
5ª Série – 48 números a cores. As capas são de vários autores. Tem ainda as aventuras de “Mike Mount Nel 2000″ de Cubbino, com histórias futuristas, além da história de “Kit”, “La Storia di Bert e Bart” de M. Sawer, peripécias de um vagabundo, “Jerry Jess” de Palú, “Ciak” de Gamba, “L’Amico Degli Animali’ e “La Piuma d’Argento”, estas duas ultimas histórias da autoria de Cubbino.
6ª Série – 152 fascículos. As capas são de Bernini e de Tacconi, etc.. As personagens secundárias são várias, em todas as séries.
7ª Série – 54 fascículos e novas personagens secundárias.
8ª Série – São 104 fascículos, mas a personagem principal é “Radar”.
As 9ª e 10ª Séries são de 18 álbuns e 30 números, respectivamente, mas quase sem interesse e finalizam o número de séries e também as aventuras de “Kit”.

AS SÉRIES NO BRASIL

Uma capa sugestiva da quarta série de O Pequeno Xerife1ª Série – 173 números idênticos aos publicados em Itália, seguindo rigorosamente essa edição.
2ª Série – 195 números publicados, quase todos com 32 páginas, excepto os últimos que têm uma página a mais. Também têm mais 69 números que em Itália. Deduzimos que foram sempre usadas tiras no Brasil, apesar de originalmente a revista ter maior formato.
As 3ª e 4ª Séries brasileiras são de maior formato e já misturam personagens. A 3ª Série tem a numeração do 1 ao 52 e a 4ª Série do 53 ao 84. As séries secundárias são “Mike Mount Nel 2000″ de Cubbino, “Nat dos Sete Mares”, etc..
Nota: Não conhecemos muito bem as duas últimas séries.
Datas das edições:
1ª Série – 12/1/50 a 30/4/53
2ª Série – 7/5/53 a 24/1/57
3ª e 4ª Séries – 31/1/57 a 11/9/58
Nota: Publicações semanais.

(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, e/ou imprimí-las, clique nas mesmas)

Tex Willer: o spaghetti western em quadrinhos

Texto da revista “Showtime western“, de Fevereiro de 2007, publicação da Aspen Editora Ltda.
Sergio Martorelli

Tex Willer - o spaghetti western em quadrinhos

Tex Willer: o spaghetti western em quadrinhos

Setembro 1948. A era fascista e a guerra haviam recém-terminado e, na Itália, as pessoas acordavam daquele longo pesadelo com um desejo de reconstrução. Após anos sob uma ideologia que mostrava a América como uma tentação maléfica de democracia e liberdade, os italianos puderam voltar ao sonho americano encarnado nos filmes, nos livros, nos quadradinhos e nos heróis, especialmente os do Velho Oeste. Talvez a Europa se assemelhasse um pouco ao Oeste, com tudo o que o havia para ser reconstruído. Outro motivo para o renascimento do género na Itália do pós-guerra pode ser atribuído à intolerância da América, contra as proibições e a autoridade, um sentimento que invadia a Itália pós-fascista.

Num pequeno apartamento na via Saffi, em Milão, Tea Bonelli havia montado sua pequena editora especializada em quadradinhos. Dividia o apartamento com seu filho Sergio e com o desenhista Aurelio Galleppini. G. L. Bonelli, que havia começado a escrever contos e roteiros de quadradinhos nos anos 30, foi um dos primeiros editores italianos a retornar às BD’s depois da guerra. Em 1946 publicava a revista Cowboys, editada por Fernando de Leo, e dois anos depois já criava as tiras western I Tre Bill, Yuma Kid, Hondo e Rio Kid. Em Setembro de 1948, enviou às bancas o primeiro número de um novo personagem destinada a se tornar um clássico, provavelmente a revista western mais longeva de todos os tempos.

Tex Willer, o spaghetti western em quadrinhos - Parte 1O primeiro número da “Collana del Tex” (Colecção do Tex) era intitulado “O Totem Misterioso“. Tex aparece como um fora-da-lei de astúcia e pontaria infalível, mas aos poucos a personagem demonstra que age seguindo um ideal de justiça e passa a ser chamado de “o justiceiro solitário” e de “o melhor atirador do oeste”. Pela sua bravura, coragem e determinação obstinada na luta contra as injustiças, não demorou muito e Tex foi chamado para adentrar nas fileiras dos rangers do Texas, a convite do próprio comandante das tropas de Austin, Mr. Herbert Marshall – ocasião em que Tex conhece Kit Carson. Esse homem, mais velho, nem de longe se assemelha ao verdadeiro explorador americano, mas é sobretudo um tributo dos autores a um outro famoso artista italiano, Rino Albertarelli, que havia ilustrado a BD “Kit Carson” nos anos 30. Carson torna-se o melhor amigo de Tex: seu cinismo e seu humor sempre compensam a seriedade e as atitudes um pouco paternalistas de Tex.

Tex Willer, o spaghetti western em quadrinhos - Parte 2Numa aventura, Tex é salvo da morte pela índia Lilyth, ou Lírio Branco, que viria a se tornar sua esposa e, na verdade, a única mulher a quem o ranger realmente amou. Dessa união nasceu uma criança, chamada entre os índios de Pequeno Falcão (Kit Willer). Mas Lilyth logo morre com varíola, numa epidemia causada por cobertas infectadas levadas à reserva por alguns bandidos ansiosos para livrar-se de Tex. Esse acontecimento levará a uma longa série de aventuras dominadas pelos temas da vingança, da dor e da amizade. Nesse período Tex se aproxima de Tiger Jack (no Brasil, Jack Tigre), um índio silencioso e misterioso, cuja trágica história será revelada apenas depois de vários anos. Estabelece-se um forte relacionamento entre Tex e os Navajos, que fazem dele seu chefe honorário com o nome de Águia da Noite. Graças a esse pacto de sangue, Tex tomou-se anos mais tarde Chefe dos Navajos, pois Lilyth era a filha de Flecha Vermelha, o grande chefe de todas as tribos navajos.

Tex Willer, o spaghetti western em quadrinhos - Parte 3Tex é o representante sincero que os índios podem contar sempre, quer seja no trato com os “casacas-azuis”, com os órgãos governamentais ou para ajudar a dissipar qualquer ameaça à paz. Empossado agente indígena dos navajos do Arizona, as acções de Tex beneficiam também todas as tribos indígenas norte-americanas. Em muitas ocasiões o vemos deslocando-se aos mais remotos confins dos Estados Unidos sempre firme na luta contra os exploradores que aproveitam-se dos indígenas, quer para apossar-se de suas terras, quer para traficar armas ou álcool.

Amante da vida livre na pradaria, sempre que pode Tex recusa a oportunidade de viajar nos trens do velho oeste para estar na sela de seu cavalo. Muitos “amigos de quatro patas” já foram selados por Tex, porém nenhum deles igualou-se àquele que respondia pelo nome de Dinamite, o companheiro fiel desde o tempo das aventuras como fora-da-lei. Aliás, Dinamite sempre deu mostras de ter “tutano”, como Tex gostava de dizer, chegando até mesmo a salvar a vida de seu dono em algumas situações.

Tex Willer, o spaghetti western em quadrinhos - Parte 4Frequentemente Tex, Kit e Tiger se afastam das limitações da vida do Velho Oeste e acabam num mundo de magia. Nos álbuns de Tex o cenário se combina com horror, fantasia, intriga policial, suspense, viagens à nascente metrópole californiana ou à civilização desaparecida. Com isso, não são explorados apenas os diversos locais da narrativa, mas também outros aspectos da América são integrados na série. Ainda que os heróis obedeçam às clássicas regras da invencibilidade, Mantegazza e Salvarani delineiam o esquema fundamental das missões de Tex frente a inimigos típicos: “Diante de um crime (ou de um mistério), Tex decide se envolver, frequentemente convidado por uma figura externa; os Maus fazem de tudo para eliminá-lo; ele se livra e surra um bandoleiro até Jazê-lo “cantar”; depois, chega ao Grande Chefe dos Maus e o elimina”.

G.L. Bonelli havia criado o herói como queria que fosse: um homem corajoso e generoso que não tolera a arrogância, o poder, a mentira e os soldados. Um homem que condena todo acto de violência gratuita mas que não teme nada e ninguém. Exemplo de dinamismo e de energia, como um concentrado de imagens do Oeste extraídas de filmes e da literatura, mas também dos heróis de London, Dumas, Hugo, Verne e Salgari, Tex é um híbrido que nasceu espontaneamente da imaginação de Bonelli e Galleppini, depois redefinido pelo filho de Bonelli, Sergio, por Claudio Nízzi e por diversos outros artistas. G.L. Bonelli amava a acção e as intrigas, Sergio tinha uma inclinação pelo fantástico, Nizzi voltou ao modelo original e tornou o herói ainda mais invencível e as histórias mais realistas.

Para saber mais, visite o site www.texbr.com.

Copyright: © 2007 Revista “Showtime western“; Sergio Martorelli

(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)

Tex Willer por AMoreira e Daniel Moreira

AMoreiraPai e filho, ambos desenhadores brasileiros de reconhecidas qualidades, resolveram homenagear Tex Willer através de um magnífico desenho que damos hoje a conhecer no blogue do Tex!

Auto-retrato de Daniel Carapiá MoreiraA ilustração é da autoria de AMoreira, cuja paixão pelo desenho confunde-se com a paixão pela ilustração já que começou a desenhar desde muito pequeno e ainda jovem já fazia ilustrações para empresas, ilustrando BD’s corporativas, e já nessa mesma época ilustrava BD’s eróticas para uma editora do Rio de Janeiro, conforme se pode constatar lendo a sua entrevista ao blogue do Tex, enquanto a arte final é do seu filho Daniel Carapiá Moreira, (num auto-retrato aqui ao lado) de 25anos, formado em BD e Artes Visuais e que desenha também desde muito cedo, mais precisamente desde os 4 anos de idade. Para quem quiser conhecer melhor a obra do Daniel recomendamos uma visita ao seu blogue.

Tex Willer por AMoreira e Daniel Moreira

(Para aproveitar a extensão completa das imagens, clique nas mesmas)