Inauguração da Praça da Banda Desenhada (Praça Andrea Pazienza), em Roma

Por José Carlos Francisco (texto) e Maurizio Nicastro (fotos)

CartinaSexta-feira, dia 20 de Novembro, foi inaugurada a Praça Andrea Pazienza no bairro Mezzocammino em Roma, também conhecida na actualidade como A PRAÇA DA BANDA DESENHADA.

Segundo Maurizio Nicastro a inauguração foi esplêndida e verdadeiramente festiva, como se pode inclusive confirmar através das fotos (para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas) cedidas ao blogue do Tex pelo próprio presidente do consórcio que nos confidenciou também que estiveram presentes cerca de cinco milhares de pessoas na cerimónia que teve como ponto mais alto o descerrar dos já famosos painéis de mosaico, um momento de ainda maior emoção para Maurizio Nicastro que teve o privilégio e a honra de ter Sergio Bonelli a seu lado no momento de desprender as telas que cobriam os painéis cintilantes de Tex Willer e das personagens da família Bonelli, enquanto Mauro Marcheselli destapava Dylan Dog e Ornella Castellini fazia o mesmo com Zagor.

La piazza fishIl nostro salotto

La piazzaLa piazza 2
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La famiglia BonelliForam inaugurados 21 painéis no âmbito de um projecto onde colaboraram o consórcio unitário Torrino-Mezzocammino e a Câmara Municipal de Roma, integrados num bairro situado entre a Via Cristoforo Colombo e a Via del Mare, onde autores célebres da banda desenhada italiana deram o seu nome a vias e praças. Tratam-se de gigantescos painéis compostos por azulejos agrupados, totalizando 4 metros e 20 por 3 metros e 60 nos quais, com um processo em fotocerâmica sobre o grés porcelânico, estão representadas as personagens mais famosas da banda desenhada italiana e que dão um colorido deveras especial à Praça Andrea Pazienza.

la piazza by night

La piazza 3Os painéis de azulejos são uma homenagem aos génios que no decurso do século passado fizeram a História da banda desenhada italiana e podem ser observados dos seus mais de 4 metros de altura o Tex de Gianluigi Bonelli, Diabolik de Angela e Luciana Giussani, Corto Maltese de Hugo Pratt e Zanardi de Andrea Pazienza, entre muitos outros. O projecto prevê também a construção do “Parque da banda desenhada”, um parque público de 40 hectares que se situará sobre a praça e onde existirá também um centro comercial e um lago, do qual uma parte será balnear.

Finalizamos mostrando dois vídeos que mostram a cerimónia de inauguração. O primeiro, mais curto (62 segundos), mostra somente o emocionante momento em que se procedeu ao destapar dos painéis. O segundo vídeo, mais longo, mostra a cerimónia quase na íntegra, desde os discursos protocolares até ao momento em que os painéis foram destapados, numa reportagem televisiva da Torrino News:

Póster Tex Nuova Ristampa 122

Póster Tex Nuova Ristampa 122

Em mais uma graciosa ilustração da autoria de Claudio Villa, vemos Tex Willer entrando em Forte MacLeod no Canadá, o mais antigo forte de Alberta, construído em 1874 com o intuito de abrigar o primeiro posto da Polícia Montada do Noroeste.

Desenho INÉDITO no Brasil e inspirado na história “Missione a Great Falls” de Guido Nolitta e Fernando Fusco (Tex italiano #203 a #207).
(Para aproveitar a extensão completa do póster, clique no mesmo)

Texto de José Carlos Francisco

Fanzine “A Conquista do Oeste” – Maio/Novembro 2001 – Página 96 – Artigos publicados anteriormente sobre o tema do “western”

ARTIGOS PUBLICADOS ANTERIORMENTE SOBRE O TEMA DO “WESTERN”

Fanzine “A Conquista do Oeste” - Página 96Afinal decidimos não incluir neste Fanzine, artigos sobre o tema do “western”, que foram publicados anteriormente em jornais, face ao número de páginas que estamos a ver crescer. Só fazemos uma única excepção, para o artigo de “Ken Parker” publicado no nº 29 das “Selecções BD”, datado de Março de 2001. Esta excepção deve-se a que em virtude do espaço disponível para esse artigo, ter sido inferior às informações prestadas (o que achamos natural e porque também, nem sempre estas informações exaustivas, interessam a todo o tipo de leitores), repetimos neste espaço o mesmo.
Quanto aos outros e para que os leitores possam ter uma ideia dos que foram publicados e os seus assuntos, indicam-se a seguir seus títulos, datas e o nome do respectivo jornal. Para os interessados podemos fornecer posteriormente as respectivas fotocópias:

Roy RogersJORNAIS       DATAS             TÍTULOS
C. Manhã 23/07/80 “Matt Dillon” por José Sobral
C. Manhã 10/08/80 Jijé por Geraldes Lino
C. Manhã 04/10/81 Jorge Magalhães
C. Manhã 15/11/81 Augusto Trigo
C. Manhã 02/01/82 António Barata
C. Manhã 10/02/83 Orlando Marques
C. Manhã 17/03/83 Lucky Luke
C. Manhã 12/05/83 Casey Ruggles
C. Manhã 15/12/83 Morris
C. Manhã 04/04/85 Sargeant Preston
C. Manhã 09/05/85 José Luis Salinas
C. Manhã 22/08/85 Vitor Péon
C. Manhã 05/09/85 Vitor Péon
C. Manhã 19/12/85 Vitor Péon
C. Manhã 26/08/85 Vitor Péon
C. Manhã 13/02/86 Warren Tufts
C. Manhã 24/07/86 El Coyote
C. Manhã 03/09/87 Emílio Freixas
C. Manhã 10/09/87 Emílio Freixas
C. Manhã 27/04/89 Morris
C. Manhã 04/05/89 Histórias do “Far-West” deram fama a Morris
C. Manhã 18/05/89 Os argumentistas de “Lucky Luke”
C. Manhã 05/09/89 Terence Hill vai dar vida a “Lucky Luke”
C. Manhã 29/11/90 As personagens de Morris
C. Manhã 19/09/91 Tex: Rei do Oeste
C. Manhã 26/09/91 Tex editado no Brasil
C. Manhã 03/10/91 Os desenhadores de Tex
C. Manhã 16/04/92 Durang Kid
C. Manhã 04/02/93 Frederic Remington
C. Manhã 03/02/94 Jean Giraud
C. Manhã 17/02/94 Moebius
C. Manhã 23/06/94 Lance
C. Manhã 28/07/94 Casey Ruggles
C. Manhã 08/09/94 Hugo Pratt
C. Manhã 11/05/95 Mulheres do Velho Oeste na Banda Desenhada
C. Manhã 18/05/95 Mulheres do Velho Oeste na Banda Desenhada
C. Manhã 25/05/95 Mulheres do Velho Oeste na Banda Desenhada
C. Manhã 23/01/97 O Oeste na Banda Desenhada
C. Manhã 11/12/97 Os “cow-boys” de antigamente
C. Manhã 30/08/98 “Cow-boys” à italiana na Banda Desenhada
C. Manhã 25/03/99 Zorro: O “cow-boy” eterno
D. Popular 25/09/83 Victor De La Fuente
Pimba (D.P.) 22/09/84 Yakari
Pimba (D.P.) 24/11/84 Jean Pierre Gourmelen
Pimba (D.P.) 20/04/85Michel Blanc-Dumont
Pimba (D.P.) 29/06/85Antonio Hernandez Palácios
D. Popular 16/11/85 Jean Giraud
D. Popular 07/12/85 Um herói chamado Tex Willer
D. Popular 14/12/85 Final do artigo anterior
D. Popular 08/03/85 Tibet
D. Popular 03/05/85 Le Rallie
D. Popular 31/05/86 Laurence Herlé
D. Popular 14/03/87 Juan Arranz
D. Popular 02/05/87 Gun Law
D. Popular 18/07/87 Os índios e os equívocos
D. Popular 01/08/87 Buffalo Bill um “herói” esquecido
D. Popular 29/08/87 Hernandez Palácios
D. Popular 13/02/88 Ken Parker
D. Popular 12/03/88 Recordando Zane Grey
D. Popular 26/03/88 Roy Rogers
D. Popular 16/04/88 Hopalong Cassidy
D. Popular 07/05/88 Stan Lynde: O pai de “Rick O’Shay”
D. Popular 28/05/88 Randall
D. Popular 04/06/88 José Ortiz: Um Mestre
D. Popular 22/10/88 Augusto Trigo
D. Popular 08/07/89 Hermann
D. Popular 15/07/89 Ken Parker

(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, e/ou imprimi-las, clique nas mesmas)

Vídeo: Lilyth, uma recordação indelével

Tex e Lilyth por Fabio CivitelliTex e Lilyth por Claudio VillaLILYTH, UMA RECORDAÇÃO INDELÉVEL, é o título da nona iniciativa relacionada com o mundo de Tex Willer, realizado pelo texiano Anthony Steffen, numa nova acção que visa uma vez mais divulgar sobretudo o excelente fórum (italiano) de Tex Willer.

Desta vez, Anthony Steffen quis homenagear aquela que é uma personagem inesquecível na longa saga Texiana: Lilyth, a jovem e bela índia, filha de Flecha Vermelha, o chefe dos Navajos, que salvou Tex da morte certa, quando este estava amarrado no poste dos martírios, interrompendo assim a dança da morte,  pedindo  Tex  em casamento e dando-lhe mais tarde o filho Kit Willer!

A abrilhantar mais este estupendo vídeo, temos uma bela e apropriada melodia musical que realça muito bem alguns momentos de grande emoção da saudosa Lilyth…

Tex a cores também na Croácia

Por José Carlos Francisco

Kolor biblioteka Tex Willer # 1Motivada certamente pelo estrondoso sucesso editorial do mais popular e estrondoso lançamento efectuado na Itália nos últimos anos, falamos como todos devem deduzir da “Collezione storica a colori” (este é o seu título no país de origem) que apresenta – pela primeira vez inteiramente a cores – as clássicas aventuras de Tex (e na exacta ordem cronológica) realizadas por Gianluigi Bonelli e Aurelio Galleppini desde o longínquo ano de 1948, em elegantes volumes semanais de trezentas páginas e em grande formato, numa iniciativa conjunta da Sergio Bonelli Editore em colaboração com o Grupo L’Espresso, através do quotidiano “La Repubblica” e do semanário “L’espresso” e também como mostramos anteriormente, pelos recentes lançamentos ocorridos no Brasil (através da Mythos Editora), na Finlândia (Egmont Kustannus) e na Noruega (Egmont Serieforlaget), a editora Libellus acaba de publicar na Croácia o número 1 desta nova colecção, intitulada Kolor biblioteka Tex Willer, numa luxuosa edição, com capa cartonada, formato 17,8 x 24,8 cm, com uma tiragem de apenas 500 exemplares, ou seja, uma edição tipicamente para coleccionadores e que damos também a conhecer no blogue português do Tex, inclusive até com o destaque que a edição tem na lombada e na 4ª capa, onde podemos apreciar um belo desenho da autoria de Bruno Brindisi.

Kolor biblioteka Tex Willer #1

Kolor biblioteka Tex Willer - Texto Sergio BonelliCada novo número desta nova colecção na Croácia também será abrilhantado por uma capa inédita (na Croácia obviamente) criada propositadamente para a ocasião pelo consagrado desenhador Claudio Villa, tal como acontece na Itália, acompanhada por artigos e comentários assinados pelo crítico italiano Luca Raffaelli e pelo próprio editor Sergio Bonelli numa ampla parte introdutória na qual o editor milanês conta alguns dos segredos e bastidores ligados à realização e ao sucesso de TEX, mas devido ao número de páginas da edição croata, ocorrerá certamente o mesmo “problema” que acontecerá no decurso do evoluir da colecção com as edições brasileiras, finlandesas e norueguesas, ou seja, faltarão capas e estamos curiosos para ver qual a opção que cada país, através da respectiva editora tomará para contornar esta dificuldade.

Kolor biblioteka Tex Willer com capa cartonadaKolor biblioteka Tex Willer interior

Para já, em todos estes países, tal acontecerá na edição nº 4, uma vez que pelas informações que recebemos, em todos eles, haverá 240 páginas de história, ao invés das 300 publicadas na Itália. No caso brasileiro a Mythos Editora já está a estudar a opção que tomará, aliás, essa foi uma das preocupações debatidas pelo editor Dorival Vitor Lopes, por Júlio Schneider e por José Carlos Francisco, na recente visita à Sergio Bonelli Editore.

Kolor biblioteka Tex Willer interior 1Kolor biblioteka Tex Willer interior 2Kolor biblioteka Tex Willer interior 3
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(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)