Na terça-feira, 5 de Março de 2013 pelas 18 horas, em Bergamo, na Livraria IBS situada nos números 78/80 da Rua XX Settembre decorreu a apresentação do livro “Tex secondo Nizzi” (“Tex segundo Nizzi“), um volume onde Claudio Nizzi percorre toda a sua excepcional carreira de argumentista de banda desenhada em geral e de Tex em particular, mas também de Nick Raider e Leo Pulp, personagens as quais Nizzi foi o seu criador.
Claudio Nizzi em Bergamo durante a apresentação do livro dedicado à sua carreira de argumentista de banda desenhada em geral e de Tex em particular
Claudio Nizzi é seguramente um dos mais importantes e prolíficos argumentista de banda desenhada em Itália. Em cinco décadas de actividade foi um dos pilares de revistas como “Il Vittorioso” e “Il Giornalino” e escreveu mais de uma centena de histórias de Tex, tornando-se o indiscutível herdeiro do mítico Gian Luigi Bonelli.
Claudio Nizzi em Bergamo discorrendo sobre Tex Willer
Quando começou a escrever as histórias de Tex, Nizzi, tinha já uma experiência de mais de vinte anos como autor de textos de banda desenhada, mas mesmo assim fez uma operação de releitura completa e sistemática do Tex de G. L. Bonelli, estudando as temáticas e a linguagem, de modo a tentar imitar ao máximo possível o estilo de Gian Luigi Bonelli, conforme se pode ouvir de viva voz nos dois vídeos que se seguem (e que podemos disponibilizar graças à preciosa ajuda de Rodrigo Bratz) e onde Claudio Nizzi também aborda a presença das mulheres na saga do Ranger e onde nos fala do próprio patriarca da banda desenhada italiana para além de também se ficar a conhecer um pouco mais deste livro imprescindível na colecção de todo e qualquer fã de Tex!
Exposição – A partir de 19 de Março próximo, homenagem à lendária personagem da banda desenhada da Sergio Bonelli Editore na galeria “Artecò” em Como, na região da Lombardia..
Exposição pessoal de Fabio Civitelli com Tex Willer na cidade italiana de Como
Na galeria Artecò em Como, de 19 de Março a 6 de Abril poder-se-á apreciar a arte de um dos mais talentosos desenhadores do staff da Sergio Bonelli, através de uma antologia da sua melhor produção. Trata-se de Fabio Civitelli. Os seus trabalhos foram expostos na 54ª Bienal de Veneza e um pouco por toda a Itália, mas também em Portugal, Brasil, Croácia e Finlândia.
Devido às pranchas da história “La cavalcata del Morto“, que estarão expostas na Galeria em Como, o Maestro foi agraciado com o prémio de melhor desenhador italiano no prestigioso “Salone dei Comics” em Lucca no ano passado. “A Cavalgada do Morto” (título português) foi o vigésimo sétimo “Texone” dedicado a Tex, tendo sido publicado em Julho de 2012, com textos de Mauro Boselli. Foi também o primeiro Tex Gigante confiado a Fabio Civitelli. Uma história, violenta e trágica, na origem de uma vingança inspirada num conto de Washington Irving , A Lenda do Vale Encantado, onde Civitelli pôde desfrutar no criar jogos de luz e sombras.
Estarão também expostas pranchas originais de “Il Mio Tex” que exigiram mais de 17 anos de preparação, uma fascinante viagem ao western épico de um jovem Tex (em companhia da bela Lilyth) através de aventuras e perigos nos quais o popular herói da banda desenhada é retratado ao lado dos grandes amigos e contrapondo-se aos seus grandes inimigos.
Haverá também pranchas expostas de “Tex, il romanzo della mia vita” (Editora Mondadori), 12 verdadeiras obras de arte nas quais Fabio Civitelli percorreu a vida do Ranger: dos primeiros disparos com Gunny Bill ao acerto de contas com Tom Rebo para vingar o assassinato do seu irmão Sam Willer, da primeira aparição de Mefisto no papel de ilusionista às aventuras do jovem Tex durante a Guerra da Sucessão, do duelo com Tagua ao juramento no túmulo de Lilith, das aventuras nos trilhos gelados do Canadá ao lado de Jim Brandon e Gros Jean ao encontro com o Senhor do Mal, Mefisto e os seus ferozes Hualpai.
Civitelli há quase 30 anos (28 para ser exacto) que duela com o seu amigo Tex na prancheta de desenho. Isto é, a partir de Maio de 1985, quando realizou sob textos de Claudio Nizzi o longo episódio “I due killers”. Civitelli chegou ao faroeste bonelliano depois de experiências quadrinhísticas de vários tipos: a banda desenhada erótica, os álbuns de guerra, as revistas periódicas, até chegar a Mister No, personagem graças à qual entrou para o staff da Sergio Bonelli Editore.
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Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente? Renato Alves da Silva: Chamo-me Renato Alves da Silva e nasci no dia 3 de Abril de 1956, em Teresina, capital do Estado do Piauí, situada na região Nordeste do Brasil, onde ainda resido actualmente. Sou casado com a Sra. Marinete, que apesar de eu coleccionar todas as personagens Bonelli publicadas actualmente no Brasil, só gosta de ler Tex e Zagor, sou pai de duas filhas, Gardênia que é médica e que me acompanhou por ocasião da 19ª Fest Comix realizada em São Paulo nos dias 20 e 21 de Outubro de 2012 e Graziella que é advogada. Actualmente estou aposentado pelo Exército Brasileiro no Posto de Capitão.
Quando nasceu o seu interesse pela Banda Desenhada? Renato Alves da Silva: O meu interesse pelos quadradinhos começou muito cedo, quando eu ainda era criança na década de sessenta, ao entrar no colégio para cursar o primeiro ano do ensino primário, assim era chamado o 1º grau naquele tempo, quando conheci um colega chamado Edivaldo, que fez com que eu conhecesse o mundo dos quadradinhos e a partir daí não parei mais. No começo, quando eu ainda não sabia ler, gostava de ficar olhando apenas as figuras, depois que aprendi a ler, iniciei logo com os clássicos como Tarzan, Flash Gordon, Príncipe Valente, Fantasma, Mandrake, etc., mas na época as revistas que eu mais gostava eram as de faroeste, como Gene Autry, Black Diammond, Roy Rogers, Zorro (Lone Ranger), Aí Mocinho, Reis do Faroeste, Epopeia Tri, etc., todas publicadas pela saudosa EBAL e vários outros mocinhos publicados por outras editoras, mais tarde vieram as revista da editora Vecchi: Tex, Zagor, Ken Parker, Chet, Histórias do Faroeste, num formato diferente dos que saiam em banca até então e continuo a coleccionar até hoje as que ainda são publicadas.
Quando descobriu Tex? Renato Alves da Silva: Lembro-me como se fosse hoje, a descoberta de Tex deu-se comigo ao entrar naquela banca de revistas que existia em frente à Escola Técnica Federal do Piauí, hoje não existe mais, onde me deparei com aquela revista que tinha como brinde um arco e uma flecha, cujo exemplar era o Tex nº 1 O Signo da Serpente, que comprei mais por curiosidade, já que desde o início a minha preferência era pelos quadradinhos de faroeste e aquela era uma história diferente, onde havia uma mistura de índios e monstros pré-históricos. Na época eu tinha 14 anos de idade e estava cursando o ginasial, que actualmente faz parte do primeiro grau, aí veio o nº 2 Vingança de Índia, o nº 3 A Batalha de Silver Bell … e não parei mais, colecciono até hoje, mais de quarenta anos depois. Infelizmente, devido a várias mudanças que fiz pelo Brasil por conta da minha profissão, às vezes deixava os meus quadradinhos na casa dos meus pais, por conta disso o início da colecção Tex 1ª edição foi extraviado e hoje só possuo a mesma completa a partir do nº 189 O Carro de Fogo. Já consegui readquirir alguns números, mas sou daqueles coleccionadores que, ou têm o exemplar em perfeitas condições, ou prefere ficar com o “furo” na colecção.
Porquê esta paixão por Tex? Renato Alves da Silva: Porque Tex é sinónimo de justiça e um exemplo a ser seguido, com ele bandido não tem vez, pode ser branco, preto, amarelo, índio, mestiço, etc., você já sabe de antemão que a justiça no final sempre sairá vencedora, coisa de que o mundo actual anda tão carente, além disso, Tex é sinónimo de aventura e divertimento.
O que tem Tex de diferente de tantos outros heróis dos quadradinhos? Renato Alves da Silva: Tex é humano como nós, sem super-poderes, no máximo ele tem sexto sentido que nunca falha, mas o que o difere dos outros heróis é o seu senso de justiça que nunca falha e a busca implacável para que ela seja feita a qualquer preço, doa a quem doer.
Qual o total de revistas de Tex que você tem na sua colecção? E qual a mais importante para si? Renato Alves da Silva: O total não sei dizer, mas com certeza possuo mais de 800 exemplares apenas de Tex, fora as outras personagens Bonelli, Epopeia Tri/História do Oeste, Zagor, Ken Parker, Judas, Bella e Bronco, Mister No, Martin Mystère, Dylan Dog, Mágico Vento, Nick Raider, Dampyr, Nathan Never e Júlia Kendall. Para mim todas as revistas são importantes, mas gostaria de destacar o Tex capa dura com a história O Ídolo de Cristal, da editora Vecchi e os Tex Gigante números 8, Sangue no Colorado, 22, Seminoles e 27, A Cavalgada do Morto, todos com autógrafo e desenho exclusivo do Ivo Milazzo, Lucio Filippucci e Fabio Civitelli, respectivamente, além do Tex Especial 60 anos, Na Trilha das Recordações, também autografado pelo Fabio Civitelli.
Colecciona apenas livros ou tudo o que diga respeita à personagem italiana? Renato Alves da Silva: Além de livros e revistas, colecciono tudo que encontro sobre Tex, embora seja difícil encontrar outros itens no Brasil relativo à personagem italiana, mesmo assim a minha colecção possui pósteres, inclusive o que veio encartado no Tex Coleção nº 300, Forte Apache está autografado pelo Fabio Civitelli, marcadores de páginas, chaveiro e o calendário Bonelli/2005.
Qual o objecto Tex que mais gostava de possuir? Renato Alves da Silva: Gostaria de possuir a colecção de estatuetas com todas as personagens do mundo de Tex e tornar realidade o sonho de ter novamente em mãos o nº 1 da 1ª edição de Tex, com a história O Signo da Serpente, da editora Vecchi.
Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia? E o argumentista? Renato Alves da Silva: Entre tantas histórias é praticamente impossível escolher uma favorita, pois sou daqueles coleccionadores que classificam as histórias de Tex em apenas três grupos: As “clássicas”, as “excelentes” e as “óptimas”, entretanto gostaria de destacar a história A Noite dos Assassinos, para mim uma das melhores da saga texiana. Em minha opinião, além do argumento, o ponto alto da revista Tex sempre foram os desenhos e com relação a este item ela sempre esteve muito bem servida. No início eu não tinha dúvida de que o melhor desenhador de Tex era o G. Ticci, mas com o aparecimento do Fabio Civitelli eu fiquei em dúvida qual dos dois é o melhor e esta dúvida cresceu mais ainda quando adquiri o Tex gigante A Cavalgada do Morto, com a arte magistral do Fabio Civitelli, portanto eu colocaria os dois no mesmo patamar. Não poderia deixar de citar o mestre Galep, criador gráfico e por muitos anos o capista da personagem, Claudio Villa, actual capista e desenhador de Tex e da nova geração de desenhadores o grego Yannis Ginosatis, com seus desenhos em estilo clássico e extremamente detalhista, já com relação ao argumentista, sou mais tradicionalista por achar que o G. L. Bonelli sempre foi o melhor argumentista que Tex já teve, entretanto não poderia deixar de citar Claudio Nizzi, o herdeiro à altura do mestre e actualmente a continuidade que está sendo feita pelo Mauro Boselli com muita competência, gostaria de fazer também uma citação especial ao argumentista espanhol Antonio Segura, que embora não tenha feito argumentos para o Tex normal, sempre se saiu muito bem nas edições anuais de Tex.
O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos? Renato Alves da Silva: O que me agrada mais em Tex é a diversidade de situações, de cenários em que o mesmo se envolve durante o desenrolar de suas aventuras, a riqueza de detalhes dos argumentos e dos desenhos, formam um binómio que por si só justificam a longevidade da personagem em bancas. Nada na personagem Tex me desagrada.
Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que é? Renato Alves da Silva: Muitos factores concorrem para que Tex seja o ícone que é há mais de sessenta anos, mas eu destacaria principalmente o trabalho dos argumentistas e desenhadores, escolhidos entre os mais capacitados para trabalhar com o ranger, muitos dos quais com dedicação integral à personagem, além do seu senso de justiça, sempre na defesa dos mais fracos e oprimidos.
Costuma encontrar-se com outros coleccionadores? Renato Alves da Silva: Sempre que tenho oportunidade, participo de eventos relacionados à personagem Tex e foi assim que em 2001, conheci o desenhador italiano Ivo Milazzo, quando de sua última viagem ao Brasil, além do pard G. G. Carsan e o editor Dorival Vitor Lopes da Mythos Editora, na sede da Comix Book Shop em São Paulo. Em 2011, por ocasião da Gibicon nº 0 realizada em Curitiba-PR, tive o prazer de conhecer os desenhadores texianos Fabio Civitelli e Lucio Fillipucci, os pards Gervásio Santana de Freitas, do portal TexBR, Júlio Schneider, tradutor das personagens Bonelli no Brasil, Ezequiel Guimarães, da revista Mundo dos Super-Heróis, mas o melhor dos encontros texianos aconteceu por ocasião da 19ª Fest Comix realizada nos dias 20 e 21 de Outubro de 2012 em São Paulo, onde além de reencontrar o desenhador Fabio Civitelli e outros texianos de longa data, como o Dorival Vitor Lopes, Júlio Schneider, G. G. Carsan, Ezequiel Guimarães, ainda tive a oportunidade única de conhecer o argumentista de Zagor Moreno Burattini, que também foi o autor dos textos do livro O Meu Tex – A Balada do Oeste, lançado no mesmo evento, o desenhador de Tex e Mister No Roberto Diso, que gentilmente me presenteou com dois desenhos exclusivos, um de Tex e outro de Mister No e outras lendas bonellianas como Marcos e Dolores Maldonado, Paulo Guanaes, Nilson Farinha, Diamantino da Silva, editor da revista Mocinhos e Bandidos, Manoel de Souza, editor da revista Mundo dos Super-Heróis e muitos outros coleccionadores do nosso ranger mais temido do Oeste, foi uma festa inesquecível, que só não foi completa porque você, caro José Carlos, não esteve presente.
Para concluir, como vê o futuro do Ranger? Renato Alves da Silva: Eu acho que Tex ainda tem um futuro muito longo pela frente, pois a Internet, que muitos acham que é uma forte concorrente para o declínio da venda das revistas de Tex, na minha visão actua como uma fonte de divulgação basta você digitar o nome Tex Willer nos sites de busca, para ver a quantidade de informações relativas à personagem, além da proliferação de blogues na grande rede com informações sobre o mesmo, concorrendo para arrebanhar novos leitores e manter os antigos com informações sempre actualizadas, o que no início de sua publicação era praticamente impossível haver esse tipo de interacção entre personagem e leitores. Gostaria também de dizer que enquanto existirem divulgadores da personagem em nível de Brasil como G. G. Carsan, com seus livros, exposições e palestras, Gervásio Santana de Freitas, através do portal TexBR, Adriano Rainho, colecionador e expositor, bem como você através do Tex Willer Blog em nível mundial, Tex continuará sendo publicado por muitos e muitos anos.
Prezado pard Renato Alves da Silva, agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu. Renato Alves da Silva: Eu é que agradeço pela oportunidade de poder falar um pouco a respeito de uma personagem que há mais de quarenta anos faz parte da minha vida.
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No próximo mês de Abril a Sergio Bonelli Editore publicará a edição número 630 de Tex, intitulada “Lotta senza respiro” e que conterá a segunda e última parte da história “L’inseguimento“, escrita por Tito Faraci e desenhada por Corrado Mastantuono e cuja capa, como todas posteriores ao número 400, é da autoria do conceituado desenhador Claudio Villa, capa essa que divulgamos hoje aqui no blogue do Tex acompanhada da capa original pintada pelo próprio Claudio Villa tal como temos feito com alguma regularidade devido à gentil cortesia de Villa que nos tem dado a conhecer nos últimos tempos as suas cores originais das capas que vai produzindo para Tex.
E a propósito das suas cores Claudio Villaconfidencia: “Eu dou uma ‘indicação’ de cor: faço uma fotocópia em A4 a preto e branco e passo a colori-la com tintas líquidas, pintando-a como gostaria de vê-la impressa. Depois é o impressor que deve, com os seus instrumentos, aproximar-se daquilo que fiz…“:
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Nestas capas e cores que temos dado a conhecer com alguma regularidade aos nossos leitores aqui mesmo no blogue português do Tex elas têm gerado um grande número de comentários e na esmagadora maioria dos casos é considerada pelos fãs e coleccionadores do Ranger como sendo infinitamente superior a colorização original do Maestro italiano em relação à colorização digital realizada na Sergio Bonelli Editore, mas com relação a esta capa divulgada hoje (Tex nº 630), qual a sua opinião, caro leitor?
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Rafael Albuquerque, brasileiro natural de Porto Alegre, iniciou a sua carreira produzindo ilustrações e desenhando peças para o mercado publicitário brasileiro. A partir de 2003 passou a colaborar como desenhador para a editora egípcia AK Comics, criando ainda algumas personagens e auxiliando na definição da linha editorial da empresa. Em 2005 fundou, em colaboração com outros desenhadores, o PopArt Comics Studio, voltado para a produção de trabalhos para editoras estrangeiras, entre elas a Image Comics, que em 2007 publicou a primeira graphic novel de sua autoria, intitulada Crimeland.
Para a Boom! Studios, ilustrou séries como Savage Brothers, em parceria com Johanna Stokes e Andrew Cosby, Pirate Tales, de Chris Ward, e Jeremiah Harm – esta última em colaboração com Keith Giffen e Alan Grant, os criadores do Lobo.
Colaborou em antologias, como Tales of Fear Agent, para a Dark HorseComics, Wonderlost e 24Seven. Trabalhando principalmente para a DC Comics, Rafael ganhou destaque colaborando em algumas das principais publicações da editora, tais como Besouro Azul, Robin e Superman/Batman.
Actualmente, o artista trabalha na conhecida série Vampiro Americano, escrita por Scott Snyder e o conhecido novelista Stephen King, série vencedora do Prémio Will Eisner de 2011, como Melhor Série Nova, mas o que muitos não sabem é que Rafael Albuquerque em 2008, aquando das comemorações dos 60 anos de Tex Willer, produziu um belo pin up do Ranger, ilustração essa que damos agora a conhecer aqui no blogue do Tex num passo a passo desde o seu nascimento até versão final (que tem uns retoques feitos por computador) esperando que seja do agrado de todos que tomem conhecimento desta Arte do Ranger criado por Bonelli & Galep:
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