Por José Carlos Francisco

Tex ao redor do mundo
O Tex Willer Blog, o blogue português do Tex, tem-se consolidado cada vez mais na blogosfera mundial desde que foi criado em 2006, alcançando um estatuto de tal modo elevado que se tornou praticamente imprescindível para os fãs e coleccionadores do Ranger criado em 1948 por G. L. Bonelli e Aurelio Galleppini, tendo sido inúmeras vezes destacado pela imprensa especializada em banda desenhada e obras dedicadas a Tex escritas em países como a Itália, Brasil ou até mesmo Finlândia, para já não falar nas próprias edições de Tex Willer publicadas pela Sergio Bonelli Editore na Itália e pela Mythos Editora no Brasil.
Com um conteúdo de inegável riqueza, e mesmo único, no panorama mundial, com destaque para as grandes entrevistas realizadas com muitos dos maiores mitos da BD, mas também com mais de duas centenas de entrevistas de fãs e coleccionadores. O blogue apresenta também artigos, matérias e cobertura de eventos com textos e imagens exclusivas e curiosidades ímpares, além de informações vindas directamente das editoras que publicam o Ranger. O blogue do Tex de certo modo foi-se consolidando e afirmando-se cada vez mais como o mais importante órgão de informação texiana em toda a blogosfera, sendo seguido atentamente pelos próprios editores e autores de Tex Willer, como facilmente se comprova pelos inúmeros comentários realizados no blogue pelos mesmos.

A outra paixão de F. Fusco
Devido à sua importância e riqueza, parte do conteúdo do blogue português do Tex já foi publicado no BDJornal, publicação portuguesa especializada em Banda Desenhada, muito bem dirigida por Jorge Machado-Dias, chegando assim a muitos texianos portugueses que não tinham acesso à Internet, um feito que será seguramente e largamente ultrapassado muito em breve devido ao facto da Mythos Editora, a casa de Tex Willer no Brasil, já neste mês de Abril também passar a publicar em algumas das suas revistas de série dedicadas ao Ranger, textos e ilustrações originariamente publicados no blogue, numa iniciativa que muito nos honra e orgulha e que permitirá que parte do conteúdo, devidamente revisado e actualizado, chegue aos mais recônditos cantos do Brasil e Portugal onde haja fãs e coleccionadores de Tex que não tenham acesso à Internet.

Volkswagen lança carro dedicado a Tex Willer
A primeira co-produção Blogue do Tex/Mythos Editora, que visa sobretudo atender ao crescente número de seus leitores que pedem matérias texianas, acontecerá em Tex Ouro #65 e será dedicado à trajectória editorial de Tex no mundo, num texto intitulado “Tex ao redor do mundo” e que contará com 5 páginas. Seguir-se-á um texto dedicado à outra paixão de Fernando Fusco, a pintura, uma página que será publicada em Tex Coleção #328. Em Tex Coleção #329 teremos um texto de uma página intitulado “Volkswagen lança carro dedicado a Tex Willer“, texto esse ilustrado por maravilhosas fotografias que por isso mesmo será também publicado a cores na contracapa de Tex #522.
Seguir-se-ão novos textos extraídos do blogue do Tex, todos devidamente revisados e actualizados, e que serão certamente um atractivo a mais para os coleccionadores de Tex adquirirem as edições e enriquecerem ainda mais o seu conhecimento relacionado com Tex Willer e o seu mundo!



Raul Santos Seixas (Salvador, 28 de Junho de 1945 — São Paulo, 21 de Agosto de 1989) foi um cantor e compositor brasileiro, frequentemente considerado um dos pioneiros do rock brasileiro. Também foi produtor musical da CBS durante a sua estada no Rio de Janeiro, e por vezes é chamado de “Pai do Rock Brasileiro” e “Maluco Beleza”. Sua obra musical é composta de 21 discos lançados em seus 26 anos de carreira e seu estilo musical é tradicionalmente classificado como rock e baião, e de facto conseguiu unir ambos os géneros em músicas como “Let Me Sing, Let Me Sing“.










As Leituras do Pedro*
Em termos de forma, grosso modo, tivemos a tira diária, a prancha dominical e o comic-book, nos Estados Unidos; a revista com histórias em continuação e o álbum cartonado no mercado francófono; as revistas volumosas e posterior edição em pequeno formato, no Japão; as revistas populares em Itália.
No mercado francófono, as revistas, coloridas tal como as suas congéneres norte-americanas, publicavam semanalmente até 3 ou 4 pranchas de cada história, que eram depois compiladas em álbuns cartonados de 48 páginas (pontualmente 56 ou 64).
Se a introdução já vai longa, não podia contrastar mais com as histórias incluídas neste Almanaque Tex #44, actualmente distribuído nos quiosques e bancas portugueses, pois ele compila as únicas 6 histórias curtas que existem protagonizadas por Tex – aliás, falta uma, é verdade, “A Presa” que o BDJornal publicou no seu número mais recente…
Uma referência ainda para “Morte no deserto”, que passou ao lado de ser um belíssimo relato, pois o aprofundamento da situação limite que Tex vive – a travessia de um deserto, transportando às costas um bandido ferido, que acaba por morrer sem que o herói afectado pelo calor e pela sede de tal se aperceba – poderia ter dado uma história de tom humano muitíssimo interessante.
Estas seis histórias curtas de Tex, já tinham sido publicadas no Brasil na colecção “Tex e os Aventureiros”, um dos mais interessantes projectos editoriais da Mythos na área das edições Bonelli.
Os textos de apoio deste Almanaque Tex #44 – bem como as imagens que ilustram este texto – foram retirados dessas edições.