CLUBE TEX PORTUGAL organiza jantar/convívio, no Cacém, para entrega da REVISTA nº 5 do Clube Tex Portugal

Por José Carlos Francisco

A Direcção do Clube Tex Portugal vai organizar no dia 3 de Dezembro, sábado, um jantar/convívio para que os sócios do Clube recebam pessoalmente a REVISTA nº 5 do Clube Tex Portugal, edição devidamente autorizada pela Sergio Bonelli Editore.

Sobre a revista em si, daremos mais informações em breve podendo adiantar de momento que terá uma capa inédita da autoria de Maurizio Dotti, ou melhor, CAPAS, já que devido ao sucesso ocorrido com as edições anteriores, também neste quinto número vamos ter duas versões de capa, já que Maurizio Dotti enviou-nos não uma, mas sim DUAS deslumbrantes artes. E neste quinto número vamos contar uma vez mais com diversas colaborações de autores de Tex, mas a seu tempo daremos informações definitivas sobre mais esta edição que ficará na história de Tex em Portugal (e não só).

Voltando ao convívio texiano, o  jantar, que terá início às 20.00 horas do dia 3 de Dezembro, ocorrerá, tal como nos anos anteriores, no Cacém, mais precisamente no Restaurante Regiões, um espaço amplo e agradável com música ao vivo, situado no Alto da Bela Vista, Pav. 2 – Estrada Paços de Arcos • Cacém.

Cartaz do 4º Convivio do Clube Tex Portugal, da autoria de António Lança-Guerreiro

A ementa do Convívio Texiano deste ano é composta de: Lombo de porco assado (quem não quiser pode trocar, mas tem informar na altura da reserva), depois bufet livre de comida Chinesa, Sushi e grelhados, bebidas, sobremesa e café. Para finalizar o habitual café e um bolo texiano!
O preço por adulto é de 16.50€, crianças até aos 4 anos não pagam e dos 4 até aos 10 anos pagam 10€.

Para além da entrega de um exemplar GRATUITO da Revista nº 5 do Clube Tex Portugal a cada associado presente, o jantar servirá principalmente para fomentar e fortalecer o convívio texiano e também para se debater sobre as principais iniciativas do Clube Tex Portugal para 2017, com especial incidência num quarto evento a realizar, em Abril, novamente na Bairrada, e que contará com a presença de mais DOIS, renomados autores de Tex e que incluirá também novas exposições dedicadas ao Ranger.

A Direcção do Clube pede aos sócios (e não sócios, pois o jantar convívio é aberto a todos os apreciadores da 9ª Arte) que desejem participar no jantar/convívio do dia 3 de Dezembro que confirmem a sua presença impreterivelmente até ao dia 23 de Novembro, para os e-mails josebenfica@hotmail.com ou cacem.moreira@gmail.com ou ainda aqui mesmo no blogue português do Tex na forma de comentário a este post, recordando uma vez mais que os sócios podem ser acompanhados por familiares e amigos que desejem participar também de mais este convívio texiano.

Momento a reviver: a entrega da revista do Clube Tex Portugal aos sócios

Aos sócios, com as quotas do mês de Dezembro pagas, que não possam comparecer ao jantar/convívio do Cacém, será enviado pelo correio em data posterior o respectivo exemplar da revista nº 5 do Clube Tex Portugal.

Ementa do jantar convívio do Clube Tex Portugal, a realizar no dia 3 de Dezembro 2016
Entradas:
Pão, Manteiga, Azeitonas, Queijinhos, Salgadinhos, Chourição, Presunto, Torresmos e Patê de atum
Prato Principal de Comida Portuguesa:
Lombo de Porco Assado (quem não quiser pode trocar, mas tem informar na altura da reserva)
Buffet Livre:
Saladas, Comida chinesa, Sushi e Fritos variados
Bebidas:
Sangria, Cerveja, Água,Vinho da Casa (branco ou tinto), Refrigerantes (2 bebidas por pessoa)
Sobremesa:
Fruta variada, Doces variados e Bolo Texiano
Café

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Entrevista exclusiva: PASQUALE FRISENDA (a propósito da exposição “Tex e a BD de Pasquale Frisenda” do Amadora BD 2016)

Entrevista conduzida por José Carlos Francisco, com a colaboração de Pedro Cleto na formulação das perguntas e de Júlio Schneider  (tradutor de Tex para o Brasil) na tradução e revisão.

Pasquale Frisenda, você é novamente protagonista no nosso país, agora com uma exposição no Festival da Amadora. O que representa para si ter uma exposição pessoal no principal festival de BD em Portugal e um dos maiores da Europa?
Pasquale Frisenda:
Certamente é uma grande honra e uma grande satisfação. Eu sei que a atenção com que a personagem de Tex é acompanhada em Portugal é sempre bastante alta, mas chegar a expor o meu trabalho em uma mostra pessoal no Festival da Amadora era uma coisa que eu jamais pensei que pudesse acontecer.

Soubemos que foi convidado para estar presente no Festival da Amadora. Podemos saber porque teve que declinar o convite?
Pasquale Frisenda: Infelizmente estou ocupado com vários trabalhos, cujos prazos de entrega ocorrem todos neste período, o que dificilmente permite que eu possa viajar. Eu sinto realmente muito por não poder estar presente.

Como vê a aposta da Polvo Editora e do seu editor Rui Brito em si, ao publicar em Portugal, num curto espaço de tempo, as suas duas histórias de Tex?
Pasquale Frisenda: Vista a quantidade de material disponível na série de Tex, eu o considero um gesto de confiança e de valorização do meu trabalho. O meu empenho ao realizar essas duas histórias de Tex foi muito alto, e busquei representar um Oeste um pouco mais duro que o normal, com a esperança de envolver os leitores. Eu espero que a confiança em mim depositada por Rui Brito seja recompensada pelos leitores portugueses.

Como é trabalhar durante dois ou três anos numa mesma banda desenhada? Não se torna cansativo? Faz outros trabalhos (ilustração, publicidade…) enquanto está a desenhar uma história de Tex?
Pasquale Frisenda: A dificuldade de permanecer tanto tempo numa mesma BD consiste apenas em prestar atenção para que todos os detalhes inseridos nas páginas, tanto nos cenários quanto nas personagens, não sejam ignorados ou esquecidos em algum ponto da história, o que pode acontecer em séries muito longas. Para o resto, não, não representa um problema particular. Enquanto estou a desenhar uma história de Tex, pode acontecer de fazer outros pequenos trabalhos, sim.


Não sendo caso único, a verdade é que Tex não se cruzou muitas vezes com personagens reais, como o juiz Bean. Em termos de trabalho para o desenhador, o que é que isto acarreta a mais?
Pasquale Frisenda: Sim, há um trabalho suplementar, que está em caracterizar as personagens de modo a reproduzir rostos que pertenceram a figuras reais abordadas na história, além de uma busca de documentação sobre seus feitos, sobre os ambientes em que viveram ou actuaram, coisas assim. Mesmo que numa BD as personagens sejam inseridas em histórias de fantasia, buscar recriar uma dimensão realística em torno delas ajuda a vê-las como figuras históricas e não só como comparsas em uma história.


Que documentação utilizou para ilustrar o juiz?
Pasquale Frisenda:
Para o juiz Bean, de início eu busquei fotografias ou representações várias de seu rosto, de sua estatura e do local em que viveu, para começar a elaborar os primeiros esboços que me permitissem visualizá-lo melhor. Mas o juiz Bean já havia aparecido na saga de Tex, desenhado por Guglielmo Letteri, e eu não podia afastar-me muito daquela caracterização. A isso tudo em seguida eu acrescentei a leitura de outras BDs em que ele era representado, e assisti ao filme de John Huston, O Juiz Roy Bean (n.t.: no Brasil, Roy Bean – O Homem da Lei), em que Paul Newman faz o papel do juiz, o que ajudou-me muito a encontrar a atmosfera a dar à história que eu devia desenhar.


Para concluir, está previsto o seu regresso a Tex? Para quando?
Pasquale Frisenda:
Eu estou a trabalhar em uma história curta de Tex, daquelas a fazer a cores para a série Color Tex (n.t.: no Brasil, Edição Especial Colorida). O lançamento está previsto para 2017.


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Intervista esclusiva: PASQUALE FRISENDA (a proposito della Mostra “Tex e a BD de Pasquale Frisenda” al Festival di Amadora BD 2016)

Intervista condotta da José Carlos Francisco, con la collaborazione di Pedro Cleto per la formulazione delle domande e di Júlio Schneider (traduttore di Tex per il Brasile) per le traduzioni e le revisioni.

Pasquale Frisenda, di nuovo protagonista nel nostro Paese, stavolta con una mostra al “Festival da Amadora”. Per te cosa rappresenta una mostra personale nel principale festival portoghese di fumetti, ritenuto uno dei più grandi d’Europa?
Pasquale Frisenda: E’ di sicuro un grande onore oltre che una grande gratificazione. So che l’attenzione con cui è seguito il personaggio di Tex in Portogallo è sempre piuttosto alta, ma arrivare ad esporre il mio lavoro in una mostra personale al festival di Amadora era una cosa che non pensavo potesse realizzarsi.

Anche se invitato a partecipare di persona al Festival, purtroppo non ci sarai. Come mai?
Pasquale Frisenda: Purtroppo sono impegnato con diversi lavori, le cui scadenze sono concentrate in questo periodo, e questo difficilmente può permettermi di muovermi. Non essere presente è una cosa che mi dispiace molto.

Come vedi la – chiamiamola così – scommessa da parte dell’Editrice Polvo, e del suo Editor Rui Brito, nel pubblicare in Portogallo, in così breve tempo, le tue due storie di Tex?
Pasquale Frisenda: Visto la quantità di materiale presente nella serie di Tex lo ritengo un gesto di fiducia nel mio lavoro, oltre che di apprezzamento. Il mio impegno nel realizzare quelle due storie di Tex è stato molto alto, e ho cercato di rappresentare graficamente un West un po’ più duro della norma ai lettori, sperando di coinvolgerli in tal senso. Mi auguro che la fiducia a me accordata da Rui Brito venga ripagata dai lettori portoghesi.

Come ti sembra lavorare due/tre anni sulla stessa serie? Non lo ritiene faticoso? Mentre lavori su una storia di Tex non ti dedichi ad altro (illustrazioni, pubblicità, ecc.)?
Pasquale Frisenda: La fatica di restare tanto tempo su una stessa storia consiste solo nel fare attenzione che tutti i dettagli inseriti nelle tavole, sia negli ambienti che nei personaggi, non vengano tralasciati o dimenticati in qualche punto della storia, cosa che può sempre accadere in storie molto lunghe. Per il resto, no, non è una particolare fatica. All’interno della gestione di una storia di Tex mi capita occasionalmente di inserire altri piccoli impegni, sì.

Anche se ogni tanto Tex se la vede con personaggi reali della Storia, proprio come il giudice Bean, non è una situazione molto ricorrente. Quando succede, questo comporta qualche lavoro supplementare al disegnatore, almeno dal tuo punto di vista?
Pasquale Frisenda: Sì, il lavoro supplementare sta nel caratterizzare i personaggi cercando di richiamare le fisionomie dei volti appartenuti alle figure reali a che si prendono in esame, oltre che un’ulteriore ricerca di documentazione sulle loro gesta, gli ambienti dove hanno vissuto o hanno agito e via dicendo. Anche se li si coinvolge in storie di fantasia, il cercare di ricreare una dimensione realistica intorno a loro aiuta a intenderli come personaggi storici e non solo come comparse in una storia.

Nello specifico del Giudice, come ti sei documentato?
Pasquale Frisenda: Per il giudice Bean ho cominciato a cercare fotografie o rappresentazioni varie del suo volto, di che corporatura aveva e del luogo dove ha vissuto, per cominciare a buttare giù qualche schizzo che mi permettesse di metterlo a fuoco. Ma il giudice Bean era già apparso nella saga di Tex, disegnato da Guglielmo Letteri, e quindi non dovevo allontanarmi troppo neanche da quella caratterizzazione. A questo ho aggiunto poi la lettura di altri albi a fumetti dove era rappresentato, e la visione del film di John Huston, intitolato qui in Italia “L’Uomo dai sette capestri”, dove si vede Paul Newman nei panni di Bean, che mi è servito molto per trovare l’atmosfera da dare alla storia che dovevo disegnare.

Per concludere, è già previsto un tuo ritorno a Tex? Caso positivo, quando?
Pasquale Frisenda: Ora sono al lavoro su una breve storia di Tex, una di quelle da realizzare a colori per la testata “Color Tex”. L’uscita è prevista per il prossimo anno.

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“O Segredo do Juiz Bean” de Mauro Boselli e Pasquale Frisenda terá LANÇAMENTO PORTUGUÊS COM DUAS CAPAS EXCLUSIVAS PARA PORTUGAL, através do selo da Polvo

Por José Carlos Francisco

* Depois do sucesso, em 2015, com o lançamento de “Patagónia“ e já este ano com “Tempestade sobre Galveston“, a Polvo, uma chancela editorial de Rui Brito, vai PUBLICAR, em Novembro,  um novo livro da colecção TEX ROMANCE GRÁFICO: “O Segredo do Juiz Bean“, de Mauro Boselli e Pasquale Frisenda é o volume eleito e o prestigiado desenhador italiano Pasquale Frisenda fez DUAS CAPAS EXCLUSIVAS PARA PORTUGAL!.

A data oficial de lançamento deste terceiro volume português de Tex com o selo da Polvo Editora ainda não foi oficializada, mas pode-se já dar a conhecer que o livro tem tradução de José Carlos Francisco e legendagem de Hugo Jesus e terá um formato de 24,5 x 18,5 cm e uma encadernação brochada: capa mole com badanas e será confeccionado num papel de excelente qualidade estando ainda enriquecido com textos e ilustrações inéditas seleccionadas pelo próprio Pasquale Frisenda. O preço será de €16,99 (IVA inc.), mas aquando do lançamento o preço promocional será de €16,00 (IVA inc.).

Mas o grande destaque de mais esta obra do editor Rui Brito é o facto de Pasquale Frisenda ter feito DUAS ILUSTRAÇÕES EXCLUSIVAS PARA O NOSSO PAÍS e com isso brindar o público português (e quem mais adquirir o livro) com DUAS CAPAS INÉDITAS, o que fará com que muito provavelmente os coleccionadores de Tex acabem por adquirir as duas versões de “O Segredo do Juiz Bean”, tal como aconteceu aquando da publicação de “Tempestade sobre Galveston“, publicado no decorrer da 3ª Mostra do Clube Tex Portugal e que contou também com uma capa exclusiva de Massimo Rotundo, para além da capa original publicada em Itália e restantes países onde a obra de Rotundo foi publicada.

Muito em breve, o blogue do Tex divulgará ambas as capas de Pasquale Frisenda e dará mais informações sobre o lançamento e sobre a obra em si, mas para já divulgamos três páginas devidamente legendadas onde se poderá admirar também a (excelente) arte do desenhador milanês, que deste modo terá as suas duas únicas histórias de Tex realizadas até hoje, publicadas num curto espaço de tempo no nosso país, um verdadeiro feito tendo em conta a extensa obra do Ranger no curso das quase sete décadas de vida!


Argumento: MAURO BOSELLI |  Desenho: PASQUALE FRISENDA
Polvo, 2016,

O LIVRO

Segundo rezam as crónicas, Roy Bean foi um excêntrico jurista norte-americano que se auto-proclamou de juiz. Personagem de filmes e de literatura, foi também fonte de inspiração para G.L. Bonelli que acabou por cruzar Roy Bean com Tex e Carson na aventura “La Legge do Roy Bean” desenhada por Letteri e publicada nos números 117 – 120 da colecção italiana. Robusto, barbudo e irrequieto, Roy Bean reaparece no caminho dos Rangers numa nova aventura, agora assinada por Boselli, e que marca o regresso de Pasquale Frisenda, agora na série regular, depois da sua estreia na magnífica aventura “Patagónia”, sobejamente elogiada por leitores e críticos. Desta vez, Tex e Carson estão no encalço de Lonnie Moon, um foragido que se aliou ao mexicano Pablo Morientes, com o intuito de se apoderar de vinte mil dólares, dinheiro roubado pelo irmão de Lonnie durante um assalto ocorrido anos atrás, tendo nessa altura sido acusado e condenado pelo juiz Bean. Acreditando que foi o próprio juiz que ficou com o dinheiro, Lonnie Moon fará tudo para obrigar Roy Bean a revelar a verdade, não hesitando em tentar matar Lily Langtry, uma actriz inglesa de visita ao Oeste americano e que é adorada e amada pelo juiz.


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Da revista nº 2 do Clube Tex Portugal para o grandioso Festival Lucca Comics & Games 2016

Corrado Mastanuono o prestigiado desenhador romano de Tex será uma das estrelas Bonellianas mais cintilantes do grandioso evento da banda desenhada italiana que será inaugurado no próximo dia 28 e decorrerá até ao dia 1 de Novembro: O Festival Lucca Comics & Games 2016, o maior acontecimento relacionado com os fumetti italianos. E como é tradição há várias décadas, cada desenhador convidado para o evento italiano faz uma magnífica ilustração para presentear, devidamente autografada, aos visitantes que o desejarem, uma cortesia da Sergio Bonelli Editore para os seus leitores e também Corrado Mastantuono levará um belo desenho de Tex para oferecer aos seus admiradores.

Mas trata-se de um desenho muito especial, sobretudo para os fãs e coleccionadores de Tex que são sócios do Clube Tex Portugal, já que se trata de um desenho de Tex a cavalo feito para a revista nº 2 do Clube Tex Portugal, revista essa lançada em Junho de 2015 e onde o desenhador romano a dedicou aos amigos do clube português como se pode ver inclusive num dos desenhos que ilustram este texto.


Trata-se de uma particularidade que pensamos ser única e que valoriza ainda mais a obra dedicada aos amigos do clube, já que das páginas da revista portuguesa passou para o maior evento da banda desenhada italiana e assim chegará certamente a milhares de leitores do país que viu o Ranger Tex nascer em 1948!

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