Após Andrea Venturi (revista nº1), Fabio Civitelli (nº 2), Luca Vannini (nº 3), Enrique Breccia (nº 4), Maurizio Dotti (nº 5), Massimo Rotundo (nº 6), Stefano Biglia (nº 7), Pasquale Del Vecchio (nº 8), Rossano Rossi (nº 9), Giacomo Danubio (nº 10), Pasquale Frisenda (nº 11), Alessandro Bocci (nº 12), Lucio Filippucci (nº 13), Stefano Andreucci foi o desenhador de Tex que realizou as capas (principal e variante) exclusivas da edição nº 14 (a lançar já no próximo mês de Junho) da revista do Clube Tex Portugal, engrandecendo ainda mais o fantástico naipe de desenhadores do Ranger que se pôs ao serviço do Clube Português dedicado à mítica personagem criada, em 1948, por G. L. Bonelli (texto) e Aurelio Galleppini (arte).
A revista do Clube Tex Portugal, devidamente autorizada pela Sergio Bonelli Editore, neste seu próximo DÉCIMO QUARTO número, terá então uma vez mais, DUAS versões para a sua capa, ambas da autoria de STEFANO ANDREUCCI, consagrado desenhador do staff oficial do Ranger, mas hoje vamos dar a conhecer, em RIGOROSO EXCLUSIVO MUNDIAL, o processo de criação, desde o nascimento até à capa final já com o logótipo da revista, passando então pela arte inicial de Stefano Andreucci e arte final com as cores de Sérgio Streiechen.
Pirata, contrabandista e de carácter duro, o capitão Drake, também conhecido por Barba-Negra, é a personagem que Stefano Andreucci tão bem retrata no magnífico desenho em exclusivo feito para a capa deste número da revista, onde a sua postura, ao lado de Tex, parece configurar que ambos se voltarão a aliar na sua próxima aventura, ainda em preparação.
A arte a preto & branco de Stefano Andreucci para a ilustração da capa principal da Revista #14 do Clube Tex Portugal
A magnífica arte de Stefano Andreucci finalizada com as cores de Sérgio Streiechen
A capa principal da revista nº 14 do Clube Tex Portugal com a deslumbrante arte de Stefano Andreucci já com as cores de Sérgio Streiechen
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É já em Junho, mais precisamente no dia22, em pleno Verão europeu, que teremos, na Itália, o habitual Albo Speciale de Tex, popularmente designado por Texone (Tex Gigante) e a edição deste ano é desenhada pelo consagrado desenhador Giampiero Casertano, artista italiano que já desenhou uma história de Tex (Os suspeitos; Tex Especial Colorido #4) e que agora regressa numa das mais prestigiadas colecções do Ranger.
O editor Mauro Boselli já está a proceder às devidas correcções, como podemos constatar nas várias fotografias que damos a conhecer hoje devido ao facto de Boselli as ter tornado públicas no seu Instagram, mas antes uma breve apresentação de Giampiero Casertano: Natural de Milão, cidade onde nasceu em 1961, tornou-se aos 15 anos assistente de Leone Cimpellin, para quem realiza a arte final da série Jonny Logan, assim como de alguns episódios da série Guerra d’Eroi da Editoriale Dardo. Colabora com Boy Music onde chama a atenção de Alfredo Castelli (Martin Mystère) que o leva para a Sergio Bonelli Editore. Começa a auxiliar Carlo Ambrosini na realização de Ken Parker, até ser integrado na equipa de Martin Mystère em 1984 e, dois anos mais tarde, em Dylan Dog. Realiza algumas capas de Nick Raider, que lhe valeram um prémio Anaf, e um episódio de Napoleone, mas é em Dylan Dog que Casertano se vai cimentar. Trabalhou ainda para a francesa Soleil (Guerres), desenhou dois episódios e um Speciale para Le Storie, e em 2013 uma história para o Color Tex.
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Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente? Otavio Fernando Antoniolli Lanner:Me chamo Otavio Fernando Antoniolli Lanner, nasci em Porto Alegre/RS em 3 de Junho de 1979, mas cresci no estado do Paraná, em Santa Helena, nas margens do Rio Paraná, próximo a Foz do Iguaçú. Hoje resido em Campo Mourão. Sou formado em Direito e após ter advogado por três anos e casado, vim para o interior do estado ajudar meu pai a tomar conta de uma fazenda da família. Plantamos soja, milho, trigo, aveia e criamos gado Nelore. Tenho dois filhos.
Quando nasceu o seu interesse pela banda desenhada? Otavio Fernando Antoniolli Lanner: Quando criança, como muitos brasileiros, lia Turma da Mônica. Na adolescência fiz uma coleção de Batman e X-Men, mas parece que não tinha me encontrado com os heróis ainda. Somente em 2012, quando do lançamento do terceiro filme do Cavaleiro das Trevas decidi começar a ler quadrinhos. Comecei comprando DC e um tempo depois Marvel. Quanto mais eu lia e me informava pela internet mais gostava desse Universo. E desde então tenho colecionado. Ao longo desses 9 anos consegui comprar praticamente tudo que me interessava e formei uma robusta coleção.
Quando descobriu Tex? Otavio Fernando Antoniolli Lanner:Sempre via Tex pelas bancas, mas nunca me chamou atenção por ser P&B e pensava que somente pessoas mais velhas lessem as histórias (risos). Meu pai gosta muito de filmes de faroeste. Depois de um tempo colecionando heróis decidi comprar uma história de Tex (em uma padaria local), para ter um exemplar na coleção de quadrinhos. Foi Tex Edição Histórica 83, Apache Kid. Li e gostei da história, como também dos desenhos. Depois de um tempo comprei a Tex Ouro 75, A Longa Caminhada, que ficou anos sem ser lida. Acho que como existem muitos títulos fiquei com medo de me perder na cronologia. Decidi começar a pesquisar e fui conhecendo os vários títulos e como funciona a dinâmica texiana. Comprei os dois primeiros Tex Platinum, O Caçador de Fósseis e O Ouro dos Confederados. Gostei muito. E logo após ouvi um episódio do Confins do Universo, onde participa Júlio Schneider, tradutor da Mythos Editora. Foi aí que conheci a Sergio Bonelli Editore. Isso foi em meados de 2020. Depois comecei a ler os vários títulos da editora, mas principalmente Tex.
Porquê esta paixão por Tex? Otavio Fernando Antoniolli Lanner: Tex é um personagem muito humano, simples, companheiro que defende e respeita os amigos. Acredito que ele ajuda muitas pessoas não apenas por ser um homem da lei, mas por ser uma boa pessoa. Nas Trilhas do Oeste, Segura mostra o Tex que mesmo no encalço de foras da lei, ajuda muita gente por todo o caminho que faz, sejam comboios de viajantes, caçadores de pele ou qualquer um que precise de auxílio quando ele está por perto.
A leitura é muito agradável e o tempo passa. Diverte e distrai. Acho que cumprindo o propósito do entretenimento.
O que tem Tex de diferente de tantos outros heróis dos quadradinhos? Otavio Fernando Antoniolli Lanner:Sempre digo que em Tex não existe história ruim. São sempre muito boas ou excelentes. Por mais que no fim o personagem sempre acabe se dando bem, Tex passa por muitos problemas ao longo das histórias. Os roteiros sempre são bem desenvolvidos e amarram bem as pontas, não deixando nada para trás. Os desenhos são muito bons, de uma primazia incrível de detalhes. Desde Galep até os desenhistas mais recentes, não se pode reclamar da arte de Tex. É como se você estivesse assistindo um filme de faroeste, mas melhor.
Qual o total de revistas de Tex que você tem na sua colecção? E qual a mais importante para si? Otavio Fernando Antoniolli Lanner:Tenho pouco mais de 60 revistas na minha coleção. Como disse coleciono há pouco mais de 6 meses. Tenho diversas revistas como a Tex Ouro, Edição Histórica, Platinum, Tex mensal, Almanaques, Gigante e As Grandes Aventuras. Tenho mais da Tex Ouro e Edição Histórica.
Uma história que me marcou muito foi A Grande Invasão (Tex Ouro 83).
Colecciona apenas livros ou tudo o que diga respeita à personagem italiana? Otavio Fernando Antoniolli Lanner:Tenho apenas livros, quadrinhos de Tex. Por enquanto.
Qual o objecto Tex que mais gostaria de possuir? Otavio Fernando Antoniolli Lanner:Acho que não existe um objeto, mas gostaria de continuar lendo e conhecendo o personagem, expandindo a coleção.
Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia? E o argumentista? Otavio Fernando Antoniolli Lanner:Eleger uma história favorita dentre tantas é uma tarefa muito difícil. Mas das que li, O Passado de Kit Carson (Tex Ouro 45), A Grande Invasão (Tex Ouro 83) ou El Muerto (Tex Edição Histórica 96) estão em um nível fantástico.
A arte de Claudio Villa é fenomenal, como se vê em O Implacável. As histórias de Boselli são muito boas. Os desenhos de Marcello, Font, Mastantuono são ótimos.
Mas acho que se tivesse que eleger uma dupla ficaria com Segura/Ortiz. Tenho quase tudo que fizeram com o Ranger.
O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos? Otavio Fernando Antoniolli Lanner: Tex é um composto homogêneo, que funciona. Argumento e arte se completam e proporcionam um entretenimento perfeito. Melhor do que assistir a um filme. As histórias são sempre diferentes e algumas misturam fatos históricos como em A Grande Invasão ou O Ouro dos Confederados. Essas histórias me agradam mais.
Agora, o que me agrada menos? Ainda não descobri isso.
Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que é? Otavio Fernando Antoniolli Lanner: Acho que o fato do personagem não mudar com o tempo. A personalidade forte e o censo de justiça prevalecem sempre. Ter um trio de amigos (Carson, Kit, Tigre) quase sempre ao seu lado demonstra a união de uma família, sendo Kit o filho, Carson um pai e Tigre um irmão. As piadas e a descontração entre eles, além de sempre compartilharem alegrias e preocupações demonstram isso.
Tex sempre é consultado das decisões mais importantes e as toma em conjunto, demonstrando humildade. Uma vez ouvi alguém dizer que tinha Tex como um pai; de que ao tomar decisões se pergunta, o que faria Tex Willer?
Por isso creio que tudo isso faz de Tex o ícone que é.
Costuma encontrar-se com outros coleccionadores? Otavio Fernando Antoniolli Lanner:Não. Recentemente através de uma Live acabei tendo contato com Ricardo Elesbão, grande pard da Confraria Bonelli e vez por outra conversamos.
Mas tenho vontade de ir a um encontro. Sei que em Portugal há um encontro grande e quem sabe em um futuro próximo eu possa visitar os irmãos pards de nossa antiga Coroa.
Para concluir, como vê o futuro do Ranger? Otavio Fernando Antoniolli Lanner:Vejo o futuro do Ranger continuando a brilhar. A direção que a Sergio Bonelli está dando a Tex me parece acertada. Não mudou. Continuam com ótimos escritores e desenhistas, que mesmo se renovando mantém o excelente padrão Bonelli. Veja, por exemplo, a revista Tex Willer, narrando as aventuras do jovem Tex. Está dando super certo. E as histórias novas, da mensal estão em um nível muito bom, tendo em vista os últimos arcos.
A quantidade de títulos do Ranger no mercado evidencia a popularidade. São muitos formatos, para todos os gostos e bolsos. Aqui Tex é encontrado em bancas, padarias e em muitos lugares com preços, muitas vezes, mais baratos. Além de que no Brasil temos várias promoções da editora, de livrarias, facilitando completar uma coleção ou outra.
No Brasil, pela quantidade de títulos, creio que estamos vivendo uma popularidade nunca vista de Tex e mesmo de outros personagens da Bonelli. A tendência é de expansão. Estamos tendo republicações e novos títulos. Isso, para nós leitores, é ótimo! Só temos a agradecer por podermos ter essa oportunidade de passar algum tempo do dia na companhia de Tex, que além de entreter, tem muito a nos ensinar.
Prezado pard Otavio Fernando Antoniolli Lanner, agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.
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Le Storie: Sangue e Gelo Colecção Bonelli #5
Tito Faraci (argumento) Pasquale Frisenda (desenho) Levoir/Público Portugal, 10 de Maio de 2018 190 x 260 mm, 120 p., pb/cor capa dura 13,90 €
Estigmas
Por vezes há obras, séries, autores que, aos olhos de um leitor – de um grupo de leitores – ficam estigmatizados. As razões nem sempre são fáceis de explicar, raramente o bom senso e o sentido crítico imperam e, dessa forma, perdem-se – no que a este blog interessa – boas leituras.
Foi o caso, durante muitos anos, das produções da Sergio Bonelli Editore, em Portugal.
Li os meus primeiros Tex em meados da adolescência. Equiparei-os, na altura, às muitas edições – belos tempos! – que pululavam nos quiosques e bancas portuguesas.
Havia diferenças? Algumas… A língua brasileira – o que na época estava longe de ser um impedimento, porque todos liam as revistas Disney e da Turma da Mônica nessa língua, bem como as muitas edições ‘similares’ (Luluzinha, Pantera Cor-de-Rosa, Riquinho, Hanna Barbera… que cá chegavam; as edições mais encorpadas – 100 páginas contras as habituais 32 ou 40 das revistas portuguesas; o pequeno formato; o (mau) papel de jornal – comparado com o alvo branco das edições nacionais (algumas e dependendo das épocas…)
E quando se comparavam estas edições (da Globo, da Record, da Vecchi, mais tarde da Mythos…) com a colorida e ‘enorme’ Tintin ou mesmo com o heterogéneo Mundo de Aventuras, compreende-se que Tex e os seus pards ficavam a perder.
Por isto – por tudo isto – durante anos, Tex, primeiro, e depois as restantes séries – Martin Mystère, Dylan Dog, Mister NO, Nick Raider… tudo o que tinha proveniência Bonelli – ficaram estigmatizadas, com uma aura negativa que me impediu de aproximar delas durante anos – até porque entretanto o ‘império’ dos álbuns dava os primeiros passos (firmes) e aí, as diferenças eram ainda mais profundas.
Dessa forma, perdi boas histórias, uma qualidade média assinalável para séries de produção mensal e, principalmente, passei ao lado de muito bons desenhadores.
Esta situação que eu vivenciei, foi certamente partilhada por muitos, não só em Portugal, mas um pouco por toda a Europa.
Dar-lhe a volta, foi afinal muito simples. Bastou que as mesmíssimas obras passassem a ser editadas em boas edições de maior formato, com capa dura, papel branco de boa gramagem, às vezes coloridas. Na prática, retirou-se-lhes a simpática e atractiva adjectivação de ‘populares’ para passarem a ser edições de livraria. Ganharam novo público – deslumbraram muitos dos leitores que já eram fiéis – foram descobertas e elogiadas por aqueles que as ostracizaram tanto tempo, passaram a gozar do estatuto que a forma impedira o conteúdo de gozar.
Para além do implícito mea culpa – reconhecendo que o maior perdedor fui eu… – a que propósito vem este texto, que para mais ‘repete’ uma leitura aqui no blog?
Porque,sem repetir o que escrevi na altura e convido a (re)lerem, Sangue e Gelo é uma belíssima banda desenhada fantástica e de terror, em fundo histórico, muito bem narrada – numa interessante cumplicidade entre o narrador e os leitores – e melhor desenhada numa ampla paleta de tons de cinza aguados, nos quais as aplicações pontuais de uma cor – o vermelho vivo – fazem uma enorme diferença.
Neste caso – como em muitos outros – o conselho só pode ser um: ignorem os estigmas, ultrapassem os preconceitos. O leitor que há em cada um, vai agradecer.
*Pedro Cleto, Porto, Portugal, 1964; engenheiro químico de formação, leitor, crítico, divulgador (também no Jornal de Notícias), coleccionador (de figuras) de BD por vocação e também autor do blogueAs Leituras do Pedro
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Finalmente (devido à suspensão do envio de correspondência entre Portugal e o Brasil, ocorrida nos primeiros meses deste ano, por causa da supressão de voos entre os dois países irmãos as revistas ficaram retidas em Portugal durante bastante tempo) durante este mês de Maio já pudemos ver a revista nº 13 do Clube Tex Portugal (que trouxe, como brinde, um magnífico póster desenhado pelo Mestre Pedro Mauro(“Recebi agora essa bela revista do Clube Tex Portugal que além de ótimas entrevistas com grandes profissionais, tem uma matéria sobre minha carreira como ilustrador e quadrinista. Valeu pessoal! Muito feliz por tudo isso!“) e que começou no final do mês de Dezembro do ano passado a ser entregue e enviada aos sócios do clube residentes em Portugal), na posse dos seus destinatários estrangeiros residentes no Brasil, como se pode ver nas belas fotografias que ilustram este texto e onde podemos ver a revista #13 do Clube, nas suas duas versões (ambas com capas de Lucio Filippucci), nas mãos de diversos sócios.
Revista Clube Tex Portugal #13
João Marin (“Recebemos neste final de semana as duas edições nº 13 da Revista do Clube Tex Portugal (capa principal e capa variante) ambas desenhadas por Lucio Filippucci. É mais um trabalho de fãs portugueses e brasileiros de Tex realizado através do Clube Tex Portugal. A edição traz artigos de italianos, portugueses e brasileiros além de ilustrações inéditas de vários artistas. Como destaque esse número apresenta um pôster realizado pelo grande Pedro Mauro.“), Jesus Nabor (“Com grande alegria recebi hoje os exemplares da revista Clube Tex Portugal nº 13. Sim, precisamente exemplares , pois mais uma vez, como vem sendo praxe a algum tempo a revista conta com duas capas, uma mais linda que a outra. Como sempre a revista está recheada de matérias interessantes, entrevistas e artes originais. E esta edição especialíssima do Clube presenteia seus sócios com um lindo pôster da autoria de Pedro Mauro.“), Wellington Verdan, Valdivino Otilio de Almeida, Renato Frigo (“Isso aqui é ouro puro!! Recomendo muito a assinatura para quem é fã de Tex e da Bonelli. Essa edição vem com um poster MARAVILHOSO do Tex desenhando pelo grande Pedro Mauro! “), José Manuel Alvarez (“Recebida a Revista do Clube Tex Portugal, n° 13, que está com matérias fantásticas. O grande destaque é ótima entrevista com o consagrado desenhista Pedro Mauro, também autor do lindo pôster que acompanha a edição.“), Moacir Zanchet e Rouxinol do Rinaré (“Recebi ontem a Revista do Clube Tex Portugal, tão aguardada, com uma das mais belas capas, na minha opinião! Ainda, pra completar, com o pôster de Tex por Pedro Mauro. Parabéns a todos que fazem essa espetacular Revista!“):
João Marin e as suas duas versões da revista nº 13 do Clube Português
Jesus Nabor e a alegria visível, num cenário fantástico, pelo recebimento, no Brasil, das duas versões da revista número 13 do Clube Português que incluíam um belo póster de Tex realizado pelo Pedro Mauro
Sargento Wellington Verdan exibe orgulhosamente as duas versões da revista número 13 do Clube Tex Portugal
Valdivino Otilio de Almeida exibe a revista número 13 (e o magnífico póster) do Clube na sua imponente BiblioTEX
Renato Frigo absorvido pela prazerosa leitura da revista nº 13 do Clube Tex
José Manuel Alvarez e o orgulho visível por já estar na posse da mais recente revista do Clube Tex Portugal
Moacir Zanchet e a visível felicidade por já ter recebido a mais recente revista do Clube
O poeta Rouxinol do Rinaré com a revista e o póster tendo atrás de si verdadeiros tesouros Texianos
Pedro Mauro exibe orgulhosamente a Revista #13 do Clube Tex Portugal e o seu póster de Tex inserido na publicação lusitana
Para fazer parte do Clube Tex Portugal – cujos estatutos podem ser consultados emhttps://texwillerblog.com/?page_id=47999 – e usufruir de todos os brindes e regalias, entre os quais se inclui a revista do Clube, é necessário pagar uma jóia de inscrição de € 5,00 e uma quota mensal de € 2,50 (€ 3,00 para sócios não residentes em Portugal).
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