Nós do Alchymist, em nossa pequena maneira, pelo menos tentamos!…
Escola de Arte Gian Luigi Bonelli, na Vila de Jericoacoara (Brasil)
Nós do Alchymist, em nossa pequena maneira, pelo menos tentamos!…
A Sergio Bonelli Editore divulgou 6 páginas em antestreia do novo “Texone” – o especial de Tex em grande formato – intitulado Per l’onore del Texas. Será o trigésimo nono número da já histórica série do personagem, que ao longo dos anos já hospedou autores como Guido Buzzelli, Magnus, Ivo Milazzo, Joe Kubert e Enrique Breccia.
O novo Texone – que estará nas bancas italianas a partir de 22 de Junho – é escrito por Mauro Boselli, editor e principal argumentista de Tex, e desenhado por Maurizio Dotti, desenhador de longa data da editora milanesa, para a qual trabalhou em particular em Tex, Zagor e Dampyr, realizando – a partir de 2018 – todas as capas da série mensal Tex Willer, centrada numa versão mais jovem do personagem titular.
Segue-se a sinopse do Texone desenhado por Maurizio Dotti e as páginas em antestreia:
Depois que o Texas decidiu juntar-se à Confederação rebelde, duas diferentes missões secretas partiram para resgatar os colonos alemães de Nueces Valley, leais à União e cercados pelos inimigos. Kit Carson recebeu o encargo da parte do ex-governador Sam Houston, que sempre foi hostil à Secessão. Enquanto o próprio presidente Lincoln pediu à agente Kate Warne, da Pinkerton, para ir ter com Tex Willer, que serve como batedor no exército nortista do Kansas juntamente com o seu amigo “Damned” Dick. Numa série de recambolescas peripécias, os nossos heróis acabarão por unir as forças e tentarão se opor ao curso fatídico da história para salvar os patriotas de Nueces dos ferozes capangas de Jim Waldrip e dos Partisan Rangers sulistas de James Duff…
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Na mitologia, Némesis é a deusa que personifica o destino, equilíbrio e vingança divina. Na língua portuguesa, a palavra “Némesis” designa uma ação de retaliação ou vingança, pessoa que se vinga ou quer vingança, adversário ou obstáculo difícil de derrotar. Na cultura inglesa moderna, o termo assumiu o significado de “inimigo” ou o pior inimigo de alguém, tal como na saga texiana, onde o mal tem um nome: Mefisto, o arqui-inimigo de Tex. O seu contínuo regresso representa uma poderosa ameaça e tem sido sempre aguardado com crescente interesse por parte de gerações de leitores, que veem nesta personagem uma das chaves do sucesso da série, uma vez que os heróis afirmam-se principalmente perante grandes adversários. 2022 foi marcado por mais um regresso de Mefisto, tendo sido publicada em Itália uma extensa aventura que constitui o arco mais longo de toda a série. Nesse sentido, a revista do Clube Tex Portugal não quis ficar de fora da efeméride, reunindo neste número alguns artigos que, de modo mais ou menos direto, focam esta personagem carismática.
Mário João Marques debruça-se sobre esta nova aventura, tentando dar uma explicação para o suposto triunfo de Mefisto, mas nos seus artigos, o Sérgio Madeira de Sousa e o Antonio Mondillo também lhe dão especial protagonismo. Para uma informação mais completa e detalhada sobre Mefisto, remetemos o leitor para o excelente artigo de Moreno Burattini publicado, em 2017, no nº 6 da revista.
Por fim, duas excelentes capas com a Némesis de Tex (qual delas a melhor), realizadas propositadamente pelo enorme artista Bruno Brindisi, a quem o Sandro Palmas dedica um excelente artigo. Neste número, realcemos ainda a prancha escolhida pelo Moreno Burattini e o “Cantinho do Sócio” cujo texto, apesar dos seus tons melancólicos, é sobretudo um hino de amor e paixão da Fernanda Martins ao seu querido Athos.
Os nossos agradecimentos a todos, assim como ao Fabio Civitelli e ao Andrea Venturi que nos presentearam com material, sem esquecer, claro está, a Sergio Bonelli Editore que, continuamente, nos tem dado sempre o seu carinho e atenção.
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JUNHO marca o regresso da revista do Clube Tex Portugal, um projecto feito por sócios e dirigido a todos os sócios do clube português, focando os mais variados temas em redor de Tex e do western em geral.
Este décimo oitavo número terá 48 páginas e apresentará novamente DUAS versões para a sua capa, desta vez do magnífico desenhador BRUNO BRINDISI. BRINDISI respondeu prontamente às nossas solicitações, com informações, sugestões e com a realização de DOIS desenhos EXCLUSIVOS.
Em ambas as capas, temos Tex e o seu arqui-inimigo Mefisto, mas com duas belas ilustrações optou-se novamente (tal como aconteceu com as revistas nº 2 que teve duas capas de Fabio Civitelli, nº 3 que teve duas capas de Luca Vannini, nº 4 que teve duas capas de Enrique Breccia, nº 5 com duas capas de Maurizio Dotti, nº 6 com duas magníficas capas de Massimo Rotundo, nº 7 com duas belas capas de Stefano Bliglia, nº 8 com duas capas de Pasquale Del Vecchio, nº 9 com duas belíssimas capas de Rossano Rossi, nº 10 com duas capas de Giacomo Danubio, nº 11 com duas lindas capas de Pasquale Frisenda, nº 12 com duas fantásticas capa de Alessandro Bocci, nº 13 com mais duas capas fascinantes de Lucio Filippucci, nº 14 com duas capas espectaculares da autoria de Stefano Andreucci, nº 15 com duas fabulosas capas de Michele Benevento, nº 16 com duas capas fantásticas dos irmãos Gianluca Cestaro e Raul Cestaro e nº 17 com duas deslumbrantes capas de Giampiero Casertano) por fazer a revista com duas capas diferentes, uma principal a cores (cores de Luca Raimondo) e uma alternativa a preto e branco.

Capa principal da revista nº 18 do Clube Tex Portugal, da autoria de Bruno Brindisi, com cores de Luca Raimondo
Neste décimo oitavo número para além das magníficas capas de Bruno Brindisi, destaque ainda para as colaborações EXCLUSIVAS dos consagrados autores Fabio Civitelli e Andrea Venturi.
Neste número regressam os textos do director Mário João Marques (que nos fala do porquê do triunfo de Mefisto), do Sandro Palmas (que escreve um amplo texto dedicado ao autor das duas belíssimas capas, Bruno Brindisi), do Antonio Mondillo (que nos escreve sobre magia e misticismo nos nativos do oeste americano nas aventuras de Tex), do Sérgio Madeira de Sousa (que escreve sobre os finais de algumas histórias épicas), da Fernanda Martins (abordando uma tocante homenagem) e de Moreno Burattini (que nos delicia com um belo texto dedicado à escolha da, na sua opinião, melhor e mais impactante prancha de Tex).
Como habitualmente, os sócios do Clube Tex Portugal (com excepção dos sócios menores) COM AS QUOTAS DO MÊS DE JUNHO PAGAS, terão direito a receber gratuitamente um exemplar da revista. Dado que este 18º número será publicado com duas versões da capa, o exemplar gratuito será o da capa colorida.
Adicionalmente, sem qualquer limite, os sócios podem adquirir mais exemplares da revista, quer da versão principal quer da versão alternativa, sendo o preço unitário de 12,50 euros.
Deste modo, todos os sócios que desejem adquirir exemplares da revista, devem informar desde já (e impreterivelmente até ao dia 8 de Junho) o Clube Tex Portugal, na forma de comentário a este post ou escrevendo para José Carlos Francisco (josebenfica@hotmail.com), indicando o nº de exemplares pretendido para cada versão da capa e procedendo ao respectivo pagamento na conta do Clube Tex Portugal ou através de paypal, enviando o comprovativo desse mesmo pagamento.
* Pagamentos internacionais por transferência bancária devem ser feitos com todas as despesas a serem suportadas pelo ordenador, sem qualquer dedução no valor a receber pelo Clube, devendo ser creditada a conta PT50003600009910590434664 em nome do Clube Tex Portugal na Caixa Económica Montepio Geral – código swift: MPIOPTPL;
* Pagamentos nacionais por transferência bancária devem ser feitos para o IBAN PT50003600009910590434664
* Pagamentos por Paypal devem ser efectuados para o e-mail cacem.moreira@gmail.com com todas as despesas a serem suportadas pelo ordenador, sem qualquer dedução no valor a receber pelo Clube.
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A escola ‘comasca’ (Como) de banda desenhada reuniu-se, no passado dia 26 de Maio, no auditório da Espansione Tv. Lado a lado, dois mestres famosíssimos da história do desenho, encontraram-se com fãs das séries desenhadas no papel. Claudio Villa e Alessandro Piccinelli, ao longo dos anos deram forma (e cor) a obras-primas como Tex Willer, Dylan Dog e Zagor. Villa, realizador das capas do primeiro, do número 401 até ao 751, é, portanto, um conhecedor exímio do seu herói. O fascinante, atlético, e tipicamente western Tex nascido em 1948 da caneta de Gianluigi Bonelli e do pincel de Aurelio Galleppini. “O seu valor é também o seu defeito. Ele sabe sempre quem está errado e decide como um polícia do Oeste. E isso também pode ser um defeito. Corre o risco de se equivocar. Mas até hoje nunca aconteceu” ironiza Villa.
Piccinelli, com Zagor, também assinou várias capas. Da 666 à 694. Histórias, contextos, diferente épocas. Mas a banda desenhada está unida por um único objectivo: dar às figuras o poder dos sonhos. “Se Tex é o infalível, aquele que tem sempre uma solução, Zagor é aquele que perde facilmente” diz Piccinelli. “Porém ele também tem aquela capacidade de recuperar sempre. Super-poderes não tem nenhum, a não ser a sua coragem e a sua força. Um herói imperfeito, mais semelhante a nós”. Ai de quem disser que a banda desenhada é somente para os mais pequenos. Durante “Etv Comics Night” apresentado pelo veterano da Etv, Dario Campione, a heterogénea plateia de fãs pôde ver Villa e Piccinelli – de perto – às voltas com lápis, desenhos e tablets gráficos. Um sonho para quem passou a infância entre as histórias atemporais da banda desenhada e não só.