Por Saverio Ceri [1]
Novo texto da rubrica dedicada à redescoberta de antigas capas de Tex, graças à sua reutilização para a série Tex Classic.
O quinquagésimo primeiro número da mais recente reedição texiana traz os volumes de tiras 15 a 20 da sétima série da “collana” de Tex, também conhecida como Série Rossa (Vermelha), lançada entre Julho e Agosto de 1954. Essas cento e noventa e duas “strisce” (tiras) foram transformadas pela primeira vez em sessenta e quatro páginas por ocasião da sua reimpressão nas séries Albi d’Oro terceira série nºs 11 e 12, ambos de Agosto de 1956. Hoje são reproduzidas a cores nesta série. A capa escolhida foi a do número 11 dos Albi d’Oro. Abaixo vê-se, em sequencia, a capa de 2019 e a publicada há sessenta e três anos.
O quinquagésimo primeiro número da mais recente reedição texiana traz os volumes de tiras 15 a 20 da sétima série da “collana” de Tex, também conhecida como Série Rossa (Vermelha), lançada entre Julho e Agosto de 1954. Essas cento e noventa e duas “strisce” (tiras) foram transformadas pela primeira vez em sessenta e quatro páginas por ocasião da sua reimpressão nas séries Albi d’Oro terceira série nºs 11 e 12, ambos de Agosto de 1956. Hoje são reproduzidas a cores nesta série. A capa escolhida foi a do número 11 dos Albi d’Oro. Abaixo vê-se, em sequencia, a capa de 2019 e a publicada há sessenta e três anos.
Tirando algumas mudanças de cromaticidade na recente recoloração da imagem, esta capa não nos dá muitas ideias. É por isso que aproveitamos o espaço restante para destacar duas homenagens muito recentes à primeira vinheta de Tex, que voltamos a propor a seguir.
A vinheta de estreia, que se pode conferir de seguida em tecnicolor, na edição do La Repubblica, mais tarde reutilizada para a série Tex Classic, serviu de inspiração, como se devem lembrar, para Claudio Villa, em Fevereiro de 2007, fazer dela a primeira capa da mesma Colecção Histórica a Cores do jornal.
Pois bem: em 2019, no espaço de menos de um mês, os leitores do Tex puderam reconhecer aquela mesma vinheta em duas edições que acabavam de chegar às bancas. O primeiro, Tex Willer 3, desenhado por Roberto De Angelis; o segundo Tex 700 ilustrado por Fabio Civitelli. Tanto o desenhador de Salerno quanto o artista de Arezzo fundiram as duas primeiras vinhetas de Tex em uma mais longa, talvez seguindo as instruções de Mauro Boselli, roteirista de ambos os volumes. A versão de Civitelli é mais fiel ao original graças à presença do fogo aceso e do fiel Dinamite atrás do Ranger; A versão de De Angelis destaca-se por ter um texto quase idêntico ao escrito por G.L. Bonelli em 1948 como frase de estreia de seu afortunado personagem.

Em Tex Willer 3 De Angelis conta-nos a mesma cena com um Tex um pouco mais descontraído: os bandidos ainda estão longe
E com este mergulho no passado mais extremo do personagem, vemo-nos no próximo artigo de Secret Origins: Tex Classic.
Saverio Ceri
Encontre todas as outras origens das capas de Tex Classic na rubrica Secret Origins: Tex Classic
[1] Material apresentado no blogue Dime Web em 26/02/2019; Tradução e adaptação (com a devida autorização): José Carlos Francisco.
Copyright: © 2019 Saverio Ceri




