EVOCANDO SÉRGIO TOPPI

Texto da edição nº 14 da revista Bang!, a revista gratuita de informação sobre fantasia, terror e ficção científica editada pela Saída de Emergência, de Abril de 2013

Evocando Sérgio Toppi

João Miguel Lameiras

Se o ano de 2012 foi infelizmente fértil no desaparecimento de grandes nomes da Banda Desenhada mundial, como Jean Moebius Giraud, ou Joe Kubert, cujas mortes tiveram grande destaque mediático, já o falecimento do Mestre italiano Sérgio Toppi, em 21 de Agosto, perto de completar 80 anos, passou relativamente despercebido, pelo menos em Portugal.


Uma lacuna que tentaremos corrigir nesta Bang!, evocando aqui a vida e a obra de Sérgio Toppi, virtuoso desenhador italiano, cujo estilo único e arrojada planificação não deixa ninguém indiferente. Nascido em Milão em 1932, Toppi matriculou-se na Faculdade de Medicina em 1952, para rapidamente descobrir que essa não era de todo a sua vocação. Rapidamente abandonou os estudos para se dedicar à ilustração, campo em que se estreia em 1953, realizando uma série de ilustrações históricas para a reedição da L’Enciclopedia dei Ragazzi, promovida pela editora Mondadori. Enquanto realiza trabalhos para publicações como a revista Topolino, em 1957 arranja emprego no Estúdio de Animação Pagot, dirigido pelos irmãos Pagotto, responsáveis pela primeira longa-metragem italiana de animação, o que não o impede de continuar a trabalhar como ilustrador para a imprensa e para a publicidade e de se estrear na Banda Desenhada em 1960, ilustrando uma biografia em BD de Pietro Micca, uma personagem histórica italiana do século XVII, escrita por Milo Milani para o jornal Corriere dei Piccoli.


Um momento importante da sua carreira na BD, foi o encontro com Sergio Bonelli, personagem incontornável da BD italiana, editor de Tex e Dylan Dog, que contratou Toppi em 1974, para este acabar de desenhar um Western que a morte de Rino Albertarelli deixara incompleta. O ano de 1975, também foi importante para Toppi, pois além de ter ganho o Yellow Kid para o melhor desenhador no Festival de Lucca, começou a colaborar com a revista Sgt. Kirk nesse mesmo ano. Seguir-se-ia a participação na mítica colecção Un Uomo, un’Avventura, onde Bonelli conseguiu a proeza de juntar os mais prestigiados nomes dos fumetti italianos, de Hugo Pratt a Milo Manara, passando por Crepax, Buzzelli, Battaglia, e claro, Toppi, que entre 1976 e 1978 ilustrou os volumes, L’Uomo del Nilo, L’Uomo del Messico e L’Uomo del Paludi, o primeiro dos quais chegaria a Portugal através de uma edição brasileira.


E se os interesses de Toppi estavam algo afastados das grandes séries da Bonelli, a sua amizade com o editor fez com que colaborasse ocasionalmente com a editora da Via Buonarrotti, desenhando histórias para a Ken Parker Magazine, para dois números de Nick Raider, em 1997 e 2001, para o nº 11 da revista Julia, ilustrando uma história de Giancarlo Berardi, que chegou a Portugal, através da edição brasileira da Mythos, que publicou a referida história no nº 11 da revista J. Kendall Aventuras de uma Criminóloga. Toppi tem também o seu nome ligado a outros dois populares personagens da Bonelli, Martin Mystére, de quem ilustrou uma história de 22 páginas para o Almanaque Martin Mystère nº 16, de 1999, posteriormente adaptada a um CD-Rom, e Dylan Dog, que Toppi retratou na capa do Dylan Dog Color Fest nº 3, de 2009, no que seria a sua última colaboração com a editora Bonelli.


Entre a longa colaboração com Il Giornalino, iniciada em 1976, e diversas participações nas principais revistas italianas, como a Sgt. Kirk, Linus, Alter Alter e Corto Maltese, Toppi constrói o seu estilo próprio, em que a rígida divisão da página em tiras e quadrados, dá lugar a uma planificação mais dinâmica e artística, que considera a página como um todo. O aspecto pétreo do seu desenho, em que as personagens parecem cristalizadas numa natureza ameaçadora, também ela fossilizada, o fantástico que emerge das suas histórias, faz da obra de Toppi, algo único e inesquecível.


Infelizmente, essa obra, tão variada que inclui, além de largas dezenas de histórias curtas, coisas tão inesperadas como uma biografia em BD do Papa João Paulo II, nunca conseguiu cativar devidamente o grande público, talvez pela ausência de um herói icónico que o fidelizasse. A obra de Toppi é constituída maioritariamente por histórias curtas, tendo como único personagem recorrente Il Coleccionista, um peculiar coleccionador e aventureiro, misto de dandy e de cowboy, que se estreou em 1982 na revista Orient Express. Um personagem de moral dúbia e passado misterioso, muito longe dos heróis tradicionais com que o leitor facilmente se identifica.


Com o declínio das revistas em Itália, que se acentuou no início do século XXI, Toppi começou a cair no esquecimento no seu país. Algo que não aconteceu em França, graças ao excelente trabalho da editora Mosquito, que a partir de 1997 tem vindo a editar de forma cuidada o seu trabalho (tal como o de outros grandes mestres italianos, como Battaglia e Micchelluzi). Uma parceria feliz, que deu origem a mais de 30 álbuns de BD, entre colectâneas de histórias curtas, até trabalhos feitos directamente para o mercado francês, como a segunda parte de Sharaz’de, ou a quinta aventura do Coleccionador.


Graças às edições da Mosquito, o trabalho de Toppi tem vindo a ser traduzido em diversos países, da Europa, aos Estados Unidos e à China, onde uma exposição das suas obras foi vista por dois milhões de pessoas em apenas cinco dias. Uma merecida consagração que Toppi, já debilitado pelo cancro que haveria de o levar, não pode testemunhar pessoalmente.


Apesar do seu trabalho só agora começar a ser publicado nos EUA, graças à Archaia Press, a sua influência em desenhadores como Walt Simonson, Frank Miller, Bill Sienkiewicz, Ashley Wood, ou Dave McKean (sobretudo numa primeira fase que vai até ao Arkham Asylum) é evidente e assumida pelos próprios, que nunca esconderam a sua admiração pelo trabalho de Toppi.


Walt Simonson, que deu Toppi a descobrir a Frank Miller e Howard Chaykin, quando os três partilhavam um estúdio em Nova Iorque, foi o autor do prefácio à edição americana de Sharaz-De, em que refere que: “as imagens de Toppi são uma mescla evocativa de belos desenhos, texturas, formas, espaço negativo e design. Desenha com uma mistura de contornos, hachuras, manchas de preto cuidadosamente posicionadas e espaços em branco. Ele é um mestre dos espaços em branco. O resultado é um desenho extremamente vivo em cada página, independentemente do assunto”. Já Frank Miller, que dizia que “Toppi faz o impossível parecer fácil”, foi o responsável pela estreia do desenhador italiano no mercado americana, publicando uma ilustração que o Mestre fez de homenagem à série Sin City, no nº 4 da mini-série Sin City: The Big Fat Kill, infelizmente ausente da edição portuguesa da Devir. Mais tarde, será a Marvel a encomendar-lhe as capas da mini-série 1602: The New World, que retoma o conceito, criado por Neil Gaiman, do universo Marvel transposto para o século XVII, ficando-se por aqui a presença do desenhador americano na terra do Tio Sam, até a Archaia começar finalmente a publicar a sua obra em inglês, começando por Sharaz’de, numa bela edição que Toppi já não teve tempo de ver…


Em Portugal, onde a influência do seu traço é visível num autor como Pedro Massano, as histórias de Toppi chegaram através de revistas como Jacto e o Jornal do Cuto, que publicaram algumas histórias curtas e da Colecção A Descoberta do Mundo, da Larrousse, que a Dom Quixote editou em Portugal e em que o nome de Toppi aparece ao lado de ilustres compatriotas seus, como Buzzelli, Manara, ou Battaglia, e do português Eduardo Teixeira Coelho. A última aparição de Toppi em português, deu-se em 1999, no nº 8 da 2ª série da revista Selecções BD, com a história Algarve 1460, protagonizada pelo Infante Dom Henrique, enquadrada por um belo texto de João P. Boléo, que abordava a relação de Toppi com Portugal, que tinha visitado um ano antes de desenhar essa história. Curiosamente, a mesma revista preparava-se para iniciar a publicação de Sharaz’de, a peculiar adaptação das Mil e Uma Noites, que é um dos melhores trabalhos de Toppi, no preciso momento em que falência da editora Meribérica levou ao seu desaparecimento.


Ficaram a perder os leitores portugueses. Os mesmos leitores que, nestas páginas têm finalmente direito a uma pequena amostra do imenso talento de Sergio Toppi, um desenhador, nas palavras de Dave McKean, “capaz de desenhar qualquer coisa e dar-lhe uma solidez e um sentido de movimento que a tornam ideal para contar histórias no formato da Banda Desenhada”.

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Copyright: © 2013 Revista “Bang!“; João Miguel Lameiras;
João Miguel Lameiras é Mestre em História da Arte pela Universidade de Coimbra. Tem desenvolvido uma vasta actividade no campo da Banda Desenhada, como conselheiro editorial, tradutor, argumentista e crítico para diversas editoras e publicações e é sócio-gerente da Livraria Dr. Kartoon. Escreve com frequência no seu blogue Por um punhado de imagens.

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Billy The Kid & Outras Histórias nº 18

Por José Carlos Francisco

A revista brasileira Bill The Kid & Outras Histórias atingiu este mês a edição nº 18, consolidando-se cada vez mais na história da produção brasileira por atingir tantos números, ainda por cima tendo o selo de uma editora alternativa, a Opção 2 do editor Arthur Filho, e por reunir tantos grandes nomes da banda desenhada brasileira, aliás a edição nº18 é um novo marco histórico, pois nunca uma revista independente de faroeste chegou tão longe no Brasil!

Recorde-se que esta colecção nasceu no ano de 2005, quando movido por uma antiga paixão pelos westerns, e vendo que nas bancas de jornais Tex Willer, o herói da Casa Bonelli, era o único título disponível para atender a uma legião de fãs de bang-bang, Arthur Filho decide publicar a revista Billy The Kid & Outras Histórias.

Com uma magnífica capa da autoria de Airton Marcelino e tendo a 2ª capa uma arte de Sandro Marcelo, este número traz histórias de Ailton Elias, Airton Marcelo, Arthur Filho e Elthz. Quem desejar adquirir este número (tem o tamanho 21 x 15 cm, 28 páginas e miolo em papel reciclado) cujo custo é de 7 Reais (moeda brasileira) assim como números anteriores deve fazer os pedidos através do e-mail do próprio editor: arthur.goju@bol.com.br

Publicado o oitavo número da revista italiana “Tex Willer Magazine”

Por José Carlos Francisco

O excelente e prestigiado fórum (italiano) de Tex Willer publicou nesta última quarta-feira, 15 de Maio, a sua oitava edição da revista “TEX WILLER MAGAZINE“, um suplemento (com periodicidade semestral) de informação texiana do fórum texwiller.forumfree.org.

Trata-se de uma iniciativa de vários fãs de Tex, membros do fórum italiano, fruto da paixão e amor por esta histórica personagem criada por Gianluigi Bonelli & Aurelio Galleppini e que é uma vez mais patrocinada também pelo blogue português do Tex!

Tex Willer Magazine nº 8 – Capa de Stefano Babini

A fantástica edição, de 60 páginas, traz uma capa de Stefano Babini e encontra-se disponível GRATUITAMENTE no formato PDF. Para poder ter acesso ao conteúdo total da revista, há que fazer o respectivo download de 126.6 MB, algo que recomendamos porque se trata de uma revista de altíssima qualidade a nível de conteúdo Texiano e que tem sido alvo de grandes elogios, inclusive de membros do próprio staff de Tex e da própria Sergio Bonelli Editore.

Os destaques deste oitavo número vão para a antestreia do Color Tex da dupla Boselli & Ticci com a divulgação de uma página inédita magistralmente desenhada por Giovanni Ticci, para uma excelente biografia sobre a personagem Ely Parker, uma detalhadíssima matéria sobre as primeiras capas de Tex, uma fabulosa entrevista exclusiva com Stefano Babini, autor da capa deste número, um belo dossier dedicado ao consagrado desenhador Fabio Civitelli onde consta também um texto referente a outras actividades inusitadas do autor aretino (assinado por José Carlos Francisco) , uma interessante matéria sobre Raffaele Cormio e ainda uma excelente tripla entrevista com Michele Medda, Mauro Boselli e Claudio Villa a propósito da passagem de Medda por Tex e ainda uma recordação a Decio Canzio a propósito da sua história L’oro di Klaatu.  Tudo isto e muito mais material de qualidade, de que não falamos para deixarmos o prazer da descoberta nas 60 páginas da revista.


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Recordamos uma vez mais e antes de finalizar este anúncio dedicado ao lançamento da revista italiana TEX WILLER MAGAZINE nº 8, que para poder ter acesso GRATUITO ao conteúdo total desta magnífica e IMPERDÍVEL edição nº 8, há que fazer o respectivo download. E depois de fazê-lo pode até transformar esta edição on-line numa belíssima edição de papel, como já o fazem, desde o número 1, alguns pards italianos.

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Jack Tigre e Kit Willer um pouco mais velhos, por AMoreira

Por José Carlos Francisco

AMoreira num Saloon do Velho Oeste

O blogue do Tex apresenta hoje uma fantástica pintura de Jack Tigre e Kit Willer , mas com a particularidade de ambos estarem um pouco mais velhos, talvez depois da aposentadoria de Tex e Carson, da autoria de Antonio Carlos Moreira, mais conhecido por AMoreira, em mais uma bela arte deste talentoso artista brasileiro.

Natural da cidade brasileira de Niterói, no Rio de Janeiro e nascido no dia 18 de Setembro do longínquo ano de 1949,  AMoreira teve como primeira formação profissional, desenhador arquitectónico, e paralelamente a isso, fez o curso de “Desenho Artístico e Publicitário” na Escola Pan-americana de Arte, tentando fazer carreira como ilustrador.

Como essa carreira não foi avante, formou-se em Ciências Contábeis, com Pós-Graduação em Engenharia Financeira, e hoje em vez de ser um desenhador profissional, trabalha na área da contabilidade, mas para nosso gáudio, não deixa de nos brindar com a sua arte, sempre que possível, como já por várias vezes mostramos aqui no blogue do Tex, mas para conhecer melhor o autor de tão inusitada arte do Ranger, leia a entrevista que AMoreira concedeu em exclusivo, ao nosso blogue.

Jack Tigre e Falcão Pequeno, um pouco mais velhos, por AMoreira

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Livro dos recordes aprova A MAIOR COLECÇÃO DE TEX NO BRASIL

*RankBrasil – Recordes Brasileiros aprova o recorde de maior colecção de Tex do Brasil, pertença de ADRIANO RODRIGUES RAINHO

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Por José Carlos Francisco

RankBrasil – Recordes Brasileiros é uma entidade que regista e homologa recordes brasileiros. Conhecida como o “livro dos recordes brasileiros“, é o único sistema de homologação de recordes exclusivamente brasileiros.

Criada em 1999, a entidade não está vinculada ao Guinnes Book, e, apesar de utilizar-se de padrões semelhantes para registar recordes, ela tem o seu próprio sistema de homologação. Por exemplo: Maria Olívia da Silva é reconhecida pelo RankBrasil como tendo 130 anos, mas não o é pelo Guinness Book, o que faria dela a mulher que mais tempo viveu na história.

Tem como é óbvio reconhecimento no Brasil, mas também internacional e na sua próxima edição vai contar também com a presença de Tex Willer, o Ranger criado em 1948 por G. L. Bonelli, porque o recorde da maior colecção de Tex do Brasil foi aprovado pelo RankBrasil. O candidato a esse recorde que agora se tornou um recordista de facto é o pard Adriano Rodrigues Rainho.

Para ser validado este recorde que muito orgulha todos os fãs e coleccionadores de Tex não somente no Brasil, mas um pouco por todo o mundo, Adriano Rodrigues Rainho enviou fotografias, vídeos e muitas informações sobre a sua colecção, composta na data da candidatura por 3092 itens (três mil e noventa e dois itens), inclusive a certificação através de duas declarações por escrito feitas por pessoas conceituadas do Mundo de Tex.

De seguida o blogue português do Tex, que aproveita para enviar os mais efusivos parabéns por mais esta grandiosa conquista deste nosso abnegado pard brasileiro, mostra detalhadamente a listagem dos itens da colecção de Tex de Adriano Rodrigues Rainho que constava na candidatura para análise e que foi comprovada através de fotografias, enviada para o RankBrasil e que passará também a estar incluída  no próximo livro de recordes brasileiros.

Listagem esta que também servirá para cada coleccionador de Tex abalizar  a sua própria colecção, pois caso exista no Brasil uma colecção de Tex maior que a de Adriano Rodrigues Rainho, será muito interessante que outro coleccionador também o comprove, havendo desta forma uma competição sadia e que fará com que o nome do nosso Tex apareça um pouco mais na mídia!

E claro que o blogue português do Tex cá estará para dar conhecimento ao RankBrasil de qual é de facto a maior colecção de Tex no Brasil se alguém comprovar que a sua colecção é ainda maior do que a do Adriano Rodrigues Rainho, colecção que servirá inclusive de ponto de partida, mas o que já ninguém tira ao nosso pard brasileiro é o facto dele ter sido oficialmente o primeiro recordista no que a colecções de Tex diz respeito!

QUANTIDADE DE ITENS DA COLECÇÃO DE TEX WILLER DE ADRIANO RODRIGUES RAINHO

ÁLBUM DE CROMOS (FIGURINHAS) TEX
1 COMPLETO
1 COMPLETO COM CARIMBO CORTESIA DO EDITOR
1 VAZIO
174 CROMOS (FIGURINHAS) AVULSOS
TOTAL DE 177 ITENS

ALMANAQUE TEX BRASILEIRO
DO Nº 1 AO 40 + O Nº 1 REEDIÇÃO
TOTAL DE 41 ITENS

ALMANAQUE TEX ITALIANO
TOTAL DE 13 ITENS

CHET – COLECÇÃO FEITA EM CIMA DO SUCESSO DE TEX – TEX ESCRITO AO CONTRÁRIO COM CH AO INVÉS DE X
DO Nº 1 AO 22 + 1 ESPECIAL
TOTAL DE 23 ITENS

COLLEZIONE STORICA A COLORI ITALIANA
DO Nº 1 AO 239
TOTAL DE 239 ITENS

COLLEZIONE STORICA A COLORI ITALIANA ESPECIAL
DO Nº 1 AO 25
TOTAL DE 25 ITENS

FOLDERS, CARTÕES POSTAIS, CATÁLOGOS ITALIANOS
TOTAL DE 126 ITENS

IL MONDO DE TEX, ESTATUETAS, FASCÍCULOS E CERTIFICADOS DE GARANTIA
40 ESTATUETAS
40 CERTIFICADOS DE GARANTIA COM NUMERAÇÃO DIFERENTES
40 FASCÍCULOS
TOTAL DE 120 ITENS

INFINITE STATUE
3 ESTATUETAS GIGANTES
3 CAIXAS PERSONALIZADAS
TOTAL DE 6 ITENS

ITENS DIVERSOS ESPECIAIS BRASIL
TOTAL DE 52 ITENS

ITENS DIVERSOS ESPECIAIS ITALIANOS
TOTAL DE 27 ITENS

MAXI TEX ITALIANO
11 ITENS

OS GRANDES CLÁSSICOS DE TEX
DO Nº 1 AO 28
TOTAL DE 28 ITENS

PÓSTERS ITALIANOS E BRASILEIROS
TOTAL DE 48 PÓSTERS

RAYO ROJO TEX ARGENTINO
TOTAL DE 336 ITENS

REVISTAS E LIVROS DE OUTROS PAÍSES
TOTAL DE 42 ITENS

REVISTAS E LIVROS ESPECIAIS BRASILEIROS
TOTAL DE 45 ITENS

REVISTAS E LIVROS ESPECIAIS ITALIANOS
TOTAL DE 62 ITENS

REVISTAS JUNIOR DÉCADA DE 50
TOTAL DE 277 ITENS

TEX  1ª EDIÇÃO
DO Nº 1 AO 490 + O Nº 500
TOTAL DE 491  REVISTAS

TEX 2ª EDIÇÃO
DO Nº 1 AO 149 + O Nº 94A
TOTAL DE 150 REVISTAS

TEX ANUAL
11 ITENS

TEX COLEÇÃO
DO Nº 1 AO 280 + O Nº 300
TOTAL DE 281 ITENS

TEX – COLECÇÃO ITALIANA
TOTAL DE 135 ITENS

TEX NUOVA RISTAMPA ITALIANO
TOTAL DE  49 ITENS

TUTTO TEX ITALIANO
TOTAL DE 5 ITENS

TEX TRÊS ESTRELAS ITALIANO

TOTAL DE 3 ITENS

TEX SELEÇÃO E OS AVENTUREIROS
TOTAL 6 ITENS

TEX EDIÇÃO HISTÓRICA
DO Nº 1 AO 79 MENOS O Nº 8
TOTAL DE 78 ITENS

TEX EM CORES – EDITORA GLOBO

TOTAL 6 ITENS

TEX ESPECIAL COLORIDO – EDITORA MYTHOS
TOTAL DE 8 ITENS

TEX ESPECIAL DE FÉRIAS
TOTAL DE 8 ITENS

TEX GIGANTE BRASIL – EDITORA GLOBO
TOTAL DE 7 ITENS

TEX GIGANTE BRASIL – EDITORA MYTHOS
TOTAL DE 27 ITENS

TEX GIGANTE ITALIANO
TOTAL DE 22 ITENS

TEX MINI-SÉRIES
TOTAL DE 6 ITENS

TEX OURO
TOTAL DE 48 REVISTAS

ESPAÇO TRIBUTO A SERGIO BONELLI – EXPOSIÇÃO QUADRINHOS 51
TOTAL DE 14 ITENS

EXPOSIÇÃO PORTUGAL – VISEU
TOTAL DE 4 ITENS

EXPOSIÇÃO TEX 500 BRASIL
TOTAL DE 11 ITENS

FOTOS ESPECIAIS
TOTAL DE 17 ITENS

VÍDEOS
TOTAL DE 7 ITENS

TOTAL GERAL DE 3092 ITENS (TRÊS MIL E NOVENTA E DOIS ITENS).

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