No próximo mês de Janeiro, mais precisamente no dia 7, a Sergio Bonelli Editore irá publicar a edição número 639 de Tex, intitulada “Nei bassifondi di San Francisco” que contém a terceira parte da história “El Supremo“, escrita por Mauro Boselli e desenhada por Maurizio Dotti (que se estreou na série principal de Tex após em 1995 ter realizado as páginas a lápis da história de Tex escrita por Mauro Boselli, “Glorieta Pass”, publicada no Almanacco del West de 1998 com arte final de Alarico Gattia) e cuja capa, como todas posteriores ao número 400, é da autoria do conceituado desenhador Claudio Villa, capa essa que divulgamos hoje aqui no blogue do Tex acompanhada da capa original pintada pelo próprio Claudio Villa tal como temos feito com alguma regularidade devido à gentil cortesia de Villa que nos tem dado a conhecer nos últimos tempos as suas cores originais das capas que vai produzindo para Tex.
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Nestas capas e cores que temos dado a conhecer com alguma regularidade aos nossos leitores aqui mesmo no blogue português do Tex elas têm gerado um grande número de comentários e na esmagadora maioria dos casos é considerada pelos fãs e coleccionadores do Ranger como sendo infinitamente superior a colorização original do Maestro italiano em relação à colorização digital realizada na Sergio Bonelli Editore, mas com relação a esta capa divulgada hoje (Tex nº 639), qual a sua opinião, caro leitor?
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Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente? Sandro José Piola: O meu nome é Sandro José Piola. Nasci em Antônio Prado, Estado brasileiro do Rio Grande do Sul, tenho 39 anos e actualmente resido em Passo Fundo, também no Rio Grande do Sul. Sou servidor público. Casado, tenho dois filhos, um menino de 6 meses e uma menina de 4 anos.
Quando nasceu o seu interesse pela Banda Desenhada? Sandro José Piola: Sempre gostei das histórias aos quadradinhos. A associação de texto e imagem dá asas à imaginação. Na infância tive acesso a poucas revistas, mas o suficiente para pegar gosto pela banda desenhada. Lembro que tentava copiar os quadradinhos da Disney, com lápis, papel e utilizando o vidro da janela para dar transparência.
Quando descobriu Tex? Sandro José Piola: Na década de 80. O meu irmão que trabalhava na cidade comprou dois exemplares: Tex 101 O Filho de Mefisto e Tex 104 A Volta de Montales. Li várias vezes as mesmas, mas não sabia a conclusão da história, ficava só imaginando o desfecho. Em 1989 comprei num sebo (alfarrabista) a história de El Muerto. Na década de 90, já morando na cidade, os meus pais ainda moram no interior, vi nas bancas os primeiros números da Edição Histórica. Comecei a coleccionar, mas apenas a Edição Histórica. Em 2011, já estabelecido na vida, comecei a coleccionar as outras edições.
Porquê esta paixão por Tex? Sandro José Piola: O gosto pelas aventuras de Tex deriva de uma associação de factores. A época em que se passam as histórias (a conquista do velho Oeste), as personagens envolvidas (índios, mexicanos e caras-pálidas), a natureza ainda sem a intervenção do homem, a vida simples das personagens. Também porque nasci no interior, ia para a roça a cavalo, fazia arco e flecha para brincar.
O que tem Tex de diferente de tantos outros heróis dos quadradinhos? Sandro José Piola: Tex não tem poderes especiais, conta apenas com uma boa dose de sorte. Ainda tem uma capacidade estratégica muito superior aos seus adversários, o que no fim leva o nosso herói a conseguir superar o número quase sempre maior de adversários.
Qual o total de revistas de Tex que você tem na sua colecção?E qual a mais importante para si? Sandro José Piola: Possuo quase todas as histórias lançadas no Brasil do Tex num total de 467 revistas sendo 85 do Tex Edição Histórica; 100 do Tex Coleção; 12 do Tex em Cores; 63 do Tex Ouro; 14 do Tex Anual; 26 do Tex Gigante; 32 do Almanaque Tex e 135 do Tex Normal. A mais importante é a Tex 300, talvez pela excelente capa e história. Montei a minha colecção quase que exclusivamente com as revistas da Mythos. A Mythos já lançou quase todas as histórias de Tex, não me incomoda o facto de ser em várias edições. Completas tenho a Edição Histórica, Tex Anual, Tex Ouro, Tex em Cores e Tex Gigante.
Colecciona apenas livros ou tudo o que diga respeita à personagem italiana? Sandro José Piola: Apenas as revistas.
Qual o objecto Tex que mais gostava de possuir? Sandro José Piola: A próxima edição em banca é o que eu mais gosto.
Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia? E o argumentista? Sandro José Piola: Eu aprecio todas as histórias que envolvem Tex e Mefisto. Além disso posso destacar a história O passado de Carson. O desenhador que mais aprecio é o Villa. Como argumentista, é claro, Bonelli Pai. As últimas edições que saíram na Itália também são excelentes.
O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos? Sandro José Piola: O que mais me agrada são os cenários e as estratégias do Tex para vencer os inimigos. O que menos me agrada são os finais de histórias nas quais os vilões morrem tragicamente, caem em penhascos, morrem afogados, em incêndios. Prefiro que sejam presos ou duelem com os pards. Também não me agradam os cigarros e os palavrões. Nas décadas passadas até dá para admitir o uso de cigarros, mas agora não vejo porque mantê-los.
Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que é? Sandro José Piola: Um conjunto de factores levam Tex a ser o ícone que é. Argumentistas, desenhadores, editora e principalmente os fãs que mantêm viva a chama das aventuras de Tex Willer.
Costuma encontrar-se com outros coleccionadores? Sandro José Piola: Não, conheço apenas um coleccionador. Quando vai alguma pessoa de mais idade lá em casa prestar algum serviço e vê a minha colecção de Tex, vários falam que já leram muito Tex, mas que agora não lêem mais. Alguns apresentam o Tex para os filhos, mas não há interesse.
Para concluir, como vê o futuro do Ranger? Sandro José Piola: Vejo um futuro promissor para o nosso herói. A Internet é a melhor forma de divulgação de Tex e acredito que novos fãs conheçam Tex principalmente por meio desta mídia.
Prezado pard Sandro José Piola,agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.
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Feliz aniversário para José Carlos Francisco, por Catherine Labey e Jorge Magalhães
Mais um aniversário e mais uma vez a minha esposa, Fátima e as minhas filhas, Andreia Sofia e Ana Beatriz resolveram oferecer-me um presente bem Texiano e que fizesse jus à minha paixão pelo Ranger criado em 1948 por G. L. Bonelli e realizado graficamente por Aurelio Galleppini… é que este ano para comemorar os meus46 anos(feitos hoje, sexta-feira, dia 13 de Dezembro) de existência elas elegeram um novobolo TEXianocomo o presente que me queriam oferecer para comprovar uma vez mais que apesar de Tex fazer parte integrante da minha vida, a família não tem ciúmes desta paixão pelo Ranger e que até incentiva para o facto de Tex estar sempre presente nos momentos mais especiais e deste modo também aproveitaram este dia tão especial (para mim), para homenagear o Ranger que tem como lema a lei, justiça, humanidade e amizade e que assume, simultaneamente, o papel de justiceiro, investigador e até de chefe índio, sob o nome de Águia da Noite e que convive comigo há mais de 30 anos e que também me ajudou a ser a pessoa que sou, moldando-me, isto porque Tex é para mim um irmão mais velho e um verdadeiro Amigo de todas as horas, estando sempre presente em todos os momentos.
Bolo de aniversário TEXiano pelos 46 anos de José Carlos Francisco
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Uma paixão resultante de um amor à primeira vista, uma vez que fiquei cativado pela personagem assim que li a sua primeira história, quando, em 1980, os meus avós foram morar para Vila Nogueira de Azeitão e durante as limpezas no sótão da habitação descobri uma velha caixa com dezenas de livros de banda desenhada no seu interior, entre elas o Tex 94, “Pacto de Sangue”, uma aventura completa e que apresentava o casamento de Tex.
Essa paixão continua até hoje, como facilmente podem constatar, tanto que Tex não me proporciona apenas horas de leitura apaixonada mas porque através dele, são inúmeros os Amigos que tenho feito ao longo dos anos em vários países do mundo e isto leva-me à feliz conclusão de que, afinal, vale a pena dedicar-nos a algo que gostamos e que nos dá prazer, para mais quando isso nos permite concretizar muitas e boas amizades e passar momentos de inesquecível envolvimento, como provam os grandes Amigos Jorge Magalhães e Catherine Labey que me presentearam com um magnífico e especial cartão texiano de aniversário baseado na capa do Tex Gigante nº 26, como também se pode constatar a ilustrar este meu texto.
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Mas voltando ao bolo de aniversário, para escolher a ilustração de Tex que iria embelezar e tornar especial o bolo do meu aniversário, as minhas princesas recorreram aos vários desenhos de Tex que eu possuía elegendo um belo desenho celebrativo dos 4 pards, da autoria de Claudio Villa e que foi publicado na Itália como mini-póster, em Tex Nuova Ristampa #300 e que acabou ficando uma verdadeira obra de arte e ainda por cima, comestível!
Quanto a vocês, dilectos pards, são servidos? Bom apetite!
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TEX Nº 71 – ASSALTO AO TREM1 Editora: Vecchi Ano publicação: Janeiro de 1977 Formato:13,5×17,5 cm – 160 páginas Argumento: G.L. Bonelli Arte: Giovanni Ticci Capa: Aurelio Galleppini
TEMA ABORDADO
Assalto ao trem; O primeiro assalto que há registo a um comboio em movimento nos EUA aconteceu em Indiana, em 1866, levado a cabo pelos irmãos Reno. Com este novo método de assalto, fácil e sem grandes riscos, os irmãos iniciaram uma onda de assaltos nas duas semanas seguintes. O pico deste tipo de roubos nos EUA foi atingido na década de 1890, com os bandos dos assaltantes a dominarem determinados territórios: Os irmãos Reno eram responsáveis pelos assaltos ao sul de Indiana, os Farringtons no Kentucky e Tennessee e o bando de Jesse James pelos Estados do Centro Oeste. A partir de 1920, com a maioria dos famosos assaltantes de comboios, incluindo Butch Cassidy, Sundance Kid e os outros membros da quadrilha “Wild Bunch” presos ou mortos, este tipo de assaltos entrou em declínio devido à introdução dos “traveller`s checks” e ao aumento da segurança, com recurso a detectives privados.
O assalto ao trem pagador ocorrido em Inglaterra há cinquenta anos foi considerado o roubo do século. Um grupo de dezassete criminosos entre eles, Ronald Biggs e Bruce Reynolds, em 8 de Agosto de 1963, interceptou e roubou o trem que transportava os depósitos bancários da Escócia para Londres. Do dinheiro roubado, ao valor de hoje cerca de 47 milhões de euros, apenas uma pequena parte foi recuperada.
O cinema desde muito cedo começou a transpor este assunto para as telas! “The great train robbery”, é um pequeno filme mudo e a preto e branco, de 1903, cerca de doze minutos, talvez o primeiro a abordar o tema. Passado mais de um século, foram produzidos dezenas de filmes a explorarem este assunto, a grande maioria a terem como cenário os EUA nos finais do século dezanove, inicio do século vinte.
SINOPSE
A quadrilha de Runyon assalta o trem da Southern Pacific que transporta 80.000 dólares em ouro no antigo posto de mudas, das diligências da Wells Fargo de Pantan. Povoação que foi abandonada com a introdução da linha férrea, passando a funcionar apenas como posto de abastecimento da companhia. Graças ao conhecimento das entradas da caverna chamada “a toca dos bandidos”, os assaltantes iludem os perseguidores entre os quais se encontram Tex e Carson. São capturados vários dias depois em Wilcox, onde pararam para festejar e como consequência de se terem vangloriado de terem enganado os homens do xerife de Tucson.
Após o tiroteio que precede a captura do bando, o único sobrevivente ao ser interrogado afirma desconhecer a localização do roubo, mas, inadvertidamente refere a existência de um quinto elemento. Greg Carver é então condenado a vinte e oito anos de prisão em Yuma pela sua participação no assalto e por não ter revelado a localização do ouro roubado. Com a colaboração de Ben Farrel e da Well`s Fargo, Tex elabora um ardiloso plano que envolve diversos agentes, para proporcionar a Greg Carver a ilusão de segurança e liberdade, levando-o a involuntariamente revelar, a localização do ouro roubado e a identidade do cúmplice na sombra.
ARGUMENTO
Giovanni Luigi Bonelli pega num facto ocorrido, o assalto ao trem em Pantan, para nos contar uma belíssima história, muito mais abrangente do que um simples roubo de comboios. Esta é uma história curta para os padrões texianos, das pouco mais de cento e quarenta páginas, uma dezena é dedicada ao assalto, cerca de sessenta e cinco ao assalto e à captura dos assaltantes, as restantes às acções efectuadas para recuperar o ouro roubado.
Bonelli escolheu utilizar o trem como alvo do roubo, mas para o desenrolar da história, poderia ter utilizado um banco ou uma diligencia, pois o resultado final seria idêntico. Na verdade, “Assalto ao trem” é sobre a recuperação do produto do roubo, do plano meticuloso, do planeamento e da execução, do envolvimento de diversas entidades que unem esforços para conseguirem de volta o ouro roubado e não sobre um assalto.
Um argumento simples, linear, apenas com dois saltos temporais, sem histórias paralelas e sem recurso a flash-backs, em que o leitor é sempre mantido na ignorância até quase ao final, sobre duas questões cruciais: Onde se encontra o produto do roubo e quem é o cúmplice. Quanto ao roteiro, alterna a rápida progressão dos eventos, com pausas, utilizadas pelo autor para fazer pontos de situação quer através de diálogos entre as personagens, quer com a introdução de legendas e cartuchos, por vezes sobrecarregando as pranchas. As personagens introduzidas têm potencial mas são pouco exploradas, provavelmente devido ao reduzido numero de páginas que compõem a história, no entanto, a não existência de personagens secundárias carismáticas não diminui a qualidade do argumento.
Quanto ao protagonista, é-nos revelado uma faceta mais humana, menos brigão e interventivo, sendo inclusive relegado para segundo plano em grande parte da história, ficando na sombra, enquanto diversas personagens secundárias armam a teia, que permitirá capturar o misterioso cúmplice e, recuperar o ouro roubado.
ARTE
A trama é rica em cenários, dos mais diversos, desde o ambiente ferroviário em Tucson, à cidade fantasma de Pantan, às regiões áridas onde decorrem as perseguições, à caverna onde se refugiam os assaltantes, até ao citadino Wilcox ou ao presidiário. Ticci è um desenhador bastante versátil, dono de um traço limpo e detalhado, sente-se confortável em todos estes ambientes e enquadramentos, proporcionando pranchas de grande beleza, realistas, impregnadas de detalhes e conseguindo transmitir a sensação de movimento.
A composição das personagens é bem conseguida, todas bem caracterizadas, incluindo as secundárias. Quanto ao protagonista, Ticci continua à procura do “seu Tex”, opta pela primeira vez por um rosto mais arredondado e sorridente e, principalmente, mantem as feições ao longo de toda a história, contrastando com trabalhos anteriores como: “Na noite dos assassinos” e “Kento não perdoa”, onde desenha Tex com um rosto estreito e cumprido e em determinadas vinhetas, quase irreconhecível. O trabalho de Ticci só perde um pouco o brilho nas pranchas sobrecarregadas de texto. seria preferível aumentar o numero de páginas, introduzindo vinhetas nessas pranchas para diluir o texto e fazer sobressair a arte, que é fantástica.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
História recomendada para quem não conhece Tex, capaz de agradar a todos os gostos e na minha opinião, uma das mais adequadas da série para a transposição para a nona arte. O tema, o ritmo narrativo, os diversos cenários que possibilitariam excelentes imagens e o suspense criado pela localização do ouro e pela identidade do quinto cúmplice, são ingredientes que poderiam contribuir para um excelente filme.
“Assalto ao trem“ é assim a prova, que uma boa história de banda desenhada não necessita necessariamente de um argumento rebuscado, com uma trama muito elaborada e com episódios paralelos a rivalizarem com o principal. Esta história é um casamento bastante feliz entre um argumento bem construído apesar de linear, com os belíssimos desenhos de Ticci, neste seu sexto trabalho a desenhar Tex, para mim, o melhor até então.
1 – História publicada originalmente em Setembro e Outubro de 1975 em Itália, nos números 179 e 180 da colecção Tex. No Brasil houve uma 2ª edição também pela editora Vecchi, em Abril de 1982 e recentemente foi republicada em Tex Colecção, pela Mythos Editora, nos números 231 e 232 em Abril e Maio de 2006.
(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas) . [1] Texto de Sérgio Madeira Sousa apresentado no blogue Thebonelliemporium em 18 de Novembro de 2013.
O blogue do Tex dá hoje a conhecer o resultado de uma tarde de estudos de Tex e do traço de Claudio Villa, da autoria de Daniel Brandão (na foto ao lado na companhia do consagrado desenhador Ivo Milazzo durante o FIQ de Belo Horizonte deste ano, realizado entre os dias 13 e 17 de Novembro), consagrado artista brasileiro que nasceu a 3 de Novembro de 1975 na cidade de Fortaleza, capital do Ceará, um Estado nordestino brasileiro.
Daniel Brandão, trabalha como autor de banda desenhada há quase duas décadas, tendo inclusive em 2000 ido estudar na Joe Kubert School, nos Estados Unidos da América e é proprietário de um estúdio com o seu próprio nome, o Estúdio Daniel Brandão de Quadrinhos e Artes Gráficas, sendo também um grande fã de Tex, assim como dos fumetti em geral e cuja entrevista concedida em 2008 ao nosso blogue pode ser vista clicando aqui.
Daniel Brandão – Uma tarde de estudos de Tex e do traço de Claudio Villa
Para maiores informações sobre a sua carreira, os seus cursos ou para ver alguns trabalhos do próprio Daniel Brandão, acesse www.estudiodanielbrandao.com.
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