EXCLUSIVO MUNDIAL: Os primeiros estudos de Laura Zuccheri para o seu Tex Gigante

Depois de ter sido a primeira mulher a desenhar uma capa de Tex, Laura Zuccheri começará em Janeiro de 2014 a desenhar uma aventura do Ranger para a série Tex Gigante.
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Por José Carlos Francisco

Laura Zuccheri

LAURA ZUCCHERI tornou-se oficialmente a primeira mulher a desenhar o mítico Ranger criado em 1948 por G. L. Bonelli quando em Novembro a Sergio Bonelli Editore publicou o nº 4 da série Color Tex, que conteve quatro histórias curtas (32 páginas cada) de Tex, cuja capa foi de sua autoria.

Depois desta façanha histórica LAURA ZUCCHERI continua a fazer história na longa saga (com mais de 65 anos) de Tex Willer já que foi convidada para desenhar um Tex Gigante, convite que a autora italiana (nascida em 1971 em Budrio, cidade italiana da região da Emília-Romanha, província de Bolonha, vivendo actualmente na Alemanha) aceitou de pronto a ponto de começar já em Janeiro de 2014 a desenhar as primeiras páginas da história escrita por Mauro Boselli e que deverá demorar dois a três anos a ser concluída mas o blogue português do Tex já hoje EM RIGOROSO EXCLUSIVO MUNDIAL publica os seus primeiros estudos de Tex de modo a que os nossos leitores fiquem já a conhecer o Tex de Laura Zuccheri que deste modo realiza um velho sonho já que o seu pai foi quem a fez enamorar-se pelo Ranger uma vez que é um verdadeiro coleccionador de Tex (compra tudo que diga respeito a Tex), se bem que o seu pai desejava que a filha fosse uma jogadora de basquetebol, desporto que Laura Zuccheri praticou (e segundo soubemos, com muita mestria) dos 13 aos 18 anos… ele cujo sonho quando criança era precisamente ser desenhador de banda desenhada e que deste modo ficou eufórico quando a filha lhe confidenciou que ia desenhar Tex.

Estudos do Tex de Laura Zuccheri para o seu Tex Gigante

Neste seu regresso ao Western (Laura sempre foi uma apaixonada pelo género tendo inclusive desenhado Ken Parker antes de se cimentar com a criminóloga Júlia Kendall) considera “Tex um compromisso muito difícil mas onde se esforçará para alcançar um bom equilíbrio entre a própria personalidade e aquela do Ranger” e afirmando que o seu Tex “Será aventureiro, duro e puro, sem fraquezas sentimentais mas ao mesmo tempo divertido. Uma espécie de Clint Eastwood com um sarcasmo todo próprio“.

Estudos do Tex de Laura Zuccheri para o seu Tex Gigante

Laura Zuccheri adora desenhar a natureza e consequentemente está favorecida em desenhar o género western, mas para desenhar este Tex Gigante necessita de estudar o vestuário, as armas, os chapéus e as paisagens e para isso recorrerá a filmes de faroeste assim como a livros, fotografias da época e ao estudo das personagens como os que damos então hoje a conhecer em mais um exclusivo do blogue do Tex!

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Os decalques de Tex Willer que nunca chegaram a ser comercializados

Por José Carlos Francisco

A decalcomania é o processo que permite transferir por pressão imagens para outra superfície e os decalques de Tex Willer produzidos pela Interpress Italia, em 1978, constituídos por duas belas figuras do Ranger (caminhando e em plena acção) da autoria de Aurelio Galleppini e o respectivo logótipo de Tex (a vermelho) recortados e destacáveis em papel adesivo removível com 12,4×18 cm são dos itens mais raros e valiosos para os fãs e coleccionadores de Tex porque podem atingir a astronómica cifra de 900 Euros em virtude da falência da empresa italiana o que originou que o produto texiano nunca chegasse a ser comercializado. Mas apesar disso, o blogue português do Tex dá a conhecer aos seus leitores o protótipo dos decalques do Ranger, devidamente perfeito e embalado originalmente em 1978:

Decalques de Tex que nunca chegaram a ser comercializados

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As Leituras do Pedro: Tex Ouro #64 – A tragédia do Trem 809

As Leituras do Pedro*

Tex Ouro #64: A tragédia do Trem 809
Boselli
(argumento)
Marcello
(desenho)
Mythos Editora
Brasil, Janeiro de 2013
135 x 175 mm, 160 p., pb, brochado
R$ 16,40 /
8,00 €

Leitor regular de Tex, em parte para alimentar o fascínio que o western sempre exerceu sobre mim, aprendi a conhecer as qualidades e limitações das aventuras do ranger.

No entanto, ao longo dos anos que já levo de seu leitor poucas foram as histórias que me prenderam e me obrigaram a uma leitura num só fôlego.

Esse foi o caso de “A tragédia do Trem 809”, actualmente distribuída em Portugal, que exemplifica bem aqueles que são (talvez…) os dois factores mais importantes da escrita de Mauro Boselli enquanto argumentista de Tex e que contribuíram decisivamente para uma certa renovação que conseguiu introduzir numa série com já algumas décadas.
Mais explicações já a seguir.

Refiro-me aos argumentos consistentes, bem desenvolvidos, com diferentes ritmos ao longo das páginas em função da forma como o enredo se desenvolve, e, principalmente, à nota de originalidade que conseguiu introduzir em muitas das suas histórias, sem qualquer descaracterização da personagem (bem pelo contrário).


Neste caso, narra o descarrilamento de um comboio involuntariamente provocado por assaltantes, seguido de uma avalanche de neve que deixa uns poucos sobreviventes – entre os quais Tex, com um braço partido – à mercê dos elementos e de seres humanos que desejam a qualquer custo o cofre que se encontra no interior do comboio.

A necessidade de superação constante, o desafio permanente, as condições extremas e os perigos sucessivos fazem, por isso, desta história – em especial da sua primeira metade – um dos grandes momentos da longa saga texiana que vem a ser escrita há mais de 60 anos.

.*Pedro Cleto, Porto, Portugal, 1964; engenheiro químico de formação, leitor, crítico, divulgador (também no Jornal de Notícias), coleccionador (de figuras) de BD por vocação e também autor do blogue As Leituras do Pedro.

Duplo puzzle de Tex e Zagor

Por José Carlos Francisco

Um puzzle (palavra inglesa) é um jogo onde um jogador deve resolver um problema proposto já que as peças devem ser combinadas de modo a formar uma estrutura pré-determinada. Nesse tipo de jogo, o raciocínio é bem mais importante do que a agilidade e a força física. Os puzzles são normalmente usados como passatempo.

Os puzzles são mundialmente conhecidos e fazem a diversão de todas as pessoas. É um excelente jogo de tabuleiro que estimula a memorização e desafia os participantes a só desistirem quando o jogo estiver completado, afinal não há nada mais gratificante do que ver todas as peças  juntas e a imagem do puzzle finalmente formada.

Duplo puzzle – Face 1 com Tex

A invenção deste jogo de peças chamado de puzzle foi atribuída a John Spilsbury, em 1760. Ele era um cartógrafo que um dia teve a ideia de recortar mapas que representavam diversos países do mundo e vendê-los como meio lúdico de ensinar cartografia para as crianças. Ele cortava as peças com uma serra chamada de jigsaw; foi daqui que se originou o nome puzzle jigsaw. A palavra puzzle em inglês realmente significa enigma ou quebra-cabeças, e jigsaw era o formato diferente em que as peças eram cortadas para se encaixar depois.

Os puzzles são muito utilizado e recomendados não só para as crianças, mas também para os adultos, já que desenvolve as habilidades motoras, visuais e sociais. Ou seja, o puzzle não é um mero jogo divertido, ele é uma excelente fonte para treinar as habilidades e desenvolver a mente sobretudo das crianças já que ajuda a desenvolver a capacidade de concentração delas  uma vez que exige que ela pense para poder encaixar as peças umas nas outras para que fiquem correctas e assim formem o desenho descrito na caixa. Alguns psicólogos ainda afirmam que os puzzles auxiliam no processo de amadurecimento e a resolução das questões de cunho psicológico. Tudo isso aliado à diversão do jogo.

Duplo puzzle – Face 2 com Zagor e Chico

Pois bem, tudo isto para dizer que Tex Willer também tem os seus puzzles, e hoje damos conhecimento de um duplo puzzle, de Tex e Zagor, que nunca chegou a ser posto à venda, apesar de ter sido produzido nos finais da década de 70 do século passado. Daí a extrema raridade deste item, idealizado pela Interpress Italia, com dupla face: Tex no lado 1 (com a particularidade de reproduzir a primeira capa de Tex no Brasil) e Zagor (com Chico) no lado 2 e cujas dimensões são 17,2×24,6 cm e que podem valer entre 475 e 1000 Euros no valiosíssimo mercado do coleccionismo bonelliano.

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