Tex: Um 2014 de aventuras

Hoje no blogue do Tex vamos lançar um olhar à programação OFICIAL* das edições de Tex em 2014 para descobrir em antestreia, através de uma viagem de várias etapas, o que Tex oferecerá aos seus leitores nos próximos doze meses.

O 2014 de Tex

Por Mauro Boselli

Felizmente os seus nervos são de aço e os seus Colts rápidos a vomitar chumbo! Porque, entre intrigas políticas, retorno de velhos inimigos, viagens aos confins do país, revoltas índias e encontros sobrenaturais, Tex e os seus pards estão a iniciar um ano verdadeiramente perigoso!

Tex em 2014, um ano cheio de acção

A nossa atenção de leitores dificilmente não estará no ápice entre as rochas infestadas de tubarões na Ilha da Neblina. Os nossos nervos (bem mais frágeis do que os de Tex e seus pards) serão submetidos a uma dura prova nos pântanos do México infestados da Estirpe do Abismo, apesar da presença do sábio Morisco (e do sombrio Eusébio). É possível que a nossa fé na rectidão moral dos pródigos cavaleiros vermelhos vacile quando descobrirmos que a traição serpenteia na reserva Apache, que uma falsa acusação causou vítimas inocentes e que alguém trama com os ferozes  invasores Netdahe. Um arrepio de terror nos invadirá quando descobrirmos que um antigo e misterioso castelo da Velha Europa foi reconstruído pedra por pedra num vale remoto do Sudoeste. E o que dizer da evasão de Yuma de um bem conhecido jovem assassino, apoiado desta vez dos também letais irmão e irmã? Ou da sangrenta vingança do povo Comanche guiado por um guerreiro ressuscitado dentre os mortos? Uma sinistra intriga irá conduzir-nos ao longo do rio Mississippi a bordo de uma sala de jogos flutuante, enquanto uma vez mais os tambores de guerra ressoam nas terras dos Utes!

Mas nada de medos. Tex estará ao nosso lado, mês após mês, audaz e seguro de si como sempre, e, como sempre, determinado a fazer triunfar a verdade e a justiça!

Veja de seguida, seis páginas inéditas de seis histórias a serem publicadas este ano (Para aproveitar a extensão completa das imagens que se seguem, clique nas mesmas):


.


.


.
*
Texto apresentado no sítio da Sergio Bonelli Editore em 8 de Janeiro de 2014.
Tradução e adaptação a cargo de José Carlos Francisco.
Copyright: © 2014, Sergio Bonelli Editore S.p.A.

Vídeo: Tex contra El Muerto

O duelo final entre TEX e Paco Ordoñez… o EL MUERTO!

Hoje damos a conhecer no blogue do Tex, um fantástico vídeo, realizado durante o 1º Festival de Banda Desenhada que se realizou em Dezembro passado na cidade italiana de Piacenza, vídeo esse que retrata um dos maiores duelos do ranger : Tex contra El Muerto e que ocorreu durante o último dia da mostra intitulada “Tex e os Heróis do Oeste”, organização da Associação Ora Pro Comics.

James Tex Western na pele de Tex Willer

Trata-se do mítico duelo de Tex Willer (interpretado por James Tex Western) contra Paco Ordoñez, mais conhecido como El Muerto (interpretado por Lorenzo Bolzoni) ocorrido no cemitério de Pueblo Feliz e que teve um velho medalhão musical como “juiz”. O mais inolvidável duelo da saga de Tex e que não pode deixar de ser apreciado por todos aqueles que desde sempre ficaram fascinados por esta dramática história de violência e vingança, uma das mais valorizadas pelos leitores em toda a vida de Tex Willer e que foi escrita por Guido Nolitta e desenhada magistralmente por Aurelio Galleppini, que encantou e continua a seduzir todas as gerações de Texianos.

Lorenzo Bolzoni interpretando Paco Ordoñez, mais conhecido como El Muerto

Neste fantástico vídeo podemos ver toda a dramaticidade cinematográfica da cena devido a um uso praticamente perfeito na escolha de tempos, imagens e sons:

(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)

Entrevista com o fã e coleccionador: Olímpio Constâncio

Entrevista conduzida por José Carlos Francisco.

Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu?
O que faz profissionalmente?

Olímpio Constâncio: Nasci em Portugal no século passado e estou actualmente desempregado.
O meu último trabalho foi na gestão de uma pequena empresa de limpeza onde ainda sou sócio, mas devido ás actuais dificuldades no mercado estamos a encerrar a actividade.
Não gosto muito de falar de mim mesmo, mas descrevo-me como um puro Escorpião de signo (não que eu ligue aos signos) o melhor amigo do meu amigo, e a pior pessoa do mundo para quem me pisa os calos.
O resto as pessoas que avaliem por si.

Quando nasceu o seu interesse pela Banda Desenhada?
Olímpio Constâncio: Cerca dos 4 anos de idade, ainda sem saber ler, deliciava-me a seguir as imagens em quadradinhos e a imaginar as histórias.
Depois de aprender a ler o vício tornou-se incontrolável, lol…
Foi engraçado verificar que algumas personagens que imaginava serem os “bons da fita” afinal eram os maus e vice-versa, lol…

Quando descobriu Tex?
Olímpio Constâncio: Devia ter por volta dos meus 6 ou 7 anos, nessa altura com 100 escudos que os meus pais me davam conseguia comprar todos os livros de banda desenhada que queria e ainda ficava com troco, pelo que fui coleccionando todas as edições de BD que via à venda e desta forma fui “apurando” o gosto naqueles que mais me interessavam.
Os primeiros a deixar de lado foram os de super-heróis (não gostava de histórias com continuação) e os de “meninas” (Magali, Monica, etc…), contudo apesar do Tex também ter histórias com continuação não resisti e continuei a coleccionar…
Actualmente tenho milhares de livros BD (Asterix, Lucky Luke, Conan, Disney, Falcão, Blake & Mortimer, Fantasma, etc, etc, etc,), muitas colecções completas de várias personagens, mas apenas continuo a coleccionar BD do Tex.

Porquê esta paixão por Tex?
Olímpio Constâncio: Por vários motivos: um deles é as histórias que se cruzam (muitas fazem referência a outras já publicadas), outro motivo é haver histórias desde quando ele era novo até ele já com filho adulto, o que transforma a saga Tex Willer numa autêntica novela de uma vida inteira.
Também a forma como as histórias são narradas lembra os filmes de Alfred Hitchcock, onde muitas vezes o leitor está até perto do final a tentar descobrir quem é o “mau da fita” até perto do final.

O que tem Tex de diferente de tantos outros heróis dos quadradinhos?
Olímpio Constâncio: Os méritos e os atributos da personagem, juntamente com os seus fiéis companheiros, que criam uma envolvência perfeita para decorar e saltear a receita ideal para milhares de histórias possíveis: Ranger, chefe dos Navajos, ex-fora-da-lei, espírito revolucionário (como eu), exímio atirador, mais rápido que qualquer outro, excelente lutador, etc…
Podem continuar a fazer histórias dele até doer as mãos e a vista, lol…
Também existe uma particularidade que não é habitual em nenhuma das outras revistas de BD que eu conheço, que é o convite feito a muitos desenhadores e argumentistas para entrarem em muitas das histórias do Tex o que torna muitas histórias únicas e belas obras de arte.

Qual o total de revistas de Tex que você tem na sua colecção? E qual a mais importante para si?
Olímpio Constâncio: Tenho cerca de 700 livros e revistas do Tex, colecciono todas as edições que me é possível comprar, sem exageros monetários, pois embora dê muito valor às minhas colecções não estamos em tempos fáceis…
Não tenho um livro mais importante para mim, não pretendo me desfazer de nenhum, é quase como perguntar a um pai qual o filho que mais gosta ou perguntar num puzzle qual a peça mais importante.   Certamente no caso do puzzle, a mais importante é sempre a que falta, por isso talvez ainda esteja para eleger uma revista mais importante de entre as que espero conseguir dos muitos números que ainda faltam nas minhas colecções do Tex.
Entre os números que já tenho, sem querem chamar de mais importante posso isso sim destacar uma ou outra que gosto particularmente (como o Especial Civitelli), ou pela história em si, ou por exemplo a primeira que comprei, já la vão muitos aninhos (Tex 105, 2ª ed. “Adios Amigo”)…

Colecciona apenas livros ou tudo o que diga respeita à personagem italiana?
Olímpio Constâncio: Gostaria de ter mais do que apenas livros, mas infelizmente não encontro outras coisas como pósters, canetas, porta-chaves, estatuetas ou algo mais.  Mas pelo menos já temos um clube do Tex em Portugal, que apesar de já ter tido conhecimento há algum tempo só agora questionei o que é necessário para fazer parte…

Qual o objecto Tex que mais gostava de possuir?
Olímpio Constâncio: Não sei se pode-se chamar de “objecto”, gostava certamente de algumas miniaturas de Tex e seus amigos, mas de momento o que mais gostava mesmo de ter era o filme Tex Willer, que sei existir à venda no Brasil, mas não encontro em Portugal.

Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia? E o argumentista?
Olímpio Constâncio: Tenho muitas “histórias favoritas”.   Mas uma que li recentemente apaixonou-me por completo chamada “Patagónia” (publicada originalmente em Tex Speciale 23, Itália, Junho de 2009) onde Tex e o filho viajam à distante terra dos Gaúchos onde ganham e perdem fiéis amigos e travam batalhas lendárias, uma história onde a nossa personagem aparenta estar nos seus mais dourados anos e o seu parceiro Kit Carson não os acompanha, certamente por algum reumatismo (lol), mas de qualquer forma ainda bem que não foi, pois no meio de lutas tão sangrentas certamente não teria regressado vivo…
Quanto ao desenhador que mais aprecio é difícil responder pois adoro o desejo de diferentes desenhadores e não quero escolher apenas um entre eles, talvez o “traço” que mais aprecio seja o de Civitelli, mas não posso deixar de referir os contornos mais agressivos e também muito apreciados de Fusco, ou as linhas mais nostálgicas de Aurelio Galleppini (Galep) o seu criador gráfico.
O argumentista que mais aprecio é outro dilema, mas nesta área, sem querer tirar os louros a tantos outros excelentes argumentistas (como Boselli, Manfredi, Guido Nolitta,  ou o próprio Bonelli em tantas histórias) considero Nizzi um dos melhores, sem sombra de dúvidas.
Aproveito a oportunidade para destacar também o trabalho espectacular e todo o contributo de Galep para fazer Tex o mito e o ídolo que é actualmente.   Existe uma imagem de capa de revista, criada para a história “A Voz na Tempestade” (publicado originalmente em Itália no Tex n.º 400 em Fevereiro de 1994) que é como que a despedida deste mestre do desenho, a típica imagem de um cowboy onde apenas falta a música de fundo para demover a menos nostálgica alma deste deserto…

O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos?
Olímpio Constâncio: Relativamente ao carácter do Tex, o que mais me agrada é o sentido de honra, que deveria de servir de exemplo para muita gente hoje em dia (embora seja uma personagem fictícia).
O que menos agrada é não o ver mais vezes numa companhia feminina.   É certo que é muito fiel à sua falecida Lilyth e com ela teve um filho que certamente venera o respeito que Tex dedica à memória da sua mãe, mas nenhum homem é de ferro, sabia bem ver uma ou outra aventura com uma pequena paixão pelo meio. Pelo menos nisso Kit Carson leva vantagem, e até Kit Willer e Jack Tigre tiveram alguns romances, mesmo que raros, pelo meio das suas aventuras.

Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que é?
Olímpio Constâncio: A maneira como escrevem cada história, com a dose certa de humor (para os mais bem dispostos), de romance (para os mais românticos), de acção (para quem adora a adrenalina), etc…
Cada revista e cada história tem a dose certa, embora sempre com alguma predominância de acção e mistério a adoçar.
Também a variedade de desenhadores e o estilo misto spaghetti/Hitchcock contribuem para um ícone único como Tex no mundo da BD.

Costuma encontrar-se com outros coleccionadores?
Olímpio Constâncio: Não conheço (pelo menos até entrar para o clube do Tex) outros aficionados pelo Tex como eu, embora já tenha comprado revistas a várias pessoas que, embora possuidores de colecções do Tex, não eram fãs das suas aventuras (de outra forma não venderiam nenhum livro).
Admira-me o facto de não encontrar muitas pessoas que digam adorar as histórias desta personagem (ou eu devo ser um sujeito muito diferente dos outros), até mesmo as livrarias e papelarias onde compro os livros são raras, não vendem todas as colecções, expõem poucas unidades e ainda se queixam de não venderem muito. Pelas poucas unidades que adquirem para venda é que por vezes já chego tarde e perco uma ou outra edição.
Na verdade, à parte um Tex Gigante que comprei recentemente, não tenho encontrado mais Tex normal à venda nas papelarias… tenho sido salvo por alguns alfarrabistas, senão estava a passar fome de literatura…

Para concluir, como vê o futuro do Ranger?
Olímpio Constâncio: Não sou vidente, lol…
Com a crise que se vive actualmente em todo o mundo, talvez tenham de reduzir o número de colecções existentes neste momento para se dedicarem apenas à original e uma ou duas especiais, mas não acredito de todo que as histórias acabem.
Contudo pode ser que algum dia façam algumas histórias do Tex fora da linha cronológica como se observa em alguns filmes, onde quando já pouco há a acrescentar no final das histórias, começam a inventar algo que teria acontecido antes destas sucederem. Por exemplo, explorar a juventude de Tex, que ainda está muito vaga, ou então comecem o ciclo final em que ele surge sentado à fogueira (já velhinho) a contar algumas histórias (ainda não publicadas) aos seus netos, onde cruze acontecimentos vividos entre diferentes histórias já publicadas. Seria delicioso para aqueles que já conheçam todas as histórias poder encaixar umas nas outras, como um puzzle.
Seja como for, tomara que ainda venham muitas histórias novas do Tez pela frente.   Não quero envelhecer sem a companhia deste nosso “pard”, lol.

Prezado pard Olímpio Constâncio, agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.

(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)

A morte de Eusébio da Silva Ferreira

EUSÉBIO DA SILVA FERREIRA 1942 – 2014

EUSÉBIO DA SILVA FERREIRA 1942 – 2014

Eusébio da Silva Ferreira (1942 – 2014)

Por José Carlos Francisco

Tex e Benfica, as paixões de uma vida

Como quem me conhece minimamente sabe que eu possuo duas grandes paixões nesta vida: Tex Willer e o Sport Lisboa e Benfica, qual delas a maior nunca fui capaz de o saber, pois tanto o Ranger Tex Willer criado em 1948 por G. L. Bonelli e Aurelio Galleppini, como o Sport Lisboa e Benfica, clube mundialmente conhecido fundado em 28 de Fevereiro de 1904, por um grupo de 24 ex-alunos da Real Casa Pia de Lisboa, de onde se destacava a figura de Cosme Damião, me proporcionaram e continuam a proporcionar momentos inolvidáveis ao longo dos meus 46 anos de existência.

Dentro do Sport Lisboa e Benfica sempre destaquei e admirei a figura de Eusébio da Silva Ferreira,  símbolo vivo do “meu” Benfica, com direito, ainda em vida, a uma estátua junto ao Estádio da Luz. Apelidado de O Pantera Negra, A Pérola Negra ou O Rei em Portugal, Eusébio, embaixador do Benfica e meu conterrâneo pois ambos nascemos em Lourenço Marques, actual Maputo, capital de Moçambique marcou 733 golos em 745 jogos oficiais na sua carreira. Era conhecido pela sua velocidade, técnica, atleticismo e pelo seu poderoso e preciso remate de pé direito, tornando-o num prolífico goleador e num dos melhores marcadores de livres de sempre, faleceu nesta madrugada de 5 de Janeiro de 2014 com 71 anos de idade.

A estátua de Eusébio

Para mim, que nunca tive o privilégio de ver jogar Eusébio, a não ser nos muitos vídeos que existem, é um dos dias mais tristes da minha vida (dei por mim a choramingar ao saber da triste notícia), a noite de hoje levou consigo o maior de todos os grandes, a noite de 5 de Janeiro de 2014 decidiu tornar o Rei Eusébio numa gloriosa memória eterna.

Bandeiras a meia haste no Estádio da Luz

Eusébio da Silva Ferreira completou 15 épocas de “águia ao peito”, tendo realizado 614 jogos onde marcou um total de 638 golos; Conquistou 22 títulos oficiais: 11 Campeonatos Nacionais, 1 Taça dos Clubes Campeões Europeus, 5 Taças de Portugal e 5 Taças de Honra. Individualmente foi o melhor marcador da Taça dos Campeões Europeus em 1965, 1966 e 1968, tendo sido também o melhor marcador de Portugal por sete vezes (recorde nacional) em 1964, 1965, 1966, 1967, 1968, 1970 e 1973. Foi ainda o primeiro jogador a ganhar a Bota de Ouro, em 1968, façanha que mais tarde repetiu em 1973, tendo ganho ainda a Bola de Ouro em 1965.

O povo no tributo a Eusébio

A bandeira do Sport Lisboa e Benfica envolta na urna de Eusébio

Corpo de Eusébio em Câmara Ardente no Estádio da Luz

No campo da BD, Eusébio foi alvo de diversas edições, sendo no entanto a mais importante a publicação de 1990 de uma banda desenhada – Eusébio, o Pantera Negra (texto e desenho de Eugénio Silva),  publicada pela editora Meribérica/Liber. Obra que  abarca a história do grande ídolo de milhões e que acompanha a vida e carreira deste que foi um dos maiores futebolistas mundiais de sempre, desde as suas origens, em Lourenço Marques, Moçambique, até sensivelmente ao final da sua carreira, em finais dos anos 1970.

Eusébio e Tex Willer, personagens de banda desenhada

Termino este meu singelo texto de homenagem a Eusébio da Silva Ferreira disponibilizando um desenho de Tex Willer com a camisola do Glorioso Benfica, realizado pelo meu grande amigo sportinguista Carlos Rico que uniu numa sua arte as minhas duas grandes paixões desta vida e pedindo desculpa a todos os leitores do blogue português do Tex a quem o nome de Eusébio nada diga, mas infelizmente ou felizmente a vida (inclusive aqui) não é somente Tex e para além disso Eusébio da Silva Ferreira tem uma transversalidade que me permite este “abuso”.

Tex e Benfica numa arte de Carlos Rico

Descansa em Paz. Até sempre Eusébio…

(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)

Tex e seus pards por JJ Marreiro

JJ Marreiro

JJ Marreiro, um fã confesso de Tex Willer e do seu mundo, mas em especial dos fumetti da Sergio Bonelli Editore é um consagrado desenhador brasileiro que começou a leccionar desenho e ilustrar livros em 1991, tendo-se formado em Publicidade pela Universidade de Fortaleza em 2005. Integrou a Oficina de Quadrinhos da UFC, foi um dos fundadores do primeiro estúdio profissional de banda desenhada do Ceará (Graph It Estúdios).

JJ Marreiro 3 vezes vendedor do prestigiado Troféu HQMix na categoria Fanzine, teve trabalhos publicados no Brasil, Estados Unidos, Europa e Médio Oriente em editoras como Trama, Abril, Panini, DC Comics, AK Comics e instituições como Fundação Roberto Marinho e Grupo Edson Queiroz. A sua tira Lucy e Sky já foi publicada em jornais dos Estados brasileiros do Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e Ceará. Participou ainda do álbum MSP+50 em homenagem ao banda desenhista Maurício de Sousa (2010) e é criador de diversas personagens entre as quais estão Zohrn, Mulher-Estupenda, Beto Foguete e Garotas da Selva.

Tendo a particularidade de ter também a sua mãe como leitora do nosso Ranger, JJ Marreiro em 2011 resolveu homenagear o Ranger fazendo a sua versão de Tex e seus três pards, ilustrações essas que damos a conhecer hoje a todos os nossos leitores.

Tex Willer por JJ Marreiro

Kit Carson por JJ Marreiro

Kit Willer por JJ Marreiro

Jack Tigre por JJ Marreiro

Tex e seus pards por JJ Marreiro

Tex e seus pards por JJ Marreiro

Tex e seus pards por JJ Marreiro

(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)