Dia6 de Marçofoi publicado, na Itália, a edição nº 1 deTEX GOLD, uma nova colecção, com 30volumes semanais, (sempre) com o selo editorial Espresso-Repubblica, que republica (a cores) as aventuras publicadas originalmente nas séries Maxi Tex (Tex Anual no Brasil) e Almanacco del West (Almanaque Tex no Brasil), com a particularidade de tercapas inéditas da autoria de Giovanni Ticcie (também) devido a esse facto, assim como aos pedidos dos nossos leitores já chegados até nós, o blogue português do Tex dará a conhecer semanalmente, com a devida qualidade, as 30 capas realizadas pelo Mestre Sienês propositadamente para esta colecção e já hoje publicamos a capa do primeiro número, que trouxe a história (completa) “La ballata di Zeke Colter” datada de 1994 e da autoria de Claudio Nizzi, Stefano Biglia e Luigi Copello e a aventura (parte inicial) “Oklahoma” realizada em 1991 por Berardi e Lettèri:
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Cartões de Sócio do Clube Tex Portugal já estão a caminho dos associados
Depois de no início do ano Gianni Petino, Davide Bonelli e as mais altas individualidades da Sergio Bonelli Editoreterem recebido pessoalmente os cartões de Sócios Honorários do Clube Tex Portugal e após a entrega dos cartões de Sócio (assim como dos pins de admissão devidamente autorizados pela SBE) feita pelos três membros da Direcção do Clube, José Carlos Francisco, presidente, Carlos Moreira, secretário e Mário João Marques, tesoureiro, aos Sócios presentes (e recebidos com muita emoção, alegria e até com uma ponta de orgulho pelos inúmeros associados que compareceram a esse histórico e memorável convívio) no decurso do 1º Convívio Anual do Clube Tex Portugal realizado num conceituado restaurante da Grande Lisboa, mais propriamente no Cacém, chegou a vez dos restantes Sócios do Clube receberem também o seu, tão ansiado, Cartão de Sócio.
Isto porque nesta sexta-feira, dia 7 de Março, Carlos Moreira, Secretário do Clube, foi aos correios da sua área de residência expedir os ansiados itens de filiação neste que é um caso ímpar no panorama nacional já que se trata do único Clube português dedicado em exclusivo a um herói da BD e que em simultâneo é o primeiro Clube Oficial de Tex no mundo.
Portanto no decurso da próxima semana os associados que ainda não possuem o seu cartão de Sócio do Clube deverão começar a receber comodamente em suas casas o seu cartão de Sócio assim como o respectivo pin de adesão.
De modo à Direcção do Clube poder ter a confirmação de que todos os associados receberam os seus tão ansiados itens texianos, pede-se que conforme cada Sócio for recebendo o envelope remetido pelo Clube Tex Portugal nos informe seja através de um comentário a este mesmo post ou num e-mail endereçado ao Secretário Carlos Moreira para o devido controle, já que apesar de neófito, o Clube conta já com quase sete dezenas de associados.
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Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente? Jefferson Silva de Almeida: O meu nome é Jefferson Silva de Almeida, nasci em Santos Dumont, Estado de Minas Gerais, Brasil, em 11 de Março de 1988, estou cursando Bacharelado em Sistemas de Informação na UNIP e trabalho em Infraestrutura de TI num Call Center, no momento resido na cidade de Mogi das Cruzes, Estado de São Paulo.
Quando nasceu o seu interesse pela Banda Desenhada? E quando descobriu Tex? Jefferson Silva de Almeida: Quando era pequeno adorava o Mickey e outras personagens da Disney, acho que uma das primeiras histórias que li foi dele baseado na obra de Júlio Verne, 20 Mil Léguas Submarinas, espero um dia conseguir essa revista novamente para a minha colecção 🙂
Eu descobri Tex em uma edição do Mágico Vento e do Zagor onde vi propagandas referentes ao Tex, foi assim que descobri e resolvi comprar um exemplar para conhecer.
Porquê esta paixão por Tex? Jefferson Silva de Almeida: Sempre gostei de faroeste e provavelmente seja por causa disso a paixão, eu lia Mágico Vento e um dia resolvi comprar um exemplar Tex e adorei, achei os roteiros e a arte muito rica.
O que tem Tex de diferente de tantos outros heróis dos quadradinhos? Jefferson Silva de Almeida: O Tex não se torna chato como os demais heróis, não consigo pensar em nenhuma história que li que achei entediante, não tem resets, e é sem frescuras, o grande problema dos heróis de hoje em dia é as histórias parecem uma novela em milhões de edições, algumas acabam sendo boas… mas muitas se tornam muito chatas!!!
Qual o total de revistas de Tex que você tem na sua colecção?E qual a mais importante para si? Jefferson Silva de Almeida: Actualmente tenho 635 revistas do TEX, a mais importante é a TEX OURO 59, porque a comprei na Festcomix, foi o primeiro evento de quadradinhos que fui e foi uma experiência inexplicável onde conheci o Gege Carsan e o Burattini 😛
Colecciona apenas livros ou tudo o que diga respeita à personagem italiana? Jefferson Silva de Almeida: No momento as condições financeiras só me permitem coleccionar livros, mas tenho muita vontade de adquirir outros itens como bonecos por exemplo.
Qual o objecto Tex que mais gosta de possuir? Jefferson Silva de Almeida: Eu queria ter o álbum de cromos (figurinhas), o rifle de brinquedo… e quem sabe um desenho feito por algum dos autores e devidamente autografado 🙂
Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia? E o argumentista? Jefferson Silva de Almeida: Eu não li tantas histórias ainda, gosto de várias, mas a primeira que me veio a mente é Patagônia do Tex Gigante 23, o desenhador que mais gosto é o recentemente falecido Ortiz e argumentista é o Nizzi.
O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos? Jefferson Silva de Almeida: O que mais me agrada é a simplicidade, o que menos me agrada… não consigo pensar em nada 😛
Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que é? Jefferson Silva de Almeida: Acho que é a rica equipa que a Editora Bonelli possui fazendo com que todas as histórias sejam muito ricas, muitos autores e desenhadores, agrada praticamente todo mundo e ninguém fica sobrecarregado.
Costuma encontrar-se com outros coleccionadores? Jefferson Silva de Almeida: Algumas vezes, tem três pessoas que compram as revistas na mesma banca que eu compro, algumas vezes nos falamos… fora isso só encontro algum coleccionador em algum evento de banda desenhada.
Para concluir, como vê o futuro do Ranger? Jefferson Silva de Almeida: Brilhante… Apesar das críticas de muitas pessoas devido ao formato que o mesmo é lançado aqui no Brasil e por ser preto e branco a maioria das edições, uma vez vi o Gege Carsan falar e concordo com ele… não me vem à cabeça nenhum herói com tantas colecções em mercado como o Tex, é algo simplesmente incrível!!!
Prezado pard Jefferson Silva de Almeida,agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.
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No próximo mês de Abril a Sergio Bonelli Editore publicará na Itália a edição número 642 de Tex, intitulada “Appuntamento con la vendetta”, edição essa em que teremos uma capa, da autoria do habitual Claudio Villa, que entrará directamente para a História de Tex pelo facto de pela primeira vez em mais de 65 anos de vida editorial termos na série principal do Ranger uma capa com duas situações contemporâneas desenhadas pelo autor da própria capa (tal já tinha acontecido, mas na série Maxi Tex, mais precisamente com o número 7, “Figlio del Vento“):
No passado, houve situações semelhantes, mas eram apenas resultado de montagens feitas na própria editora e não feitas propositadamente como nesta futura capa. A propósito desta inovação, Claudio Villa confidenciou-nos “É um pequeno passo para um lápis, mas um grande passo na História de Tex.“
Ainda a propósito da capa da edição #342 de Tex, Villa continua “Saliento que a “novidade” refere-se directamente e estritamente à série principal de Tex: nunca antes tinha sido “tentada” uma capa com duas situações diferentes, no tempo e no local, contemporaneamente presentes. Paradoxalmente esta capa nasce de um “drama”.
Depois de ter visto todo o álbum, ainda sem os balões, NÃO ENCONTREI IMAGENS “elegíveis” para realizar uma capa.
Faltavam elementos lógicos e clássicos.. vocês compreenderão melhor quando tiverem em mãos esta edição de Tex e não posso e nem quero desvendar nada da história.
Inspirava-me uma bela cavalgada em contraluz e um tiroteio ocorrido em um outro ponto do álbum… então eu tentei um outro caminho que no passado já me tinha sido vetado.
A inspiração, às vezes, é como uma borboleta que pousa na prancheta de desenhar… e não te resta apanhá-la…“
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Depois de tomarmos conhecimento do nascimento desta histórica capa, divulgamo-la aqui no blogue do Tex, acompanhada da capa original pintada pelo próprio Claudio Villa e do esboço inicial tal como temos feito com alguma regularidade devido à gentil cortesia de Villa que nos tem dado a conhecer nos últimos tempos as suas cores originais das capas que vai produzindo para Tex.
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Sergio Bonelli, José Carlos Francisco e Dorival Vitor Lopes na foto que serviu de inspiração a Marino Silverio Felipetto
Marino Silverio Felipetto (que tem um pequeno negócio, onde é desenhador gráfico e trabalha com a comunicação visual) é um gaúcho de Esteio no Rio Grande do Sul, no Brasil, que lê as edições brasileiras de Tex desde 1973 e cujo primeiro exemplar do Ranger que leu foi “O Corcel Sagrado” (Editora Vecchi), conforme se pode constatar lendo a entrevista exclusiva que concedeu em Agosto de 2012 ao nosso blogue e que pode ser lida clicando AQUI, sempre gostou de rabiscar, sobretudo o género faroeste, e para mostrar uma vez mais o seu dom a todos os nossos leitores, dá-nos a conhecer o resultado de um desafio lançado AQUI mesmo no blogue do Tex pelo pard Daniel Ianegitz Vieira, desafio esse que consistia em homenagear 4 personalidades do mundo real de Tex, fazendo uma ilustração que incluísse Sergio Bonelli, Dorival Vitor Lopes, José Carlos Francisco e G. G. Carsan, cada um caracterizado como um personagem de Tex, desafio esse que Marino Silverio Felipetto aceitou de pronto e que hoje temos o prazer de dar a conhecer a todos os nossos leitores:
Kit Willer (Sergio Bonelli), Jack Tigre (José Carlos Francisco), Kit Carson (Dorival Vitor Lopes) e Tex (G. G. Carsan), por Marino Silverio Felipetto
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