PRANCHAS INÉDITAS de Alfonso Font a Claudio Villa passando por Carnevale, Ginosatis, Acciarino, Zuccheri, Andreucci, Genzianella, Barison, Venturi, Franzella, Altuna, Piccinelli, Dotti, Majo, Rubini, Babini, Civitelli, Bruzzo…

Hoje no blogue do Tex vamos dar conhecimento aos nossos leitores de inúmeras páginas INÉDITAS de Tex que estão sendo desenhadas por alguns dos grandes nomes do staff de Tex, de Font a Villa passando por Carnevale, Ginosatis, Acciarino,  Zuccheri, Andreucci, Genzianella, Barison, Venturi, Franzella, Altuna, Piccinelli, Dotti, Majo, Rubini, Babini, Civitelli, Bruzzo…

Página inédita de Alfonso Font

Página inédita de Claudio Villa para o Texone em produção

Uma página inédita de Massimo Carnevale

Uma página inédita de Yannis Ginosatis

Esboço de página de Tex a lápis da autoria de Gianluca Acciarino

Página inédita do Texone de Laura Zuccheri

Página inédita do Texone de Stefano Andreucci.

Esboço de página de Tex a lápis da autoria de Nicola Genzianella

Página de storyboard de Barison

Página a lápis de Andrea Venturi

Página a lápis de Giuseppe Franzella

Página inédita de Horacio Altuna

Página inédita da história desenhada por Alessandro Piccinelli

Página inédita da história desenhada por Maurizio Dotti

Kit Carson entra em Austin, numa página a lápis de Majo

Página a lápis de Michele Rubini

Esboço de página de Tex a lápis da autoria de Stefano Babini

Página inédita de Fabio Civitelli

Página inédita de Giovanni Bruzzo

Piccinelli na redacção Bonelli com o roteiro e página desenhada

Majo com uma página do seu Texone

Maurizio Dotti com uma prancha da sua próxima história

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Vídeo: Mostra “A Lenda de Tex”

O Oeste de Gianluigi Bonelli e Aurelio Galleppini está a ser celebrado, desde 4 de Outubro de 2014 e até 18 de Janeiro deste ano, no Museo del Fumetto, dell’Illustrazione e dell’Immagine animata de Milão. Em exposição, para além de 200 ilustrações originais de Galep, criadas para as capas de  Tex, documentos que testemunham o trabalho de G.L. Bonelli.

Cartaz da Mostra “A Lenda de Tex”

Uma mostra que celebra e conta uma associação artística, aquela entre Bonelli e Galep, que durou mais de meio século e que evoluiu por centenas e centenas de páginas de aventura. Graças à colaboração da Sergio Bonelli Editora e dos herdeiros de Galleppini, pela primeira vez WOW Spazio Fumetto expões mais de 200 ilustrações originais, realizadas por Galep para outras tantas capas, com o acréscimo de importantes documentos provenientes dos dois arquivos e também da Fondazione Franco Fossati: cartas, correspondência, roteiros assinados por Bonelli e esboços de Galep que compõem um rico percurso, capaz de reviver aos apaixonados as emoções dos primeiros números. Um percurso que, talvez, possa impelir quem não conhece Tex a apaixonar-se pelas suas aventuras atemporais, como se mostra neste primeiro vídeo que damos a conhecer de seguida e que foi realizado pela rede televisiva TG1:

Os visitantes, portanto, podem admirar, para além das mais belas capas da chamada segunda série “Gigante” de Tex, algumas capas das chamadas striscias, do Tex quinzenal e da primeira série “Gigante”. Sob os seus olhos desfilarão, entre outros, os originais da mítica capa de “La Mano Rossa”, de “Sangue navajo”,  e dos álbuns que viram o Ranger enfrentar o diabólico Mefisto, para além de vários números centenários, como o centésimo “SuperTex”, e o comovente  número 400, que apresenta a capa do adeus de Galep, que vê Tex saudar os seus leitores, afastando-se a cavalo, como também se pode ver no vídeo que se segue apresentado no canal televisivo TG3 Lombardia em 8 de Outubro do ano passado:

As capas estarão acompanhadas por outros preciosos testemunhos, como o original do frontispício que abre ainda hoje as novas aventuras de Águia da Noite, esboços, ilustrações de Galep da animação para uns breves desenhos animados realizados em Super8 nos tempos de SuperGulp!, algumas capas “fora de série” (como as dos Tex Gigante e dos volumes da Mondadori), além de fotografias, capas jamais publicadas e documentos inéditos.

Além dos raríssimos primeiros números da série – ainda no clássico formato das striscia (tiras), reconhecidos como arte identificativa da Cidade de Milão –, a jóia mais preciosa, obviamente, é o original da primeira página interna desenhada por Galleppini para o nº 1 publicado em  1948, aquela em que Tex se apresenta pela primeira vez ao seu público exclamando o inesquecível “Por todos os diabos, será que ainda estão nas minhas costas?“. É outra parte importante de uma mostra verdadeiramente imperdível para os fãs e coleccionadores do Ranger que ainda se possam deslocar a Milão!

No âmbito desta mostra, foram vários os autores (Claudio Villa, Pasquale Del Vecchio, Alessandro Piccinelli, Pasquale Ruju) que se encontraram com o público para explicar e mostrar como nasce uma história do Ranger do Texas como também podemos observar no último vídeo deste post onde podemos Claudio Villa a dar essa mesma explicação a um visitante da mostra enquanto desenhava um belo Águia da Noite…

Revista do Clube Tex Portugal #1 recebida no Brasil pelo staff do Ranger

Por José Carlos Francisco

Dolores e Marcos Maldonados com a Revista do Clube Tex Portugal #1

A Revista do Clube Tex Portugal #1 continua a sua epopeia junto dos Sócios do Clube e desta vez os ecos chegam do outro lado do Atlântico, nomeadamente do Brasil, o país onde o Ranger é editado na língua portuguesa através da Mythos Editora.

E também do Brasil os elogios à Revista são imensos, elogios esses vindos do próprio staff do Ranger, staff actual, mas também do passado, como é o caso da mítica tradutora Tizziana Giorgini Crudeli. Tradutora oficial, por um período de cerca de 10 anos, de Tex (e Zagor) na década de 8o do século passado, nos velhos tempos das Editoras Vecchi e Globo, faz parte da história viva do Ranger no Brasil, tendo inclusive traduzido algumas das mais épicas histórias de Tex, como se pode constatar nas fichas técnicas das edições nº 111 e 112 de Tex, mais precisamente “Ao Sul de Nogales” e “El Muerto“, duas das mais memoráveis e apreciadas aventuras do Ranger.

Tizziana Giorgini com a Revista do Clube Tex Portugal #1

A propósito da Revista do Clube Tex Portugal #1, Tizziana Giorgini afirma: “A revista está FAN-TÁS-TI-CA! Um primor! Não deixa nada a desejar (até supera!!) em relação ao padrão Bonelli. Parabéns a toda a equipa pela edição e pela TEXnacidade em concretizar os vossos ideais.“.

Marcos Maldonado com a Revista do Clube Tex Portugal #1

Quem também já recebeu a primeira Revista do Clube Português foram Marcos Maldonado e sua esposa Dolores Maldonado, míticos legendadores (no Brasil: letristas) de Tex (e muitas outras personagens de banda desenhada publicadas ao longo de mais de 4 décadas de profissão) e que nos confidenciaram: “Foi com grande prazer que recebemos as revistas do Clube Tex Portugal.“.

Dolores Maldonado com a Revista do Clube Tex Portugal #1

Já Paulo Guanaes, o lendário tradutor de Tex que em 2014 comemorou o seu 40º aniversário a traduzir o Ranger (iniciou-se nestas lides em 1974, mas trabalha com Tex desde 1971, mais precisamente aquando do lançamento da histórica edição nº 1), ao posar com a Revista do Clube Tex Portugal #1 disse-nos que já estava a pensar na próxima colaboração: “Parabéns pelo trabalho, a revista está bem editada! E já estou maquinando um texto para o próximo número…“.

Paulo Guanaes e seu neto Miguel com a Revista do Clube Tex Portugal #1

Por sua vez Júlio Schneider, consultor, redactor e tradutor de Tex (e demais personagens publicadas no Brasil pela Mythos Editora) numa primeira análise afirmou: “Quanto à revista, numa primeira olhada, tudo muito bom. Depois lerei com calma.“.

Júlio Schneider com a Revista do Clube Tex Portugal #1

Mas no Brasil também temos um Sócio muito especial, um Grande Pard e Amigo dos fãs e coleccionadores do Ranger em Portugal e inclusive colaborador do blogue português do Tex, o Antonio Carlos S. Moreira, mais conhecido pelo nome artístico de AMoreira e que colecciona Tex desde 1971, tendo adquirido o mítico nº 1, com arco e flecha directamente na banca e sendo por isso um dos poucos pards com toda a colecção do Ranger em perfeitíssimo estado de conservação.

AMoreira com a Revista do Clube Tex Portugal #1

Pois bem, o AMoreira também já recebeu, no Rio de Janeiro, ou melhor em Niterói, o exemplar do Clube Português como mostramos na foto acima e como forma de reconhecimento, e devidamente equipado, escreveu publicamente as seguintes palavras: “Excelente edição, com matérias isentas e verdadeiras que revelam as opiniões da maiorias dos fãs.“.

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Entrevista com o fã e coleccionador: Gabriel Baltazar Souza

Entrevista conduzida por José Carlos Francisco.

Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente?
Gabriel Baltazar Souza: Meu nome é Gabriel Baltazar Souza 22 anos, nasci em 7 de Dezembro de 1991 em Curitiba, estado do  Paraná e actualmente trabalho com ilustração, desenhos de tatuagens, fanzines e de vez em quando monto móveis.

Quando nasceu o seu interesse pela Banda Desenhada?
Gabriel Baltazar Souza: O mundo dos quadradinhos faz parte da minha vida desde o berço, comecei a ler banda desenhada por influência de meu pai, um grande amante da Nona Arte, que nos seus bons tempos já teve mais ou menos 3000 exemplares dos mais variados títulos. O meu preferido antes de Tex era Astérix, logo que aprendi a ler já devorava dezenas de quadradinhos infantis.

Quando descobriu Tex?
Gabriel Baltazar Souza: Meu pai lia bastante Tex, comecei a ler Tex por volta dos nove ou dez anos. O meu primeiro Tex foi a Edição Histórica nº7 aquela em que Tex conhece Jim Brandon e Gros-Jean, com os traços do mestre Galep, daí para a frente não parei mais.

Porquê esta paixão por Tex?
Gabriel Baltazar Souza: As histórias de Tex são cheias de dinamismo e suspense de tirar o fôlego, sem dar tempo  ao leitor de respirar a cada página, com desenhos magníficos que inspiram realidade, que dão sensação de estar ali sentado vendo um filme ou melhor ainda de estar cavalgando ao lado das personagens, em tramas envolventes em que nada se repete, há sempre algo novo a descobrir, com profissionais de alto nível, que se entregam por completo à personagem, simplesmente Tex não tem comparação.

O que tem Tex de diferente de tantos outros heróis dos quadradinhos?
Gabriel Baltazar Souza: Tex não tem super poderes, não vive em uma crise de identidade, não vacila diante das dificuldades. É um ser decidido de carácter e honra, que luta pelo o que é justo e certo, não vê o valor da pessoa por sua cor de pele ou status social, suas histórias têm começo, meio e fim, não ficam se enrolando em dezenas de revistas ou em sagas mirabolantes sem fim, que confundem o leitor que fica perdido nesse meio tempo. Já com Tex é diferente as histórias duram no máximo cinco revistas ,ou então quando há as edições colossais como Edição histórica, Tex Anual ou Tex Gigante, que nos trazem histórias completas, um prato cheio para qualquer amante de banda desenhada.

Qual o total de revistas de Tex que você tem na sua colecção? E qual a mais importante para si?
Gabriel Baltazar Souza: Em comparação a outros coleccionadores a minha colecção é modesta e pequena. No total de Tex eu tenho 456 exemplares, com outros títulos eu tenho uma coleção de 797, e são três as edições que eu mais gosto, pois foi com elas que conheci Tex. São as Edições Históricas números 7 e 8, e a edição normal número 300.

Colecciona apenas livros ou tudo o que diga respeita à personagem italiana?
Gabriel Baltazar Souza: Por enquanto apenas as revistas, mas tenho o livro da biografia do Tex, o filme do Tex e o livro “O Oeste Segundo Civitelli“.

Qual o objecto Tex que mais gosta de possuir?
Gabriel Baltazar Souza: Os autógrafos de Lucio Filippucci e do Fabio Civitelli.

Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia? E o argumentista?
Gabriel Baltazar Souza: Pergunta difícil…! São tantas as minhas histórias preferidas, mas para começar: “A cruz trágica” de G. L. Bonelli e G. Ticci, “Caçadores de lobos” de G. Nolitta com A. Giolitti e G. Ticci, “O vale da morte” de G. Nolitta e F. Fusco, “Intriga em Santa Fé” de C. Nizzi e F. Civitelli, e por aí vão tantas…
E desenhadores preferidos, da “velha-guarda” são A. Galleppini, G. Ticci, F. Fusco e F. Civitelli, já da “nova-guarda” prefiro L. Filippucci, P. Frisenda, A. Piccinelli e C. Mastantuono. E como argumentista sem dúvida nenhuma G.L. Bonelli e após ele G. Nolitta, M. Boselli e G. Manfredi.

O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos?
Gabriel Baltazar Souza: O que me agrada mais em Tex é o seu perfil explosivo e durão, já o que me agrada menos às vezes é não ter uma história completa do Ranger ( por exemplo comprar um número, perder o próximo e comprar o seguinte).

Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que é?
Gabriel Baltazar Souza: Tex é bem estruturado, uma personagem que não muda sua essência, mas que está sempre em transformação às novas gerações.

Costuma encontrar-se com outros coleccionadores?
Gabriel Baltazar Souza: Infelizmente não tive oportunidade ainda, mas futuramente espero muito.

Para concluir, como vê o futuro do Ranger?
Gabriel Baltazar Souza: “Longo e próspero”!!! Tex é uma personagem sólida, que conquista cada vez mais fãs todos os dias, e que agrada a todas as faixas etárias.

Página de homenagem de Gabriel Baltazar Souza a Tex

Prezado pard Gabriel Baltazar Souza, agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.

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O esboço inicial e as cores originais da capa de Tex nº 651, “Luna insanguinata”

Por José Carlos Francisco

Claudio Villa

Amanhã, dia 7 de Janeiro de 2015 a Sergio Bonelli Editore irá publicar,  na Itália, a edição número 651 de Tex, intitulada “Luna insanguinata” (Lua ensanguentada), escrita por Mauro Boselli e com maravilhosos desenhos de Corrado Mastantuono e que contém a primeira parte de mais uma épica história do Ranger, onde no Texas, uma lua Carmesim (um tom de vermelho forte, brilhante e profundo, combinado com algum azul, do qual resulta um certo grau de púrpura) é o prenúncio de tristes presságios…

A capa desta edição, tal como todas posteriores ao número 400 na série principal, é da autoria do conceituado desenhador Claudio Villa, capa essa que divulgamos hoje aqui no blogue do Tex acompanhada da capa original pintada pelo próprio Claudio Villa, assim como mostramos também o respectivo esboço (onde podemos constatar que o título inicial era “Luna Comanche“), tal como temos feito com alguma regularidade devido à gentil cortesia de Villa que nos tem dado a conhecer nos últimos tempos as suas cores originais das capas que vai produzindo para Tex.

Esboço da capa de Tex nº 651

A capa de Tex nº 651 com as cores originais

A capa de Tex nº 651

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