Portugal – Edições da Mythos Editora à venda em Julho

Relação das revistas da Mythos Editora, distribuídas em Portugal, pela VASP – Distribuidora de Publicações Lda, para o mês de JULHO de 2015:

TEX 510
A aldeia dos abutres
Texto: Gianfranco Manfredi – Desenhos: Giovanni Ticci

História originalmente publicada em Tex italiano 610

Um grupo de soldados, liderados por um tenente descontente com a cadeia de comando em Forte Concho, resolve desafiar os seus superiores praticando um roubo fabuloso. Junto com mais seis militares, o tenente Bigelow rouba, sem dar um tiro sequer, quinhentos mil dólares que seriam usados para pagamentos do Exército. Não contente, ele ainda pratica um outro assalto do mesmo valor num banco de San Antonio. Mas isso vai atrair a cobiça dos bandoleiros da região, que semearão tristeza e morte no grupo de soldados.
3,40€

TEX COLEÇÃO 302
Fúria infernal

Texto: G. L. Bonelli – Desenhos: Fernando Fusco

História originalmente publicada em Tex italiano 249

Tex e Carson estão à procura de algumas jovens mulheres zunes que desapareceram misteriosamente de sua aldeia. Os rastos dos sequestradores levam os dois justiceiros a Quemado, um pequeno povoado de fronteira. Ali, sob um pesado clima de desconfiança e cumplicidade, os rangers entram em confronto aberto com o pecuarista Sam Prescott, chefe indiscutível do povoado, e padre Crandall, sinistro e enigmático sacerdote da seita Os Filhos do Apocalipse. O confronto final acontecerá na cripta da igreja local, onde os nossos heróis são trancados para morrer.
3,40€

ZAGOR ESPECIAL 47
A fortaleza de Smirnoff
Texto: Alfredo Castelli – Desenhos: Franco Donatelli

História originalmente publicada em Zagor italiano 150, 151 e 152

O duque Smirnoff roubou a fórmula de um explosivo poderoso e mantém-a guardada dentro de um cofre em uma inexpugnável cidadela do sul do Canadá. Zagor e Chico aceitam a missão de recuperar o documento, com a ajuda do conde de Lapalette, habilidoso ladrão e arrombador. Mas não será uma tarefa fácil, na qual os nossos heróis se envolvem numa aventura ao estilo Missão Impossível, com um final imprevisível.
10,00€

AVENTURAS DE UMA CRIMINÓLOGA 113
Sequestrada!
Texto: G. Berardi e M. Mantero. Desenhos: A. Marinetti & S. Boraley
Júlia e Norma são sequestradas! Os raptores estão atrás do namorado de Norma, Bob Donner, que deve um milhão de dólares à organização criminosa da qual eles fazem parte. Donner está em local ignorado e se Júlia não conseguir localizá-lo a sua irmã será morta! O tempo voa para a criminóloga de Garden City e a vida de Norma depende da sua capacidade de investigação.

O dinheiro mata
Texto: G. Berardi e L. Calza. Desenhos: M. Fodera & T. Campi

Parecia um plano perfeito para assaltar um carro-forte. Mas as coisas não correm bem e a situação desanda em massacre. Um dos bandidos, Lionel, acaba gravemente ferido pelo próprio parceiro! Sangrando e com sede de vingança, Lionel toma como reféns os passageiros de um vagão do metropolitano. A situação é dramática e Júlia deverá tentar intervir para evitar mais derramamento de sangue!
Histórias originalmente publicadas em Júlia italiana 120 e 121
10,00€

Juiz Dredd Megazine 11

Formato Magazine 20,5 x 27,5 cm – 68 Páginas

A Mythos lança no nosso país Juiz Dredd Megazine nº 11 e continua a resgatar o melhor da banda desenhada britânica.

Um festival de rock pesado em plena Terra Maldita, uma banda de heavy metal que faz apologia aos Juízes Negros, milhares de vagais drogados e armados, tempestades radioactivas…
Junte tudo isso e você terá uma vaga ideia dos problemas que o Juiz Dredd tem pela frente! Leia também: uma aventura que vai mudar a vida do bárbaro Sláine! Área Cinzenta: com Kymn nas mãos dos xenófobos, a traição de Bulliet está prestes a vir à tona! E ainda: depois de uma bebedeira homérica, Nikolai Dante decide fazer um show de strip-tease! E mais: Choques Futuristas de Tharg por Alan Moore e Neil Gaiman!
5,00€

Entrevista com o fã e coleccionador: Paulo Aguilar

Entrevista conduzida por José Carlos Francisco.

Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente?
Paulo Aguilar: Nasci em 30 de Agosto de 1965, no Dominguizo, uma aldeia da Serra da Estrela. Vim para Lisboa com 5 anos, vivi em várias partes de Lisboa: Lumiar, Damaia, Arruda dos Vinhos, Brandoa, Reboleira acabando por me fixar em Alverca, vivo em união de facto e tenho um filho. Actualmente sou Operador de Armazém na Sonae.

Quando nasceu o seu interesse pela Banda Desenhada?
Paulo Aguilar: Influências do meu Padrasto, ele lia, e aos fins-de-semana comprava-me sempre 4/5 livros, O Falcão, Apache, Tex Tone, Heróis do Faroeste, basicamente os westerns da altura.

Quando descobriu Tex?
Paulo Aguilar: Através de conversas com um amigo, sobre o que nós líamos. Eu falei-lhe que Tex Tone era o “cowboy” mais “fixe” e ele falou-me em Tex. Gerou-se ali uma discussão, porque ele não conhecia Tex Tone e eu não conhecia Tex, e lá chegamos a um consenso. Havia dois Tex. Então comecei a procurar Tex e encontrei um livro. Já não estou certo do nome, penso que era a “Montanha dos Tuaregs” ou algo assim, foi o primeiro livro que li do Tex, desde logo fiquei fascinado com o que li, na altura só tinha um senão, as histórias não eram completas, e não era fácil encontrar livros do Tex na altura, e também eram muito caros, lembro-me que só passado muito tempo, depois ter lido mais alguns Tex, é que consegui saber o fim da história dos “Tuaregs“. Cheguei a juntar um número considerável de livros, mas um dia assaltaram-me a arrecadação da casa da Damaia e levaram-me os livros, tinham sido guardados na arrecadação para ficarem até ao fim das aulas… gostava mais de ler Tex do que estudar.

Porquê esta paixão por Tex?
Paulo Aguilar: Eu sentia-me bastante injustiçado na altura, o meu pai falecera quando eu tinha um mês de idade. E a procura de justiça, de igualdade, o pôr tudo no lugar, ajudar os necessitados, dava-me algum conforto e fazia-me sonhar. Depois os cenários onde se passava boa parte da acção, as serras, os nevões passados nalgumas histórias, fazia-me lembrar a curta infância passada na Serra da Estrela.

O que tem Tex de diferente de tantos outros heróis dos quadradinhos?
Paulo Aguilar: O sentido de justiça, o fazer tudo pelos amigos, a dureza com que trata os “bandidos” e a sua frieza a lidar com as situações mais complicadas. E o facto de ser Águia da Noite fascina-me. Sempre adorei os “índios”, a sua dedicação aos Navajos é de uma nobreza descomunal.

Qual o total de revistas de Tex que você tem na sua colecção? E qual a mais importante para si?
Paulo Aguilar: Neste momento tenho 400 e poucas, mas com tendência para aumentar para perto das 500 nos próximos dias. São todas importantes, as que gosto mais são as do Tex anual, mas destaco o Tex contra Mefisto a cores, foi uma que saiu numa colecção de banda desenhada lançada por um jornal, que já não me lembro qual. Pelo facto de estar a ser reconhecido em Portugal, como um ícone internacional.

Colecciona apenas livros ou tudo o que diga respeita à personagem italiana?
Paulo Aguilar: Colecciono apenas livros, verdade seja dita também não encontro mais além disso, também sou coleccionador de Conan, e consegui comprar uma figura muito bonita num festival de banda desenhada, se um dia tiver oportunidade de adquirir mais além dos livros, faço-o.

Qual o objecto Tex que mais gosta de possuir?
Paulo Aguilar: A Estrela de Ranger do Texas 🙂
Representa os ideais em que acredito. Justiça Igualdade e Fraternidade.

Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia? E o argumentista?
Paulo Aguilar: Desenhador gosto do Galleppini, os desenhos são detalhados sem serem demasiado carregados, ou seja não são muito escuros, o Ortiz na minha opinião por exemplo, tem um desenho muito carregado. Gosto também do Civitelli, são carregado quanto baste e bem feitos. Como argumentista gosto do Nizzi, mas também gosto do Bonelli. Mas todos os argumentistas têm a sua magia, o que faz com que as histórias não caiam em rotina. História favorita, é difícil responder, mas todas em que entram os Navajos eu gosto muito, mesmo. Mas não sou um intelectual da BD, apenas gosto de ler e sentir-me satisfeito com o que li.

O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos?
Paulo Aguilar: As aventuras em que entra o Jack Tigre em parceria com o Kit por um lado e o Tex e o Carson por outro, e no fim juntam-se todos para a acção final. Não há nada que me desagrade.

Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que é?
Paulo Aguilar: A sua coerência, o ser defensor dos fracos oprimidos, a sua lealdade, na vida real não existe nada disso, então Tex permite-nos sonhar com igualdade de direitos para todos.

Costuma encontrar-se com outros coleccionadores?
Paulo Aguilar: Não, não costumo, devido ao facto de ser bastante introvertido, gosto de estar nos eventos, gosto de ouvir a opinião das pessoas, gosto das novidades, mas faço-me passar despercebido e incógnito. É assim que eu sou e gosto de ser 🙂

Para concluir, como vê o futuro do Ranger?
Paulo Aguilar: Vejo com positividade enquanto as regras da sociedade não mudarem, enquanto houver desigualdade e injustiças sociais, as pessoas vão-se refugiar nos seus sonhos e nos seus heróis. E Tex é o nosso herói, que nos faz acreditar que as coisas um dia poderão mudar.

Prezado pard Paulo Aguilar, agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.

Paulo Aguilar e a sua colecção de Tex

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Stefano Biglia (e Tex) de visita à Praça do Município de Anadia

Por José Carlos Francisco

Stefano Biglia na Praça do Município em Anadia

No passado dia 9 de Maio, realizou-se na cidade de Anadia, a inauguração da 2ª Mostra do Clube Tex Portugal, que decorreu até ao dia seguinte, estando presente duas grande exposições associadas ao Ranger. Para inaugurar o evento tivemos a presença dos conceituados desenhadores italianos Pasquale Frisenda e Stefano Biglia, autores das pranchas de Tex expostas no Museu do Vinho Bairrada.

José Carlos Francisco e Stefano Biglia na Praça do Município em Anadia

Como forma de agradecimento por este convite português, Stefano Biglia desenhou Tex em Anadia empunhando a bandeira com o brasão da cidade e num dos seus locais mais emblemáticos: a Praça do Município, tornando assim a presença do Ranger na cidade bairradina muito mais original.

Tex em Anadia na arte de Stefano Biglia

Os apreciadores de banda desenhada presentes, nos dias 9 e 10 de Maio, no evento anadiense, receberam uma cópia de alta qualidade (em formato A4) desta magnífica ilustração que comprova esta nova passagem de Tex por Anadia, devidamente autografada por Stefano Biglia e com a respectiva dedicatória feita pelo autor italiano, já que a Direcção do Clube Tex Portugal desejou oferecer uma recordação especial a quem prestigiou o evento marcando presença na bela cidade capital da Bairrada.

Orlando Santos Silva, José Carlos Francisco, Stefano Biglia, Mário João Marques e Hernâni Portovedo na Praça do Município em Anadia

Estando Stefano Biglia em Anadia, obviamente que uma visita à Praça do Município era obrigatória, até para visitarmos o local em que Tex Willer esteve presente como comprovam as fotografias tiradas na Praça do Município de Anadia com o Edifício dos Paços do Concelho da cidade bairradina ao fundo…

Stefano Biglia e a família texiana na praça do Município de Anadia

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Tex e Dinamite na arte de Alexander Vachkov-Sash

Por José Carlos Francisco

Apesar de Tex Willer não ser publicado na Bulgária, Alexander Vachkov-Sash, um conceituado desenhador búlgaro, é um grande fã e coleccionador do Ranger Tex Willer e tem como um dos maiores sonhos desenhar o nosso intrépido herói para a Sergio Bonelli Editore.

Alexander Vachkov-Sash, frequentador assíduo do blogue português do Tex, completará 47 anos no próximo dia 30 deste mês de Julho e tem muita qualidade, inclusive para desenhar Tex Willer como se comprova de seguida através da sua maravilhosa arte do Ranger.

Ilustrações do Ranger a cavalo que Alexander Vachkov-Sash teve a gentileza de nos enviar esperando que sejam apreciadas pelos nossos inúmeros leitores, mas também pelos responsáveis da Sergio Bonelli Editore que assiduamente visitam o nosso blogue.

Tex Willer na arte de Alexander Vachkov-Sash

Tex Willer na arte de Alexander Vachkov-Sash

Tex Willer na arte de Alexander Vachkov-Sash

Tex Willer na arte de Alexander Vachkov-Sash

Tex Willer na arte de Alexander Vachkov-Sash

Página de Alexander Vachkov-Sash com Tex e Carson

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Como senti “Patagónia” (da Polvo Editora)?

Por João Amaral[1]

Patagónia, de Mauro Boselli e Pasquale Frisenda foi, quanto a mim, uma muito interessante e agradável surpresa a vários níveis. Não sendo um grande coleccionador de Tex, a verdade é que já leio a saga deste herói há alguns anos e conheço algumas das suas muitas e variadas aventuras, seguindo com muito interesse cada uma das novas incursões.

João Amaral e a edição portuguesa de Patagónia com o selo da Polvo Editora

Dito isto, posso dizer que li muito recentemente este livro pela primeira vez e não hesito em classificá-lo como uma das melhores, mais densas e ricas aventuras de Tex que li em toda a minha vida.
Contrariamente ao que acontece com a grande maioria das outras histórias, estamos aqui perante um falso western, já que a maior parte da acção se passa a sul, na Argentina (uma das grandes originalidades deste relato). Mas, nem por isso, a temática deixa de ser cara a todos os que gostam do género. Fiquem descansados os amantes de aventuras de índios e cowboys que Patagónia tem lá os clichés e os grandes espaços naturais, mas a tudo isso, junta um notável e muito bem explorado argumento de Boselli que nos faz reflectir em vários factos que, apesar de se aludirem a uma época concreta, não deixam, por isso, de ser intemporais e plenos de actualidade. Nesta história, Tex Willer é convocado a deslocar-se à Argentina por Ricardo Mendoza, alguém com quem já lidara, através de Montales, um conhecimento comum. Cedo vê que o amigo, que retomou a carreira militar no seu país de origem, tem entre mãos um grave problema de rebelião entre os indígenas locais, algo parecido com os confrontos entre os índios norte-americanos e o homem branco. Porém, não adivinha o grau de complexidade dos acontecimentos que se irão suceder…

É aqui que o argumento de Boselli começa a despertar-nos curiosidade para uma história extremamente bem narrada, colocando a nu a complexidade e as contradições do ser humano. Basta dizer que, a partir de certa altura, começamos a adivinhar um massacre como inevitável, isto, apesar do comandante do exército ser alguém extremamente humanista, cauteloso e ponderado. No entanto, o seu exército é composto por vários tipos de homens e, não é preciso muito tempo, para que algumas das suas piores características comecem a aflorar. Torna-se por isso muito interessante seguir esta narrativa, que eu não hesito em considerar como uma das melhores que já li. A descrição das personagens é notável e, a própria relação entre Tex e o seu filho Kit, que o acompanha, ganha, nesta história, novos contornos. Aqui não há um bem, ou um mal claramente vistos, mas sim um universo cinzento de contornos indefenidos, onde uma tragédia se vai tornando a pouco e pouco iminente…

E se o argumento de Boselli é fantástico, seria injusto falar neste livro sem me aludir ao fantástico desenho de Pasquale Frisenda, um autor que conhecia apenas por ter ilustrado algumas aventuras de uma série que eu acompanhei e admirei durante algum tempo (Mágico Vento). Se eu já gostava do trabalho do artista, considero que neste volume ele se superou. Tudo no seu desenho é atraente, desde a reconstituição histórica, passando pela expressividade das personagens e os fantásticos cenários que tão bem ilustrou, revelando um excelente domínio do preto e branco. Foi por culpa de Frisenda que eu li o livro extremamente devagar, pois o meu olhar ia ficando refém de toda uma invulgar riqueza de pormenores e detalhes que cada vinheta revelava. Patagónia, na minha opinião, consegue, de facto, o pleno: alia uma história poderosíssima a um desenho extremamente atraente.

João Amaral e a edição portuguesa de Patagónia com o selo da Polvo Editora contendo um desenho exclusivo de Pasquale Frisenda

Tenho por fim de dar os meus parabéns à editora portuguesa: a Polvo, de Rui Brito. Penso que o editor, tal como eu, percebeu as qualidades que referi anteriormente e quis fazer o livro num formato que fosse graficamente bonito e apelativo. Posso mesmo dizer que esta é a melhor edição de Tex que tenho na minha colecção. Tudo nela é perfeito, desde a qualidade do papel até ao trabalho de impressão, revelando que o editor fez este trabalho com muita paciência e carinho. Isso percebe-se muito facilmente. E tenho a certeza que, pela qualidade do argumento, do desenho e também da edição, Patagónia irá perdurar na minha memória, como uma das mais fantásticas bandas desenhadas que já li. Tenho também a certeza de que será uma obra à qual voltarei frequentemente, pois penso que é um daqueles livros que se irão ler e reler com muito prazer. E sei que, em novas leituras, me irei deparar com pormenores novos que não vi anteriormente, tal é a riqueza do relato.

Nesta edição, fica só um pequeno senão, que resulta um pouco de todo o excelente trabalho, ao qual já me aludi anteriormente. Penso que ela sairia ainda melhor se houvesse um pequeno dossier que mostrasse mais alguns extras, com alguns estudos, desenhos e sketches que Frisenda tenha efectuado na concepção do livro, bem como algumas notas de Boselli em relação ao argumento. Compreendo que isso não tenha sido feito, até porque iria aumentar o preço do livro e reconheço que esse senão não diminui em nada a espectacularidade desta obra. Posso, por isso, afirmar que este é um trabalho que considero imprescindível em qualquer biblioteca, não só de admiradores de Tex Willer, mas também de qualquer apreciador de banda desenhada em geral.

[1] João Amaral é autor de banda desenhada e ilustrador português para além de um grande apaixonado pelo “western”.

Patagónia, a edição PORTUGUESA com o selo da POLVO

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