Júlio Schneider, Tizziana Giorgini (míticos tradutores de Tex) e demais sócios com a revista nº 3 do Clube Tex Portugal

Por José Carlos Francisco

A Revista do Clube Tex Portugal #3 continua a sua epopeia junto dos Sócios do Clube e desta vez os ecos chegam dos dois lados do Atlântico, nomeadamente por causa dos míticos tradutores brasileiros de Tex, país onde o Ranger é editado na língua portuguesa através da Mythos Editora, no presente.

Júlio Schneider e a revista nº 3 do Clube Tex Portugal

E também do Brasil os elogios à Revista são imensos, elogios esses vindos do próprio staff de tradutores do Ranger, o carismático Júlio Schneider do staff actual (a par de Paulo Guanaes), mas também do passado, como é o caso da mítica tradutora Tizziana Giorgini Crudeli. Tradutora oficial, por um período de cerca de 10 anos, de Tex (e Zagor) na década de 8o do século passado, nos velhos tempos das Editoras Vecchi e Globo, faz parte da história viva do Ranger no Brasil, tendo inclusive traduzido algumas das mais épicas histórias de Tex, como se pode constatar nas fichas técnicas das edições nº 111 e 112 de Tex, mais precisamente “Ao Sul de Nogales” e “El Muerto“, duas das mais memoráveis e apreciadas aventuras do Ranger.

Tizziana Giorgini e a leitura da revista nº 3 do Clube Tex Portugal

Mas de Espanha e ainda relacionado ao tema “tradutores de Tex“, recebemos também uma bela fotografia do nosso prezado consócio Sebastián Pérez Retorta, marido da tradutora Tizziana Giorgini Crudeli que não quis também deixar de nos enviar também uma prova para a posteridade da prazerosa leitura que este terceiro número da revista portuguesa lhe proporcionou.

Sebastián Pérez Retorta e a prazerosa leitura da revista nº 3 do Clube Tex Portugal

Mas a revista nº 3 do Clube Tex Portugal passados dois meses após o seu lançamento continua a ser recebida pelos sócios do clube que para além de importantes comentários relativamente a esta terceira edição com o selo do Clube Tex Portugal também enviam orgulhosamente belas fotografias com a revista nas suas mãos, como são os casos dos associados Rogério Oliveira, Adriano Rodrigues Rainho (que exibe igualmente as revistas nº 1 e 2) e Renato Alves da Silva como se comprova pelas imagens que ilustram este texto.

Rogério Oliveira exibe orgulhosamente as três primeiras revistas do Clube Tex Portugal

Adriano Rodrigues Rainho exibindo as duas versões da revista nº 3 do Clube Tex Portugal

Adriano Rodrigues Rainho com as revistas do Clube Português

E a  propósito da Revista  do Clube Tex Portugal #3, Renato Alves da Silva afirma: “Recebi o terceiro número da Revista Clube Tex Portugal, uma edição capaz de nos deixar sem palavras em relação à qualidade da mesma, a começar pela capa do artista Luca Vannini que pode ser descrita em uma única palavra “S-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L”, uma verdadeira obra-prima digna de moldura e os editores acertaram em cheio em não “poluir” com textos desnecessários, optando por diminuir o logo da revista a fim de que a arte fosse apreciada em toda a sua plenitude. Novamente o conteúdo está irretocável, fazendo com que quase não se notasse a diminuição do número de páginas, que espero retorne ao mesmo patamar do número anterior, com destaques especiais para as homenagens aos desenhadores Fernando Fusco e José Ortiz, que nos deixaram recentemente e as estreias do João Miguel Lameiras, do editor de Tex no Brasil Dorival Vitor Lopes e do Jesus Nabor Ferreira do blogue Zona Franca Comics, mas tudo isso é fruto do esforço e dedicação de todos que produzem a revista Clube Tex Portugal. Parabéns a todos!!!!!“.

Renato Alves da Silva e a alegria de possuir a revista nº 3 do Clube Tex Portugal

Para fazer parte do Clube Tex Portugal – cujos estatutos podem ser consultados em https://texwillerblog.com/?page_id=47999 – e usufruir de todos os brindes e regalias, entre os quais se inclui a revista do Clube, é necessário pagar uma jóia de inscrição de € 5,00 e uma quota mensal de € 2,00 (€ 2,50 para sócios não residentes em Portugal).

(Para aproveitar a extensão completa das fotografias acima, clique nas mesmas)

Entrevista exclusiva: MASSIMO ROTUNDO (autor convidado para a 3ª Mostra do Clube Tex Portugal, em Anadia, nos dias 23 e 24 de Abril)

Entrevista conduzida por José Carlos Francisco, com a colaboração de Júlio Schneider (tradutor de Tex para o Brasil) e de Gianni Petino na tradução e revisão.

Massimo Rotundo

O Clube Tex Portugal realiza, em Anadia, nos dias 23 e 24 de Abril próximo a 3ª Mostra do Clube Tex Portugal e traz pela primeira vez MASSIMO ROTUNDO ao nosso país, motivo mais que suficiente para esta nova entrevista do blogue português do Tex com o autor italiano que estará então presente na capital da Bairrada no fim de semana de 23 e 24 de Abril no mui nobre MUSEU DO VINHO BAIRRADA.

Caro Massimo, mais uma vez bem-vindo ao blogue português de Tex! Você estará presente em Portugal, numa exposição do Clube Tex Portugal, na cidade de Anadia. O que representa para si esse acontecimento que contará com a sua presença em um País estrangeiro?
Massimo Rotundo: Esse convite representa a chance de conhecer pessoas e lugares, além de viver situações para mim inesperadas, visto que, desde que comecei a desenhar Tex, conheci um mundo de aficionados, uma coisa incrível que jamais aconteceu na minha carreira, pelo fascínio de uma personagem que contagiou milhares de pessoas e que parece imortal. Nos últimos anos eu não frequentei muitos eventos deste tipo, um pouco por preguiça e um pouco pelos muitos compromissos de trabalho, por isso essa viagem é uma oportunidade para respirar e sentir ao vivo o entusiasmo de quem ama a BD e a sustenta.

O que convenceu Masimo Rotundo, autor de fama mundial, a aceitar um convite tão incomum?
Massimo Rotundo: A curiosidade de ver Portugal, onde nunca estive. Apesar de ter viajado muito, nunca tive a oportunidade de visitá-lo. E chamou-me a atenção o facto da mostra acontecer no museu do vinho, que é uma das minhas paixões, e inspirou-me a desenhar o cartaz com Tex entre as parreiras. E também a convicção de que, junto com Pasquale Ruju, eu fiz um óptimo trabalho, um dos meus melhores no que diz respeito ao género aventuroso.

Tex na região vitivinícola de Anadia, numa belíssima arte de Massimo Rotundo

Quais são as suas expectativas em relação à 3ª Mostra do Clube Tex Portugal?
Massimo Rotundo: Eu espero conversar de desenho, de roteiros, de BD e de Tex, espero desenhar ao vivo, provar produtos locais e admirar paisagens jamais vistas. Aficionados por quadradinhos são óptimos condutores de encontros, sejam culturais ou não, e isso porque a BD tem muitos pontos em comum com o mundo da imagem, o que inclui o cinema e a literatura.

Você tem algum contacto com a BD feita em Portugal? Conhece algum autor como, por exemplo, E. T. Coelho, que inclusive morou e trabalhou por muito tempo na Itália, considerado por muitos como o melhor desenhador de quadradinhos português de todos os tempos?
Massimo Rotundo:
Nos anos 1990 eu tive um livro publicado em Portugal, Pasolini, escrito por Jean Dufaux, que saiu pela Bertrand, mas não conheci ninguém da Editora, porque tudo foi feito pelo meu agente Aurelio Staletti e pela Glénat Editions. Eu recordo-me de E. T. Coelho quando ele trabalhava para o mercado francês em séries como Vaillant, mas não tenho mais as minhas colecções daquela época. Se não me engano, ele recebeu vários prémios como desenhador e ilustrador.

Pasolini, escrito por Jean Dufaux e desenhado por Massimo Rotundo, Bertrand Editora, 1995

Alargando um pouco o horizonte da entrevista, o que o convenceu a entrar para a indústria da banda desenhada?
Massimo Rotundo: Depois de tantos anos, agora tenho bem claro o motivo: na BD concentram-se todas as disciplinas artísticas e isso satisfaz a minha exigência constante de trabalhar em 360 graus. Além disso, a BD permite poder construir um projecto com poucos recursos e sem filtros. E, detalhe não secundário, há a possibilidade de ter um trabalho continuado que permite manter a família. Jamais devemos esquecer que nós, profissionais da BD, fazemos um trabalho digno desse nome e que merece grande respeito.

Como você analisa a evolução da sua carreira?
Massimo Rotundo: Eu comecei com sátira política, depois passei à chamada BD de autor e agora trabalho com BD seriada. Geralmente diferenciar essas duas últimas categorias não faz muito sentido, é só para dar uma ideia da passagem do tempo. De todo o modo, eu sempre mantive um bom nível, e daria a mim mesmo uma nota oito ou oito e meio (numa escala até dez), mas espero chegar a nove com os próximos trabalhos.

Massimo Rotundo a desenhar Tex Willer

No que você está a trabalhar actualmente?
Massimo Rotundo: Estou a fazer um especial que será publicado a cores e dedicado a Brendon, uma personagem de Claudio Chiaverotti e que foi a primeira que desenhei para a Sergio Bonelli Editore. Nesse material eu busco trabalhar muito nos enquadramentos para torná-lo mais dinâmico.

O que você sentiu quando recebeu o convite para desenhar o Tex Gigante?
Massimo Rotundo: Francamente, primeiro eu senti-me lisonjeado e depois aterrorizado. Eu disse a mim mesmo: isto é difícil, se você conhece o ofício, chegou a hora de lançar mão desse conhecimento.

Pistolas fumegantes, desenho inédito e exclusivo de Massimo Rotundo para esta entrevista

Para si o que representa e qual a importância de Tex na sua vida?
Massimo Rotundo: No fundo, Tex representa a minha juventude, as longas tardes de Verão a ler as suas histórias. E creio que, assim como para muitos outros, é um ícone que tem uma filosofia de vida própria e que dela partilho com frequência. Por exemplo, Tex é uma das primeiras personagens de faroeste que tratou com dignidade os índios, e isso antes que virasse moda.

Para encerrar, gostaria de deixar uma mensagem aos seus admiradores que estarão presentes em Anadia?
Massimo Rotundo: Será um prazer encontrá-los e trocar as nossas experiências. Até breve em Anadia.

Massimo, agradecemos muitíssimo pelo tempo que nos dedicou uma vez mais.
Massimo Rotundo: Eu é que agradeço a vocês.

Massimo Rotundo e Tex

(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)

Intervista esclusiva: MASSIMO ROTUNDO (in occasione della sua presenza alla 3ª Mostra del Club Tex Portogallo)

Intervista condotta da José Carlos Francisco, con la collaborazione di Júlio Schneider (redattore di Tex per il Brasile) e di Gianni Petino per le traduzioni e le revisioni.

Per celebrare il terzo anno di vita del Club Tex Portogallo, si terrà una nuova Mostra al Museo del Vino e della Vigna di Anadia (il luogo più importante della città).

Situata nel centro del Portogallo, Anadia dista 25 km a nord di Coimbra e 90 km a sud di Oporto.
L’esposizione avrà luogo nei giorni 23 e 24 aprile con la presenza di due grandi nomi di Tex: Maurizio Dotti e  MASSIMO ROTUNDO.

Caro Massimo, ancora una volta sii il benvenuto al blog portoghese di Tex! Sarai protagonista in Portogallo di una esposizione del Club Tex Portogallo, nella città di Anadia. Cosa rappresenta per te questo avvenimento che potrà contare sulla tua presenza in un paese straniero?
Massimo Rotundo: Questo invito rappresenta la possibilità di conoscere persone, luoghi e vivere situazioni inaspettate; dal momento che ho iniziato a disegnare Tex ho conosciuto un mondo di appassionati che ha dell’incredibile, una cosa che non mi è mai successa in carriera, il fascino di un personaggio che ha contagiato migliaia di persone e sembra immortale. Negli ultimi hanno non ho frequentato molto manifestazioni del genere, un po’ per pigrizia e un po’ per la lunga militanza e per gli impegni di lavoro, quindi questo viaggio è un’opportunità per respirare ancora dal vivo l’entusiasmo di chi ama il fumetto e di chi lo sostiene.

Cosa ha convinto Massimo Rotundo, autore di risonanza mondiale, ad accettare un invito così insolito?
Massimo Rotundo: La curiosità di vedere il Portogallo, dove non sono mai stato. Anche se ho viaggiato molto, non ho avuto mai l’opportunità di visitarlo, e mi ha incuriosito il fatto che la manifestazione si svolge al museo del vino, che è una mia passione, mi ha ispirato per disegnare la locandina con Tex tra i filari d’uva. E la convinzione di aver fatto, insieme a Pasquale Ruju, un ottimo lavoro, uno dei miei migliori per quanto riguarda il genere avventuroso.

Quali sono le tue aspettative relativamente alla 3ª Mostra del Club Tex Portogallo?
Massimo Rotundo: Mi aspetto di parlare di disegno, di scrittura, del fumetto e di Tex, di disegnare dal vivo, di assaggiare prodotti del posto e di ammirare paesaggi mai visti. I fumettisti sono degli ottimi conduttori per incontri culturali e non, questo perché il fumetto ha molteplici agganci con il mondo dell’immagine, compreso il cinema e la letteratura.

Hai qualche contatto con il fumetto made in Portogallo? Conosci qualche autore, come per esempio E. T. Coelho, anche perché ha vissuto e lavorato per molto tempo in Italia, considerato da molti come il miglior disegnatore di fumetti portoghese di sempre?
Massimo Rotundo: Ho pubblicato almeno un libro in Portogallo negli anni 90, Pasolini, scritto da Jean Dufaux e pubblicato da Bertrand Editora, ma non ho conosciuto nessuno della casa editrice perché l’ho fatto attraverso il mio agente Aurelio Staletti e la Glénat Editions. Di E. T. Coelho ho un lontano ricordo di quando lavorava per il mercato francese, su collane tipo Vaillant, ma no ho più le mie collezioni dell’epoca. Se non sbaglio ha vinto diversi premi come disegnatore ed illustratore.

Allargando adesso un po’ l’orizzonte dell’intervista: cosa ti ha convinto ad entrare nell’industria dei comics?
Massimo Rotundo: Dopo tanti anni adesso ho ben chiaro il motivo: nel fumetto sono concentrate tutte le discipline artistiche e questo soddisfa la mia onnivora esigenza di lavorare a 360°. Inoltre ti consente di poter costruire un progetto con poco e senza filtri, e poi, cosa non secondaria, la possibilità di avere un lavoro continuativo che ti consente di mantenere la famiglia. Questo non dobbiamo mai dimenticarlo: noi fumettisti facciamo un lavoro, degno di questo nome e che merita un grande rispetto.

Come analizzi l’evoluzione della tua carriera?
Massimo Rotundo: Ho cominciato con la satira politica, poi sono passato al fumetto d’autore e adesso sto lavorando per il fumetto seriale; spesso queste categorie non hanno molto senso, è solo per dare una scansione temporale. Comunque ho sempre mantenuto un buon livello, mi do’ un otto anzi un otto e mezzo, spero di arrivare a nove con i prossimi lavori.

Su che cosa stai lavorando attualmente?
Massimo Rotundo: Sto facendo uno speciale dedicato a Brendon che andrà a colori, un personaggio di Claudio Chiaverotti, è stato il primo personaggio che ho disegnato per la Sergio Bonelli Editore. Sto cercando di lavorare molto sulle inquadrature per renderlo più dinamico.

Cos’hai provato quando hai ricevuto l’invito per disegnare il Texone?
Massimo Rotundo: Francamente mi sono sentito prima lusingato poi terrorizzato. Mi sono detto: questo è difficile, se conosci il mestiere è il momento di tirarlo fuori.

Cosa rappresenta Tex per te e quale è la sua importanza nella tua vita?
Massimo Rotundo: Tex rappresenta in fondo la mia giovinezza, i lunghi pomeriggi estivi a leggere le sue storie, e credo che sia, come per tanti altri, un’icona che ha una sua filosofia di vita che spesso condivido: per esempio, Tex è uno dei primi personaggi western che ha trattato con dignità gli indiani e questo prima che diventasse di moda.

In conclusione, vuoi lasciare un messaggio ai tuoi ammiratori che si trasferiranno ad Anadia?
Massimo Rotundo: Sarà un piacere incontravi e scambiarci le nostre esperienze. A presto ad Anadia.

Caro Massimo, a nome del blog portoghese di Tex ti ringraziamo moltissimo per l’intervista che ci hai così gentilmente concesso.
Massimo Rotundo: Grazie a voi.

(Cliccare sulle immagini per vederle a grandezza naturale)

Portugal – Edições da Mythos Editora à venda em Fevereiro

Relação das revistas da Mythos Editora, distribuídas em Portugal, pela VASP – Distribuidora de Publicações Lda, para o mês de FEVEREIRO de 2016:

TEX 518
Traficantes de escravos
Texto: Mauro Boselli – Desenhos: Ernesto Garcia Seijas

História originalmente publicada em Tex italiano 618

Depois de ter salvo um grupo de índios, sobretudo mulheres e crianças, dos caçadores de escravos de Riago, Tex e os seus parceiros, acompanhados por alguns navajos, atravessam a fronteira para levá-los de volta às suas tribos, no México. Mas um cúmplice dos caçadores de escravos, que trabalha para o poderoso Ramos, dono das minas de Canaã, denuncia-os aos rurales do tenente Castillo. O tenente e os seus homens cercam Tigre e dois navajos. Porém, Tex e os outros chegam inesperadamente e causam uma reviravolta na situação…
3,40€

TEX COLEÇÃO 310
A estrada no céu

Texto: G. L. Bonelli – Desenhos: Guglielmo Letteri

História originalmente publicada em Tex italiano 257

Durante as comemorações pela chegada do primeiro comboio a Durango, um bando de ladrões resolve dar um golpe no banco local. Para fugir, eles acham que seria uma grande ideia fazê-lo pelo ar, a bordo de um fantástico balão de ar quente. Mas não contavam com a tenacidade de Tex Willer e Kit Carson, que apanham outro balão e saem à sua caça.
3,40€.

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TEX EDIÇÃO ESPECIAL COLORIDA 5
A barca das traições

Texto: Mauro Boselli – Desenhos: Fabio Civitelli

História originalmente publicada em Color Tex italiano 5

É um salão de jogos flutuante, o mais sumptuoso que já navegou pelo Mississipi, mas as mil luzes da barca Delta Queen carregam as ilusões dos jogadores e escondem um coração de trevas. Para continuar a investigação sobre um ranger assassinado, Tex e os seus parceiros embarcam na rainha do Mississipi. É o início de uma viagem cheia de insídias e de imprevistos para o elegante barco a vapor e para os seus endinheirados passageiros, até que, do labirinto de canais que formam o delta do grande rio, surge a última perigosa ameaça. Tudo isso com a maravilhosa arte de Mestre Fabio Civitelli.
10,00€

ZAGOR 1
60

Terra do fogo & Nos confins do mundo

Texto: Burattini. Desenhos: Prisco

Prosseguindo a longa viagem, Zagor e Chico chegam a Punta Arenas, o último porto da América do Sul, no Estreito de Magalhães. Ali, o Espírito da Machadinha consegue cruzar com o traidor Dexter Green, o arqueólogo cujos rastos o levaram à extrema fronteira meridional do mundo. Mas quando parece que a caçada vai chegar ao fim, um imprevisto separa de novo os dois adversários: da penitenciária em construção nos arredores do vilarejo, um grupo de criminosos perigosos consegue fugir e toma o Marilena, o navio com que o Rei de Darkwood chegou até lá.
Histórias originalmente publicadas em Zagor italiano 549 e 550
9,00€

AVENTURAS DE UMA CRIMINÓLOGA 117
Pela melhor oferta
Texto: Giancarlo Berardi e Lorenzo Calza. Desenhos: Roberto Zaghi
O detective Ben Irving conta à jornalista Tina Davis um caso antigo de que participou junto com Júlia: os dois estavam no rasto de uma estudante que desapareceu misteriosamente. As investigações da criminóloga de Garden City demonstram que uma conduta que parecia exemplar nada mais era que um falso castelo construído sobre um frágil terreno de mentiras, sexo e dinheiro.

Os suicidas
Texto: Giancarlo Berardi e Maurizio Mantero. Desenhos: Enio
O dr. James Tait, patologista da polícia de Garden City, convida Júlia para passar uns dias no seu povoado natal. Mas a tranquilidade dura pouco e a Investigadora da Alma logo se vê envolvida em uma inquietante investigação sobre uma macabra e dolorosa onda de suicídios. O que levou onze jovens, entre os 17 e 22 anos, a tirar a própria vida?
Histórias originalmente publicadas em Júlia italiana 128 e 129
10,00€

Juiz Dredd Megazine 19

Formato Magazine 20,5 x 27,5 cm – 68 Páginas; Capa de Greg Staples

A Mythos lança no nosso país Juiz Dredd Megazine nº 19 e continua a resgatar o melhor da banda desenhada britânica.

O Juiz Dredd conseguiu salvar a sua sobrinha Vienna, mas isso quase custou a vida dos seus companheiros, os juízes Rico, Giant e Guthrie. Agora, cabe ao próprio Dredd avaliar se Giant tem condições de voltar à activa. Leia também: o malandro Nikolai Dante está de volta, envolvido numa trama de espionagem que pode mudar o equilíbrio de forças entre o czar e os Romanovs. Área Cinzenta: Recém-promovido a capitão após a morte de Janzen, Adam Bulliet e a ETC enfrentam uma infiltração alienígena. E ainda: Choques Futuristas!
5,00€

(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)