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Portugal – Edições da Mythos Editora à venda em Maio
Relação das revistas da Mythos Editora, distribuídas em Portugal, pela VASP – Distribuidora de Publicações Lda, para o mês de MAIO de 2016:
TEX 520
O homem que semeava a morte
Texto: Mauro Boselli – Desenhos: Ernesto Garcia Seijas
História originalmente publicada em Tex italiano 620
Depois de ter salvo um grupo de índios, sobretudo mulheres e crianças, dos caçadores de escravos de Riago, Tex e os seus pards, acompanhados por alguns navajos, atravessam a fronteira para levá-los de volta às suas tribos, no México. Mas ao chegarem em uma das aldeias, verificam que quase todos os seus membros morreram de varíola. Um sobrevivente conta que um homem desfigurado está espalhando a doença entre os índios…
3,60€
TEX COLEÇÃO 312
Sede de vingança
Texto: G. L. Bonelli – Desenhos: Erio Nicolò
História originalmente publicada em Tex italiano 259
Kit Willer é preso em Nogales por causa de uma briga banal. Ao tomar conhecimento do facto, Rocky Durbin, único sobrevivente de um bando de ladrões de banco, destruído por Tex e outros rangers meses atrás, vê uma óptima chance para se vingar. Usando o filho de seu inimigo mortal como isca, ele planeia a fuga de Kit e pede a ajuda de Cuchillo Negro, chefe dos apaches da sierra. Nisso, Tex e Carson, avisados por telegrama, preparam-se para rumarem a Nogales…
3,40€
TEX COLEÇÃO 313
Sinais de fumaça
Texto: G. L. Bonelli – Desenhos: Giovanni Ticci
História originalmente publicada em Tex italiano 260
Com o objectivo de embolsar o vil prémio que as autoridades do estado mexicano de Chihuahua estão a oferecer por escalpes de índios, alguns malfeitores fazem um acordo com a autoridade máxima do povoado de Santa Rita do Cobre para organizar uma verdadeira carnificina.
Para isso eles convidam os apaches do chefe Juan José para uma festa no povoado, e estes, ignorando a armadilha que está sendo armada, chegam em massa ao lugarejo…
3,40€
TEX OURO 80
Conspiração contra Custer
Texto: Claudio Nizzi – Desenhos: Giovanni Ticci
História originalmente publicada em Tex italiano 490 a 492
Tex conta ao jornalista Thomas Farrell a sua participação na expedição do General Custer nas Colinas Negras. Encarregados pelo General Davis de acompanhar Custer, para impedir um massacre que poderá aniquilar todos os índios da região norte dos Estados Unidos, os heróis descobrem a existência de um complô contra ele e identificam e neutralizam os conspiradores. Tempos depois, a dupla acompanha Custer numa grande operação militar montada pelo governo de Washington para ocupar as sagradas colinas do sioux. Por sua ambição e teimosia, Custer acaba por encontrar o seu destino na famosa batalha do riacho Little Bighorn. E Tex torna-se o último homem branco a ver o controverso general com vida.
11,00€
TEX EDIÇÃO HISTÓRICA 93
Prendam Tex Willer
Texto: G. L. Bonelli – Desenhos: Guglielmo Letteri
História originalmente publicada em Tex italiano 185, 186 e 189
Proteus, um antigo adversário de Tex, foge da prisão e, graças à sua extraordinária habilidade de transformista, assume os traços fisionómicos do próprio ranger para realizar numerosos assaltos a ranchos da região que fazem fronteira com a reserva navajo. Tex, logo procurado pela Lei, consegue com muito custo demonstrar a sua inocência e, ajudado pelos seus parss, segue os rastos do diabólico bandido e dos seus cúmplices.
E ainda nesta edição: uma outra história completa – AO SUL DE NOGALES.
10,00€
TEX EM CORES 28
O cortador de cabeças
Texto: G. L. Bonelli – Desenhos: Aurelio Galleppini
Numa região selvagem do Arizona, próxima ao rio Pintado e aos Montes Malapais, Tex encontra um grupo de vaqueiros aterrorizados pelo que eles chamam de O Cortador de Cabeças.
Um gigantesco gorila que cavalga um cavalo negro como a noite e empunha uma enorme cimitarra com a qual corta a cabeça de quem tenha o azar de cruzar o seu caminho. Intrigado, e não acreditando nas palavras dos vaqueiros, o ranger resolve esclarecer o mistério e acaba por se envolver numa das suas mais perigosas e intrigantes aventuras.
17,00€
ZAGOR 161
Luta pela vida & Antártica
Texto: Burattini e Boselli. Desenhos: Prisco e Della Monica
O navio Endurance – em que embarcaram Dexter Green, Yambo e o agente Lambert, de Elsewhere – conseguiu partir para a Antárctica, pouco antes de ser alcançado pelo veleiro Marilena no porto de Punta Arenas. Zagor parece ter chegado ao fim da linha, sem que a caçada a Green tenha se concluído com a sua captura. Mas Hilário e os outros amigos marinheiros oferecem-se para sair no rasto do navio em fuga! Assim, as duas embarcações começam uma disputa de velocidade e audácia. Mas é uma disputa que pode levar a tripulação dos dois navios a acabar aprisionada no gelado mar antárctico.
Histórias originalmente publicadas em Zagor italiano 551 e 552
9,00€
AVENTURAS DE UMA CRIMINÓLOGA 118
Myrna voltou!
Texto: Giancarlo Berardi e Maurizio Mantero. Desenhos: Laura Zuccheri
Uma cadeia de homicídios brutais sangra Garden City. O modus operandi do assassino leva a polícia a uma única conclusão: Myrna voltou! Júlia está de novo em perigo, pois a cruel assassina em sérieestá decidida a conquistar a criminóloga que ousou enfrentá-la, e depois devorar o seu coração!
A vida é uma aposta
Texto: Giancarlo Berardi e L. Calza. Desenhos: Marco Fodera & Thomas Campi
O mecânico Nick Yorgis pede ajuda a Júlia: o seu sobrinho Theodoros entrou para o perigoso mundo das corridas clandestinas de carro e, durante uma disputa, o seu desafiante acaba com o veículo no fundo de um precipício, perdendo a vida. Fatalidade ou alguém sabotou o carro para ganhar uma grande aposta?
Histórias originalmente publicadas em Júlia italiana 130 e 131
10,00€
Formato Magazine 20,5 x 27,5 cm – 68 Páginas; Capa de Greg Staples
A Mythos lança no nosso país Juiz Dredd Megazine nº 21 e continua a resgatar o melhor da banda desenhada britânica.
A vida de Dredd corre um sério risco enquanto ele enfrenta uma rede global de psicopatas assassinos! Leia Também: Viena, sobrinha do Juiz, interpela o tio para saber mais sobre a mãe que ela não conheceu…
E mais: um grupo de missionários decide realizar uma missão humanitária na Área Cinzenta, o que definitivamente não é uma boa ideia. Para completar – Nikolai Dante! Choques Futuristas! E a espectacular estreia de Passado Imperfeito!
6,00€
Juiz Dredd Mega-Almanaque vol. 2
Formato 20,5 x 27,5 cm – 384 páginas – Edição encadernada das revistas Juiz Dredd Megazine #7 a 12.
A segunda temporada completa da maior revista de banda desenhada do Brasil! Neste segundo volume do Juiz Dredd Mega-Almanaque, você encontra o melhor da banda desenhada britânica, assinado por escritores do quilate de Alan Moore, Neil Gaiman, Garth Ennis, John Wagner e ilustrado por monstros como Brian Bolland, Dave Gibbons, Chris Weston e Phil Winslade, entre outros. Aventura e acção em 384 páginas alucinantes, trazendo histórias completas das suas séries preferidas: Juiz Dredd, Nikolai Dante, Sláine, Área Cinzenta, Choques Futuristas e Distorções Temporais.
14,00€
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“Tempestade sobre Galveston”, o livro de Tex com a chancela da Polvo n’As Leituras do Pedro
As Leituras do Pedro*
Tempestade sobre Galveston
Pasquale Ruju (argumento)
Massimo Rotundo (desenho)
Polvo
Portugal, Abril de 2016
245 x 185 mm, 228 p., pb, brochado com badanas
ISBN 978-989-8513-55-7
16,99 €
Uma boa edição faz uma boa história? Não.
Mas uma boa edição pode valorizar uma (boa) história? Sem dúvida.
Ao começar com Patagónia – ‘a história’ de Tex por excelência? – a ‘colecção’ da Polvo dedicada ao ranger herdou desde logo um problema: qualquer que fosse a história seguinte, a comparação com o livro de estreia seria menos abonatória. Obviamente, uma apreciação baseada neste único ponto, seria extremamente penalizadora e redutora.
Baseada nos Texones italianos – os Tex Gigante da brasileira Mythos – havia dois caminhos a trilhar: seleccionar os títulos dos autores mais apelativos – Joe Kubert, Magnus, Jordi Bernet… – ou utilizar como critério de selecção a vinda do autor a Portugal para participar nas Mostras do Clube Tex, escolhidas – naturalmente – como local de lançamento dos Tex da Polvo. A opção por esta última hipótese – e ambas eram igualmente válidas – ‘forçou’ a escolha de Tempestade sobre Galveston, devido à presença de Massimo Rotundo na Anadia, neste último fim de semana.
Escrito por Pasquale Ruju – que já nos ofereceu boas histórias de Tex como A Horda do Crepúsculo, Os Bandidos da Neblina ou Mestiço/A Revanche – este é um relato do ranger de cariz tradicional. Nele, após dizimarem um bando que perseguiam, Tex Willer e Kit Carson chegam a Galveston onde vão ser apanhados pelo ‘fogo cruzado’ de um confronto entre o rico fazendeiro local e o pouco justo juiz e a bela proprietária de um dos saloons da cidade.
Tomando o partido desta última, os rangers terão que utilizar toda a sua argúcia, força e, principalmente, capacidade de atiradores, para atingirem os fins a que se propõem e reporem a lei, a ordem e a justiça.
Com Galveston situada num estado sulista, Ruju acrescenta à trama alguns apontamentos relacionados com a escravidão e a exploração – legal… – de negros, e ainda a história de um grande jogador, uma mulher determinada e a busca de um tesouro escondido, tudo enquadrado pelas mudanças sociais aceleradas então em curso no Velho Oeste.
Com Willer e Carson iguais a si mesmos – dificilmente poderia ser de outro modo… – Tempestade sobre Galveston conta na sua galeria com algumas personagens interessantes, entre um bom número de vilões, intriguistas, prepotentes e ‘simples’ assassinos, um xerife digno da estrela que ostenta, a tal mulher determinada, um foragido decidido a mudar de vida, duas empregadas – diferente mas igualmente – dedicadas e um negro duplamente vítima – de si e do sistema de justiça corrompido de Galveston – tendo cada um deles papéis específicos mas determinantes, para que o conjunto funcione e faça sentido.
Tal como a enorme tempestade que se abate sobre a região – e demonstra a pequenez humana face ao poder dos elementos naturais – que vai também marcar – e de que maneira! – o desfecho deste relato de ritmo acelerado.
Chegado aqui, convém regressar às primeiras linhas deste texto para salientar a boa qualidade da edição da Polvo, a segunda da (agora definida como) colecção Tex Romance Gráfico – que terá novidades mais cedo do que muitos pensarão… Colecção que está vocacionada não só para os fãs de Tex – e duas capas (badanas e contracapas!) diferentes é um apelo irresistível para muitos dessas fãs, como já se viu na 3.ª Mostra do Clube Tex Portugal, em Anadia, onde este livro foi lançado – mas também para os leitores de BD exigentes, a quem as edições tradicionais mensais, de pequeno formato e papel inferior, não estimulam nem satisfazem.
Apesar do formato ligeiramente inferior ao original, nas suas páginas o belo desenho de Rotundo ganha nova força, renovada vida. Detalhado, ao nível dos rostos, dos corpos e das paisagens, sejam elas naturais ou fruto da mão humana, o traço de Rotundo destaca-se especialmente na forma como confere volume e profundidade às vinhetas e pela variedade de perspectivas utilizadas, tudo salientado pelos tons bem negros utilizados na impressão e pelo papel de boa gramagem, que realçam os contrastes claro/escuro e os jogos de luz explorados pelo desenhador, em especial na longa sequência final, em plena tempestade.
Seria injusto terminar estas linhas sem destacar a belíssima capa desenhada por Rotundo especificamente para a edição portuguesa que se torna, assim, ainda mais apetecível como peça de colecção para os muitos seguidores que o ranger tem em Itália, Portugal, Brasil e outros países.

*Pedro Cleto, Porto, Portugal, 1964; engenheiro químico de formação, leitor, crítico, divulgador (também no Jornal de Notícias), coleccionador (de figuras) de BD por vocação e também autor do blogue As Leituras do Pedro.
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Entrevista com o fã e coleccionador: Luiz Alberto Sousa
Entrevista conduzida por José Carlos Francisco.
Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente?
Luiz Alberto Sousa: O meu é Luiz Alberto Sousa, nasci em uma cidade do estado do Pará, chamada Santarém, mas já há alguns anos moro em Manaus, no Amazonas. Para ser mais preciso, moro em Manaus há 33 anos. Trabalho em uma empresa de transporte e logística, onde exerço a função conferente de estoque e transporte.
Quando nasceu o seu interesse pela Banda Desenhada?
Luiz Alberto Sousa: O meu interesse por esta arte nasceu ainda quando eu era bem pequeno, tinha 13 anos de idade, na mesma cidade na qual eu falei há pouco, Santarém.
Quando descobriu Tex?
Luiz Alberto Sousa: Descobri esse espectacular Tex Willer há bastante tempo, no distante ano de 1982, tinha acabado de aprender a ler, e através das historias de Tex Willer e Zagor, aperfeiçoei a minha leitura, personagens esses que me fazem “teleportar” para as suas aventuras, no oeste americano, principalmente Tex, mas por incrível que pareça, o meu primeiro contacto com o mundo Bonelli, foi com Zagor: Foi assim: onde eu estudava, tinha um colega de classe que levava alguns para ler, e a partir do momento que o vi lendo, não o deixei mais sossegado, pedi para olhar, primeiro fiquei fascinado com os desenhos, na época em que a extinta editora Vecchi lançava Zagor, a maioria das histórias eram desenhadas por Ferri, em plena forma, obra de arte pura.
Porquê esta paixão por Tex?
Luiz Alberto Sousa: Para dizer a verdade eu não sei, é amor, paixão, uma sensação de paz e conforto, bem está quando pego uma história de Tex para ler, parece que nada ao meu redor existe, parece que eu entro dentro do gibi e lá estou eu, ao lado de Tex e seus pards, vivenciando as aventuras junto com eles.
O que tem Tex de diferente de tantos outros heróis dos quadradinhos?
Luiz Alberto Sousa: O que Tex tem de diferente? Bem, virtudes, qualidades, apesar de ser um personagem fictício, o seu criador atribuiu-lhe várias qualidades, essas que a maioria das pessoas hoje precisam ter, principalmente os políticos que comandam o nosso país, que hoje está afundado com tantos políticos corruptos e ladrões, roubando o dinheiro público, massacrando cada vez mais a população mais carente. Tex nunca diz não a um amigo, ou a alguém que precisa de sua ajuda, trata todos com dignidade e respeito, seja branco, índio ou negro, sem distinção de raça e cor, perante seus olhos, todos são iguais, têm os mesmos direitos, Tex leva justiça aos injustiçados, e com as suas acções, leva esperança para quem não a tinha mais. Acho que essa é a diferença para os demais heróis, faz prevalecer a justiça usando seu Colt, sem super poderes, usando apenas o seu grande senso de justiça.
Qual o total de revistas de Tex que você tem na sua colecção? E qual a mais importante para si?
Luiz Alberto Sousa: Para falar a verdade eu não tenho uma quantidade exorbitante de revistas. Em números, acho que chega às novecentas e poucas, leio muito, e algumas revendo e troco em ‘sebos’. Qual a mais importante? Bem, vou citar uma, não pela história, mas pelo facto de ter sido a primeira que eu me tornei proprietário mesmo (…risos…). Digo minha mesmo, pois quando eu era garoto, a maioria das revistas que eu lia, eram emprestadas de amigos. “Ninho de víboras“, esse exemplar tem uma história nada comum, “uma irmã minha ao ir em uma missa num domingo como era de costume, achou-o dentro da igreja, e levou-o para casa”, resumindo, aquele acabou se tornando o meu primeiro exemplar de Tex. Por isso eu a considero a mais importante.
Colecciona apenas livros ou tudo o que diga respeita à personagem italiana?
Luiz Alberto Sousa: Coleccionar eu colecciono pouco, apenas Tex e Zagor, mas leio quase tudo da Itália, que a editora Mythos trás para os leitores do Brasil. Depois de Tex, o meu segundo personagem preferido é Zagor, o espírito com a machadinha.
Qual o objecto Tex que mais gostava de possuir?
Luiz Alberto Sousa: Tenho vontade de ter outros objectos, mas só tenho mesmo revistas, uma das coisas de Tex que tenho vontade de obter é uma estátua em miniatura do Ranger, não sei se vou conseguir algum dia.
Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia? E o argumentista?
Luiz Alberto Sousa: Tenho duas preferidas, mas quero deixar claro, que todas para mim são óptimas, mas sem duvida alguma, a primeira é “El muerto” e a segunda é “Juramento de vingança“. Desenhadores: Galep e Ticci. Roteiristas: em ordem, primeiro Bonelli, um génio, segundo Guido Nolitta e em terceiro um empate entre Mauro Boselli e Manfredi, embora este último faça um Tex mais durão.
O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos?
Luiz Alberto Sousa: A maneira como trata todos, com respeito, igualdade, o seu senso de justiça, solidário, sempre disposto a ajudar quem quer que seja. O que menos me agrada, o excesso de palavrões tipos, Satanás, Tição do inferno e algumas histórias em que de vez em quando fuma um cigarro atrás do outro. Mas sei que isso não oculta as outras várias qualidades que ele tem.
Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que é?
Luiz Alberto Sousa: Sem dúvida alguma os seus criadores, colocaram Tex em um patamar bem alto, nunca alteraram a essência do personagem, desde a sua criação Tex continua fiel à sua filosofia, mantém-se fiel na aparência e nas histórias, a competência de seus editores italianos que já vai na terceira geração, com Bonelli pai, Sergio Bonelli, e agora segurando o bastão firme e forte, Davide Bonelli. E no Brasil se deve muito à actual editora Mythos, sob a direcção do nosso parceiro Dorival Vitor Lopes.
Costuma encontrar-se com outros coleccionadores?
Luiz Alberto Sousa: Tenho vontade, onde eu moro, geograficamente é inviável eu ir a esses encontros que de vez em quando acontecem pelo Brasil a fora, e aqui em Manaus onde eu moro, não acontecem eventos desses.
Para concluir, como vê o futuro do Ranger?
Luiz Alberto Sousa: Com bastante optimismo, Tex irá muito além de nós, porque digo isso? Porque Tex tem passado por cima de toda crise financeira que tem abalado o mundo, mas continua firme e forte, com uma série de títulos lançados simultaneamente em seu país de origem e aqui no Brasil também, apesar de que o Brasil vem atravessado uma tremenda crise financeira. Tex ainda ficará nas bancas por várias gerações, Tex está firme e forte e sempre estará. Por isso peço a Deus que nos dê muita saúde para poder curtir Tex ainda por muitos e muitos anos. Para finalizar, obrigado “Zeca” por me dar o prazer de participar desta entrevista, que era um grande desejo meu. Um grande abraço a todos os texianos do Brasil e do mundo. Fiquem todos com Deus.
Prezado pard Luiz Alberto Sousa, agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.
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Vídeo na Cerimónia de Inauguração da 3ª Mostra do Clube Tex Portugal: Tex e seus autores pelos caminhos de Portugal
A finalizar a memorável Cerimónia de Inauguração da 3ª Mostra do Clube Tex Portugal, realizada no passado sábado, dia 23 de Abril e com a presença dos autores Massimo Rotundo e Maurizio Dotti e antes do Espumante de Honra (não nos esqueçamos que o evento foi na capital da Bairrada, mais precisamente no Museu do Vinho Bairrada) oferecido pela Direcção do Clube Tex Portugal, foi exibido um curto vídeo (perante um auditório totalmente repleto com inúmeras pessoas em pé), realizado por Andreia Sofia Francisco, sobre a trajectória de Tex e dos seus autores por Portugal mostrando a eternização de momentos inesquecíveis das Cavalgadas de Tex por Terras Lusitanas, como damos de seguida a conhecer hoje no blogue do Tex a todos os nossos leitores:







