A contracapa da revista nº 4 do Clube Tex Portugal terá uma ilustração EXCLUSIVA de DANTE SPADA dedicada aos amigos do Clube Tex Portugal

Por José Carlos Francisco


A revista do Clube Tex Portugal, devidamente autorizada pela Sergio Bonelli Editore, neste seu quarto número terá, uma vez mais, DUAS versões para a sua capa, ambas da autoria de Enrique BRECCIA, consagrado desenhador italiano que irá estrear-se na saga do Ranger, precisamente no mês de lançamento da revista do clube português, Junho, aquando da publicação do seu Tex Gigante, escrito por Tito Faraci a partir de uma ideia de Sergio Bonelli e com o título “Captain Jack“, mas sobre as DUAS capas para a revista nº 4 do Clube Tex Portugal, a divulgação das mesmas ocorrerá em breve, aqui mesmo no blogue do Tex!

A contracapa da revista nº 4 do Clube Tex Portugal terá uma ilustração EXCLUSIVA de DANTE SPADA dedicada aos amigos do Clube Tex Portugal

Mas Enrique Breccia não é o único desenhador do staff de Tex a contribuir e valorizar este 4º número de uma revista já fadada ao sucesso e que ficará cada vez mais na história de Tex em Portugal (e não só), pois também DANTE SPADA vem enriquecer este projecto nacional ao desenhar propositadamente para a contracapa da revista uma magnífica ilustração de Tex a cavalo, realizada em EXCLUSIVO para a revista portuguesa, numa ilustração devidamente dedicada aos amigos do Clube Tex Portugal.

Esboço inicial de Dante Spada da ilustração para a revista nº 4 do Clube Tex Portugal

Depois de Andrea Venturi, Stefano Biglia e Maurizio Dotti para além da própria Sergio Bonelli Editore na revista nº 1 do Clube Tex Portugal, Fabio Civitelli, Corrado Mastantuono, Lucio Filippucci e novamente Andrea Venturi na revista nº 2, Luca Vannini, Stefano Biglia, Pasquale Del Vecchio e uma vez mais Maurizio Dotti na edição nº 3, neste quarto número teremos as colaborações de Enrique Breccia, Dante Spada, Bruno Brindisi e Alessandro Nespolino que também comprovam deste modo a importância e o carinho postos também por todos estes desenhadores neste projecto editorial dedicado aos sócios do jovem Clube Tex Portugal, não esquecendo a própria Sergio Bonelli Editore que autorizou neste número a publicação (a cores) da história “A Presa“ escrita por Mauro Boselli e desenhada (magistralmente) por Fabio Civitelli.

Dante Spada, desenhador de Tex que colabora na revista nº 4 do Clube Tex Portugal

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TEX SHOW: Programa vídeo da autoria de G. G. Carsan dedicado a Tex Willer

Tex Show é um novo programa vídeo, com cerca de 30 minutos de duração, da autoria de G. G. Carsan, grande fã, coleccionador e estudioso brasileiro do Ranger, feito por fãs para divulgar a mítica personagem de histórias aos quadradinhos, Tex, visando principalmente os jovens que gostam de revistas de banda desenhada. Trata-se de um programa com periodicidade variável, que trará entrevistas e participações dos fãs e cujo primeiro programa foi ao ar no passado dia 26 de Abril, programa esse que apresentamos de seguida e onde inclusive, entre outras coisas, se fala da 3ª Mostra do Clube Tex Portugal ocorrida no passado mês de Abril em Anadia e que contou com as presenças de Massimo Rotundo e Maurizio Dotti.

Destaque também neste primeiro programa para as participações de Adriano Rainho, Antonio Carlos da Silva (Rouxinol do Rinaré) e Jesus Ferreira Nabor, todos os três, ilustres sócios brasileiros do Clube Tex Portugal.

Registe-se que o próximo programa será já neste dia 11 de Maio, pelas 20 horas do Brasil (menos 4 horas do que em Portugal) e poderá ser assistido no canal Youtube de G. G. Carsan!

Entrevista exclusiva: MASSIMO ROTUNDO (a propósito da sua participação na 3ª Mostra do Clube Tex Portugal, realizada em Anadia, no passado mês de Abril)

Entrevista conduzida por José Carlos Francisco, com a colaboração de Júlio Schneider (tradutor de Tex para o Brasil) na tradução e revisão.


Caro Massimo, bem-vindo de volta ao blogue português de Tex!
Que impressão lhe deixou a 3ª Mostra do Clube Tex Portugal? Você esperava menos ou mais do que se verificou?

Massimo Rotundo: Eu fui a muitas manifestações na minha carreira, mas raramente recebi uma acolhida tão calorosa. Tudo foi bem organizado e os participantes eram aficionados e conhecedores do assunto. Isso não acontece sempre, e todos os membros do Clube de Portugal têm um notável conhecimento de BD e de desenho. Por isso tudo eu lhes agradeço e, claro, agradeço a Tex.

A sua empatia com o público português foi maravilhosa e não será facilmente esquecida pelos que visitaram a Mostra de Anadia (como se pode ver pelos comentários no blogue português de Tex, nos quais a sua amabilidade e a sua atenção com os presentes foram merecidamente reconhecidas). Aliás, o público o gratificou com uma grande ovação na sua apresentação. O que sentiu naquele momento?
Massimo Rotundo: Os aplausos são sempre bem-vindos, são um prémio pelo que se faz e ajudam a trabalhar com mais entusiasmo: nós, desenhadores, vivemos um pouco reclusos e essas ocasiões são um modo para socializar. Por isso, quando me pedem uma dedicatória eu não me faço de difícil, isso faz parte da nossa profissão. E, na minha visão, desenhar ao vivo é uma habilidade que deve ser cultivada, ajuda a evoluir.

Depois de participar de inúmeros eventos na Itália, você esperava tal acolhida e afecto da parte dos leitores portugueses?
Massimo Rotundo: Depois dos vários contactos epistolares com vocês, eu tinha a sensação de que encontraria pessoas especiais, e foi o que aconteceu. O mais incrível foi a familiaridade natural, nós parecíamos amigos de longa data.

Os aficionados portugueses de Tex são de algum modo diferentes dos outros que você conheceu?
Massimo Rotundo: Os aficionados de Portugal são particulares, alguns vinham de outras partes do País e, sem uma paixão verdadeira, não se faz isso. Todos os aficionados de Tex têm algo de especial, e confesso que isso surpreendeu-me.

Observamos que durante a Mostra você confraternizou muito com o público: essa troca de palavras foi positiva para si? E como você se sentiu com uma língua diferente da sua?
Massimo Rotundo: Como eu disse antes, é bom sair da nobre solidão do trabalho, eu considero positivo. Quanto à língua, existe um modo internacional feito de gestos e de palavras que fazem parte do conhecimento colectivo. Ou seja, a gente se entende. E, para mim, cada dedicatória é uma ocasião de se trocar alguma coisa. O português é uma língua harmoniosa, valeria a pena aprender (houvesse tempo…). De todo modo, eu devo repassar o meu inglês.

Quais as principais diferenças que você observou entre a Mostra portuguesa e o que habitualmente acontece nos salões italianos?
Massimo Rotundo: Alguns salões são dedicados à BD em geral, por isso são mais dispersivos. Eu sou afectivamente ligado às mostras dos “primórdios”, que se parecem um pouco com a de vocês, e hoje há a tendência a unir os diversos sectores do campo da imagem… tudo bem, mas eu sou romântico.

No seu retorno à SBE houve um interesse da parte de Davide Bonelli e/ou Mauro Boselli para saber como foi a Mostra?
Massimo Rotundo: Ainda não, mas não faltará uma ocasião.

Houve repercussões na Itália sobre a 3ª Mostra do Clube Tex Portugal, em razão da sua presença?
Massimo Rotundo: Muitos perguntaram-me como foi, e os livros portugueses de Tex que eu trouxe agradaram muito.

Apesar de você ter ficado quatro dias em Portugal, teve muito pouco tempo para conhecer o nosso pequeno País. O que mais o impressionou nessa curta permanência?
Massimo Rotundo: O que eu vi de Portugal foi superior às minhas expectativas: os lugares, a natureza e os sabores (eu comi bem demais) e também a música conquistaram-me, e a minha esposa tem a mesma opinião, foi uma experiência inesquecível.

Você vivenciou alguma situação curiosa ou divertida durante a sua visita a Portugal?
Massimo Rotundo: Houve diversas situações divertidas e curiosas: do facto de desenhar muitas pin-ups ao lado das personagens de Tex (e ainda desenhei um Tex a cavalo que disputava uma corrida com um Citroen 2CV!) ao óptimo cantor de fado que exibiu-se em um lindo miradouro de Lisboa, e as majestosas falésias do Cabo da Roca.

Massimo, agradecemos muitíssimo pelo tempo que mais uma vez nos dedicou.
Massimo Rotundo: Obrigado, amigos, um abraço a todos.


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Intervista esclusiva: MASSIMO ROTUNDO (a proposito della sua presenza nella 3ª Mostra del Club Tex Portogallo)

Intervista condotta da José Carlos Francisco, con la collaborazione di Júlio Schneider (redattore di Tex per il Brasile) per le traduzioni e le revisioni.


Ciao Massimo, benvenuto ancora una volta al blog portoghese di Tex!
Quale impressione ti ha lasciato la 3ª Mostra del Club Tex Portogallo? Ti aspettavi di più o di meno di quanto si è verificato?

Massimo Rotundo: Sono stato a molte manifestazioni nella mia carriera, ma raramente ho trovato un accoglienza così calorosa. Era tutto ben organizzato e i partecipanti erano appassionati e competenti… non succede sempre, ho trovato solo fans con una notevole conoscenza dei fumetti e del disegno nel Club del Portogallo, di questo vi ringrazio e naturalmente ringrazio Tex.

La tua empatia con in pubblico portoghese è stata meravigliosa e non sarà facilmente dimenticata da coloro che hanno visitato la Mostra di Anadia (come si può vedere dai commenti sul blog portoghese di Tex, in cui la tua amabilità e la tua attenzione nei confronti del pubblico sono meritatamente riconosciuti). Il pubblico, peraltro, ti ha gratificato con una grande ovazione nella tua presentazione. Cos’hai provato in quell’istante?
Massimo Rotundo: Gli applausi fanno sempre piacere, sono un premio per quello che hai fatto e aiutano lavorare con più entusiasmo, noi disegnatori viviamo un po’ reclusi e queste occasioni sono un modo per socializzare. Per questo quando mi chiedono una dedica non faccio il difficile, credo che faccia parte della nostra professione… e poi, secondo me, disegnare dal vivo è un abilità che deve essere coltivata, aiuta a migliorarsi.

Dopo avere partecipato a numerosi eventi in Italia, ti aspettavi questo ricevimento ed affetto da parte dei lettori portoghesi?
Massimo Rotundo: Dopo i numerosi contatti epistolari, con voi, avevo la sensazione di trovare persone speciali, e così è stato. La cosa incredibile è stata la familiarità naturale, sembravamo amici di lunga data.

I fans portoghesi di Tex sono in qualche misura diversi dagli altri che hai conosciuto?
Massimo Rotundo: I fans del Portogallo sono sicuramente particolari, alcuni venivano da altre parti del Paese e se non hai una passione vera non lo fai. Tutti i fans di Tex hanno qualcosa di speciale, e questo francamente mi ha sorpreso.

Abbiamo notato che durante la Mostra hai fraternizzato molto con il pubblico: questo scambio di “parole” è stato positivo a tuo avviso? E come ti sei trovato con la lingua diversa dalla tua?
Massimo Rotundo: È per quello che dicevo prima, fa piacere uscire dalla nobile solitudine del lavoro, lo trovo positivo. Per quanto riguarda la lingua, c’è un modo internazionale fatto di gesti e di parole che fanno parte della conoscenza collettiva… insomma ci si capisce. E per me ogni dedica è un occasione per scambiarsi qualcosa. Il portoghese è una lingua armoniosa, varrebbe la pena (avere il tempo…) impararla. Comunque devo ripassare il mio inglese.

Quali sono state le principali differenze che hai incontrato tra la Mostra portoghese e ciò che avviene abitualmente nei saloni italiani?
Massimo Rotundo: Alcuni saloni sono dedicati al fumetto in generale, quindi sono più dispersivi. Sono legato affettivamente alle mostre degli “inizi” che assomigliano un po’ alla vostra, adesso c’è la tendenza di unire i diversi settori del campo dell’immagine… va bene, ma io sono romantico.

Al tuo rientro in SBE c’è stato un interesse da parte di Davide Bonelli e/o Mauro Boselli per sapere come era andato la Mostra?
Massimo Rotundo: Ancora no, ma non mancherà l’occasione.

Ci sono state ripercussioni in Italia circa la 3ª Mostra del Club Tex Portogallo, a causa della tua presenza?
Massimo Rotundo: Molti mi hanno chiesto come è andata e i libri portoghesi di Tex che ho riportato sono piaciuti molto.

Nonostante tu sia rimasto quattro giorni in Portogallo, hai avuto troppo poco tempo per conoscere il nostro piccolo Paese. Cosa ti ha colpito maggiormente durante questa breve permanenza?
Massimo Rotundo: Quello che ho visto del Portogallo è stato superiore alle mie aspettative: i posti, la storia, la natura e i sapori (ho mangiato benissimo) e anche la musica mi hanno ammaliato, la pensa così anche mia moglie, è un esperienza che ricorderemo.

Vuoi raccontare qualche storia curiosa o divertente che hai vissuto durante la tua visita in Portogallo?
Massimo Rotundo: Sono state diverse le situazioni divertenti e curiose; dall’aver disegnato insieme ai personaggi di Tex molte pin-up (ho disegnato anche un Tex a cavallo che gareggiava con una due cavalli Citröen) al bravissimo cantante di fado che si esibiva su uno splendido belvedere di Lisbona, alle maestose scogliere di Capo da Roca.

Massimo, ti ringraziamo moltissimo per il tempo che ci hai dedicato ancora una volta.
Massimo Rotundo: Grazie, amici, un abbraccio a tutti.

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Billy The Kid & Outras Histórias nº 26 traz um NOVO PÓSTER de TEX desenhado por ALFONSO FONT

A revista brasileira Bill The Kid & Outras Histórias atingiu no passado mês de Abril a edição nº 26, consolidando-se cada vez mais na história da produção brasileira por atingir tantos números, ainda por cima tendo o selo de uma editora alternativa, a Opção 2 do editor Arthur Filho, e por reunir tantos grandes nomes da banda desenhada brasileira, aliás a edição nº26 é um novo marco histórico, pois nunca uma revista independente de faroeste chegou tão longe no Brasil!

Billy The Kid & Outras Histórias nº 26 com póster de Tex da autoria de Alfonso Font

Esta edição nº 26 tem capas de Fabio Chibilski e Elthze histórias de Júlio Emílio Braz, José Menezes, Wilski Barbosa, Arthur Filho e Elthz, uma entrevista com o argumentista Júlio Emílio Braz e ainda a rubrica Correio do Billy, mas o grande destaque é a publicação nas páginas centrais de mais um magnífico póster de TEX da autoria de Alfonso Font e um artigo exclusivo sobre os desenhadores de Tex. Tudo isto numa nova impressão gráfica e nova diagramação e com apoio gráfico da Ink Blood de Fabio Chibilski.

Alfonso Font colabora na revista Billy The Kid & Outras Histórias nº 26

Recorde-se que esta colecção nasceu no ano de 2005, quando movido por uma antiga paixão pelos westerns, e vendo que nas bancas de jornais Tex Willer, o herói da Casa Bonelli, era o único título disponível para atender a uma legião de fãs de bang-bang, Arthur Filho decide publicar a revista Billy The Kid & Outras Histórias, mas para conhecer melhor este batalhador editor, leia a entrevista concedida recentemente ao nosso blogue, clicando AQUI!

Arthur Filho com duas edições da Billy The Kid

Quem desejar adquirir este número (tem o formato A5, 30 páginas e miolo em papel reciclado e capa a cores em papel couchê 120g, com um custo de R$ 8,00) assim como números anteriores deve fazer os pedidos através do e-mail do próprio editor: arthur.goju@bol.com.br

Colecção Billy The Kid

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