Programação TEX PLATINUM para 2021

Depois de recentemente termos publicado a programação oficial de Tex Edição Histórica para 2021, hoje no Blogue do Tex vamos dar a conhecer a todos os nossos leitores a programação oficial da Mythos Editora relativamente a Tex Platinum para a 2021.

Em Fevereiro de 2021 será publicado o Tex Platinum nº  31 que conterá duas histórias: A CIDADE DO MAL (Mauro Boselli e Giacomo Danubio) e O CHARLATÃO (Tito Faraci e Giacomo Danubio), histórias originalmente publicadas em Almanacco del West 2011 e Almanacco del West 2012, respectivamente:

Após o brutal assassinato de um rapaz Navajo, Tex e os seus pards encarregam-se de entregar ao juiz da comarca Frank Mason, o arrogante chefe de Waco, uma cidade construída ilegalmente às margens da Reserva. Mas a pista para Gallup está cheia de ciladas e armadilhas. Tex começa a pensar que em Waco o mal deva ser talvez cortado pela raiz.

O doutor Angus McPherson tem um elixir capaz de curar qualquer doença por apenas dois dólares a garrafa. Ao menos é o que ele diz nas praças das cidades em que leva o seu Medicine Show. Mas um dia alguém o leva a sério demais: o chefe de um bando feroz, cujo irmão foi ferido num confronto com Tex Willer.
E justamente o Ranger, com o auxílio do comparsa de McPherson, deverá resolver a situação, usando a sua própria medicina… à base de chumbo.

Almanacco del West 2011 e Almanacco del West 2012

Em Abril de 2021 será publicado o Tex Platinum nº  32 que conterá “apenas” uma história, mas que história… A NOITE DOS ASSASSINOS (G. L. Bonelli e Giovanni Ticci), história originalmente publicada na série principal do Ranger em Tex (italiano) 166 a 168, de Agosto, Setembro e Outubro de 1974:

Tex, Carson, Kit e Tigre surpreendem um grupo de lobos a tentar devorar o cadáver de um índio Dakota. Após terem afugentado os animais, os quatro pards lêem uma carta que este transportava, destinada a Forte Benton e a solicitar auxílio para a sua tribo que necessita desesperadamente de provisões para sobreviver. Após terem enterrado o infeliz, os pard dirigem-se até à aldeia Dakota e deparam-se com um cenário dantesco de fome, com toda a tribo a aguardar uma morte certa.

Tex nº 167 – La Notte degli assassini

Em Junho de 2021 será publicado o Tex Platinum nº  33 que conterá novamente duas histórias: FIESTA DE MORTE (G. L. Bonelli e Giovanni Ticci), história publicada originalmente na série principal do Ranger em Tex (italiano) 259 a 261, de Maio, Junho e Julho de 1982 e A CIDADE CORROMPIDA (G. L. Bonelli e Fabio Civitelli), história publicada originalmente em Tex (italiano) 323 de Setembro de 1987:

Um grupo de Apaches é convidado para uma “fiesta” no povoado de Santa Rita do Cobre, território do Novo México. Mas tudo não passa de uma armadilha e os índios são surpreendidos e fuzilados ao chegarem ao local. Da carnificina conseguem escapar o chefe Mangas Coloradas e alguns guerreiros que juram vingança. Para evitar uma guerra indígena, Tex, Carson, Tigre e Kit assumem a tarefa de punir os culpados pelo desumano massacre.

Enviados pelo comando dos Rangers, Tex e Carson chegam a Nova Orleans para investigar denúncias sobre um bando que está extorquindo dinheiro de comerciantes e donos de barcos…

Tex nº 259 – Sete di vendetta e Tex nº 323 – La città corrotta

Em Agosto de 2021 será publicado o Tex Platinum nº  34 que voltará a conter duas histórias:  BANDIDOS E HERÓIS (Mauro Boselli e Carlos Gomez) e O SEQUESTRO (Tito Faraci e Orestes Suarez), histórias publicadas originalmente em Almanacco del West 2013 e Almanacco del West 2014, respectivamente:

Entre as áridas e desoladas montanhas da divisa do Arizona com o Novo México está o sonolento povoado de Clifton, uma pobre comunidade que sobrevive graças a uma mina de cobre. Não é uma grande riqueza, mas os homens da quadrilha Johnson, fugindo de Tex e seus parceiros, não podem se dar ao luxo de escolher. Só que nas mesmas montanhas também se esconde um bando de cruéis apaches rebeldes. O inevitável encontro de todos os grupos em Clifton vai trazer à tona o que cada personagem tem de pior e de melhor, transformando bandidos em heróis.

Um noivo é sequestrado na véspera do dia do casamento! É questão de honra para Tex tirá-lo ainda vivo das mãos dos sequestradores e, assim, limpar as lágrimas do rosto da jovem e bela noiva. Mas o caso não é assim tão simples quando de trás de cada árvore da floresta despontam espingardas que vomitam chumbo!

Almanacco del West 2013 e Almanacco del West 2014

Em Outubro de 2021 teremos nos quiosques brasileiros o Tex Platinum nº  35 que uma vez mais conterá apenas uma história: AVENTURA NO CARIBE (Guido Nolitta e Guglielmo Letteri), história publicada originalmente, uma vez mais, na série principal do Ranger em Tex (italiano) 253 e  254, de Novembro e Dezembro de 1981:

Ao voltarem para casa, após a dramática aventura ocorrida nas selvas da Colômbia, Tex Willer e o seu filho Kit vêem o seu navio ser sequestrado por um bando de homens que desejam transformar a ilha mexicana de Providência num reino particular.

Tex nº 253 – Artigli nelle tenebre e Tex nº 254 – La scogliera dell’orrore

Finalmente em Dezembro de 2021 teremos à venda no Brasil o Tex Platinum nº  36 que também irá conter apenas uma história: A PROVA DE FOGO (Pasquale Ruju e Ernesto Garcia Seijas), história publicada originalmente em Tex (italiano) 598 e 599 de Agosto e Setembro de 2010:

Durante uma operação contra uma quadrilha de assaltantes de bancos, o jovem Ranger Michael Loman morre no seu baptismo de fogo. Jack Loman, pai do rapaz, veterano do corpo dos Rangers e amigo de Tex, enlouquecido pela dor da morte do filho, segue os rastos dos criminosos, decidido a fazer justiça com as próprias mãos. Para alcançar o seu objectivo, Loman usa métodos não muito lícitos e Tex é obrigado a perseguir o amigo, que se tornou uma fera sedenta de sangue.

Tex nº 598 – La prova del fuoco e Tex nº 599 – Un ranger per nemico

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Lucio Filippucci e o processo de criação da capa principal da Revista #13 do Clube Tex Portugal

Após Andrea Venturi (revista nº1), Fabio Civitelli (nº 2), Luca Vannini (nº 3), Enrique Breccia (nº 4), Maurizio Dotti (nº 5), Massimo Rotundo (nº 6), Stefano Biglia (nº 7), Pasquale Del Vecchio (nº 8.), Rossano Rossi (nº 9), Giacomo Danubio (nº 10), Pasquale Frisenda (nº 11) e Alessandro Bocci (nº 12) LUCIO FILIPPUCCI foi o desenhador de Tex que realizou as capas (principal e variante) da edição nº 13 (a lançar neste mês de Dezembro) da revista do Clube Tex Portugal, engrandecendo ainda mais o fantástico naipe de desenhadores do Ranger que se pôs ao serviço do Clube Português dedicado à mítica personagem criada, em 1948, por G. L. Bonelli (texto) e Aurelio Galleppini (arte).

No Estúdio de Lucio Filippucci o nascimento da capa da Revista do Clube Tex Portugal #13

Mas sobre a capa principal, vamos dar a conhecer todo o processo de criação, desde o nascimento (a ideia para a ilustração a criar) até à capa final já com o logótipo da revista, passando pelo esboço inicial, a arte a lápis e arte original com as cores do próprio Filippucci.

O esboço inicial de Lucio Filippucci onde comparece um urso a galope

E comecemos com as palavras do mestre bolonhês relativas à ilustração onde se constata uma bela harmonia do movimento do lobo e do cavalo e o facto de como as nuvens e a floresta equilibram a composição à esquerda: “Eu quis colocar um pouco de vida selvagem.  Quis desenhar um Tex que cavalga com lobos acompanhado por uma águia para evidenciar a união íntima do nosso Ranger com o mundo selvagem, com uma natureza esplêndida a implacável que ele entende e é amigo. Eu também queria incluir um urso na ilustração, mas achei pouco credível que um urso galopasse.“.

“Peço desculpa por a ilustração estar um pouco esboçada. Tive menos tempo do que gostaria. Aguardei pelos últimos dias do prazo que me foi concedido, mas o suficiente para fazer um bom trabalho. Então nos últimos dias acontece o inesperado imprevisto e então tive de me apressar. Culpa minha por ser um retardatário.“.

E assim se vê a modéstia e a humildade de Lucio Filippucci porque a ilustração está deveras belíssima e tem recebido os mais rasgados elogios de todos que admiraram a maravilhosa arte “portuguesa”, inclusive o próprio Mauro Boselli, responsável máximo de Tex, que elogiou esta magnífica ilustração que vamos então dar a conhecer com maior profundidade.

O esboço inicial de Lucio Filippucci e a transposição para o lápis

A arte a lápis de Lucio Filippucci para a ilustração da capa principal da Revista #13 do Clube Tex Portugal

A magnífica arte invernal finalizada com as magníficas cores de Lucio Filippucci

A capa principal da revista nº 13 do Clube Tex Portugal com deslumbrante Arte de Lucio Filippucci

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Programação TEX EDIÇÃO HISTÓRICA para 2021

Hoje no Blogue do Tex vamos dar a conhecer a todos os nossos leitores a programação oficial da Mythos Editora para a 2021 relativamente a Tex Edição Histórica, a série que republica em histórias completas e com mais páginas as aventuras de Tex Coleção e que já ultrapassou há muito a fasquia dos cem números.

Em Janeiro de 2021 será publicado o Tex Edição Histórica nº  115 – CÃO AMARELO – da dupla de autores G. L. Bonelli & Giovanni Ticci, contendo 342 páginas de história e mais 2 de matéria. História publicada originalmente na Itália, em Tex 233 “Cane Giallo”, de Março de 1980, Tex 234 “Gli eroi di Devil Pass“, de Abril de 1980, Tex 235 “Fuochi nella notte“, de Maio de 1980 e Tex 236 “Il cerchio di sangue”, de Junho de 1980.

Encorajado por três traficantes de armas – Big Cisco, Jim Donner e Bill Grant – Cão Amarelo lança os seus guerreiros utes contra as pacíficas populações navajos.
O chefe índio também prometeu aos seus sinistros aliados brancos nada mais nada menos do que o escalpe de Águia da Noite. Uma promessa que o obrigará a suar sangue para cumprir.
Para tentar impedir o avanço dos inimigos, Águia da Noite manda os melhores guerreiros da tribo defender a passagem do Passo Devil. Se conseguirem segurar os utes ali, as aldeias do vale estarão a salvo. Mas duas dezenas de guerreiros conseguirão segurar quase trezentos inimigos?

Em Abril teremos nos quiosques de todo o Brasil o Tex Edição Histórica nº  116 – UM FORASTEIRO EM ELK CITY – aventura escrita por Guido Nolitta e desenhada por Erio Nicolò, contendo 326  páginas de banda desenhada e complementado com mais 2 de matéria. Em Itália esta aventura foi publicada em Tex 236 “Il cerchio di sangue”, de Junho de 1980, Tex 237 “Contro tutti“, de Julho de 1980, Tex 238 “Mercanti di morte“, de Agosto de 1980 e Tex 239 “A carte scoperte“, de Setembro de 1980.

Investigando em Elk City o desaparecimento de um colega Ranger, Tex, sob o falso nome de Ted Hawkins, localiza e destrói o bando dos irmãos Alan e Max Rigbi, que roubavam os carregamentos de prata da Mineradora Central. Mas ele vai continuar na cidade para descobrir quem são os traficantes de bebida que viciam os índios da região com seu veneno… Tex faz-se contratar como pistoleiro profissional pelos Nelson para melhor se inteirar das actividades ilícitas da família e pôr um fim na carreira dela…

Por sua vez em Julho a Mythos Editora vai publicar o Tex Edição Histórica nº  117 – SOMBRAS DO PASSADO – da dupla de autores G. L. Bonelli (argumento) e Guglielmo Letteri (desenho). Uma história de 154 páginas complementada com mais 6 de uma matéria da autoria de Júlio Schneider. Trata-se de uma história publicada originalmente em Tex 239 “A carte scoperte“, de Setembro de 1980 e Tex 240 “Ombre del passato“, de Outubro de 1980.

Jim Brandon, o coronel da Polícia Montada canadiana, pede ajuda a Tex e Carson para irem até o extremo norte do Canadá à procura do professor Thorwen, desaparecido, junto com a sua filha, na foz do rio Mackenzie. Chegando àquelas terras desoladas, junto com o guia indígena Yanuk,os  nossos heróis descobrem que em uma ilha próxima à costa vive um povo misterioso.

No mês de Novembro do próximo ano teremos nas bancas brasileiras a chegada do Tex Edição Histórica nº  118 – HORAS DE ANGÚSTIA – aventura escrita por G. L. Bonelli para a arte de Fernando Fusco. Aventura de 216 páginas de história a que se seguirão as já habituais 2 de matéria. Em Itália a história foi publicada nas edições de Tex 241 “Ore disperate”, de Novembro de 1980 e Tex 242 “I quattro evasi”, de Dezembro de 1980.

Na cidadezinha de Cortez, Tex e Kit Carson desenvolvem investigações tanto sobre uma quadrilha que tempos atrás assaltou o banco de Norwood quanto sobre os misteriosos Cavaleiros da Justiça que, por erro, lincharam o ranger Tony Regan. Contra os dois amigos se movem alguns personagens sinistros de Cortez: o barman John Stilwell, o armeiro Pat Blummer, o jogador Ted Richmond e Rick Anderson, dono de uma estrebaria. Eles se propõem a ajudar quatro ladrões capturados por Tex e Carson a escapar da cadeia para atiçá-los contra os dois Rangers.

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As Leituras do Pedro: Mister No da Portugal Press (1978 e 1979)

As Leituras do Pedro*

Colecção Mister No da Portugal Press (1978 e 1979) – Foto de António Coelho

Estava a terminar o ano de 1978 e, nos quiosques portugueses, a par de títulos estabelecidos, marcantes e resistentes, como Mundo de Aventuras, Falcão ou Tintin, as editoras multiplicavam as suas apostas em revistas de banda desenhada, a maioria das quais efémeras e rapidamente esquecidas.

Uma das mais prolíferas da época, a Portugal Press, de Roussado Pinto, que meses antes trouxera aos leitores portugueses o primeiro herói Bonelli em título próprio – Zagor – fazia nova aposta originária de terras italianas: Mister No.

Este aventureiro, era nada mais nada menos do que uma criação do próprio Sergio Bonelli (sob o pseudónimo de Guido Nolitta) estreada em Itália em 1975.

Páginas 1 de Mister No, versão italiana e versão portuguesa

Mister No – aliás Jerome ‘Jerry’ Drake – é um ex-aviador norte-americano que, após o que viu e viveu durante a Segunda Guerra Mundial, decidiu retirar-se da dita ‘civilização’, para ir viver em Manaus, no Brasil. Entre os perigos naturais da selva, os confrontos com nativos e com os mais perigosos brancos, os fretes no seu velho mono-motor, bebedeiras monumentais, algumas conquistas românticas, zaragatas recorrentes e opções nem sempre compreensíveis para os seres humanos ditos ‘normais’, Mister No tenta levar uma vida pacífica, o que na verdade raramente acontece.

Duração e periodicidade

A revista da Portugal Press teve 12 números. Lançada com periodicidade mensal, passou a quinzenal após três edições. A data do primeiro número é 1 de Dezembro de 1978, tendo a última edição, a #12, data de 15 de Junho de 1979.

Capas

A cores, de papel fino. Nalguns casos, reproduziam as originais: #1 (#1 da edição italiana), #3 (#3), #9 (#5) e #12 (#6), todas da autoria de Gallieno Ferri. Quanto às restantes, terão sido da autoria do ilustrador português Carlos Alberto Santos.

Os versos da capa e da contracapa foram mantidos em branco. A contracapa trazia publicidade a outras edições da Portugal Press: Zagor, do #1 ao #8, e volumes encadernados do Jornal do Cuto e da Jaguar, do #9 ao #12.

Capas de Mister No da Portugal Press (1978 e 1979)

Características técnicas

A edição portuguesa media 155 x 220 mm, ou seja uma dimensão próxima da original (160 x 210 mm). O papel utilizado era amarelado (de jornal) nas duas primeiras edições, passando depois a branco até ao final da colecção.

As primeiras oito edições têm 48 páginas e lombada quadrada (folhas coladas); as últimas quatro, contém apenas 32 páginas e são agrafadas.

O preço manteve-se inalterado ao longo dos cerca de seis meses que a publicação durou: 15$00.

Conteúdo

A edição portuguesa publicou por ordem cronológica as primeiras histórias da série original.

No número inaugural, as pranchas foram remontadas de forma a ‘encaixar’ nas 48 páginas portuguesas as 96 pranchas da edição original italiana, com os inevitáveis cortes e acrescentos que se adivinham e podem verificar nos dois exemplos aqui mostrados.

A partir do número dois, a planificação original foi seguida. Dessa forma, as 12 revistas da Portugal Press terão publicado as seis edições inaugurais italianas, mais as 16 primeiras pranchas da edição #7, num total de 576 páginas, correspondentes a três histórias completas e mais uma que ficou por concluir, a saber:

– Mister No (Mister No)

            Guido Nolitta (argumento) e Gallieno Ferri (desenho)

            página 1 do #1 até página 23 do #2;

– Amazónia (Amazzonia)

            Guido Nolitta (argumento) e Franco Donatelli (desenho)

            página 24 do #2 até 27 do #4;

– O último cangaceiro (L’Ultimo Cangaceiro)

            Guido Nolitta (argumento) e Franco Bignotti (desenho)

            página 28 do # 4 até página 16 do #10;

– (sem título) (L’Uomo Della Guyana)

            Guido Nolitta (argumento) e Roberto Diso (desenho)

            página 17 do #10; ficou incompleta.

Página de Mister No na versão italiana e a página equivalente na versão portuguesa após a remontagem

A título de curiosidade, refira-se que depois desta ‘aventura’ editorial, Mister No só regressou a Portugal quase 39 anos (!) depois, pela mão da Levoir, em Mister No: OVNIS na Amazónia, pese embora o facto de terem sido distribuídas no nosso país as 24 edições brasileiras da colecção que a Mythos Editora publicou entre Julho de 2002 e Junho de 2004.

*Pedro Cleto, Porto, Portugal, 1964; engenheiro químico de formação, leitor, crítico, divulgador (também no Jornal de Notícias), coleccionador (de figuras) de BD por vocação e também autor do blogue As Leituras do Pedro

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