O esboço inicial, a arte final a preto e branco e as cores originais de Claudio Villa para a capa de Tex #728

* A edição número 728 de Tex (“Una colt per Manuela Montoya“) posta à venda, em Itália, no passado sábado, dia 5 de Junho, traz a primeira parte de uma história cujo argumento é do estreante advogado Carlo Monni, sendo o roteiro da autoria de Mauro Boselli  e os desenhos de Mauro Laurenti. A capa, como é tradição, é da autoria de Claudio Villa e vamos hoje dá-la a conhecer aos nossos leitores, mostrando também toda a trajectória produtiva, começando pelo esboço inicial e concluindo na belíssima capa que contém o selo comemorativo dos 80 anos da Sergio Bonelli Editore.

Mauro Boselli exibe orgulhosamente, na redacção, dois exemplares de Tex #728

O arrogante fazendeiro Don Domingo Torres está a adquirir todos as terras ao redor de Nogales e está de olho no rancho dos Montoya. A jovem Manuela, deixada sozinha no mundo, é uma presa para ele. É verdade que Manuela disse que não à sua proposta de casamento, mas isso não é um problema para os métodos brutais de Don Domingo e dos seus lacaios. Mas há um pequeno obstáculo para os seus planos: um jovem que fez dois dos seus vaqueiros comerem a poeira. E Don Domingo, custe o que custar, pretende fazer com que Kit Willer pague por isso…

A capa deste Tex #728, como tem sido tradicional após o Tex #401 (inclusive), é da autoria de Claudio Villa. Capa essa que divulgamos hoje aqui no blogue do Tex acompanhada do esboço inicial, da arte finalizada a tinta da china, assim como da capa original pintada pelo próprio Claudio Villa tal como temos feito com alguma regularidade devido à gentil cortesia de Villa que nos mostra então o percurso integral da capa de Tex #728:

Esboço inicial da capa de Tex #728, da autoria de Claudio Villa

Arte a lápis da capa de Tex #728, da autoria de Claudio Villa

Arte final a tinta da china da capa de Tex #728, da autoria de Claudio Villa

Capa de Tex #728, com as cores originais de Claudio Villa

Capa de Tex #728

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Tex, um argumento do advogado Carlo Monni para o Ranger

* Carlo Monni, advogado e entusiasta da banda desenhada, é o autor do argumento da história de Tex publicada este mês na série principal: recupera a primeira namorada de Kit Willer após 40 anos

A capa do novo Tex publicado neste mês de Junho e que traz um argumento escrito pelo aretino Carlo Monni

Por Alberto Pierini (La Nazione Arezzo – 5 de Junho de 2021)[1]

“Bife e batatas fritas para todos“: Tex irrompia pelos saloons aos gritos, de revólver em punho, com o ar de quem remexia nos bolsos e oferecia a todos os presentes. Eterno quarentão, com o chapéu tipo Stetson enfiado até aos olhos, lenço em volta do pescoço e a estrela de Ranger em evidência. O Ranger número 3, a primar sempre pela excelência: imutável ao longo do tempo, à parte alguns poucos retoques, desde os anos ’40 até aos nossos dias. E a partir de agora com uma assinatura aretina de surpresa. Do lápis triunfante de Fabio Civitelli, mestre no delinear o rosto e as histórias, à caneta do autor Carlo Monni.

Tex #728 publicado neste mês de Junho traz uma história cujo argumento é da autoria do fã e coleccionador Carlo Monni

63 anos, advogado de profissão, com uma paixão entusiasta e arrebatadora pela epopeia americana e pela banda desenhada. Quem frequenta os stands dos coleccionadores, nas mais diversas feiras, encontra-o ali, deliciando-se seja com uma revista a cores dos nossos dias ou com um velho e raro álbum. Desta vez salta a barricada e torna-se um dos autores da série publicada pela Sergio Bonelli Editore, editora que dobrou a mudança de século e está na sua terceira geração. “Levei um amigo a Milão, ele queria conhecer Alfredo Castelli: estava lá Mauro Boselli, supervisor das histórias. Ele tinha uma ideia que esperava há anos pelo momento oportuno“. Uma semana depois estava em cima da mesa do editor assinada pelo Monni. O primeiro cidadão de Arezzo a assinar um argumento de uma história de Tex.

Parte inicial do argumento de Carlo Monni para a história “Una colt per Manuela Montoya”

E agora é publicada em duas partes, nas edições de Junho e Julho. Título? “Una colt per Manuela Montoya“. Ela, a primeira namorada do ainda muito jovem Kit Willer, o filho de Tex. Um amor que floresceu em 1978 e ali ficou, inexplorado: a filha de um rico proprietário mexicano, Kit salva-a como é hábito da família Willer, a “paixão” é comum. Mas o pai de Manuela impossibilita tudo: talvez porque o potencial namorado tinha sangue indígena, sendo filho de Lilyth, a única mulher que Tex já amou. O que será de Manuela? Bocas fechadas, inclusive a do autor. “Eu escrevi o argumento, que foi depois roteirizado por Mauro Boselli: o desenhador esteve a trabalhar na história por mais de um ano“.

Fabio Civitelli, Rossano Rossi e muitos fãs e coleccionadores de Tex homenageiam o novo autor Carlo Monni, aquando do lançamento de Tex #728

Para uma história de banda desenhada a fase decisiva. A capa está feita, o rosto feminino ao alto, as camisas amarelas de Kit e do pai na primeira fila. “A desenhá-la esteve Claudio Villa. Já a desenhar a história esteve Mauro Laurenti, de Narni“.

Página de “Una colt per Manuela Montoya” – Argumento de Carlo Monni, roteiro de Mauro Boselli e desenhos de Mauro Laurenti

Uma forma como outra de unir as duas terras do autor: nascido em Perugia mas a viver em Arezzo desde os 10 anos. Os anos no liceu, na mochila mais banda desenhada do que livros escolares, a carreira jurídica começou em 1988. À sua maneira, uma espécie de Wikipédia humana, é difícil encontrá-lo despreparado sobre os presidentes americanos ou sobre os acontecimentos do país da bandeira com  estrelas e listras: menos ainda sobre a banda desenhada. “É uma emoção que liga a pessoa que sou hoje a quando eu era criança“. Algo comum a todos os leitores de Tex. Mas qual é o segredo que faz manter a popularidade de um século para o outro?

Carlo Monni, na companhia de Fabio Civitelli, autografa edições de Tex #728 para os seus fãs

“Creio que nos leitores prevaleça o fascínio por algo que não muda com o tempo. E a identificação com aqueles que defendem os fracos de qualquer raça, sem medo e sem atentar para o politicamente correcto“. Uma mira implacável com o Colt 45, um cavaleiro crescido com os costumes dos índios Navajo. A tribo de Lilyth, a única mulher da sua vida. Manuela poderia tê-la sido para o filho: e quem sabe se o Carlo Monni não lhe dê uma segunda oportunidade.

[1] Material apresentado no site La Nazione de Arezzo, em 05/06/2021; Tradução e adaptação: José Carlos Francisco.
Copyright: © 2021, Alberto Pierini & La Nazione de Arezzo

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As críticas do Marinho: I Razziatori del Nueces (Tex Willer # 24 a # 28)

Tex Willer #24 – I Razziatori del Nueces

Por Mário João Marques

I Razziatori del Nueces

Argumento de Mauro Boselli, desenhos de Bruno Brindisi e capas de Maurizio Dotti.

História publicada em Itália em Tex Willer nº 24 (“I razziatori del Nueces“), 25 (“Resa dei conti al White Horse“), 26 (“El Paso del Norte“), 27 (“I trafficanti di Coffin“) e 28 (“Texas Rangers“), de Outubro de 2020 a Fevereiro de 2021.

No início era tudo muito sereno e agradável. Os pais tinham chegado ao Texas numa das primeiras caravanas de pioneiros e estabeleceram-se em Nueces Valley. Ele foi o primeiro a nascer naquele novo período da vida destes pioneiros, assim como a sua mãe foi uma das primeiras a morrer. A ajudar o seu pai esteve sempre Gunny Bill, que para ele e para o irmão se veio a revelar como um segundo pai e um verdadeiro professor de vida. O seu irmão era mais novo um ano, mas era quase tão bravo como ele. Só tinha alguns preconceitos, mesmo problemas, com as armas. Simplesmente não se ajeitava com elas. Talvez por força do seu carácter mais tranquilo, parecido com a sua mãe, enquanto ele sempre puxou mais ao pai. A primeira experiência contra ladrões de gado teve-a ainda em criança e, nessa altura, foram os adultos que trataram de tudo.

Tex Willer nº 25 (“Resa dei conti al White Horse“), 26 (“El Paso del Norte“), 27 (“I trafficanti di Coffin“) e 28 (“Texas Rangers“)

Mais tarde, o irmão preferiu ficar no rancho ao lado do pai e de Gunny, enquanto ele foi com outros jovens transportar gado numa épica viagem a São Francisco. Porque os seus talentos corriam ao lado da aventura. E quando o pai foi assassinado por ladrões de gado, ele, já um adolescente, viu-se obrigado a atravessar a fronteira e a infringir a lei, não para capturar os bandidos, mas para os encher de chumbo. A partir deste dramático episódio a sua vida mudou, passando a ser caracterizada por um percurso de luta pelos seus ideais de honra e pela justiça, mesmo que durante anos o tenha feito como um fora da lei perseguido pelas autoridades, por caçadores de prémios e mesmo pelos rangers, o célebre corpo de homens instituído por Stephen Austin para manter a ordem e a lei no Texas, primeiro para defender a fronteira do novo estado contra as investidas dos índios e dos mexicanos, posteriormente contra todos aqueles que ameaçavam a paz. Homens que realmente existiram como Rip Ford, BuckBerry, Ben Dragoo ou Jim Callahan, e outros saídos da imaginação dos autores como Dan Bannion, Arkansas Joe e Kit Carson, que não se coibirão de expressar a sua admiração pelo jovem e defenderem o seu ingresso no corpo.

Como o leitor certamente já compreendeu, estamos a falar do jovem Tex Willer, e todos estes acontecimentos são-nos resumidos na primeira parte desta extensa aventura, funcionando assim como uma ocasião perfeita para Mauro Boselli apresentar o herói, sobretudo aos leitores que nunca tinham lido Tex e que, a crer nas vendas da revista e na aceitação colhida, são muitos. Descobriremos alguns dos episódios da juventude de Tex que nos tinham sido relatados em diferentes ocasiões, nomeadamente em aventuras como Il Passato di Tex, Nueces Valley, Il Vendicatore, Giustizia a Corpus Christi e Il Magnifico Fuorilegge, e que agora encontraram um fio condutor e uma lógica minuciosa, até chegarmos à fase em que Sam Willer decide vender o rancho da família e instalar-se junto a Culver City, no Arizona, onde vai acabar assassinado a sangue-frio por Tom Rebo, que ansiava apoderar-se das terras do irmão de Tex. Novo drama na vida do nosso herói, novamente obrigado a fazer justiça com as suas próprias mãos, e é assim que surge John Coffin, sócio de Rebo e aquele que para os leitores foi o primeiro inimigo do herói, surgido logo na aventura inicial de 1948 Il Totem Misterioso, e que, afinal, não tinha desaparecido num incêndio no seu rancho, tal como nos tinha sido relatado em Vivo o Morto, a primeira aventura da série Tex Willer e verdadeiro remake da aventura escrita por Gianluigi Bonelli.

É isso mesmo caro leitor, esta aventura da juventude de Tex marca o encontro final do nosso herói com John Coffin, mas não só. Esta é a história da formação de uma lenda, a construção de um mito, a edificação de um ícone, a base de muito da História do fumetto dos últimos setenta anos. Esta é a história e a génese de Tex Willer, um cowboy à moda antiga, impregnado de valores até a medula e como já não se faz. Em entrevista recente a Il Quotidiano del Sud, o histórico Milo Manara veio sublinhar que a banda desenhada atual privilegia mais a narrativa escrita e esqueceu a aventura, com o objetivo de almejar um reconhecimento cultural aceitável. Com raras exceções, a banda desenhada conta temas familiares, questões sociais, conflitos interpessoais e de género, o que não deixa de ser correto e positivo, contudo em prejuízo da outra banda desenhada, a que nos traz a aventura pura, assumindo-se Tex como uma louvável exceção. Nada mais certeiro, porque modestamente também partilho da mesma opinião e também eu, enquanto leitor, encontro em Tex esse romantismo que muitos autores tendem a esquecer, quiçá na tentativa de obterem outro tipo de reconhecimento cultural e não serem conotados com aquilo que, errada e preconceituosamente, possam achar ser um produto popular, esquecendo que Tex é popular porque chega a tudo e todos, a todos os extratos sociais e a todas as idades. 

A verdade é que com I Razziatori del Nueces, Mauro Boselli conseguiu reunir a aventura pura, os dramas pessoais e os conflitos interiores de uma personagem imensa, numa história que ganha ainda mais relevo quando lida nestes nossos tempos de corrupção e compadrio, da ausência de ideais e de valores, onde pululam verdadeiros seres que rastejam numa sociedade demasiado correta, arreigada e agarrada como erva daninha na pedra a interesses que se distanciam em larga escala dos de uma personagem como Tex. Sente-se um verdadeiro prazer na escrita de Boselli, um sabor de nostalgia que percorre o percurso clássico do herói sem o desvirtuar, permitindo ao leitor desfrutar e apreciar a personagem e toda a sua envolvência de uma outra forma, certamente com acrescido prazer. Porque estas aventuras de Tex Willer escritas por Mauro Boselli, encontrando-se interligadas, no fundo deixam a sensação de nunca terminarem, remetendo o leitor para o passado, quando as cavalgadas e os tiroteios eram apresentados em tiras e nunca se sabia ao certo quando terminava uma aventura e começava outra. Como uma verdadeira metáfora de um herói que se tem mantido como uma presença contínua desde 1948 e cujas aventuras (e popularidade) parecem nunca ter fim!

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Giorgio Bonelli oferece arte de Tex em San Marino (da autoria de Nicola Genzianella) às autoridades governamentais da República de San Marino

Tex em San Marino na arte de Nicola Genzianella

Giorgio Bonelli e a arte de Tex em San Marino

Realizou-se neste sábado, dia 5 de Junho, um jantar de gala na República de San Marino, um pequeno país europeu situado nos Apeninos (San Marino é um enclave, completamente envolto pela Itália e que faz fronteira com as províncias italianas da Emília-Romanha e das Marcas, cuja área é de apenas 61 km² e com uma população estimada em 30 000 habitantes, sendo a sua capital a Cidade de San Marino) que contou com a ilustre presença de um membro do clã Bonelli, mais precisamente Giorgio Bonelli, filho do mítico criador de Tex Gian Luigi Bonelli e irmão do saudoso editor Sergio Bonelli. 

Giorgio Bonelli apresentou-se com a sua bela e simpática esposa Šárka Flekalová neste evento oficial da República de San Marino onde o convidado de honra foi o prestigiado músico Sting, nome artístico do vocalista, cantor e actor britânico, cujo nome é Gordon Matthew Thomas Sumner, natural de Wallsend, onde nasceu a 2 de Outubro de 1951.

Mas Giorgio Bonelli aproveitou a ocasião para doar aos Secretários de Estado do Turismo, Relações Exteriores e Finanças da República de San Marino uma bela homenagem do desenhador Nicola Genzianella, onde evidentemente estava presente o nosso TEX em San Marino!…

Giorgio Bonelli entrega aos Secretários de Estado do Turismo, Relações Exteriores e Finanças da República de San Marino uma arte original do desenhador Nicola Genzianella onde estava presente o TEX em San Marino

Jantar de gala em San Marino com a ilustre presença de Sting

Šárka Flekalová e Giorgio Bonelli

Šárka Flekalová e Giorgio Bonelli num momento de boa disposição com um casal amigo no jantar de gala de San Marino

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‘Springville’, o melhor da HQ italiana, a Graphite

* Por Rodrigo Fonseca – Estadão – 02 de junho de 2021

Usina de fumetti, termo italiano para histórias em quadrinhos, a Graphite, editora fundada em Nova Iguaçu pelo arquiteto Wagner Macedo, vem oxigenando o mercado de gibis no Brasil ao trazer alguns dos títulos de maior potência gráfica (de traço) do Velho Mundo pra venda via web com destaque para uma obra-prima do faroeste chamada “Welcome to Springville”. O traço de Renzo Calegari (1933-2017) é um marco dos desenhos de western, aclamado pela excelência de seu traço dionisíaco. Ivo Milazzo também chegou a desenhar parte da epopeia de uma cidade americana no século XIX onde o colt era e Lei e o Oeste selvagem era o norte. Giancarlo Berardi assina o roteiro da aventura publicada em Itália na revista “Skorpio”, de 1977 a 79, em P&B. Em terras brasileiras, os habitantes dessa Springville de papel nos foram apresentados pela revista “Histórias do Faroeste”, a partir do seu nº. 12, em novembro de 1980. À época, a edição optou pelo chamado “formatinho”, que tornava minúsculas paisagens panorâmicas de Calegari. Mas estas ganham um novo escopo na versão da Graphite, que vão pra crowdfunding a partir deste domingo.

“O que eu vejo de mais exuberante em ‘Welcome to Springville’ é aquela cidade, onde um médico de chapéu coco, de modos civilizados, revela-se um exímio pistoleiro numa situação em que precisa reagir. É um faroeste à moda dos anos 1950, mas com gente do dia a dia”, diz Macedo, que já publicou sete títulos italianos por aqui, como “Brad Barron” e “Nathan Never”, ambos de toada sci-fi. “A Sergio Bonelli Editore, de Milão, foi muito bacana com a gente ao nos liberar os direitos de editar Barron aqui e, a partir dele, nossa parceria seguiu”.

Macedo tem pela frente a publicação do aclamado “UT”, de Paola Barbato e Corrado Roi, seguindo um trabalho editorial que prima pela qualidade, apoiado numa parceria com a gráfica Grafitto, do RJ. “Vamos lançar o ‘Springville’ em cores numa edição de luxo, com o apoio do Catarse pro nosso financiamento. Tem desenhos fantásticos ali”, diz Macedo, que vai lançar ainda o thriller “Non ti faccio niente”, da já citada Barbato. “O romance da Paola será o nosso primeiro livro, mas seguimos fortes nos quadrinhos”.

O traço de Renzo Calegari (1933-2017) reinventa os códigos visuais do Oeste

* Copyright: © 2021 Rodrigo Fonseca & Estadão