Sítio Internet da Sergio Bonelli Editore DESTACA o lançamento do décimo sexto número da revista oficial do Clube Tex Portugal

.

O Sitio Internet da Sergio Bonelli Editore, destacou nesta última sexta-feira, dia 17 de Junho, o lançamento, este mês, do décimo sexto número da revista oficial do Clube Tex Portugal, revista essa que terá duas capas da autoria dos consagrados desenhadores Gianluca Cestaro e Raul Cestaro.

Tudo isto num num texto da autoria de Alberto Cassani intitulado “Os irmãos Cestaro para o Clube Tex Português“, texto esse que damos a conhecer em seguida e que mostra assim que a editora italiana continua atenta a tudo que diga respeito a Tex em Portugal e sobretudo ao Clube Tex Portugal e ao Blogue Português do Tex, indicando inclusive o nosso blogue para os leitores italianos que queiram saber mais sobre esta iniciativa portuguesa.

[1] Artigo publicado no sítio Internet Sergio Bonelli Editore em 17 de Junho de 2022, por Alberto Cassani:

.

.

Os irmãos Cestaro para o Clube Tex Portugal [1]
.

O décimo sexto número da Revista do Clube Tex Portugal apresenta-se com uma capa desenhada pelos irmãos Cestaro. Na verdade, duas: uma para cada irmão! E no interior, como sempre, imensos artigos e muitos outros nomes bem conhecidos dos leitores de Tex.
.

O mês de Junho marca o regresso da Revista do Clube Tex Portugal, o órgão de informação oficial do muito activo fã clube português do ranger bonelliano, que já atingiu o número 16.
.
Distribuída como de costume em duas versões, a revista conta com a colaboração dos irmãos Raul e Gianluca Cestaro, que realizaram individualmente as duas capas que ilustram este texto. As páginas internas não são menos importantes, porque as 56 páginas que compõem a revista exibem um artigo de Pasquale Ruju dedicado àquela que segundo ele é a mais bela página texiana de todos os tempos, e ilustrações inéditas de Giampiero Casertano, Michele Benevento e Orestes Suarez.
.
Entre os outros conteúdos destacamos também um artigo sobre Eusebio, o inseparável amigo de El Morisco, um sobre os puzzles lançados nos mais de setenta anos de aventuras do Tex, um outro sobre as histórias publicadas nos Almanacchi del West e naturalmente um sobre a carreira dos irmãos Cestaro.
.
Como sempre, para mais informações sobre a revista e sobre o clube português dedicado a Tex, podem visitar o Tex Willer Blog.
.

[1] (Artigo publicado originalmente no Sítio Internet Sergio Bonelli Editore, em 17 de Junho de 2022) – Copyright: © 2022 Sergio Bonelli Editore & Alberto Cassani.

.

.

(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)

Maurizio Dotti premiado pela Anafi como melhor capista do ano 2021 em Itália!

À margem da Mostra Mercato del Fumetto Anafi, realizada na Feira de Bolonha no passado dia 21 de Maio, os prémios do Referendo Anafi 2022 foram finalmente entregues em mãos aos vencedores. Entre os premiados do ano tivemos, entre outros, Maurizio Dotti, Ivo Milazzo e a reimpressão das Strisce de Tex.

Após dois anos difíceis que todos nós deixámos para trás, no passado dia 21 de Maio, finalmente voltámos a ter na Itália, a prestigiada Mostra Mercato del Fumetto Anafi, transferida na ocasião de Reggio Emilia para Bolonha. Os fãs italianos da banda desenhada de hoje e de ontem puderam assim voltar a passear por entre os stands cheios de revistas e aplaudir os vencedores do Referendo Anafi.

Nascidos em 1974, quando a recém-criada decidiu realizar uma sondagem entre os seus sócios, os Prémios Anafi (Associazione Nazionale Amici del Fumetto e dell’Illustrazione) consolidaram-se ao longo do tempo como uma tradição de particular valor no panorama dos prémios da banda desenhada italiana. Referindo-se ao ano anterior àquele em que são atribuídos, os prémios são votados pelos sócios da Anafi a partir das indicações do Conselho Directivo da Associação. Das sete categorias em que os prémios foram estruturados este ano, a Sergio Bonelli Editore venceu duas.

Entrega do prémio ‘Melhor Capista 2021’ a Maurizio Dotti

Maurizio Dotti foi reconhecido como melhor capista de 2021 graças ao seu esplêndido trabalho na série mensal Tex Willer, enquanto as Le strisce di Tex que a Sergio Bonelli Editore está a propor semanalmente em colaboração com a Gazzetta dello Sport venceu a categoria “Melhor iniciativa editorial”.

Para consultar o elenco completo dos premiados do Referendo Anafi 2022, podem visitar o site oficial da Associação.

Tex Willer nas capas de Maurizio Dotti – Cortesia do blog sobre quadrinhos: spider145hqs.com

(Para aproveitar a extensão completa  das imagens acima, clique nas mesmas)

O Editorial (e o Sumário) da Revista nº 16 do Clube Tex Portugal

O Sumário da Revista Clube Tex Portugal #16

EDITORIAL

Ainda não se dissiparam por completo os ecos da recente Mostra do Clube Tex, realizada após dois anos de ausência, como todos sabem, devido à Covid, e aqui estamos nós, quase em simultâneo, com mais um número da revista. Apesar do trabalho e da dedicação que tanto a Mostra como a revista obrigam, a verdade é que tudo é feito com um enorme prazer, fruto da paixão que nos une a Tex. Sabermos que os sócios do Clube e muitos fãs dispõem um pouco do seu tempo para se deslocarem a Anadia todos os anos e que, semestralmente, aguardam com acrescido interesse e curiosidade cada número da revista, é para o Clube Tex um motivo de orgulho e incentivo.

No que à revista respeita, orgulho em podermos contar, uma vez mais, com um conjunto de artigos e desenhos que, estamos certos, será do vosso agrado. A começar nas capas deste número, da autoria dos gémeos Cestaro, Gianluca e Raul, desenhadores de enorme capacidade criativa e expressiva e que nos últimos tempos se vêm dedicando às suas duas personagens preferidas: Tex e Dylan Dog. Um orgulho acrescido pelo facto de, pela primeira vez, as capas serem desenhadas por capistas da Sergio Bonelli Editore, como o Mário João Marques começa por explicar no seu artigo dedicado aos irmãos Cestaro. Seguem-se as colaborações de Jesus Nabor Ferreira que se debruça em mais uma aventura de Tex (A Tragédia do Trem 809); do Pedro Pereira, que apresenta Eusébio, o fiel criado, ajudante, amigo e muito mais de El Morisco; do Sandro Palmas, que nos traz a história dos Almanaques do Oeste e muitas curiosidades sobre esta publicação; do José Carlos Francisco, que escreve sobre os puzzles de Tex; e as já habituais rubricas que habitualmente encerram a revista: “A Minha Prancha” com Pasquale Ruju e “O Cantinho do Sócio” com a Teresa Moreira.

No que respeita aos autores de Tex, e para além do texto de Ruju, desta vez fomos prendados com um desenho de Orestes Suarez e esboços de pranchas de Giampiero Casertano e Michele Benevento, autor que ainda recentemente tivemos oportunidade de conhecer na Comicon de Lisboa, no passado mês de dezembro.

Com tudo isto, sentimo-nos naturalmente incentivados a fazer sempre mais e melhor, para o que contamos com o enorme carinho e apoio da Sergio Bonelli Editore, a quem deixamos os nossos agradecimentos.  

O Editorial da Revista Clube Tex Portugal #16

(Para aproveitar a extensão completa  das imagens acima, clique nas mesmas)

As Leituras do Pedro: Martin Mystère #29 e #30 – Mystère investiga… Zagor?!

As Leituras do Pedro*

Martin Mystère #29: El hacha encantada
Martin Mystère #30: La astronave de los seres perdidos
Correspondente a Martin Mystère #242 e #243, da edição original italiana
Alfredo Castelli (argumento)
Franco Devescovi (desenho)
Aleta Ediciones
Espanha, 2007
160 x 210 mm, 96 p., pb, capa cartão

Mystère e… Zagor?!

A Sergio Bonelli Editore – como outras grandes editoras populares – volta e meia ‘marca’ encontros entre os seus heróis – ou com heróis de outras editoras, como aconteceu recentemente com a DC Comics – os crossovers que garantem atenção mediática e a atenção redobrada dos fãs das personagens envolvidas e… dos outros.

Este díptico – La hacha encantada/La astronave de los seres perdidos – de Martin Mystère. embora com características bem diferentes, de alguma forma pode corporizar um género de crossover diferente.

Na verdade, Mystère e Zagor – ou mais exactamente Za-gor-te-nay – não se encontram numa mesma época, mas este último é o centro de um dos habituais… mistérios de Mystère.

Tudo começa com a visita de um coleccionador de novelas pulp ao Detective do Impossível, após ter encontrado uma machadinha com estranhas propriedades – que supostamente pertencera a Za-gor-te-nay, herói da fronteira das tais narrativas baratas e populares no Velho Oeste, na segunda metade do século XIX.

Para dourar mais um pouco a história, Alfredo Castelli faz de um mexicano baixinho e gordo chamado… Pancho, o cronista dessas aventuras, colocando como principal opositor deste herói um cientista meio louco, baptizado como Vírus e com o visual de Meyer, um protagonista de outra das aventuras originais.

Estabelecidas as bases, Castelli diverte-se a minar o visual do herói – aqui mais bronco e abrutalhado – fazendo o mesmo às origens oficiais do herói de Guido Nolitta, transformando-o de acordo com os ‘estereótipos’ dos inquéritos de Martin Mystère – e tendo mesmo o arrojo, como cereja no topo do bolo, de narrar a sua morte, algo a que os seus criadores nunca se atreveram.

Narrada a dois tempos – no presente, com Mystère e Java – e em meados do século XIX – com Za-gor-te-nay, Virus e Pancho – e com teor diferente consoante o ponto de vista de quem a narra, a história, vai avançando de acordo com as características próprias de cada registo  – enquanto estabelece elos sólidos entre elas e com a cronologia do Detective do Impossível – num tom entre o humor, a homenagem e a grande aventura, com tudo para proporcionar uma leitura bem entretida – e bem resolvida – que é competentemente sustentada pelo traço limpo e seguro de Franco Devescovi, que atenua algumas passagens que podem ser mais complexas e recria com credibilidade locais conhecidos da vivência de Zagor.

* Pedro Cleto, Porto, Portugal, 1964; engenheiro químico de formação, leitor, crítico, divulgador (também no Jornal de Notícias), coleccionador (de figuras) de BD por vocação e também autor do blogue As Leituras do Pedro 

(imagens disponibilizadas por Aleta Ediciones; clicar nelas para as aproveitar em toda a sua extensão)

Os quatro esboços iniciais, o lápis, a tinta da china e as cores originais de Maurizio Dotti para o Speciale Tex Willer n° 4

Mauro Boselli exibe o Speciale Tex Willer #4: “Mefisto – Le origini del male”

No passado dia 11 de Junho a Sergio Bonelli Editore publicou a edição número 4 do Speciale Tex Willer, intitulada “Mefisto: le origini del male” que contém uma história que conta como é que se iniciou a carreira criminal dos dois irmãos Dickart, história escrita por Mauro Boselli e desenhada por Roberto De Angelis!

A capa deste quarto número do Speciale Tex Willer, tal como as três anteriores e as que se seguirão nesta  colecção, é da autoria do conceituado desenhador Maurizio Dotti, capa essa que divulgamos hoje aqui no blogue do Tex acompanhada dos quatro esboços iniciais, assim como da arte a lápis, da arte finalizada a tinta da china e da capa original pintada igualmente por Maurizio Dotti, devido à gentil cortesia do próprio Dotti:

Primeiro esboço para a capa do Speciale Tex Willer #4, da autoria de Maurizio Dotti

Segundo esboço para a capa do Speciale Tex Willer #4, da autoria de Maurizio Dotti

Terceiro esboço para a capa do Speciale Tex Willer #4, da autoria de Maurizio Dotti

Quarto esboço para a capa do Speciale Tex Willer #4, da autoria de Maurizio Dotti

Arte a lápis para a capa do Speciale Tex Willer #4, da autoria de Maurizio Dotti

Arte final a tinta da china da capa do Speciale Tex Willer #4, da autoria de Maurizio Dotti

Ilustração para a capa do Speciale Tex Willer #4, com as cores originais de Maurizio Dotti

Capa do Speciale Tex Willer #4 – “Mefisto: Le origini del male”

(Para aproveitar a extensão completa das imagens, clique nas mesmas)