Tex com traço inédito de brasileiro, em 75 anos de existência do personagem, sai em série especial colorida na Itália: Jornal ‘O Maringá’, de 18 de Dezembro de 2023

Texto do jornal O Maringá, Paraná, Brasil
18 de Dezembro de 2023

Cristiano Monteiro Martinez

Por Cristiano Monteiro Martinez *

Desde o anúncio oficial em setembro de 2023, os leitores e leitoras brasileiros aguardavam com ansiedade pela publicação da primeira HQ do icônico personagem italiano Tex desenhada por um brasileiro, Pedro Mauro. Nunca antes um fumetto desse ranger criado por Gian Luigi Bonelli e Aurelio Galleppini, o Galep, havia recebido tratamento gráfico “made in Brazil”.

Mas a espera terminou. Em novembro deste ano, a Sergio Bonelli Editore (SBE) lançou o número 24 da série semestral “Color Tex”, com 160 páginas e cinco histórias completas, com destaque para “Mesa Blanca” (no original em italiano).

No site da SBE, os fumetti (como são chamadas as HQs na Velha Bota) desse volume especial são classificadas como “aventuras fantásticas em technicolor” do Texas ranger mais famoso das bancas.

Vale lembrar que, tradicionalmente, as histórias do Tex são publicadas em preto e branco desde 1948, quando Bonelli e Galep lançaram “O totem misterioso” em revista no formato horizontal, composta de uma tira de três quadrinhos por página.

Cena de página desenhada por Pedro Mauro

Uma dessas histórias em quadrinhos technicolor de novembro é “Lunga notte a Cayote” (“Longa noite em Cayote”, em tradução livre), com texto de Boselli, um dos roteiristas mais famosos do Tex, e desenhos do brasileiro Pedro Mauro; além das cores de Laura Piazza. É resumida como sendo “uma oração, um Colt é mais útil… ou ambos?”.

Além do brasileiro, a edição tem ainda desenhos e textos de figuras como Corrado Mastantuono, Gabriella Contu, Pasquale Ruju, Fabrizio Russo, Alessandro Russo, Giancarlo Alessandrini e Sal Velluto.

Por enquanto, esse volume saiu apenas na Itália. Mas o “Tex Willer Blog” informou que a editora Mythos vai retomar a série “Tex Edição Especial Colorida” com a versão traduzida para o português dessa HQ desenhada pelo brasileiro. A previsão é maio de 2024.

Página da HQ de Boselli e Mauro

Trajetória
No site da SBE, há uma pequena biografia de Pedro Mauro escrita em italiano, obviamente. Trata-se de um texto que, provavelmente, se baseou em informações do endereço digital próprio do artista:

“Pedro Mauro Moreno Dias, simplesmente conhecido como Pedro Mauro, nasceu em 3 de março de 1953 em Nova Europa, no estado de São Paulo, Brasil. Estreou em 1971, desenhando o faroeste “Pancho”, para a Editora Taika. Depois disso, iniciou sua carreira como ilustrador requisitado pelo mercado publicitário, criando também designs e storyboards para todas as principais agências, além de trabalhar para o mercado de livros e revistas de banca de jornal. Em 1990 mudou-se para Nova York (EUA), onde permaneceu por doze anos, trabalhando nos Estúdios Paul Santa Donato. Retorna aos quadrinhos em 2013, trabalhando na história de piratas “Back From The Dead Red”, escrita por Carlos Estefan, a ser lançada em 2014. Em 2014 iniciou sua colaboração com Sergio Bonelli Editore, trabalhando em um episódio de Adam Wild. Atualmente mora e trabalha na histórica cidade de Itu, interior de São Paulo”.

É preciso acrescentar que Pedro Mauro lançou de maneira independente, entre 2017 e 2019, a trinca de edições “Gatilho”, “Legado” e “Redenção” com roteiro de Carlos Stefan. Em 2021, essa trilogia foi lançada em cores pela editora Pipoca e Nanquim em uma edição definitiva compilada. Também neste ano, colaborou com sua arte para um projeto da DC “Batman: The World”.

Pedro Mauro segurando a edição italiana com sua HQ, durante a CCXP 2023

75 anos
O ano de 2023 é especial para Tex, pois o personagem completou 75 anos de vida em setembro. A sua série começou a circular nas bancas de jornal da Itália em 1948 com o título “Collana del Tex”, em formato horizontal, com uma tira (composta de três quadros) por página.

Nascia ali aquele que se tornaria, com o passar do tempo, no personagem mais conhecido dos fumetti. Principalmente de apelo de massa.

Posteriormente, Tex ficaria conhecido como “Águia da Noite”, pois é o chefe branco dos Navajos; ou apenas “ranger”, já que se tornaria um Texas ranger, a polícia especial do Velho Oeste. Aliás, suas aventuras se passam na segunda metade do século 19, ambientadas numa época de conquista do oeste americano onde as coisas se resolviam na base da bala.

Ao seu lado, costumam se juntar os “pards” Kit Carson, um pessimista de marca maior e grande fidelidade; o índio navajo Jack Tigre, exímio atirador e rastreador; e Kit Willer, filho do Tex.

*Copyright: © 2023 Cristiano Monteiro Martinez & Jornal O Maringá, Paraná, Brasil

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SANDRO SCASCITELLI, o MESTRE Texiano que também abrilhantará a 9ª Mostra do Clube Tex Portugal, em Abril de 2024, na cidade de Anadia

* 9ª Mostra do Clube Tex Portugal, realiza-se em Abril de 2024, em plena capital da Bairrada (Anadia) e para além de FABIO CIVITELLI também contará com a ILUSTRE PARTICIPAÇÃO de SANDRO SCASCITELLI!

Sandro Scascitelli, estrela texiana que abrilhantará a 9ª Mostra do Clube Tex Portugal, em Abril de 2024, na cidade de Anadia

A direcção do Clube Tex Portugal deu recentemente a conhecer ao nosso Blogue que a 9ª Mostra do Clube, irá realizar-se no mês de Abril de 2024 e terá a participação de Fabio Civitelli. Mas como é já tradição, não teremos apenas uma estrela texiana a abrilhantar este evento que hoje em dia é já um dos principais eventos anuais dedicados ao Ranger em todo o mundo e assim sendo o Blogue Português do Tex dá a conhecer a todos os fãs e coleccionadores de Tex, mas em especial aos sócios do Clube Tex Portugal, que também SANDRO SCASCITELLI virá abrilhantar a 9ª Mostra do único Clube em Portugal dedicado exclusivamente a um herói da BD e o primeiro Clube oficial de Tex no mundo, juntando-se a Fabio Civitelli para deleite dos fãs e coleccionadores de Tex que normalmente prestigiam as Mostras do Clube!

Sandro Scascitelli no seu estúdio

Sandro Scascitelli e Fabio Civitelli (que deste modo regressa a Portugal pela sétima vez, depois de já nos ter brindado com a sua presença no Salão de Moura (2007), no Festival da Amadora (2008), no Festival de Beja (2010), no Salão de Viseu (2011), no Festival do Porto (2012) e na Comic Con Portugal (2019), completando deste modo um percurso único a nível mundial, já que nunca anteriormente um artista da Nona Arte teve o privilégio de ter sido convidado para abrilhantar todos os principais eventos realizados em Portugal) estão assim confirmados como presenças asseguradas da próxima Mostra do Clube Tex Portugal, que irá realizar-se, como sempre, em Anadia, num evento a realizar nos dias 27 e 28 de Abril no Museu do Vinho Bairrada, devido ao interesse e apoio da autarquia Bairradina, numa parceria com o Clube Tex Portugal, que já vem desde 2014, ano da realização da 1ª Mostra do Clube.

Sandro Scascitelli, ilustre sócio honorário do Clube Tex Portugal e Tex estarão no Museu do Vinho Bairrada, em Anadia, no mês de Abril de 2024

Sandro Scascitelli como forma de agradecimento por este convite português fará uma magnífica ilustração de Tex EXCLUSIVA para o evento de Anadia, numa tradição já habitual e que ocorre sempre que um autor de Tex nos visita de modo a registar a sua passagem por Portugal! Ilustração essa que será depois exposta na Mostra Permanente de Tex no Museu do Vinho Bairrada.

Para finalizar, informa-se que o evento também contará com uma Mostra Pessoal dedicada a Sandro Scascitelli onde serão exibidas ao público diversas pranchas de algumas das histórias de Tex desenhadas pelo desenhador italiano, ao longo dos últimos anos!

Tex na arte de Sandro Scascitelli

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“Tex Grandes Mestres” #4 dedicado a Fernando Fusco, em Dezembro de 2024, conterá uma história longa de Tex

Como informamos anteriormente, em Janeiro do próximo ano a Mythos Editora estreará uma nova colecção, intitulada “Tex Grandes Mestres”, cujo número de estreia será dedicado ao criador gráfico de Tex, Aurelio Galleppini, popularmente chamado de GALEP. Em Abril de 2024 a Mythos Editora publicará o segundo número desta colecção que será dedicado a  Giovanni Ticci. O número 3 será dedicado ao Mestre Fabio Civitelli e terá publicação em Agosto. O ano encerrará com o volume número 4, que será dedicado ao Mestre Fernando Fusco, uma edição de 360 páginas e que conterá uma longa história de Tex, publicada a cores!

Fernando Fusco

Por Italo Marucci

As páginas de Tex desenhadas por Fernando Fusco são variadas e bem desenvolvidas, contam histórias, temas e personagens da fronteira americana, onde o autor mostra a sua grande capacidade introspetiva e a sua propensão a desenhar Tex e os seus pards, através de imagens de uma originalidade nova. Com efeito, de um lado pode-se dizer que Fernando Fusco sabe dar da fronteira uma visão bonelliana simples e tranquila, que não o leva a um modo diferente de fazer banda desenhada, mas de outro também consegue representar o mundo de Tex Willer de um modo totalmente novo e particular.

Tex na arte de Fernando Fusco

Fusco desfolha aquele mundo do falso mito romântico e o reconduz a uma atmosfera, cuja narrativa torna-se um discurso em que se pode ler a história da evolução do Oeste Selvagem a mostrar inclusive, os desconfortos do quotidiano, as imperfeições, os defeitos, a sua verdadeira realidade. Fernando Fusco é filho do seu tempo e, como tal, sente que a sua banda desenhada não é só desenho ou facto puramente estético, mas o documento de uma civilização, de um período histórico: as suas personagens são homens do oeste longínquo que tornam-se símbolo de uma condição humana que supera a própria narrativa e na qual podem-se ver refletidas as ansiedades e dores daquele mundo.

Fernando Fusco por… Fernando Fusco

As páginas de Fusco têm uma linguagem natural que pode parecer simples e destituída de complicações culturais, mas representam um desenho de carácter introspetivo e psicológico, que leva Fusco a dar mais importância aos gestos e ao comportamento das personagens do que apenas ao rigor estilístico; o seu Tex tem o justo equilíbrio entre ambientação histórico-realista e narrativa fantástica, regulado pela precisa cadência de uma eficácia gráfica e emotiva.

Prancha de Tex desenhada por Fernando Fusco

Pode dizer-se que, no senso construtivo da verdade formal – mas condicionado por exigências de ritmo e plasticidade – e no espaço que o realismo gráfico de Fernando Fusco ocupa, deve-se procurar o significado de um método compositivo fundamental com que ele torna possível a reconstrução da fronteira através da observação do real que ele analisa e recompõe para realizar a banda desenhada.

Fernando Fusco

Com relação à programação deste número dedicado a Fernando Fusco, a publicação com 360 páginas trará a seguinte história de Tex:

Morte no Rio das Almas – 360 pg

Tex – Morte no Rio das Almas

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Jornal ‘O Maringá’, de 16 de Dezembro de 2023: “Personagem mais popular dos fumetti completou 75 anos de histórias”

Texto do jornal O Maringá, Paraná, Brasil
16 de Dezembro de 2023

Cristiano Monteiro Martinez

Por Cristiano Monteiro Martinez *

“Tex Willer, o justiceiro solitário”. Deste modo, a índia Tesah se refere ao personagem do caubói fugitivo da história em quadrinhos “O totem misterioso” (“Il totem misterioso”, em italiano) publicada em 30 de setembro de 1948. Enfim, há mais de 75 anos.

Era a estreia de Tex Willer nas bancas de jornal da Itália. Este personagem fora criado por Gian Luigi Bonelli (texto) e Aurelio Galleppini (desenhos), o Galep.

A série começou a circular com o título “Collana del Tex”, em formato horizontal, com uma tira (composta de três quadros) por página. Nascia ali aquele que se tornaria, com o passar do tempo, no personagem mais conhecido dos fumetti (como são chamadas as HQs na Velha Bota). Principalmente de apelo de massa.

“Fez sucesso por conseguir incorporar a fórmula do folhetim à narrativa do gibi. Seguindo essa fórmula, as aventuras tornavam-se intermináveis, como as novelas da Rede Manchete. Com muito sucesso, é prudente esclarecer”, escreveu Patrícia Villalba, em matéria publicada pelo jornal O Estado de S.Paulo em 28 de agosto de 1998, quando Tex completou 50 anos.

Posteriormente, Tex ficaria conhecido como “Águia da Noite”, pois é o chefe branco dos Navajos; ou apenas “ranger”, já que se tornaria um Texas ranger, a polícia especial do Velho Oeste. Aliás, suas aventuras se passam na segunda metade do século 19, ambientadas numa época de conquista do oeste americano onde as coisas se resolviam na base da bala.

Em 1948, quando o mocinho surgiu pelas mãos da dupla Bonelli/Galep, a Itália passava por um período de reconstrução no pós-Guerra e as pessoas precisavam se distrair e necessitavam de algo que as ajudasse a olhar para a frente, segundo o tradutor Júlio Schneider. “Bons filmes e gibis ajudam muito. Já há alguns anos as bancas da Velha Bota estão cheias de revistinhas em quadrinhos com aventuras de todo tipo, principalmente de faroeste, que refletem o ânimo do momento ao mostrar terras a explorar, um país a construir e, principalmente, fazer ver que é possível derrotar os opressores: o mocinho castiga o vilão, o político ladrão, o militar obtuso, e o leitor se sente vingado, acredita que sim, é possível vencer”, escreveu na revista “Tex em Cores”, de 2009, da editora Mythos.

Nesse cenário, era lançada a revista do Tex em território italiano. Pouco tempo depois, o personagem aportava no Brasil, em janeiro de 1951, a partir do número 28 da revista “Júnior”, editada por Roberto Marinho em seu jornal O Globo – ele ainda não havia fundado a Rio Gráfica Editora (RGE). Mas o nome dado ao herói foi “Texas Kid”.

Personagem chegou ao Brasil como “Texas Kid” pelas mãos de Roberto Marinho

“Wilson Drummont, o editor, mudou o nome de Tex para Texas Kid para dar ao mocinho um tom mais juvenil e, assim, seguir a trilha das duas concorrentes, com jovens heróis como os protagonistas de suas histórias”, explica o jornalista e escritor Gonçalo Junior, em seu livro “O mocinho do Brasil: A história de um fenômeno editorial chamado Tex” (2009, ed. Laços).

Em alguns momentos, “Júnior” chamou o caubói pelo nome correto, como aponta Gonçalo. Mas prevalecia Texas Kid. Até que o protagonista saiu de cena no número 263. Ocorreu um hiato de 14 anos, até que em fevereiro de 1971 a editora Vecchi deu nova vida editorial a Tex em título que levava o nome original do personagem, com a história “O signo da serpente”.

A aventura com essa casa fundada por italianos duraria até 1983, com o número 164, em meio à crise que levaria ao fechamento da Vecchi em 70º ano de vida. Segundo Gonçalo, até a interrupção da revista, em fevereiro daquele ano, “Tex” era o segundo gibi que mais vendia no Brasil, perdendo apenas para a “Turma da Mônica”, de Mauricio de Sousa, publicada pela Abril.

Primeira aventura de Tex na Itália, em tiras de três quadrinhos

Rio Gráfica/Globo
Não demorou muito para a Rio Gráfica de Roberto Marinho reaver o caubói bonelliano, passando a publicá-lo em 1983, a partir da edição 165, dando continuidade à numeração histórica da Vecchi.

“Nos três primeiros anos de nova editora, ‘Tex’ viveu uma fase de consolidação na Rio Gráfica e sem nenhuma ousadia editorial, com duas revistas mensais”, escreve Gonçalo Junior. Já em 1986, quando a editora adotaria o nome Globo, surgiu “Tex Coleção”, que prometia a republicação de “Tex” na mesma ordem das aventuras dos originais italianos.

Outra publicação criada foi “Tex Edição Histórica”, entre outros títulos.

O projeto global duraria até 1998.

Revista “Tex” já passou por três editoras no Brasil: Vecchi, Rio Gráfica/Globo e atual Mythos

Mythos
E, finalmente, a Mythos dos diretores Dorival Vitor Lopes e Helcio de Carvalho, figuras tarimbadas do mercado editorial de quadrinhos no país, deu novo fôlego ao personagem, publicando sua revista do número 351 em diante. Era janeiro de 1999.

A fase com essa editora vem se perdurando até os dias de hoje, tornando-se a mais longeva, com 24 anos de publicações. Nesse tempo todo, a Mythos criou e manteve diversos títulos relacionados ao personagem em atividade, além da revista mensal: “Tex Coleção”, “Tex Willer”, “Tex Almanaque”, “Tex Edição Histórica”, “Tex em Cores”, “Tex Graphic Novel”, “Tex Edição Gigante” etc.

Aliás, o fumetto texiano principal já passou dos 640 números. Uma das apostas recentes da atual editora é a coleção “Tex Omnibus”, que são volumes colossais (mais de 800 páginas) reunindo histórias em ordem cronológica, a partir da estreia de 1948, “O totem misterioso”.

Os fãs esperam religiosamente a cada número publicado sobre o personagem. A esperança é de que Tex nunca abandone as pradarias brasileiras, ao lado de seus pards Kit Carson, Jack Tigre e Kit Willer.

Coleção da Mythos reúne HQs do personagem em ordem cronológica em volumes colossais

*Copyright: © 2023 Cristiano Monteiro Martinez & Jornal O Maringá, Paraná, Brasil

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A estonteante Arte “Portuguesa” de Fabio Civitelli, desenhador de Tex que vai marcar presença na 9ª Mostra do Clube Tex Portugal

Fabio Civitelli é a primeira confirmação para a próxima edição da Mostra do Clube Tex Portugal (evento a realizar no Museu do Vinho Bairrada, em Anadia, nos dias 27 e 28 de Abril de 2024) cuja deslumbrante Arte “Portuguesa” (ilustrações de Tex no nosso país, realizadas ao longo dos anos nas anteriores passagens de Fabio Civitelli por Portugal), vamos hoje mostrar a quem ainda não tem o privilégio de conhecer as magníficas obras-primas de Tex em Moura, Beja, Viseu e Porto realizadas por este que é um dos mais consagrados desenhadores italianos de Banda Desenhada.

Tex Willer em Moura na Arte de Fabio Civitelli

Tex Willer em Beja na Arte de Fabio Civitelli

Tex Willer em Viseu na Arte de Fabio Civitelli

Tex Willer no Porto na Arte de Fabio Civitelli

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