FABIO CIVITELLI E MYTHOS NO GIBI SP FESTIVAL 5 ANOS

Acontecerá em São Paulo, nos dias 12 e 13 de setembro, sábado e domingo, o GIBI SP FESTIVAL, o maior evento de quadrinhos do estado de São Paulo.

Será a quinta edição desse evento que celebra quadrinhos, mangás, cultura pop e colecionismo. Se você procura uma experiência inesquecível não pode perder.

Fabio Civitelli estará no Brasil, em Setembro, para participar no GIBI SP FESTIVAL 5 ANOS, para gáudio dos seus fãs

É uma oportunidade única para adquirir revistas recém-lançadas e também quadrinhos antigos e raros. Lojas, editoras e colecionadores estarão presentes com seus produtos para venda, troca, ou apenas exposição.

Estarão presentes vários artistas nacionais, apresentando artes originais, prints e publicações independentes. Com destaque para Pedro Mauro e Caio Cacau. Da Europa virão o grande mestre italiano Fabio Civitelli, um dos maiores desenhistas de Tex, e José Carlos Francisco, editor do TexWillerBlog, de Portugal. É a chance dos fãs baterem um papo direto com seus criadores favoritos, garantirem aquele autógrafo e levar um sketch exclusivo para casa!

Outras estrelas do universo nerd que marcarão presença com palestras e debates: Ivan Costa, José Márcio Nicolosi, Paulo Gustavo Pereira, Leandro Luigi Del Manto, Marcos A. Collares, Paulo Maffia…

Claro que a Mythos Editora não poderia faltar e estará presente com seu editor Dorival Vitor Lopes, Júlio Schneider, Thiago Gardinali, Marcos Maldonado, Gustavo Saint, Carol Corazzin, Higor Lopes, Franco de Rosa, Dr. Luiz Carlos Dias Machado, João Marin, Delair Turella, Nilson P. Farinha, G. G. Carsan, além dos astros Fabio Civitelli e José Carlos Francisco.

Horário: Sábado das 10 às 19h | Domingo das 10 às 18h
Endereço: Rua São Joaquim, 381 – Liberdade – São Paulo/SP (Pertinho do metrô São Joaquim!)

Ingressos podem ser adquiridos antecipadamente, no site, ou no local… dinheiro, pix ou cartão.
Gratuidade para crianças até 10 anos e crianças com 60 anos ou mais.
Evento Pet Friendly. Seu pard de aventuras é muito bem-vindo, sempre com coleira e guia.

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Os três esboços iniciais, a arte a preto e branco e as cores originais de Maurizio Dotti para a capa do Speciale Tex Willer #12, ‘L’ultimo guerriero’ (inclui um vídeo com o Making of)

O escritor Pasquale Ruju exibe, na redação Bonelli, o Tex Willer Speciale n° 12 ‘L’ultimo guerriero’

No passado dia 9 deste mês de Julho, a Sergio Bonelli Editore publicou a edição número 12 do Speciale Tex Willer, intitulada “L’ultimo guerriero” que contém uma história escrita por Pasquale Ruju e desenhada por Roberto Zaghi.

Alguns anos após o fim do conflito entre o Norte e o Sul, uma patrulha de soldados é massacrada por um misterioso e feroz assassino. Um dos sobreviventes, resgatado por Tex, descreve um soldado de uniforme cinza. Como a região é território Cherokee, Tex visita o velho chefe tribal Stand Watie — que havia servido como coronel confederado. Quem é o soldado indígena que se recusou a aceitar o fim da guerra, e por que ele continua lutando?

A capa deste décimo segundo número “Speciale“, tal como as anteriores, é da autoria do conceituado desenhador Maurizio Dotti, capa essa que divulgamos hoje aqui no blogue do Tex acompanhada dos três esboços iniciais, assim como da arte a lápis, da arte finalizada a tinta da china e da capa original pintada igualmente por Maurizio Dotti, devido à gentil cortesia do próprio Dotti.

Antes, já de seguida, pode degustar primeiro do próprio Making of cover Tex Willer Speciale n° 12 “L’ultimo guerriero“, um pequeno vídeo realizado por Claudio Filipazzi:

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Primeiro esboço (o eleito) para a capa do Tex Willer Speciale n° 12 ‘L’ultimo guerriero’, da autoria de Maurizio Dotti

Segundo esboço para a capa do Tex Willer Speciale n° 12 ‘L’ultimo guerriero’, da autoria de Maurizio Dotti

Terceiro esboço para a capa do Tex Willer Speciale n° 12 ‘L’ultimo guerriero’, da autoria de Maurizio Dotti

Arte a lápis para a capa do Tex Willer Speciale n° 12 ‘L’ultimo guerriero’, da autoria de Maurizio Dotti

Arte final a tinta da china da capa do Tex Willer Speciale n° 12 ‘L’ultimo guerriero’, da autoria de Maurizio Dotti

Ilustração para a capa o Tex Willer Speciale n° 12 ‘L’ultimo guerriero’, com as cores originais de Maurizio Dotti

Capa do Tex Willer Speciale n° 12 ‘L’ultimo guerriero’

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O primeiríssimo esboço de Tex realizado por Pasquale Frisenda em 2006 após ter aceite o convite para desenhar o Tex Gigante, publicado em 2009 e intitulado “Patagónia”

O primeiríssimo esboço de Tex realizado por Pasquale Frisenda em 2006 após ter aceite o convite para desenhar o Tex Gigante, publicado em 2009 e intitulado “Patagónia”

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Jornal de Notícias de 11 de Julho e “O deserto dos tártaros”: uma vida a ansiar pela glória militar

Texto da secção Cultura de 11/07/2026
F. Cleto e Pina

Uma vida a ansiar pela glória militar

* “O deserto dos tártaros” questiona as nossas escolhas quotidianas e as nossas prioridades.

Novo álbum de BD de Michele Medda e Pasquale Frisenda adapta uma obra-prima da literatura italiana e questiona as nossas escolhas quotidianas e as nossas prioridades.

Giovanni Drogo é um jovem oficial, apostado em seguir a carreira militar e cobrir-se de glória no campo de batalha, mas as suas aspirações parecem coartadas quando é colocado na inóspita Fortaleza Bastiani. Entusiasmado, de início, pela proximidade da fronteira com um reino inimigo, sente-se rapidamente desiludido pela degradação do fortim e pela incúria e falta de disciplina e de postura de soldados e oficiais lá colocados. Um pedido de transferência urgente será a solução.

É assim que arranca o romance “O deserto dos tártaros”, considerado uma obra-prima da literatura italiana, escrito pelo jornalista Dino Buzzatti e publicado pela primeira vez em 1940. No recente festival Maia BD, a editora A Seita disponibilizou a sua adaptação em banda desenhada, assinada por Michele Medda e Pasquale Frisenda, dois autores bem conhecidos associados à Sergio Bonelli Editore – o primeiro foi cocriador da série “Nathan Never” e o segundo é, entre outras coisas, um dos mais destacados desenhadores de “Tex”.

É o seu traço realista, preciso e elegante que dá corpo a Drogo e àqueles com quem se cruza, tão à vontade a trabalhar da figura humana, quanto em retratar a aridez da imensa extensão deserta que separa Bastiani do inimigo, tornando quase reais e palpáveis o calor opressivo e as partículas de areia constantemente no ar.

Voltando a Drogo, aos poucos, deixa-se seduzir por aquele espaço e pelo anseio de atingir a glória militar em confronto com os adversários da sua pátria, seguindo os passos de oficiais lendários que também cumpriram o seu dever patriótico naquela fortaleza.

Nasce assim uma obsessão crescente que, com o passar do tempo, o levará inexoravelmente a esquecer a mãe doente, a noiva prometida, os amigos leais, numa dedicação crescente e absurda a um espaço semiarruinado, que vai influenciar e afetar cada um dos membros da missão em diferentes planos, e a um sonho que cada vez mais se assemelha a uma utopia, numa vivência cíclica, cada vez mais vazia, em que as altas expectativas alternam com as desilusões quotidianas.

Alegoria sobre o modo como os sonhos podem esvaziar a vida real e torná-la oca e sem rumo, “O deserto dos tártaros”, quase um século depois, continua a questionar as nossas escolhas de vida e as nossas prioridades.

“O deserto dos tártaros”
Michele Medda, Pasquale Frisenda
A Seita
184 páginas
26€

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F. Cleto e Pina