Entrevista com o fã e coleccionador: Ewerton Gonçalves

Entrevista conduzida por José Carlos Francisco.

Ewerton GonçalvesPara começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente?
Ewerton Gonçalves: Nasci em Florianópolis, Capital do Estado de Santa Catarina, o qual está localizado na Região Sul do Brasil. E trabalho há quase 30 anos no Centro de Informática do Estado de Santa Catarina, mais especificamente na área administrativa.

Quando nasceu o seu interesse pela Banda Desenhada?
Ewerton Gonçalves: Sempre gostei de bandas desenhadas.

Colecção Tex AnualQuando descobriu Tex?
Ewerton Gonçalves: Assim que foi lançado, em 1971.

Porquê esta paixão por Tex?
Ewerton Gonçalves: Porque Tex Willer é um exemplo de honra, justiça, honestidade e amizade. E, lendo suas histórias aprendi muito sobre os nobres povos vermelhos da América do Norte. E continuo aprendendo.

O que tem Tex de diferente de tantos outros heróis dos quadradinhos?
Ewerton Gonçalves: É um homem de acção, e não de palavreado inútil, como por exemplo (sem querer ofender), Zagor. Se tiver de matar, ele mata. Se tiver de poupar e perdoar, ele perdoa.

Ewerton GonçalvesQual o total de revistas de Tex que tem na sua colecção? E qual a mais importante para si?
Ewerton Gonçalves: Tenho aproximadamente 500 (quinhentos) exemplares. E, para mim, todos – TODOS – são muito importantes, pois sempre os releio.

Colecciona apenas revistas ou tudo o que diga respeita à personagem?
Ewerton Gonçalves: Apenas as revistas. Numa ocasião, a Mythos Editora lançou o chaveiro “Tex”, o qual fez grande sucesso – o meu está guardado com muito carinho.

Tex por Fabio CivitelliQual o objecto Tex que mais gostava de possuir?
Ewerton Gonçalves: O que gostaria MESMO de possuir seriam uma pistola Colt e uma espingarda Winchester… Mas, como isso não é possível, contentar-me-ia com um distintivo de Ranger.

Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia? E o argumentista?
Ewerton Gonçalves: Difícil dizer qual a história favorita, pois todas são óptimas. O mesmo posso dizer do argumentista – são todos dignos de Tex. Já os desenhadores preferidos são, pela ordem, Fabio Civitelli, Claudio Villa e Giovanni Ticci.

O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos?
Ewerton Gonçalves: O que mais me agrada em Tex é seu modo de interrogar os bandidos, na base da pancada. E o que menos me agrada é que Kit Carson, mesmo sendo mais velho e mais experiente, é quase sempre apresentado como um homem que nada vê, nada pressente, nada conclui. Ele deveria ser apresentado com, ao menos, o mesmo “cérebro fino” de Tex.

Ewerton GonçalvesEm sua opinião o que faz de Tex o ícone que ele é?
Ewerton Gonçalves: Tudo o que refere a ele – seu mundo, suas excelentes histórias, senso de honra, justiça…

Costuma encontrar-se com outros coleccionadores?
Ewerton Gonçalves: Não tive a oportunidade ainda.

Para concluir, como vê o futuro do Ranger?
Ewerton Gonçalves: Se depender de mim, terá vida eterna!

Prezado pard Ewerton Gonçalves, agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.

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Páscoa Texiana em Portugal, com o editor de Tex

Por José Carlos Francisco
Paulo Silva, José Carlos Francisco, Orlando Santos Silva, Carlos Moreira, Pedro Bouça e Mário João Marques no aeroporto de Lisboa à espera do editor DorivalNa passada Sexta-feira Santa, também chamada de Sexta-feira da Paixão, isto é, a Sexta-feira antes do Domingo de Páscoa, dia 10 de Abril, realizou-se em Lisboa, a capital de Portugal situada entre sete colinas, mais um momento especial no que a Tex diz respeito, já que aproveitando o facto de vir passar a quadra Pascal a Portugal, vários leitores e coleccionadores portugueses de Tex encontraram-se no aeroporto da Portela, para recepcionarem (e reverem) condignamente o editor brasileiro de Tex, Dorival Vitor Lopes.
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Dorival e os embrulhos TEXianosÀ espera de tão ilustre visitante, estavam José Carlos Francisco, sua esposa Fátima e as filhas Andreia e Ana Beatriz, acompanhados dos fervorosos texianos Paulo Silva, Mário João Marques, Carlos Moreira, Orlando Santos Silva e o também já convertido Pedro Bouça que apesar de ter vivido durante muitos anos no Brasil e trabalhar para a Mythos Editora, só no nosso país teve a oportunidade de finalmente conhecer pessoalmente o “seu” editor. Após a respectiva apresentação (todos os outros presentes já eram velhos conhecidos) e da distribuição das revistas trazidas por Dorival Lopes, já que o editor brasileiro trazia consigo muitas revistas do nosso Águia da Noite para os fervorosos fãs portugueses do nosso pard, que felizmente contam com a sua ajuda para continuar a ler as actuais aventuras deste fabuloso herói de papel, sempre vivo nas páginas das revistas de quadradinhos e que continua a cativar milhares e milhares de leitores por todo o mundo, resolvemos fazer um pequeno tour por Lisboa, para prolongar o convívio.
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Editor Dorival Vitor Lopes com os texianos portugueses no aeroporto de LisboaE sabendo que estar em Lisboa e não comer Pastéis de Belém pode ser considerado um crime, rumámos até à Pastelaria de Belém, onde nos deliciamos com os pastéis de Belém, polvilhados com canela e açúcar. Os Pastéis de Belém são uma espécie famosa de pastéis de nata, em que a base é de massa folhada e o recheio de leite, nata, baunilha e… não se sabe que mais, pois apenas duas pessoas (de cada vez) tem conhecimento da fórmula secreta. Os empregados preparam a matéria prima e os dois mestres pasteleiros, num quarto chamado “Oficina do Segredo”, elaboram a mistura. É isso mesmo: a receita destes famosos pastéis é a história mais bem guardada da doçaria portuguesa. Ninguém sabe ao certo como são feitos, apenas dentro da fábrica, um café em Belém, perto do Mosteiro dos Jerónimos, e que se tornou um ponto de romaria todos os dias. Não há nada a fazer, não há voltas a dar: o problema é comer um só pastel, porque eles são tão bons que apetece comer muitos… como sempre acontece com Dorival cada vez que visita Portugal…
Orlando Santos Silva e Dorival no Padrão dos Descobrimentos.
De seguida rumámos ao Padrão dos Descobrimentos, inaugurado em 1960, aquando das celebrações dos 500 anos da morte do Infante D. Henrique (Henrique O Navegador) e que evoca claramente a expansão marítima e que foi desenhado na forma de uma caravela, liderada pelo Infante D. Henrique – que segura numa mão uma pequena caravela -, seguido de muitos outros heróis da história portuguesa (Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral – que descobriu o Brasil – Fernão Magalhães – que atravessou o Pacífico em 1520 -, o escritor Camões e muitos outros). Visto da gigantesca Rosa-dos-Ventos, este monumento fascina pela sua majestosidade e pelos seus 50 metros de altura, sendo visitado por milhares de pessoas todos os anos.

Pedro Bouça, Mário João Marques, José Carlos Francisco, Carlos Moreira e Paulo SilvaPasseando por Lisboa num dia invernal
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Pedro Bouça e Mário João MarquesMas devido ao vento que soprava fortíssimo e frio, com chuva grossa a acompanhar, como se fosse um dia invernal de Dezembro, alterámos os planos e dirigimo-nos para casa do pard Mário Marques, onde a sua esposa Lurdes (acompanhada dos seus filhos encantadores, João e Sofia) nos serviu um fausto pequeno-almoço para retemperarmos as forças, pois todos nós tínhamos acordado bem cedo. Obviamente que com tantos amantes da 9ª Arte juntos, o tema de conversa foram as BDs, mais concretamente os “fumetti” e as “bande dessiné“, pois o Mário além de ser um dos maiores Texianos de Portugal, é decerto um dos maiores coleccionadores portugueses da Banda desenhada franco-belga, como todos constataram.

Orlando Santos Silva e Paulo Silva na BiblioTEX de Mário João MarquesA BiblioTEX de Mário João Marques
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É verdadeiramente impressionante os milhares de álbuns sobretudo franceses que o Mário possui… praticamente de todos os géneros e dos mais variados autores, muito deles fantásticos, não falando na imponente parte dedicada ao Tex na sua BiblioTEX!

Pedro Bouça, Carlos Moreira, Paulo Silva e o original desenhado por Fabio CivitelliLogo depois, rumámos à cidade do Cacém para almoçar, já sem a presença do Orlando, mas com a agradável companhia das esposas do Paulo Silva e do Carlos Moreira (e do seu filho Hugo) que se uniram ao grupo. A ementa como não podia deixar de ser foi composta por uns suculentos bifes, sepultados por enormes montanhas de batatas fritas… quanto à sobremesa foi a inevitável e  famosa tarte de maçã que o Kit Carson tanto aprecia. Após a refeição, fomos para casa do pard Carlos Moreira, para visitar a sua imponente BiblioTEX e fazer tempo, para nova visita ao aeroporto da Portela, já que ao cair da noite, chegava ao nosso país para passar também a Páscoa, o pard italiano Giampiero Belardinelli, acompanhado da sua esposa e filho.

Recolhidos em casa do Carlos Moreira1ª plano - Mário João Marques e Carlos Moreira. 2º plano - José Carlos Francisco, Paulo Silva e Pedro Bouça

Família Belardinelli e família FranciscoDevido ao longo atraso ocorrido devido a problemas técnicos no avião, já era noite escura quando José Carlos, Dorival e Giampiero e respectivas famílias, partiram em direcção à Malaposta, localidade onde todos iriam se acomodar durante os dias passados em Portugal. Dias de muitas conversas, mas também de muitos passeios e onde Tex voltou a estar presente, como por exemplo em Braga, onde tivemos o privilégio de receber a visita do Texiano Álvaro Machado, mais precisamente no Santuário do Bom Jesus do Monte…

Dorival Vitor Lopes, José Carlos Francisco e Álvaro MachadoJosé Carlos Francisco, Giampiero Belardinelli e Dorival Vitor Lopes

Dorival Vitor LopesE assim se prova uma vez mais que só uma personagem como Tex poderia proporcionar momentos maravilhosos e inesquecíveis nos quais pessoas e famílias que não se conhecem, são capazes de vencer centenas de quilómetros somente pelo prazer de estarem juntas e conviverem umas com as outras espontaneamente, vivendo a alegria da confraternização proporcionada por um herói de papel, criado no distante Setembro de 1948, fruto da mente criativa de G.L.Bonelli e da pena de Aurelio Galleppini…

E se não fosse Tex, e seus criadores nunca conheceríamos estas pessoas encantadoras… São factos fabulosos, e que devem ser lembrados e falados com muito carinho, principalmente quando nos encontramos face a face com estes Amigos, que esperamos rever em próximas oportunidades!

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Fanzine “A Conquista do Oeste” – Maio/Novembro 2001 – Páginas 73, 74 e 75 – Johnny Mack Brown, Tim Mc Coy, Joel McCrea e Clayton Moore (Jesse James)

JOHNNY MACK BROW

Chamava-se Johnny Mack Brow e nasceu em 19/9/1904 em Dothan, Alabama. Morreu em 1974. Na escola jogava futebol e trabalhava em Teatro. Em 1927 assinou um contrato com a MGM, onde entrou em inúmeros filmes. O primeiro seria “The Fair Co-Ed”, ao lado de Marion Davis. Foi galã de Joan Crawford, em “Dancing Daughters” e “Montana Moon”.

Johnny Mack Brow numa cena em um dos seus filmes

Tabalhou também ao lado de Greta Garbo, em filmes como “Divine Woman” e “Woman of Affairs”. Só em 1930, ao fazer o papel de “Billy The Kid”, é que passaria a trabalhar em filmes de “western”. O seu porte atlético e a sua habilidade para cavalgar, levaram-no a colaborar com várias produtoras em filmes do género: Paramount, Republic, Universal e Monogram, sempre na companhia do seu cavalo “Reno”. Apareceria em cerca de 200 filmes. De 1942 a 1950 foi um dos artistas mais rentáveis do Cinema. Nos anos 40 ficou célebre ao trabalhar numa série de filmes como “Marshal Nevada John McKenzie”. Em 1953 deixou o cinema e tornou-se dono e administrador de um restaurante, mas acabou por fazer ainda algumas aparições esporádicas em filmes.

Indicam-se alguns dos seus filmes:
“Desperate Trails” (1939), “Oklahoma Frontier” (1939), “West of Carson City” (1940), “Law And Order” (1940), “Son of Roaring Dan” (1940), “Arizona Cyclone” (1941), “The Lone Star Trail” (1943), “Outlaws of Stampede Pass” (1943) e “Flame of The West” (1945).

TIM MC COY

Fanzine “A Conquista do Oeste” – Página 73Na sua juventude chegaria a cavalgar, com alguns fora-da-lei como Bob Mc Coy, Kid Eads e Frank James, em diversas cidades, participando com eles em várias aventuras. Chegaria mesmo a ver um deles morrer numa luta, num salão. Seria Frank James que lhe poria a alcunha de “o Canário do Tom Irlandês”.
O seu encontro com o Coronel William F. Cody (Buffalo Bill), deu-se quando tinha sete anos e aos 14, estava já na marinha. Seu nome era Timothy John Fitzgeral Mc Coy, mais conhecido como Tim Mc Coy.

Depois dos estudos secundários, entraria para a Academia Militar de West Point. Mais tarde, provaria que Custer estava completamente errado, quando na sua estratégia de combate contra os índios, na Batalha de Little Big Horn, resolveria dividir as suas tropas, naquele fatídico dia 25 de Junho de 1876.
Em 1919 deu baixa como Tenente-Coronel e voltou ao Wyoming como agente do governo federal, junto de várias tribos de índios: “Arapohoes”, “Shoshones”, “Sioux”, “Cheyennes” e outras.

Tim Mc CoyHabilidoso e, sobretudo, curioso, aprendeu com eles os seus usos, costumes e dialectos, assim como a sua complicada linguagem mímica, da qual se tornaria um profundo conhecedor e também um grande amigo dos índios. Conquista respeito e admiração dos chefes índios, que lhe concedem honras de chefe, com o nome de “High Eagle”.
Em 1922, a Paramount estava para filmar “The Covered Wagon” e procurava um elemento de ligação, entre a equipa técnica e os 500 índios que iriam participar nas filmagens. O Coronel Tim Mc Coy seria o escolhido. O sucesso seria tal, que acabaria convidado para representar, entrando então nos filmes “The Thundering Herd” e “Rough Riders”.
A Metro Goldwyn Mayer apercebendo-se que outros estúdios estavam a ganhar muito dinheiro com outros “heróis” do Oeste, resolveria escolher Tim para vários filmes.
Na altura, os filmes eram de “Tom Mix”, “Buck Jones”, “Fred Thomson”, “Art Acord”, “Ken Maynard”, “Hoot Gibson”, etc.. Assim, de 1926 a 1929 entrou em alguns filmes subordinados ao tema do Velho Oeste.

Tim Mc Coy ao lado de índios verdadeiros, que tinham participado em um dos seus filmes, em cima e com 21 anos de idade (1912), ao ladoEm 1935 vamos encontrá-lo a trabalhar para a Columbia, onde entraria em 32 filmes.
Tim gostava de usar roupas escuras e chapéus de abas largas. Com 1,80m. de altura, fotogénico e de olhos azuis, seu olhar assustava os maus da fita. A Columbia tinha, na época, outros dois “cow-boys” a trabalhar para eles: “Buck Jones” e “Harry Cohn”.
Tim, aos 51 anos, resolveu voltar para o exército, durante a Guerra (1942), vindo a servir na Inglaterra, França e Alemanha. Pelos seus brilhantes serviços, foi agraciado com a Estrela de Bronze e a Legião de Honra.

Fanzine “A Conquista do Oeste” – Página 74Em 1953 e 1956, voltaria ao cinema por pouco tempo, bem como em 1957. Morreu no dia 29 de Janeiro de 1978, com 87 anos de idade, de ataque cardíaco, depois de ter sido casado com Agnes Miller, de quem teve dois filhos e uma filha. Divorciaram-se em 1931 e em 1945, voltaria a casar com Inga Arvad, da qual teve mais dois filhos. Sua última mulher morreria em 1974. Tim nasceu a 10 de Abril de 1891.

Indicamos a seguir, alguns dos seus filmes:
“California” (1927), “The Adventurer” (1928), “The Indians Are Coming” (1930), “The Riding Tornado” (1932), “The Outlaw Deputy” (1935), etc., etc..

JOEL MCCREA

Joel McCreaJoel McCrea nasceu a 5 de Novembro de 1905 em Los Angeles.
Muito cedo adquiriu experiência no palco, em peças de teatro de amadores. No Cinema mudo foi extra em vários filmes. Em 1929 já desempenhava melhores papeis, e em 1930 começou a ocupar-se das figuras principais dos filmes. Nos finais dos anos 30 e princípios dos 40, trabalhou em variados filmes, desde dramas e comédias sofisticadas e até aventuras. A sua carreira atingiu maior sucesso com os filmes em que entraria nos anos 40, a destacar: “Foreign Correspondent” de Hitchcock, “Sullivan’s Travels”, “Palm Beach Story”, “The More The Merrier”, “Reaching For The Sun”, “The Great Man’s Lady” e “Buffalo Bill”. A partir de 1946 passa a participar quase unicamente em filmes de “western”. Empregando bem o dinheiro que ganhou, rapidamente se tornaria num dos artistas mais ricos da sua época.

Alguns dos seus filmes: “Saddle Tramp” (1950), “Frenchie” (1950), “The Lone Hand” (1953), “Black Horse Stallion” (1954), “Border River” (1954), “Wichita” (1955), “ Trooper Hooker” (1957), “Cattle Empire” (1958), “The First Texan” (1958) e “Ride The High Country” (1962).

CLAYTON MOORE (JESSE JAMES)

Jesse JamesJesse James é uma das figuras carismáticas, que povoam a História da Colonização norte-americana em geral e do Oeste em particular. Trata-se de uma personagem explorada e mistificada até à exaustão, esquecendo-se, muita vez, que afinal Jesse James pouco mais era do que um jovem bandido, como muitos outros que acabariam por povoar aquelas paragens no Século XIX. Infelizmente, ele e os seus irmãos acabariam célebres, pelos seus ataques a comboios.

É certo que os norte-americanos sempre souberam explorar bem as suas figuras, mais ou menos históricas, mais ou menos heróicas, mais ou menos injustiçadas, mais ou menos perseguidas, adaptando-as à sua Literatura de fascículos ou de cordel, ao Cinema e, consequentemente; à Banda Desenhada. Jesse James não fugiria à regra. Vem isto a propósito do nosso estudo, dedicado aos “cow-boys” que abrange, à partida e o mais possível, desde que tenhamos informações, todo o tipo de comunicação. No que respeita aos filmes B e seriados, Jesse James seria uma das personagens bastante utilizada nesse campo, como indicaremos a seguir na sua filmografia.

Fanzine “A Conquista do Oeste” – Página 75Entretanto fazemos um parêntesis para lembrar, que houve vários artistas de Cinema que participariam nesse género de filmes, com maior ou menor assiduidade, com maior ou menor êxito.
O primeiro da lista será Buster Crabbe, com 9 filmes no seu activo, seguindo-se Kane Richmond com 7 filmes, bem como Ralph Bird, Tom Tyler e Bruce Bennet com igual número de filmes. Neste grupo está incluído o artista Clayton Moore (aquele que nos interessa de momento), pela sua participação nos filmes de Jesse James. A sua primeira aparição dá-se em 1942, no filme “Perils of Noyoka” (personagem igualmente adaptada à 9ª Arte).
Segue-se “The Crimson Ghost” de 1946. no ano seguinte é a vez de “Jesse James Rides Again”, em comemoração do centenário do nascimento desta personagem. Depois temos “The Black Window”, “G-Men Never Forget” e “The Adventures of Frank And Jesse James”, em 1948. “The James Brothers of Missouri” (1950) termina esta triologia e, igualmente os filmes de Clayton Moore, nesta categoria ao trabalhar para a Republic Films.

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Trading Post Nº 16

TRADING POST

POR: SÉRGIO SOUSA – FOLHETIM MENSAL DE DIVULGAÇÃO DAS REVISTAS BONELLI PARA VENDA – ANO 2 – Nº16 – ABRIL 09

O trading post apresenta as revistas que disponho para venda, as condições de venda e o estado de conservação das revistas. Por dificuldades em introduzir as tabelas no blogue, tabelas que contêm toda a informação sobre as revistas disponíveis, o folhetim disponibilizado no blogue apenas mencionará as revistas disponíveis e o intervalo de preços. Os interessados em determinada revista deverão solicitar, não a informação sobre a revista, mas sim, o folhetim versão completa. Façam o pedido através do E-mail: sergiosousa1367@hotmail.com
Além do folhetim serão enviadas diversas fotos adicionais. Recomendo que analisem com atenção as fotografias e a classificação que atribuo a cada uma das revistas, em caso de dúvida podem solicitar mais informação ou fotografia sobre qualquer revista.

PRECIOSIDADE

Esta rubrica não é mais que um leilão…. Invertido. A revista é colocada a um preço que vai baixando todos os dias. Os preços para cada dia estão aqui identificados. O comprador avalia a revista e contacta-me no dia que considera que a revista está com um preço justo. Não se esqueçam que só existe um exemplar e se esperarem por um preço muito baixo outros coleccionadores podem antecipar-se.

ZAGOR VECCHI Nº1 (B)Dia 19 ABR09 18€
Dia 20 ABR09 17€
Dia 21 ABR09 16€
Dia 22 ABR09 15€
Dia 23 ABR09 14€
Dia 24 ABR09 13€
Dia 25 ABR09 12€
Dia 26 ABR09 11€
Dia 27 ABR09 10€
Dia 28 ABR 09 09€
Dia 29 ABR09 08€
Dia 30 ABR09 07€

Dia 01 MAI09 06€
Dia 02 MAI09 05€

ZAGOR VECCHI Nº1  (B)

DESTAQUES

Rubrica que apresenta as revistas que são novidade relativamente às edições anteriores.

Os preços variam entre os 2,8€ (Zagor Vecchi Nº21) e os 4,5€ (Tex 1ª Ed. Nº91)
Zagor Vecchi – 4 e 21
Tex 1ª ed.– 91
Chet Vecchi – 8
Júlia – 24

NOVIDADES

Rubrica que apresenta exclusivamente revistas novas da Mythos e funciona preferencialmente por encomenda. Para calcularem os preços consultem o TP de Setembro, disponível no Blogue ou solicitem uma simulação. Esta rubrica só é possível devido ao acordo existente com o Portal Tex Brasil. As revistas aqui disponibilizadas para vendas, são revistas que encomendei para completar encomendas de coleccionadores.

NovidadesOs preços variam entre os 2,9€ (Tex Colecção) e os 8,5€ (Tex Gigante Nº18)
G.C. Tex – 1, 5 e 11
Ken Parker – 7,8,12 a 18
Ken Parker Enc. – 2, 3 e 4
Tex Ed. Histórica – 73
Tex – 440 e 452
Tex Ouro – 1
Tex Almanaque – 13, 17 e 31
Zagor – 1,4,10,45 e 93
Tex Colecção – 195,210,213, 219 a 232 e 263
Zagor Especial – 19
Tex Gigante – 9,10 e 18
Zagor Extra Mythos – 9,54, 56, 57 e 58

REVISTAS

As revistas aqui apresentadas são as que têm vindo a acumular das edições anteriores:

RevistasOs preços variam entre os 1,5€ (Tex Nº108) e os 22,0€ (Tex 2ªEd. Nº1).
Tex 1ª Ed. – 79, 102, 108, 117, 126, 128, 129, 130, 131, 140, 142, 143, 144, 197, 223, 224, 225,  236, 238, 243, 246, 248, 253, 386, 389, 391 e 404
Tex 2ª Ed. – 1, 15, 17, 33, 36, 42, 47, 62, 74, 110, 122, 129 e 136
Tex Almanaque –9, 14, 15 e 17
Judas Record – 1 a 5,7,10,11 a 13, 15 e 16
Dylan Dog – 1,2 e 25
Júlia – 1
Grandes Clássicos Tex – 10
Tex Ed. Histórica – 49 e 55
Tex Gigante Globo – Arizona em Chamas
Martin Mistiere Globo – 1
Zagor RGE/Globo – 3
Nick Raider Mythos – 1
Zagor Record – 13, 17, 18, 39, 40, 41, 42, 43, 44, 45, 46, 47, 48, 50, 51, 52, 54, 57, 58 e 59

LOTES

COLLEZIONE STORICA COLORI, Nº 91, 92, 93, 94 E 95 (N) – PREÇO DO LOTE 40€.

ESTADO DE CONSERVAÇÃO DAS REVISTAS

NOVO (N) – Estado de banca.
ÓPTIMO (O) –
Capa e lombada sem defeitos, miolo apenas ligeiramente amarelado.
BOM (B) –
Pequenos defeitos na capa e lombada (rasgos, riscos ou pequenas palavras), miolo amarelado.
REGULAR (R) – Capa e lombada com falhas, mais que uma palavra escrita na capa. Miolo amarelado ou escurecido.
USADO (U) – Capa muito gasta ou suja pelo uso, escrita ou com rasgos. Lombada com falhas e miolo demasiado escurecido. Revista não recomendada a coleccionadores exigentes.
 

CONDIÇÕES DE VENDA

  • Pagamento antecipado efectuado através de transferência bancária.
  • Entrega em mão, apenas na região de Setúbal.
  • Os portes dos correios serão sempre por conta do comprador, salvo indicação em contrário.
    < 500 Gr 2,20 €
    > 500 Gr ^ < 1000 Gr 2,60 €
    > 1000 Gr ^ < 2000 Gr 2,90 €
    > 2000 Gr ^ < 3000 Gr 3,60 €
    > 3000 Gr ^ < 4000 Gr 4,40 €
    > 4000 Gr ^ < 5000 Gr 5,20 €
    > 5000 Gr ^ < 10000 Gr 7,00 € (ENCOM. NACIONAL).

FACTORES QUE INFLUENCIAM OS PREÇOS

  • Estado de conservação das revistas
  • Raridade das revistas
  • Dimensão da encomenda
  • Custos de transporte
  • Custos alfandegários
  • Custo de transferência do dinheiro
  • Flutuação cambial

Como podem verificar, são muitas as variáveis que influenciam os preços das revistas. A mesma revista pode ter preços completamente diferentes, em meses seguidos, devido a estes factores.

OUTRAS INFORMAÇÕES

  • Aceito listas de faltas. A entrega de lista de faltas não compromete o coleccionador e não é garantia de conseguir as revistas em falta. As listas servem para centralizar as compras nas necessidades dos coleccionadores. Os coleccionadores que entregarem lista de faltas, serão informados da existência das revistas, antes da sua divulgação no “TRADING POST”, exercendo assim o direito de preferência. As listas de faltas serão ordenadas pela data de entrega.
  • As fotografias apresentadas no folhetim, serão sempre das revistas colocadas à venda. Adicionalmente ao folhetim seguirão outras fotos e enviarei foto de qualquer revista que me seja solicitado, excepto das revistas novas, das quais não vejo necessidade.
  • Muito excepcionalmente existe mais do que um exemplar de cada número. Somente com a divulgação deste folhetim e a entrega de listas de faltas, será possível colocar à disposição mais exemplares.
  • Agradeço o contacto de todos os coleccionadores interessados em receber o folhetim, assim como sugestões no sentido de melhorá-lo.

DIVULGAÇÃO

O folhetim será enviado a todos os coleccionadores os quais possuo contacto e aos quais peço a divulgação para os seus contactos. Será também enviado a todos aqueles que expressem vontade em recebê-lo