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Lançamento do livro “Tex no Brasil – O Grande Herói do Faroeste”
Com lançamento previsto para dia 30 de Setembro de 2009, na 4ª Expo-Tex de João Pessoa (mostra que reúne coleccionadores e fãs de Tex e que decorre de 30 de Setembro a 3 de Outubro), Paraíba, Brasil, o livro “Tex no Brasil – O Grande Herói do Faroeste“, escrito pelo fã e coleccionador G. G. Carsan e publicado pela Editora Sal da Terra, será mais uma preciosa obra indispensável na BiblioTEX de qualquer Texiano que se preze. A obra de 300 páginas, que também poderá ser adquirida por coleccionadores portugueses através do e-mail G.G.CARSAN@GERAFOTO.COM, é composta por 29 capítulos e terá um custo de $40,00 Reais (moeda brasileira).
O livro terá o prefácio escrito pelo responsável-mor do Portal TexBR na Internet, Gervásio Santana de Freitas, considerado um dos maiores coleccionadores e especialistas Texianos do Brasil.
Este é um livro que faz uma viagem pelo mundo de Tex, através da visão de um coleccionador, pagando um tributo aos grandes artistas que contribuíram ao longo de mais de 60 anos para que a mítica personagem italiana criada por Gian Luigi Bonelli e Aurelio Galleppini, se mantivesse viva nas bancas de vários países, com especial incidência no Brasil..
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Do conteúdo do livro que é abrilhantado por muitas ilustrações (na sua maioria a preto e branco, mas também algumas coloridas), constam as sinopses de todas as aventuras do Ranger, relatos de alguns Texianos, os melhores momentos da saga e respectiva análise, curiosidades da colecção, estatísticas, sites e blogues na Internet dedicados a Tex e uma entrevista exclusiva com o editor Sergio Bonelli.
E por falar em entrevista, para ficar a saber tudo sobre este novo lançamento especial dedicado a Tex, não deixe de ler neste mesmo local, a entrevista que o autor G. G. Carsan concedeu em exclusivo ao blogue português do Tex e que será publicada na próxima segunda-feira, dia 21 de Setembro!
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Entrevista com o fã e coleccionador: Rolando Marques
Entrevista conduzida por José Carlos Francisco.
Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente?
Rolando Marques: Chamo-me Rolando Marques e resido nos arredores de Lisboa, em Alverca do Ribatejo. Nasci em Abrantes, em 17 de Agosto de 1971. Profissionalmente, trabalho numa empresa de telecomunicações, na área de serviços e gestão de projectos.
Quando nasceu o seu interesse pela Banda Desenhada?
Rolando Marques: Desde que me lembro. Acho que assim que comecei a ter interesse por livros com figuras e a fazer bonecos. A partir dos meus 7-8 anos, o “vício” começou a consolidar-se enquanto tal. Andou sempre em paralelo com o gosto pelas letras. Lia o usual na época (finais dos anos 70 e princípios dos anos 80 do século passado): livros brasileiros da Disney, o Mundo de Aventuras, o Falcão, a colecção Guerra, para citar alguns exemplos. Entretanto, fui descobrindo a BD Franco-Belga (Astérix, Lucky Luke, Tintim, Blake e Mortimer) e de outras latitudes, de autores como Paolo Serpieri, Milo Manara, Victor De La Fuente, Miguelanxo Prado, Jordi Bernet e Hugo Pratt. Isto já nos anos 90. Em paralelo, na mesma altura, descobri os comics dos EUA, embora tenha excluído quase imediatamente os super-heróis, excepção feita ao Batman, que me pareceu diferente dos restantes (quanto ao universo Marvel, nem vê-lo!). Da BD de origem norte americana, ficou-me o gosto pelo trabalho do Adrian Tomine, Frank Miller (Sin City e 300), Mike Mignola (Hellboy) e, recentemente, a saga “Y: the last man” (desenhada pela Pia Guerra), que estou a coleccionar, na versão trade paperback. E, é claro, já no presente século, descobri (ou redescobri) a BD Bonneli.
Quando descobriu Tex?
Rolando Marques: Devia ter uns 12-13 anos, talvez. Numa edição brasileira, salvo erro da editora Vecchi, que continha parte de uma aventura envolvendo Mefisto, um dos mais famosos adversários de Tex. Depois houve um grande hiato de tempo, até voltar à personagem e passar a ler as suas aventuras com regularidade. Isso aconteceu quando já tinha 35 anos, há coisa de 3 anos, mais ou menos.
Porquê esta paixão por Tex?
Rolando Marques: Paixão é um termo demasiado forte para qualificar a relação com a personagem. Gosto do Tex assim como gosto de outras personagens de BD como, por exemplo, o Mágico Vento e a Júlia Kendall, ficando-me apenas pelas publicações da editora Mythos que são, de facto, as únicas publicações (ir)regulares que, actualmente, vale a pena adquirir em Portugal.
O que tem Tex de diferente de tantos outros heróis dos quadradinhos?
Rolando Marques: De diferente, talvez os locais e enredos que constituem o cerne da saga desta personagem. Tem piada mas nunca fui grande admirador de westerns em BD, até chegar ao Tex. Uma personagem ou outra, como Jerry Spring e Blueberry, ainda mereciam da minha parte uma leitura mais atenta mas esporádica. Quanto ao Tex, é de facto, o mais regular e, também, uma aquisição tardia na minha vida. Comecei a comprar e ler as aventuras do Tex a partir de 2006, com ênfase nos clássicos da personagem. E é, actualmente, o único western em BD que leio regularmente.
Qual o total de revistas de Tex que você tem na sua colecção? E qual a mais importante para si?
Rolando Marques: Poucas, menos de 40, quase todas da revista “Grandes Clássicos do Tex”. A mais importante não sei dizer. Para mim, todas tem o seu valor. Depende do momento em que as li e do estado de espírito.
Colecciona apenas livros ou tudo o que diga respeita à personagem italiana?
Rolando Marques: Apenas colecciono as edições especiais como os “Grandes Clássicos do Tex” ou, pelo menos, tento, dada a forma irregular como são distribuídas as revistas de BD, em Portugal, com grande atraso face à origem (Brasil) e com falhas pelo meio.
Qual o objecto Tex que mais gostava de possuir?
Rolando Marques: Acho que nenhum objecto em particular. Nunca pensei nisso. Nem conheço o merchandising que lhe está associado. Não sou obcecado pelo Tex, a ponto de desejar possuir objectos que não algumas das revistas/edições especiais com as suas aventuras.
Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia? E o argumentista?
Rolando Marques: É difícil dizer qual a minha história favorita. Gosto dos clássicos do TEX, desenhados pelo A. Galleppini. É o traço fundador e definidor da personagem. Também aprecio algumas histórias recentes, nomeadamente as desenhadas pelo Victor De La Fuente e Alfonso Font. Quanto aos argumentos, os de G. L. Bonelli, sem dúvida nenhuma, são os melhores. Também aprecio os do Claudio Nizzi.
O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos?
Rolando Marques: Os enredos das suas histórias clássicas são agradáveis de ler, escorreitos e escapistas. Não me agradam, especialmente, os argumentos actuais (nem o estilo da maioria dos desenhadores). Talvez por terem uma veia menos escapista que os clássicos. Mas ainda bem que os admiradores de Tex não pensam todos como eu. Senão o Ranger não tinha chegado aos 60 anos, sempre em publicação e renovando-se, a si e ao seu público.
Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que é?
Rolando Marques: É um clássico que soube evoluir e adequar-se ao gosto de gerações de leitores, que seguiram, e continuam a seguir, as suas aventuras.
Costuma encontrar-se com outros coleccionadores?
Rolando Marques: Não. Sou um solitário, por natureza. Também conheço muito poucos coleccionadores de BD em Portugal e ainda menos de BD bonelliana.
Para concluir, como vê o futuro do Ranger?
Rolando Marques: Pessoalmente, espero que continue a proporcionar-me horas de leitura agradáveis, enquanto eu viver e puder ler BD (a minha esperança, que isto seja por muitos e longos anos ;-)).
No geral, espero que as suas histórias continuem a vender e que haja renovação do público leitor. Caso contrário, tal como tem vindo a acontecer com outros ícones clássicos da BD, a publicação das revistas da personagem italiana cessará, por falta de interesse do mercado. O caso português é paradigmático.
Para terminar, deixo uma crítica que espero seja encarada como construtiva: os leitores (e coleccionadores) portugueses merecem melhor tratamento do que o que recebem actualmente. O atraso na publicação das revistas Mythos em Portugal, face ao Brasil, é demasiado longo, no meu ponto de vista (mais de 6 meses de diferença, chegando a 2 anos no caso das publicações especiais), com falhas de números pelo meio. As revistas que chegam aos pontos de venda (pelo menos, onde eu os adquiro habitualmente) estão, em proporção considerável, mal tratadas. Parece que o que vem do Brasil são as sobras e custa-me dar 3 ou 4 euros por uma revista com a capa toda amassada ou riscada. Só mesmo para indefectíveis da BD Bonelli. Eu, dificilmente, posso sugerir a alguém que compre as revistas nestas condições. Os comics norte americanos, por vezes mais baratos que as revistas da Mythos, chegam em melhores condições ao nosso mercado. Há que rever este modus operandis.
Possivelmente, só nestes termos será compensatório, para a editora Mythos, a operação comercial em Portugal, dado ser um mercado periférico e diminuto, em termos de volume de vendas. Mas não deixa de ser desanimador.
Prezado pard Rolando Marques, agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.
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Portugal – Edições de Setembro
Relação das revistas da Mythos Editora, distribuídas em Portugal, pela LOGISTA PUBLICAÇÕES, para o mês de SETEMBRO de 2009:
TEX 447
O Tesouro da Mina
Texto: Claudio Nizzi – Desenhos: José Ortiz
Tex e Carson, em companhia do bandido regenerado Tom Gilder e guiados pela empreendedora viúva de Link Walker, aproximam-se da mina em que o falecido fora-da-lei parece ter escondido o enorme butim de trezentos mil dólares. Mas o grupo não se reuniu no México sem ser observado… Com efeito, também convergem para a mina os desperados de Horácio Fuentes e os soldados do coronel Uriaga: homens inescrupulosos e ávidos por dinheiro, determinados a lutar até a última gota de sangue para tentar pôr as mãos sobre o precioso tesouro. Quem conseguirá se apoderar da ‘herança’ do fora-da-lei Link Walker?
2,90€
TEX COLEÇÃO 239
O Mistério da Mina
Texto: G. L. Bonelli – Desenhos: Erio Nicolò
A misteriosa morte de seu amigo Randy faz com que Tex Willer e Kit Carson se envolvam numa diabólica trama cujo objectivo é roubar o ouro de uma companhia mineradora.
2,90€
TEX OURO 33
O Traidor
Texto: Claudio Nizzi – Desenhos: Fernando Fusco
Tex e Carson são chamados ao Forte Huachuca para decifrarem um mapa indígena que contém indicações sobre o local onde estaria escondido um carregamento de lingotes de ouro avaliado em meio milhão de dólares. O tesouro pertence ao México, que está exigindo a sua devolução. Para evitar um incidente internacional o ranger resolve ajudar e pede auxílio ao chefe apache Cochise para decifrar o mapa. Os rangers recuperam o ouro, mas na volta para o forte eles sofrem uma inominável traição e perdem tudo, tendo até que fugir dos Estados Unidos para não serem presos. Agora Tex e Carson terão que recuperar o ouro, limpar seus nomes e punir os responsáveis pela traição.
8,50€
TEX GIGANTE 20
O Profeta Indígena
Texto: Claudio Nizzi – Desenhos: Corrado Mastantuono
Manitary é um jovem profeta pele-vermelha que quer resgatar o orgulho dos Hualpai. Desencadeará um inferno, reunindo em um único exército todas as tribos do deserto com o objectivo de derrotar e expulsar para sempre os homens brancos das terras do Sudoeste, que tempos atrás pertenciam aos índios. No seu caminho, porém, Manitary encontrará Tex e seus pards, decididos a impedir um inútil massacre…
8,50€
ZAGOR EXTRA 60
Mutações Diabólicas
Texto: Moreno Burattini – Desenhos: G. Ferri
A Síndrome de Beelzebul: foi esse o nome que o professor Grimm deu aos efeitos devastadores de uma droga sintetizada por um grupo de cientistas do exército. Ela deveria aumentar a agressividade dos militares, mas transformou-os em feras sedentas de sangue e sem raciocínio. E Zagor, Chico, o professor e poucos sobreviventes devem enfrentar um destacamento de Jaquetas Verdes transformados em monstros.
2,90€
ZAGOR 96
Na Selva do Yucatan
Texto: Moreno Burattini – Desenhos: G. Ferri
No rasto dos misteriosos guerreiros que raptaram Jean Lafitte, Zagor – acompanhado por Chico e Denise – descobre uma cidade chamada Nova Tenochtitlan, escondida nos pântanos do Yucatan, cujos habitantes ainda vivem segundo os usos dos antigos astecas. Cuitluhuac, o soberano da cidade, instigado pelo sacerdote Izcalli, retomou o costume de imolar vítimas humanas aos deuses e quer restaurar o império asteca desencadeando uma revolta dos índios de língua nahuatl. Para isso, está conseguindo armas de fogo com a ajuda de dois contrabandistas ingleses. Nesse meio tempo, Richter e Velasquez, escoltados pelo bando do mexicano Rojo, também estão entrando na selva…
2,90€
AVENTURAS DE UMA CRIMINÓLOGA 53
O Elevador
Texto: Giancarlo Berardi – Desenhos: Roberto Zaghi
Para Júlia Kendall uma aventura – ou desventura – no limite do suportável. Ao ir à Receita Federal no último dia antes das férias prolongadas, Júlia vê-se presa num elevador que fica bloqueado quando os vigias cortam a corrente eléctrica do prédio. As salas estão desertas, ninguém pode ouvir os seus gritos. Aliás, os gritos dos dois, porque no pequeno habitáculo ficou presa mais outra pessoa, também vítima das circunstâncias. A situação é tão insólita que destrói todos os padrões e defesas que a vida social impõe. O que acontecerá na cabine suspensa no vazio? Prevalecerá a solidariedade ou o egoísmo e o instinto de sobrevivência?
4,00€
MÁGICO VENTO 82
Espectros de Areia
Texto: Gianfranco Manfredi – Desenhos: Pasquale Frisenda
Uma milícia irregular montada pelo general Crook caçou os índios de Kociss, no tempo da guerra contra os apaches. Eram os Anjos Exterminadores, um bando de assassinos às ordens de um corta-gargantas chamado Lobo. Agora, com os índios isolados em reservas, eles não têm mais serventia. Quando os Anjos começam a agir no Novo México, assaltando e matando, para o Governo eles tornam-se um embaraço que deve ser eliminado, possivelmente com um remédio à altura do mal. E os vigilantes de Cummings chegam a ser piores que o mal. Mágico Vento vê um exemplo dessa ferocidade quando encontra a família de Chato, o guia indígena dos Anjos, morta e torturada.
2,90€
CONAN, O BÁRBARO 70
Revista mensal em preto e branco, 68 páginas e formato magazine.
A Fénix nas Sombras – Após o atentado contra a sua vida, Conan parte no encalço do último conspirador ainda impune, o barão Dion de Atallus. Nesta aventura, Roy Thomas procura arrematar o que ele via como pontas soltas em A Fénix na Espada, a primeira história do Cimério escrita por Robert E. Howard. Arte de Fred Harper.
O Anel das Trevas – O Rei Conan chega a Poitain para visitar seu bom amigo, o conde Trocero. Porém, em vez de desfrutar dois dias de paz e tranquilidade, ele descobre que Trocero está assustado com uma aparente maldição que pode não apenas custar a sua vida, mas até provocar uma guerra entre Nemédia e Aquilónia. Adaptação livre de um conto de Robert E. Howard, com texto de Roy Thomas, arte de Jerry DeCaire e George Freeman.
O Ano do Dragão – Pela primeira vez em preto e branco e formato magazine, começa aqui a reapresentação de Conan: O Conquistador, o único romance do Gigante de Bronze escrito por Robert E. Howard. Adaptação de Roy Thomas, ilustrada por Gil Kane e Tom Sutton.
3,50€
Collezione storica a colori, nº 80 – L’idolo azteco
Tex nº 80 – L’IDOLO AZTECO

