Trata-se de um cachorro com três meses que estava abandonado (com mais dois irmãos) nas traseiras duma fábrica, por entre uma série de paletes e mercadorias.
Um deles foi ter a casa de Carlos Rico e logo toda a família se reuniu de modo a pôr um nome ao cachorro.
Entre meia dúzia de tentativas, a filha mais velha de Carlos Rico, a bela e já famosa Alexandra (que podemos ver aqui ao lado, numa fotografia com Fabio Civitelli), que já teve inclusive direito a ver uma foto sua publicada na edição brasileira nº 453 de Tex, lembrou-se de homenagear o mais famoso cow-boy da banda desenhada!
É isso mesmo: o cachorro chama-se Tex! Um nome curto, bonito e cheio de personalidade! E cremos que o cãozito está destinado a viver muitas aventuras, tal como o nosso Ranger, portanto vamos então de seguida conhecer este cachorro que graças ao nome TEX já se tornou famoso:
. . Para finalizar este texto e para mostrar o quanto a Alexandra está encantada com o mais recente membro da família, divulgamos a montagem que a própria Alexandra fez para colocar no ambiente de trabalho do computador dela!
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* Texto de José Carlos Francisco e fotos deMarco Andrea Corbetta!
Foi recentemente publicada na Itália a edição nº132 da Collezione Storica a Colori, de Tex, intitulada “Artigli“, cuja capa realizada por Claudio Villa podemos visualizar aqui ao lado.
Mas até a capa chegar a este resultado final, como já mostramos diversas vezes aqui no blogue do Tex, há um longo processo que nasce na editora e que começa com Sergio Bonelli procurando uma cena “de capa” ao examinar pessoalmente a história em questão.
Depois de eleita a cena, o editor milanês elabora um esboço veloz que é enviado a Claudio Villa por fax, junto com as cópias das páginas ou vinhetas correspondentes e é a partir então desse rascunho, que Claudio Villa começa por sua vez a trabalhar na capa em questão, realizando entretanto o seu próprio esboço a lápis e são precisamente os dois esquemas que apresentamos de seguida para que se possa comparar os anteprojectos do editor e do desenhador:
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Depois de definido o desenho, o desenhador parte para a arte-finalização da ilustração, de modo a concluir o seu trabalho e o resultado final, mostramos de seguida, comparando depois o desfecho com os dois esboços realizados na fase inicial, na editora e no estúdio de Claudio Villa:
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No início dos anos 90 surgiu no staff bonelliano um novo e talentoso desenhador. Seu nome Andrea Venturi. Tendo iniciado no titulo “Cult” Dylan Dog, Andrea logo prestou seu talento ao grande herói da casa editorial Bonelli, o mítico TEX WILLER. Como é praxe na Bonelli, os “novos” autores não começam logo no título mensal e sim em edições especiais (o que, diga-se de passagem, mais do que uma desvantagem, na opinião deste que escreve, é uma maneira de dar segurança ao novo artista para ir encontrando-se com o mundo da personagem) como aqui foi o caso de Venturi. Ele estreou no Almannaco Del West 1996.
Andrea Venturi trouxe um novo frescor ao mundo do Ranger, com um estilo muito realista, de fortes sombras e anatomias perfeitas, seu desenho lembra muito um grande autor americano que revolucionou os quadradinhos no fim dos anos 60: Neal Adams.
É uma pena que Venturi não seja um autor rápido e que não tenhamos tantas aventuras desenhadas por ele no título Tex. É como dizem sempre: Qualidade e quantidade não costumam andar juntas.
Há, quanto a cenários, em suas aventuras, certa predilecção, não sei se do roteirista, ou do próprio Venturi, por ambientes circenses, com uma fauna de personagens caricatas e estranhas. Cenário perfeito para o desenhador apresentar todos os seus recursos. Em “O Matador de Índios“, Venturi desenha um assassino mascarado, facto pouco usual nas aventuras do Ranger. Na história, “Missão em Sierra Vista“, mais um desfile de personagens estranhas, e um Tex agindo em solitário.
Mas é na história “Ópio“, que Venturi apresenta seus tipos mais estranhos: Uma trupe de actores, onde há uma estranha relação de ódio, paixão, desprezo, ganância e crime, entre os seus componentes. Tex e Carson investigam uma operação de tráfico de drogas e acabam cruzando o caminho desta estranha “família”.
Na aventura seguinte desenhada por Venturi, uma história mais corriqueira dos Rangers, mas nem por isso, o desenhador deixa de dar o seu toque pessoal ao texto. “Nas Florestas de Oregon” é uma aventura que leva Tex e Carson ao encontro de seu amigo Gros-Jean para investigar um caso de sabotagem. Os dois amigos têm de assumir um disfarce para se infiltrarem entre os lenhadores. E mais uma vez Venturi apresenta-nos um par de personagens pitorescas e caricatas: O gigante, o anão, o traidor cobarde … Até agora estes foram os trabalhos de Venturi editados no Brasil com o Tex. Todos de uma qualidade fora de série.
Estamos todos à espera do novo trabalho de Venturi, que trará de volta um grande inimigo do Ranger, o Tigre Negro. Que, diga-se de passagem, um dos últimos grandes inimigos de Tex ainda vivo! E dizer isto, não é dizer pouca coisa!
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(Texto publicado originalmente no Blogue Zona Franca Comics, em 22 de Agosto de 2009) [1]Coleccionador de Banda Desenhada desde 1976. Contacto: zonafranca34@hotmail.com
Por Sandro Palmas [1] De tempos a tempos pediam-me para fazer testes para outras personagens, fiz para Ken Parker, mas logo depois a série foi suspensa, fiz também um par de páginas de teste para Zagor… tudo experiências que depois não tiveram sequência. Um dia fui à redacção levar parte de uma história que ainda não tinha terminado e Sergio Bonelli disse-me: “Porque não me fazes algumas páginas de prova para Tex?”. Respondi que nunca tinha trabalhado com o género western e que inclusive não o saberia fazer até porque o meu estilo era pouco adaptado, mas Sergio Bonelli insistiu e fiz duas páginas no estilo de Giovanni Ticci e aceitaram-me…
É desta maneira que Fabio Civitelli, o desenhador aretino que festeja no corrente ano de2009 os seus primeiros vinte e cinco anos ligados ao Ranger, conta o início da sua experiência comTex.
Chegado à Bonelli no longínquo Outono de 1979, Civitelli tinha desenhado seis histórias de Mister No, a última das quais, “Alien” (#107 e #108 da série) com roteiro de Tiziano Sclavi, foi publicada nos meses de Abril e Maio de 1984.
Cerca de um ano depois, em Março de 1985, apareciam nas páginas de Tex as suas primeiras páginas dedicadas ao Ranger, na história intitulada “I due killers” (# 293, #294 e #295) com roteiro de Claudio Nizzi (no Brasil, Tex #199, #201 e #202, “Os dois killers“
De seguida mostramos duas vinhetas com todos os quatro pards, extraídas precisamente dessas duas páginas de prova mostradas ao editor Sergio Bonelli. A semelhança no confronto com Giovanni Ticci é evidente, mas logo na sua primeira história, Civitelli conseguiu produzir um estilo decididamente mais pessoal!
[1] (Texto publicado originalmente noTex Willer Forum, em 5 de Setembro de 2009)
Do jovem fã e coleccionador brasileiro de Tex, Luiz Felipe Piorotti, nascido em 4 de Janeiro de 1986, morador em Nova Iguaçu no Rio de Janeiro e Formado em Desenho Industrial, recebemos mais uma magnífica ilustração de Tex Willer, desta vez acompanhado pelo Capitão América e por mais algumas personagens importantes de ambas as séries, como se pode ver nas imagens que divulgamos de seguida e que mostram a evolução desta particular arte do Luiz Felipe Piorotti.
Esta ideia de juntar o Capitão América e o Tex surgiu enquanto o Luiz conversava com o professor, ilustrador e também coleccionador de Banda Desenhada, Wagner Macedo, sobre a ideia de desenhar vários encontros especiais entre personagens tão diversas como por exemplo Dylan Dog com o Homem-Aranha, Júlia com o Demolidor, Dampyr com o Wolverine e assim por diante…
Para tornar este desenho ainda mais especial, o Luiz fê-lo baseando-se no Capitão América da 2ª Grande Guerra Mundial, como se o encontro destas duas emblemáticas personagens da banda desenhada mundial ocorresse numa viagem no tempo em sentidos inversos…
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Para conhecer melhor este jovem artista brasileiro a quem auguramos um futuro promissor e ver algumas das suas belas artes (assim como as suas colecções) não deixe de ler a recente entrevista que o Luiz Felipe Piorotti concedeu ao nosso blogue.
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