Tex Willer por Luiz Felipe Piorotti

Por José Carlos Francisco

Luiz Felipe Piorotti é um talentoso jovem fã e coleccionador brasileiro de Tex, que nasceu em 4 de Janeiro de 1986, morando no presente em Nova Iguaçu no Rio de Janeiro,  tendo sido formado em Desenho Industrial e que começou a desenhar desde pequeno, já que com 3, 4 anos  já copiava as ilustrações dos livros infantis e revistas da época, que tive o grande prazer de conhecer pessoalmente aquando do 17º Fest Comix realizado o ano passado em São Paulo, Brasil, como se pode constatar na foto publicada aqui ao lado e que representa o preciso instante em que o Luiz Felipe me presenteou com um magnífico desenho original de sua autoria, desenho esse que sabendo da minha paixão pelo Ranger, só poderia ser de Tex Willer.

Mas Luiz Felipe Piorotti também se deslocou ao evento brasileiro para conhecer o conceituado artista Fabio Civitelli, aproveitando para comprar o livro dedicado ao autor que desenha Tex há mais de um quarto de século, assim como para poder conversar um pouco com ele mostrando inclusive algumas das suas artes. E claro que a foto do Luiz Felipe Piorotti com o Mestre Civitelli também é um dos momentos ímpares que ficou registado para todo o sempre e que o blogue português do Tex também dá a conhecer.

Mas para conhecer melhor este jovem artista brasileiro a quem auguro um futuro promissor e ver algumas das suas belas artes (assim como as suas colecções) não deixe de ler a entrevista que o Luiz Felipe Piorotti concedeu ao nosso blogue e visitar o site onde este jovem artista divulga os seus trabalhos.

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Póster Tex Nuova Ristampa 156

Póster Tex Nuova Ristampa 156

Nesta nova ilustração da autoria de Claudio Villa, vemos Tex Willer debaixo de uma forte tempestade de neve entrando numa aldeia abandonada, para tentar abrigar-se do terrível mau tempo que assolava aquela inóspita região montanhosa.

Desenho usado no Brasil como capa de Grandes Clássicos do Tex #21 e inspirado na história “I guerrieri venuti dal nord” de G. Nolitta e Aurelio Galleppini (Tex italiano #242 a #245).
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Texto de José Carlos Francisco

Os puzzles de Tex Willer

Por José Carlos Francisco


Um puzzle (palavra inglesa) é um jogo onde um jogador deve resolver um problema proposto já que as peças devem ser combinadas de modo a formar uma estrutura pré-determinada. Nesse tipo de jogo, o raciocínio é bem mais importante do que a agilidade e a força física. Os puzzles são normalmente usados como passatempo.

Os puzzles são mundialmente conhecidos e fazem a diversão de todas as pessoas. É um excelente jogo de tabuleiro que estimula a memorização e desafia os participantes a só desistirem quando o jogo estiver completado, afinal não há nada mais gratificante do que ver todas as peças  juntas e a imagem do puzzle finalmente formada.

A invenção deste jogo de peças chamado de puzzle foi atribuída a John Spilsbury, em 1760. Ele era um cartógrafo que um dia teve a ideia de recortar mapas que representavam diversos países do mundo e vendê-los como meio lúdico de ensinar cartografia para as crianças. Ele cortava as peças com uma serra chamada de jigsaw; foi daqui que se originou o nome puzzle jigsaw. A palavra puzzle em inglês realmente significa enigma ou quebra-cabeças, e jigsaw era o formato diferente em que as peças eram cortadas para se encaixar depois.

Os puzzles são muito utilizado e recomendados não só para as crianças, mas também para os adultos, já que desenvolve as habilidades motoras, visuais e sociais. Ou seja, o puzzle não é um mero jogo divertido, ele é uma excelente fonte para treinar as habilidades e desenvolver a mente sobretudo das crianças já que ajuda a desenvolver a capacidade de concentração delas  uma vez que exige que ela pense para poder encaixar as peças umas nas outras para que fiquem correctas e assim formem o desenho descrito na caixa. Alguns psicólogos ainda afirmam que os puzzles auxiliam no processo de amadurecimento e a resolução das questões de cunho psicológico. Tudo isso aliado à diversão do jogo.

Pois bem, tudo isto para dizer que Tex Willer também tem os seus puzzles, mais precisamente dois. Puzzles esses que foram uma iniciativa italiana da Auguri di Mondadori Puzzles e que são compostos, cada um, por 250 peças (havendo também versões com 1000 peças) que no final reproduzem dois magníficos desenhos da autoria de Claudio Villa totalizando 48,5 x 33,5 cm.

Os puzzles texianos têm como títulos “Tex e gli indiani” (Tex e os índios) e “Tex nel regno di Mefisto” (Tex no reino de Mefisto).


Para finalizar dizemos que o puzzle é uma fonte de enriquecimento e de conservação da memória muito usado em todas as fases da vida, seja na fase da infância com o estimulo do cérebro, seja na fase adulta para conservar a memória ou na fase do envelhecimento para que o cérebro retome as funções básicas e não fique parado, mas o melhor dos puzzles é que você e os seus filhos começam a unir-se ainda mais; é diversão garantida os pais sentarem-se e começarem a desvendar os desafios do puzzle e como se pode comprovar nas fotos que se seguem, a evolução pode ser de toda a família:


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Vídeo-reportagem sobre o 17º Fest Comix

Por José Carlos Francisco

O blogue do Tex tem o prazer de divulgar mais uma reportagem vídeo realizada aquando do 17º Fest Comix de São Paulo realizado em Outubro passado e que contou com a presença do consagrado desenhador italiano de Tex, Fabio Civitelli e que só agora descobrimos, mas atendendo à presença de Fabio Civitelli, G. G. Carsan e mais alguns pards presentes no vídeo, de imediato nos apressamos a divulgá-lo.

Trata-se então de uma reportagem universitária sobre a 17ª edição do Fest Comix, gravada no dia de abertura da feira, 15 de Outubro de 2010 e que foi levada a cabo por João Monteiro na reportagem, Victor Barbeiro na captação e edição de imagens e que contou com  Cauê Ribeiro e Fábio Cortez na produção:

Estatueta de Kit Carson em 3D da Hobby & Work

Por José Carlos Francisco

Recentemente foi posta à venda, nos quiosques italianos, a estatueta de Kit Carson – acompanhada do respectivo fascículo – ao preço de € 10,99, integrada na colecção “Fumetti  3D” da empresa milanesa  Hobby & Work, colecção essa que integra muitas outras personagens da banda desenhada italiana, como por exemplo Zagor, Mister No, Martin Mystère, Dylan Dog, Eva Kant, Mefisto, Miele, Ginko, Chico, Julia, Kit Carson, Mágico Vento, Grande Blek, Valentina, Dampyr, Lo Sconosciuto, Zora, Comandante Mark… que irão sendo distribuídas a um ritmo semanal.

Kit Carson, a décima terceira estatueta da colecção e a terceira referente ao mundo de Tex (a primeira foi precisamente Tex Willer, tendo Mesfisto sido a segunda),  foi cuidadosamente esculpido pelo escultor italiano Alan D’Amico (para visitar o site do escultor, clique aqui: ), de forma a acentuar o realismo e a plasticidade tendo sido fielmente reproduzido em todos os detalhes de roupas e acessórios e com pintura feita à mão para render ao máximo o nosso Ranger de papel.

O realismo é tal que parece que o maior parceiro de Tex ganhou vida! O tamanho escolhido para Kit Carson – e para as restantes miniaturas da colecção –  95 mm, permite a apurada definição dada a cada detalhe da escultura conferindo a Kit Carson, além de uma precisão de detalhes, um elevado valor para coleccionadores devido ao esplendor da terceira dimensão, conforme se pode constatar nas diversas fotos que mostramos.

A acompanhar o lançamento da miniatura de Carson, foi distribuído o respectivo fascículo, onde os coleccionadores puderam descobrir entre outras coisas, muitas notícias e curiosidades sobre o maior parceiro de Tex, ler a biografia de Giovanni Ticci, o desenhador do Oeste, conhecer a história do Ranger, inclusive conhecer melhor o seu passado e ainda saber mais sobre os seus principais amigos (Tex acima de todos) e inimigos ficando ainda a par da bibliografia essencial da simpática personagem.


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Recorde-se que a colecção começou com DIABOLIK, o mítico “rei do terror” criado por Angela e Luciana Giussani. Seguiu-se ZAGOR, um autêntico campeão da BD aventureira nascido da fantasia de Guido Nolitta, pseudónimo do editor Sergio Bonelli, prosseguiu com TEX, uma das mais admiradas personagens italianas, continuando com a distribuição de MISTER NO, o piloto amazónico, também criação de Guido Nolitta, seguindo-se depois MARTIN MISTÈRE, o detective do impossível da autoria de Alfredo Castelli e DYLAN DOG, o detective do pesadelo criado por Tiziano Sclavi. Seguiram-se MEFISTO, DAMPYR, CHICO, VALENTINA, GRANDE BLEK e JÚLIA. KIT CARSON foi portanto a décima terceira estatueta, seguindo-se nas próximas semanas  EVA KANT, GINK, LUPO ALBERTO e CATTIVIK.


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