A honra de receber em casa Fabio Civitelli

Por José Carlos Francisco 

Dia 9 de Setembro de 2011 foi um dia memorável na minha faceta de fã e coleccionador de Tex, porque tive o grande privilégio e a grande alegria de receber na minha modesta casa um dos mais consagrados autores de Tex: Fabio Civitelli!

Fabio Civitelli entrando na BiblioTEX de José Carlos Francisco

Fernanda Martins e Fabio Civitelli na BiblioTEX de José Carlos Francisco

Tal aconteceu devido à presença de Fabio Civitelli no 17º Salão Internacional de Banda Desenhada de Viseu, cidade não muito distante de minha casa e que proporcionou então o motivo para eu poder ter alcançado um momento ímpar no que ao Tex diz respeito, já que Fabio Civitelli acedeu ao convite que lhe enderecei para conhecer ao vivo o meu “Museu do Tex” e a minha colecção do Ranger podendo eu desfrutar da sua maravilhosa companhia juntamente com a minha família e com alguns Amigos especiais que também tive a alegria de ter como hóspedes: Fernanda Martins que veio expressamente da Holanda para comparecer ao evento de Viseu e Carlos Moreira acompanhado da sua esposa Teresa, juntando-se mais tarde a nós o pard Álvaro Machado.

Fernanda Martins, Álvaro Machado, Fabio Civitelli, José Carlos Francisco e Carlos Moreira tendo por trás a BiblioTEX de José Carlos

Fabio Civitelli que pernoitou inclusive durante duas noites no QG de Tex em Portugal, como sempre diz o editor Dorival Vítor Lopes (que curiosamente e coincidentemente está neste momento a passar uns dias de férias em minha casa), localizado na pequena aldeia da Malaposta, centro de Portugal, cujo nome provém de “Antiga diligência do correio; Carruagem para transporte de pessoas e correio”,  um  meio  de transporte que Tex e seus  pards usaram  e continuam usando em algumas aventuras, ficou fascinado com a minha majestosa colecção de Tex, onde para além das colecções completas do Ranger oriundas do Brasil e da Itália existem muitas outras edições de mais de 20 países do mundo onde Tex foi editado, bonecos, estatuetas, pins e uma panóplia de outros objectos texianos, mas sobretudo com a fantástica galeria texiana onde estão expostos diversos desenhos originais do Tex, inclusive alguns do próprio Civitelli, numa espécie de mini-galeria da Sergio Bonelli Editore por também ela ter todas as suas paredes repletas de originais que ao longo dos anos foram presenteados a Sergio Bonelli.

José Carlos Francisco e Fabio Civitelli na descoberta do desenho de Tex em Moura exposto na galeria texiana de José Carlos

E por falar em originais, tive também o privilégio de ver Fabio Civitelli fazer em minha casa alguns fantásticos desenhos de Tex feitos para presentear alguns texianos portugueses, mas o maior prazer mesmo foi poder desfrutar da sua companhia e poder conversar sobre a nossa comum (de todos que estávamos em minha casa) paixão por Tex, isto porque sendo um autor consagrado, Civitelli nunca deixou de ser também um grande fã de Tex, até porque Tex sempre foi leitura de Civitelli desde tenra idade.

Fabio Civitelli a desenhar um belo Águia da Noite

Fernanda Martins e Carlos Moreira vendo com Fabio Civitelli o catálogo de fotografias de uma mostra dedicada a Civitelli

Fascinante foi também poder apreciar algumas ilustrações inéditas de Tex realizadas por Fabio Civitelli que o autor aretino trouxe nesta sua quarta presença em Portugal, ou num outro nível, apreciar o mais recente catálogo com fotografias de sua autoria, já que a fotografia é uma outra paixão de Civitelli que regularmente é convidado a expor as suas fotografias tanto em mostras colectivas como até individuais…

Fabio Civitelli mostrando ilustrações de Tex de sua autoria

E assim se prova uma vez mais que só uma personagem como Tex poderia proporcionar momentos maravilhosos e inesquecíveis nos quais algumas pessoas são capazes de vencer milhares de quilómetros somente pelo prazer de estarem juntas e conviverem umas com as outras espontaneamente, vivendo a alegria da confraternização proporcionada por um herói de papel, criado no distante Setembro de 1948, fruto da mente criativa de G.L.Bonelli e da pena de Aurelio Galleppini…

José Carlos Francisco e o orgulho de receber Fabio Civitelli em casa

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A colorização (na Itália) de uma futura capa (brasileira) de Tex

Por José Carlos Francisco

Quando muitos de nós vemos uma capa de Tex Edição Histórica nas bancas de todo o Brasil ou até mesmo nos quiosques portugueses, não imaginamos por vezes o quão difícil e quantas horas de trabalho foram necessárias até se chegar ao resultado final… tudo começa com um esboço da imagem pretendida, determinado pelo editor Sergio Bonelli, já que ao contrário do que muitos pensam, o desenhador não tem liberdade para fazer a capa que bem entender para a história, até porque na grande maioria das vezes, Claudio Villa não vai reler a história antiga.

Por motivos vários, desde vetos do editor que não as considera apropriadas ou por decisão do próprio desenhador que não fica agradado com o seu trabalho, algumas capas chegam a ter várias versões conforme já mostramos por diversas vezes aqui mesmo no blogue do Tex, mas damos a Claudio Villa a palavra para nos explicar o processo de criação de uma capa brasileira de Tex Edição Histórica:

“Tudo nasce na editora, onde Sergio Bonelli examinava pessoalmente a história em questão. Procurava uma cena “de capa” entre as vinhetas desenhadas, elaborava um esboço veloz que me era enviado por fax, junto às cópias das páginas correspondentes (em geral, duas ou três).
A partir daí, começo a trabalhar, preparando a cena “de capa”.
Em síntese, é preciso cuidar do enquadramento, da luz e do movimento das personagens: a capa deve contar sem revelar, deve ser legível e imediata, deve interessar e ser suficientemente dinâmica.
Às vezes, falta uma cena significativa e então ela é “construída” com os elementos extraídos da história.
Algumas vezes, para conseguir o melhor, cheguei a seis, sete esboços. É incrível de quantas maneiras se pode contar, em igualdade de situação, uma cena. E cada vez descobrir uma “temperatura” diferente, só deslocando o ponto de vista, a luz ou a disposição das personagens.“

Inclusive as cores da capa, são da responsabilidade de Claudio Villa:

“Eu dou uma “indicação” de cor: faço uma fotocópia em A4 a preto e branco e passo a colori-la com tintas líquidas, pintando-a como gostaria de vê-la impressa. Depois é o impressor que deve, com os seus instrumentos, aproximar-se daquilo que fiz…“

Realce-se ainda que as capas que, de início, eram para ser uma exclusividade de Tex Edição Histórica, ficaram tão boas que a Sergio Bonelli Editore passou a publicá-las também na Itália, como mini-pósteres encartados em Tex Nuova Ristampa.

E a propósito destes mini-pósteres e do processo de colorização dos mesmos, a 30 de Julho deste ano foi publicado o Tex Nuova Ristampa nº 284 e no seu interior vinha inserido a ilustração abaixo que certamente no futuro se tornará uma capa brasileira, mas o que queremos realçar é o tratamento das cores comparando a pintura original de Claudio Villa com o produto final, para mostrar que apesar de toda a sintonia, há uma grande diferença entre a colorização manual e a digital como se pode então confirmar já de seguida:

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Entrevista com o fã e coleccionador: João B. Marin (Juka)

Entrevista conduzida por José Carlos Francisco.

Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente?
João B. Marin: O meu nome é João B. Marin. Sou mais conhecido por “Juka”, nasci no interior do Estado do Paraná (Brasil) em 1964, sou funcionário público. Colecciono histórias em quadradinhos há 27 anos (fiquei 9 anos sem coleccionar e nem comprar nada). Tenho actualmente milhares de exemplares dos mais variados géneros e de diversas décadas (de 1940 a 2011). Tex, Zagor e Ken Parker estão entre as preferidas.

Quando nasceu o seu interesse pela Banda Desenhada?
João B. Marin: Bem cedo. Mesmo antes de saber ler eu já gostava de olhar os desenhos das revistas. Em 1975 comecei a coleccionar revistas. No início eram apenas as de super-heróis e das personagens Hanna-Barbera.

Quando descobriu Tex?
João B. Marin: Em 1977 (com 13 anos de idade) tive contacto com as revistas do Tex. A princípio eu não me animei muito. Eram revistas em preto e branco e com longas histórias (muitas vezes durando dois ou três números). Eu era, na época, um leitor que ainda estava descobrindo o gosto pela leitura de histórias em quadradinhos.

Porquê esta paixão por Tex?
João B. Marin: O gosto pelas histórias de Tex veio logo. Os roteiros e os argumentos cativaram-me. Eu começava a ler a história e não queria mais parar. A qualidade dos roteiros e textos e a narrativa (sem falar nos desenhos) foram os responsáveis por me tornar um fã de Tex.

O que tem Tex de diferente de tantos outros heróis dos quadradinhos?
João B. Marin: Na minha opinião, o diferencial de Tex está justamente na qualidade dos roteiros e desenhos. Tivemos muitos outros heróis do faroeste ao longo dos últimos 60 anos. A grande maioria deles sempre teve um certo padrão de narrativa (que era utilizada por quase todos). No caso de Tex a situação era um pouco diferente. O tema faroeste, não raras vezes, era mesclado com outros (ficção, terror, magia, história, etc.). Os roteiros eram mais elaborados e longos. Acredito que esta “fórmula” colaborou para o sucesso de Tex até os dias de hoje.

Qual o total de revistas de Tex que você tem na sua colecção? E qual a mais importante para si?
João B. Marin: Segundo o meu último levantamento, tenho um total de 1.449 revistas com o herói (Júnior, Tex, Tex 2ª edição, Tex Coleção, Tex Ouro, Tex Edição Histórica, Almanaque Tex, Tex Edição Gigante, etc.). A que considero mais importante na minha colecção é a JÚNIOR nº 28 (primeira revista a publicar Tex no Brasil, em 1950). A mais “curiosa” da minha colecção é uma revista do Tex nº 76 da 2ª edição publicada pela Editora Vecchi (na realidade não é uma revista do Ranger – apenas a capa o é – o interior é de outra personagem -Chacal-, também publicado por esta editora. Creio que foi um erro de encadernação), comprei esta revista e guardei como curiosidade e por ter a capa do Tex.

Colecciona apenas livros ou tudo o que diga respeita à personagem italiana?
João B. Marin: Actualmente só colecciono revistas (livros). Gosto muito das estatuetas e, quando possível, pretendo coleccionar também.

Qual o objecto Tex que mais gostava de possuir?
João B. Marin: O meu sonho é conseguir o primeiro exemplar de Tex publicado na Itália no fim da década de 40.

Qual o desenhador de Tex que mais aprecia? E o argumentista?
João B. Marin: Esta é uma pergunta difícil. São muitas, muitas mesmo. Eu não saberia dizer qual a que mais gosto. Como aprecio também o género “terror”, gosto mais das histórias que, de alguma forma, o abordam também, como por exemplo: “Pesadelo” do Tex nº 77, “Espectros” do Tex nº 78, etc. As histórias feitas por “Galep”  e “Bonelli” são as minhas preferidas. Não que eu não goste das que vieram depois (sou da antiga e a fase “Galep” e “Bonelli” marcaram).

O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos?
João B. Marin: Tex e seus companheiros (e vilões) são bem desenvolvidos e incorporam perfeitamente as emoções e reacções humanas (criando uma certa identidade entre eles e os leitores), apenas não gosto muito, em certos momentos, da certa “invulnerabilidade” da personagem.

Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que é?
João B. Marin: Acredito, como já citei, que o sucesso se deve, dentre outros, à qualidade dos roteiros/textos e desenhos.

Costuma encontrar-se com outros coleccionadores?
João B. Marin: Sempre que possível encontro-me com coleccionadores de Tex, especialmente em eventos, pois na minha cidade não há muitos.

Para concluir, como vê o futuro do Ranger?
João B. Marin: Vivemos hoje uma época em que as histórias em quadradinhos estão em baixa (o género faroeste há um bom tempo). Tex é uma excepção. Apesar do aumento da população, não há um aumento no número de leitores, pelo contrário, as últimas décadas vem registando uma queda. A geração actual prefere realizar actividades na “rede” (leitura de livros digitais, etc.).
O contacto com revistas em quadradinhos é cada vez menor.
Talvez no futuro tenhamos uma versão exclusiva do Ranger só na “rede”, mas, apesar de tudo, acho que a personagem e seus “pards” ainda têm longos anos pela frente.
O futuro dirá…

Prezado pard João B. Marin, agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.

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A arte TEXiana de Ronald Guimarães

De Ronald Guimarães, 38 anos, natural de Carolina, Estado do Maranhão no Brasil, morador há mais de 20 anos em Goiânia, casado, com 2 filhos, bacharelado em designer gráfico, desenvolvendo no presente embalagens e fazendo ilustrações comerciais para publicidade, recebemos algumas belas ilustrações de Tex Willer que nos apressamos a divulgar (para aproveitar a extensão completa das ilustrações, clique nas mesmas).

Conforme se pode ver na recente entrevista concedida em exclusivo ao nosso blogue (e que pode ser vista na íntegra, clicando AQUI) o interesse de Ronald Guimarães por Tex aconteceu em 1980, quando ainda garoto, mas já sendo fã de banda desenhada, em especial de Conan desenhado por Buscema, ao procurar alguns números antigos do seu herói natural da fantasiosa Ciméria, encontrou em casa de um seu amigo um exemplar de Tex, mais precisamente o número 111, “Ao Sul de Nogales“, que de imediato o fascinou sobretudo a nível do desenho, tendo inclusive Giovanni Ticci (o desenhador da história em questão) passado a ser a partir daquele momento uma grande inspiração para Ronald Guimarães, que no presente tem inúmeros projectos relacionados com a banda desenhada, fazendo inclusive alguns trabalhos para revistas brasileiras.


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Ronald Guimarães, inclusivamente sempre diz a quem lhe pergunta sobre o seu trabalho de desenhador, que se não fosse por causa de Giovanni Ticci não estaria fazendo o que faz hoje em dia, pois Ticci com o seu Tex em particular, com cenários incrivelmente bem feitos e com uma naturalidade física sem igual nos seus desenhos é que o levaram para onde está, profissionalmente falando.

Hoje em dia, para além de Ticci, fica também impressionado com Claudio Villa e Corrado Mastantuono e sempre busca também por trabalhos realizados por estes artistas italianos da Casa Bonelli.

Voltando a Tex, a partir do momento em que o descobriu no já longínquo ano de 1980, Ronald Guimarães começou uma longa caminhada por números anteriores e desde então não abandonou mais o nosso Ranger que desse modo já o acompanha há 3 décadas, tendo um carinho muito especial (por motivos óbvios) pela edição que lhe deu a conhecer o mundo de Tex: “Ao Sul de Nogales“, considerando no entanto a melhor história de Tex “El Muerto“!

 


Tertúlia Texiana em Viseu

Por José Carlos Francisco (texto e fotos) e Orlando Santos Silva (fotos e vídeo)

Reservado: Tertúlia Texiana

No fim de semana inaugural do 17º Salão Internacional de Banda Desenhada de Viseu, mais precisamente na noite de 10 de Setembro, sábado, realizou-se, no que ao Tex diz respeito, uma Tertúlia Texiana que começou por juntar mais de 30 pessoas numa alongada mesa no restaurante churrasqueira A Grelha situado no interior da Feira de São Mateus e que se prolongou depois, e sempre com a presença de Fabio Civitelli, madrugada fora no bar/restaurante “O Lugar do Capitão”, onde estavam patentes os cenários urbanos, especificamente de Veneza, visitada por Corto Maltese na obra “Fábula de Veneza”.


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Foi a primeira vez que um evento oficial português relacionado a Tex teve uma Tertúlia Texiana integrada na própria programação do Salão e foi seguramente um motivo mais para atrair alguns fãs e coleccionadores de Tex até Viseu de modo a poderem desfrutar de um maior espaço temporal junto de muitos outros fãs e coleccionadores de Tex, mas sobretudo de Fabio Civitelli, o premiado com o Troféu Anim’arte 2010, já que o autor italiano tinha confirmado há muito a sua presença na Tertúlia.


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Como o próprio nome diz, a Tertúlia é na sua essência uma reunião de amigos com pelo menos um gosto em comum, que se reúnem de forma mais ou menos regular, para discutir vários temas e assuntos, embora em Viseu e por motivos óbvios, tudo se concentrava em redor de Tex e de Fabio Civitelli, daí ser denominada Tertúlia Texiana, já que no fundo todos os presentes eram (são) apaixonados pela personagem Tex Willer.


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Fabio Civitelli rodeado por fãs e coleccionadores de Tex durante a Tertúlia Texiana

E foi uma verdadeira Tertúlia Texiana na real acepção da palavra, porque no quesito “Tertúlia” para além dos fãs e coleccionadores de Tex, acompanharam-nos em muitos casos as respectivas famílias e no quesito “Texiana” porque todas as conversas iam parar a Tex e também porque depois de um fausto jantar onde não faltaram sequer os famosos bifes de dois dedos de altura cobertos por uma montanha de batatas fritas, Fabio Civitelli começou a desenhar à mesa algumas belas ilustrações para alguns dos presentes que fizeram as delícias dos afortunados que ganharam a sorte grande de ver Civitelli a trabalhar para eles em plena mesa de um restaurante…


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Já era perto da meia noite quando após registarmos as últimas fotos, abandonamos o restaurante churrasqueira A Grelha e foi a hora de algumas despedidas já que alguns texianos regressavam a casa nessa mesma noite, mas para aqueles que pernoitavam em Viseu, a Tertúlia Texiana prosseguiu, como estava previsto, no bar/restaurante “O Lugar do Capitão”e aí a Tertúlia prosseguiu animada pela madrugada fora como se pode atestar nas diversas fotos que ilustram este texto, assim como no pequeno vídeo, que apesar de curto mostra bem os magníficos e inesquecíveis momentos da Tertúlia Texiana integrada no 17º Salão Internacional de Banda desenhada de Viseu…


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