Entrevista conduzida por José Carlos Francisco.
Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente?
Altair Santos: Eu chamo-me Altair Santos, nasci em Serra dos Carajás no Pará, Brasil, em 26 de Agosto de 1988.
Quando nasceu o seu interesse pela Banda Desenhada?
Altair Santos: Quando eu ainda tinha 13 anos, peguei uma revista do Tex que estava no sofá e comecei a ler e até hoje tenho esse costume.
Quando descobriu Tex?
Altair Santos: Quando eu era criança, apenas folheava as revistas do meu pai, só gostava dos desenhos das capas e nada mais.
Porquê esta paixão por Tex?
Altair Santos: Porque os roteiros são muito bons e eu reparei que as histórias têm um pouco de tudo e são baseadas também em alguns factos reais, tais como: uma droga da China chamada ópio, as guerras civis dos Estados Unidos, e eu gostei da criatividade dos escritores e desenhadores.
O que tem Tex de diferente de tantos outros heróis dos quadradinhos?
Altair Santos: Ele difere na capacidade de criar ideias para resolver situações, apesar dele não ter poderes, Tex é muito determinado e imbatível, mas não deixa de apresentar a sua honestidade.
Qual o total de revistas de Tex que você tem na sua colecção? E qual a mais importante para si?
Altair Santos: Um pouco mais de 200 revistas, eu valorizo mais as antigas, que têm as melhores histórias.
Colecciona apenas livros ou tudo o que diga respeita à personagem italiana?
Altair Santos: Para além de Tex, eu também gosto muito de livros, tenho vários.
Qual o objecto Tex que mais gostava de possuir?
Altair Santos: Somente as revistas da colecção.
Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia? E o argumentista?
Altair Santos: É a história “São Francisco” que foi publicada nas edições nº 98 e 99 da série normal e em Tex Coleção nº 206 a 208. Depois de Galep e G. L. Bonelli eu aprecio muito os desenhadores Fabio Civitelli e Claudio Villa e o argumentista Claudio Nizzi.
O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos?
Altair Santos: Agradam-me mais as partes de acção e violência contra os vilões. Não me agradam nada as apresentações de palavrões e outros nomes inadequados que não deveriam existir em uma revista muito vendida e querida.
Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que é?
Altair Santos: São os mais de 60 anos de aventuras e criatividade.
Costuma encontrar-se com outros coleccionadores?
Altair Santos: Eu gosto de comunicar-me com outros leitores de Tex, mas não é costume, é raridade, infelizmente.
Para concluir, como vê o futuro do Ranger?
Altair Santos: Com muitas surpresas e histórias mais avançadas.
Prezado pard Altair Santos, agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.
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De 

Manuel Espírito Santo
Entrevista esta que o blogue do Tex apresenta na íntegra graças à preciosa colaboração de 



