Tex nº 175 –I MERCENARI

Tex nº 175 –I MERCENARI

Fotográfica ilustração de Claudio Villa onde vemos Tex Willer, ladeado por dois majestosos índios, com uma assustadora máscara de esqueleto, nas vestes do “Homem da Morte“, o mensageiro da morte, um terrificante disfarce usado por Tex para aterrorizar e despistar os soldados do cruel Middleton que condenara os cheyennes de Lobo Cinzento a viver numa reserva árida e inóspita.
Desenho INÉDITO no Brasil e inspirado na história “Riserva indiana”, de Claudio Nizzi e F. Fusco (Tex italiano #302 a #304).
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Texto de José Carlos Francisco
Por José Carlos Francisco (texto) e Bira Dantas (caricatura)
Neste sábado, 15 de Junho, Dorival Vitor Lopes, incomparável editor brasileiro de Tex (e demais personagens Bonelli publicadas pela Mythos Editora) completa 62 anos de vida, sendo muitos deles dedicados à paixão pela banda desenhada em geral e a Tex Willer (e seus parceiros) em particular e é por isso com a mais elementar justiça que o blogue português do Tex lhe presta uma singela homenagem de aniversário neste dia tão especial.
O editor Dorival Vitor Lopes nasceu no dia 15 de Junho de 1951, em Santos, município portuário localizado no litoral do Estado de São Paulo, no Brasil, tendo passado os primeiros anos de vida em Olímpia, cidade onde iniciou inclusive a sua vida escolar, que finalizou já em São Paulo, tendo-se formado em Jornalismo na Faculdade Cásper Líbero, após 3 anos no curso de História na Universidade de São Paulo.
Dorival Vitor Lopes começou a trabalhar desde tenra idade (13 anos), como office-boy, até que em 1970 passou a trabalhar na prestigiada Editora Abril, tendo passado por vários cargos, sempre no segmento da banda desenhada, desde produtor gráfico, assistente de editor até chegar a editor das revistas do Maurício de Sousa, Flintstones, Pantera Cor-de-Rosa, Pica-Pau, Luluzinha, Bolinha e muitos outros, tendo também levado para a Editora Abril as consagradas personagens Marvel e DC.
Foi na Editora Globo, em 1988, que teve o seu primeiro contacto com os fumetti de Tex Willer, personagem com a qual passou a estar, desde então, associado, a ponto de muitos o considerarem, muito justamente, o mais importante editor de Tex no Brasil, sobretudo depois de em 1999 o Ranger ter passado a ser publicado com o selo da sua Mythos Editora.
Pessoalmente, o editor Dorival Vitor Lopes conquistou-me de imediato, naquele longínquo dia 31 de Março de 2001 em que nos conhecemos pessoalmente no Aeroporto da Portela, em Lisboa e desde então dividimos inúmeras conversas relacionadas com Tex, rimos incontáveis vezes, conhecemos os nossos parentes mútuos, viajamos juntos variadíssimas vezes, inclusive à Casa de Tex na Itália… fizemos tudo isso e muito mais, mas ainda temos uma vida inteira, com Tex sempre a nosso lado, para compartilhar, porque você caríssimo AMIGO Dorival Vitor Lopes, é desses Amigos que quero ter por perto para sempre!!!
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Por José Carlos Francisco
Giancarlo Soldi, realizador cinematográfico italiano que para além de ser um verdadeiro fã de banda desenhada era também um especial amigo de Sergio Bonelli, foi o responsável pelo documentário ‘Come Tex nessuno mai’ (‘Como Tex ninguém jamais’) para a Bizef Produzione, documentário esse que recebeu o patrocínio da cidade de Milão e que entrelaçou a saga de Tex com a vida dos seus autores e que teve inclusive a participação da Sergio Bonelli Editore, como o nosso blogue deu a conhecer AQUI mesmo.
Como forma de homenagear os amigos da redacção da Sergio Bonelli Editore, Giancarlo Soldi deu-nos a conhecer um pequeno vídeo da redacção da SBE e onde podemos ver, entre outros, o director editorial Mauro Marcheselli, o redactor chefe Michele Masiero e o meu grande e especial AMIGO Roberto Paravano. Podemos também vislumbrar neste vídeo parte dos belos corredores que parecem uma autêntica galeria de arte, já que estão totalmente decorados com inúmeros desenhos originais, muitos deles
totalmente inéditos e com dedicatórias, oferecidos a Sergio Bonelli e à sua editora, além de algumas das mais belas capas dos Tex Gigantes, entre outras preciosidades de inestimável valor. Existem também nos corredores desenhos de muitos dos mais famosos desenhadores do mundo, como por exemplo Hugo Pratt, Joe Kubert e Maurício de Sousa, todos eles com a finalidade de homenagear o homem e a editora Bonelli.
Estes corredores, literalmente, fazem a delícia de qualquer amante do desenho e são necessárias várias horas para poder admirar todos eles, como eu mesmo pude comprovar nas diversas visitas que tive o privilégio de ter à editora situada no mítico número 38 da Via Michelangelo Buonarroti, em Milão.
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