Tex Willer na arte de Waldemar Albuquerque Pinto Filho

Por José Carlos Francisco

De Waldemar Albuquerque Pinto Filho (na foto aqui ao lado), com 48 anos, natural de Imperatriz, estado brasileiro do Maranhão e tendo como profissão ser gerente comercial para além de ser um praticante de Jiu Jitsu, recebemos mais algumas belíssimas ilustrações de Tex de sua autoria e que foram inspiradas em grandes autores de Tex como por exemplo Fabio Civitelli e Rossano Rossi.

Waldemar Albuquerque Pinto Filho é um grande fã e coleccionador brasileiro de Tex que sempre gostou bastante de desenhar a ponto de sempre que pode fazer alguns belos rabiscos (para conhecê-lo melhor não deixe de ler a sua entrevista ao nosso blogue), desenhos esses que nos apressamos a mostrar de seguida a todos os nossos leitores (para aproveitar a extensão completa das imagens, clique nas mesmas):


Finalmente, a série Ken Parker Speciale chega ao Brasil

KEN PARKER ESTÁ DE VOLTA !!!!

Por Ezequiel Guimarães

Para os fãs de rifle comprido é um momento especial. Os 4 volumes que ainda estavam inéditos estão chegando à língua de Camões.

Veja o release oficial do CLUQ (Clube dos Quadrinhos):

OS CONDENADOS é o primeiro volume, de uma série de quatro, da Colecção KEN PARKER ESPECIAL, publicado originalmente, na Itália, no período de Junho de 1996 a Janeiro de 1998, pela Sergio Bonelli Editore. Este episódio é o último da retrospectiva cronológica kenparkeriana e ganhou o prémio INCA (Italian Internet Comics Academy) como melhor roteiro e personagem em 1996.

Mais uma vez o CLUQ (Clube dos Quadrinhos) traz até você uma edição inédita no Brasil. Os quatro volumes desta série Especial são as últimas aventuras produzidas da personagem KEN PARKER. Novamente, a dupla Giancarlo Berardi e Maurizio Mantero, concebem uma história apaixonante, rica de personagens singulares e referências aos filmes ambientados em penitenciárias. Como “Rebeldia Indomável” (Cool Hand Luke) com Paul Newman, no truque para despistar os cães.

KEN PARKER que foi transferido para a penitenciária de Fort Lauderdale, na Flórida, localizada no meio de um grande pântano repleto de crocodilos. Junto com os outros prisioneiros ele aguarda, em vão, uma revisão do processo enquanto alguns tentam inutilmente a enésima fuga. KEN PARKER resigna-se ao destino irremediável. Durante um isolamento na prisão, conhecidas personagens que contracenaram em outros episódios já publicados, como Oake Barnum, Pat O’Shane, Kamoose, Alec Browne e Fanny, manifestam-se nos delírios de KEN PARKER.

Com argumento do genial Berardi, no roteiro ele conta com a parceria de Maurizio Mantero, que nasceu em Génova em 12 de Junho de 1954. Estreou profissionalmente em 1977 e dois anos depois iniciou a sua colaboração com Berardi, realizando roteiros de KEN PARKER e depois para Julian. Além de argumentista, Mantero, é também desenhador, colorista, ilustrador e jornalista.

A magnifica capa de Ivo Milazzo exibe todo o talento do artista no âmbito da arte da aguarela. Os desenhos contam com a colaboração de Pasquale Frisenda, um milanês, nascido em 8 de Janeiro de 1970. Concluiu o curso de Fumetto e Illustrazione e colaborou com importantes publicações. Consolidou a sua posição profissional integrando a equipa que realizou as aventuras de KEN PARKER. Actualmente faz parte dos desenhadores de Tex. Além de Laura Zuccheri que nasceu em Budrio, Bologna, em 4 de Outubro de 1971. Concluiu o curso de publicidade, em 1990, e trabalhou para uma agência até Novembro de 1992, quando conheceu Berardi e Milazzo. Colaborou em KEN PARKER até 1995 e em 1997 iniciou os seus trabalhos para Júlia.

KEN PARKER ESPECIAL – Os Condenados (Volume 1)
Argumento de Giancarlo Berardi
Roteiro de Giancarlo Berardi e Maurizio Mantero

Capa de Ivo Milazzo

Desenhos de Pasquale Frisenda e Laura Zuccheri

Estrutura: 184 páginas
Formato: 16,0X23,0 cm

Capa: Cartão Supremo 250 gr – 4 cores – Laminação Fosco – Reserva Verniz UV
Miolo: Couche Magno Fosco Plana 115 gr – P&B

Preço: 79,90 Reais

CLUQ (Clube dos Quadrinhos)
Caixa Postal 61105

São Paulo – SP

05017-000cluq@terra.com.br

BDjornal #30 lançado no XXIV FIBDA traz mais de VINTE páginas dedicadas a Tex

Por José Carlos Francisco

O BDjornal #30 que dá um grande destaque a Tex Willer, com nada mais nada menos do que mais de 20 (sim, VINTE) páginas dedicadas ao Ranger criado em 1948 por G. L. Bonelli e Aurelio Galleppini, já se encontra à venda e pelos ecos que nos têm chegado, tem vendido muito bem no stand PedranoCharco nestes primeiros dias do XXIV Festival Internacional de BD da Amadora 2013, havendo o “perigo” da edição se esgotar, pelo que caro pard texiano, se ainda não comprou esta edição que para todo e qualquer fã e coleccionador de Tex é um número VERDADEIRAMENTE  IMPERDÍVEL e que não pode deixar de ser mais um item obrigatório na colecção de todo e qualquer TEXIANO que se preze, apresse-se a comprá-la ou corre o sério risco de ficar sem mais este exemplar verdadeiramente texiano na sua colecção.

Capa do BDjornal #30

Falando somente do que a Tex diz respeito, este número 30, traz a continuação de Desenhadores de Tex – Ensaios Biográficos (a terceira parte do mais completo artigo a NÍVEL MUNDIAL sobre TODOS os inúmeros desenhadores de Tex que nestes sessenta e cinco anos de ininterrupta vida editorial desenharam a mítica personagem italiana, biografias detalhadas sobre a vida e história de todos estes desenhadores ), a presença de Andrea Venturi no Salão de Viseu 2013 e ainda a apreciação de Pedro Cleto ao Tex Gigante #27 – A Cavalgada do Morto, de Mauro Boselli (nos textos) e Fabio Civitelli (nos desenhos).

Desenhadores de Tex – Ensaios Biográficos (3) no BDJornal #30

Do EDITORIAL alargado (não coube – nem metade – na 1ª página da edição impressa):

Era nossa intenção terminar a publicação do BDjornal com este #30, mas… chegámos à conclusão que, se calhar seria mais interessante terminar no #32, em 2015, quando se completarem 10 anos de edição – a sair precisamente no Festival de Beja, que foi onde o BDj nasceu: o BDjornal #1 saiu no 1º Festival de BD de Beja, publicando quase todo o programa do Festival. Assim, ainda teremos pano para mais algumas (duas) mangas… Já agora, em 2015 a Pedranocharco fará 20 anos. Um duplo aniversário a comemorar, portanto.

Cumprindo uma promessa feita no ano passado, não falaremos este ano do Festival da Amadora no BDjornal. Ao fim de vinte anos a apontar o que nos parecia não estar bem realizado no FIBDA, sem grandes resultados, chegámos à conclusão de que não valia a pena o esforço inglório (porque para criticar é preciso ver, analisar e perceber o que está menos bem e podia estar melhor – o que dá algum trabalho). As pessoas neste país, gostam mesmo é que se diga apenas bem das realizações, ignorando, ou reagindo muito mal às críticas construtivas que se lhes fazem.

A matéria sobre o web magazine Aces Weekley, que o britânico David Lloyd (o desenhador de V for Vendeta) se lembrou, em boa hora, de iniciar, com dezenas de desenhadores de vários países e que, a partir de 14 de Outubro, passou a integrar o português Carlos Páscoa, é um daqueles projectos fascinantes que nos entusiasmam. Pena que, como o próprio Lloyd diz, na pequena entrevista que lhe fizemos sobre Aces Weekley, o público afecto à banda desenhada ainda não esteja habituado (e não só em Portugal, como pensávamos que era) a consumir revistas – ou livros – publicados online (pagos, já agora, como os impressos, mas muito mais baratos porque não têm as despesas de impressão). Magazines de BD publicados na internet em Portugal, ocorre-nos apenas o The Lisbon Studio Mag (gratuito), apesar de conhecermos uma série de autores a utilizar o meio para publicar histórias em episódios.

Prosseguindo o trabalho de entrevistar autores portugueses de Banda Desenhada, iniciado no BDjornal #26 – em que apesar do “portugueses” incluímos também uma entrevista com um brasileiro (Julio Shimamotto) – era fundamental entrevistar Nuno Saraiva, o único autor que neste país trabalha exclusivamente para periódicos. Com apenas dois álbuns criados de raiz para esse fim (os outros são compilações ou participações colectivas), Nuno Saraiva desenvolve um trabalho semanal metódico, profissional quanto baste, produzindo tanto bandas desenhadas curtas como ilustrações, para os periódicos que contratam os seus serviços. Construiu a sua “imagem de marca” a que chamámos “o burlesco satírico-erótico”, depois da colaboração com Júlio Pinto (iniciada com Zé Inocêncio, n’O Inimigo e depois com Filosofia de Ponta, n’O Independente) e, mesmo depois da morte deste jornalista, publicitário, activista político, argumentista… continuou nessa linha, que tem contribuído para o seu reconhecimento como autor a nível nacional.

Depois o texto de Nuno Franco sobre Chantal Montellier, a autora francesa conhecida como a “Georgette Orwell” da BD franco-belga, justamente pelos temas que aborda, sempre a denúncia do estado policial, da exclusão dos desfavorecidos, em suma da sociedade com toda a sua espécie de injustiças e de ditaduras mas também abordando o sofrimento ditado por doenças incuráveis… Trata-se da primeira mulher a colaborar como autora na mítica revista Métal Hurlant e isso quer dizer muita coisa.

Os temas de crítica ou de História da BD/Ilustração formam um bloco de qualidade de topo, como é apanágio dos colaboradores habituais do BDjornal:

O texto de João Miguel Lameiras (este não censurado pela DC Comics) sobre Lanterna Verde/Arqueiro Verde, que devia ter saído como está nesta edição do BDj, no volume 10 da colecção DC Comics editada pela Levoir em colaboração com o jornal Público. A apreciação crítica de João Ramalho-Santos a Les Ignorants, de Étienne Davodeau. A longa prelecção analítica de Pedro Moura sobre os super-heróis. Também a continuação da história dos Pioneiros do Modernismo Português, com a biografia do ilustrador Correia Dias, por Osvaldo Macedo Sousa. A leitura de Anos Dourados, de Marco Mendes, por Sara Figueiredo Costa. Ou as apreciações das leituras de Pedro Cleto.

E não podia faltar Tex Willer, com a continuação de Desenhadores de Tex – Ensaios Biográficos (parte 3), ou apreciação de Pedro Cleto ao Tex Gigante #27 – A Cavalgada do Morto…

Arte de Giovanni Ticci no BDJornal #30

Depois as colaborações do Brasil, com destaque para a qualidade analítica de Edgar Indalécio Smaniotto, sobre o que se vai publicando no Brasil, de e sobre Histórias em Quadrinhos, mas também com a estreia no BDjornal de Ezequiel Guimarães (em parceria com o nosso já conhecido Júlio Schneider).

Por fim, as reportagens dos Salões de BD de Moura e Viseu, dos Festivais de BD de Beja e da Corunha e do Iberanime LX2013.

Enfim, muita matéria para leitura.

ÍNDICE DE MATÉRIAS

4 – Aces Weekly – o magazine de BD da era digital, com uma curta entrevista com David Lloyd, J. Machado-Dias e Carlos Páscoa
9 – Carlos Páscoa na Aces Weekly – The Statue, J. Machado-Dias
10 – Nuno Saraiva – Para uma Bio-bibliografia, J. Machado-Dias
24 – Entrevista com Nuno Saraiva, J. Machado-Dias
33 – Lanterna Verde/Arqueiro Verde – Uma saga de uma era de mudança, João Miguel Lameiras
38 – Uma palavra sobre Super-Heróis, Pedro Moura
45 – Catálogo para uma releitura, Anos Dourados de Marco Mendes, Sara Figueiredo Costa
46 – Chantal Montellier, Nuno Franco
54 – Exercícios (possíveis) de interdisciplinaridade – “Les Ignorants”/”The Initiates” de Étienne Davodeau, João Ramalho-Santos
58 – Fernando Correia Dias e os Pioneiros do Modernismo, Osvaldo Macedo de Sousa
65 – Astronauta – Magnetar, Pedro Cleto
66 – IR$ Team #1 – Football Connection, Pedro Cleto
67 – Le Client, Pedro Cleto
68 – Tex Gigante #27 – A Cavalgada do Morto, Pedro Cleto
70 – Os Desenhadores de Tex – Ensaios Biográficos (3), J. Machado-Dias

87 – Resenha Teórica – Série Quadrinhos Poético-Filosóficos, Edgar Indalécio Smaniotto
88 – HQ Brasil – Seguindo seu próprio Camiño di rato, Edgar Indalécio Smaniotto
90 – Entrevista com Moreno Burattini, Ezequiel Guimarães e Júlio Schneider
92 – XVIII Salão Internacional da Banda Desenhada de Moura, J. Machado-Dias
95 – IX Salão Internacional de Banda Desenhada de Beja, Diogo Campos
99 – XVIII Salão Internacional de Banda Desenhada de Viseu, Luís Beira, Carlos Almeida, José Carlos Francisco
103 – Iberanime LX2013, Pedro Trabuco
105 – XVI Viñetas Desdo o Atlántico, Diogo Campos

COLABORAÇÕES: Carlos Páscoa, Clara Botelho, David Lloyd (textos originais sobre Aces Weekly), Diogo Campos, Edgar Indalécio Smaniotto, Ezequiel Guimarães, João Miguel Lameiras, João Ramalho-Santos, José Carlos Francisco, Julio Schneider, Luís Beira, Carlos Almeida, Nuno Franco, Nuno Saraiva, Osvaldo Macedo de Sousa, Pedro Cleto, Pedro Trabuco, Pedro Vieira Moura, Sara Figueiredo Costa.

Arte de Fabio Civitelli no BDJornal #30

Por tudo isso e muito mais prezado pard, não deixe de comprar esta edição do BDjornal, uma vez que se pode considerar um verdadeiro item de coleccionador de Tex! Para a adquirir recomendamos o contacto via e-mail com o editor Jorge Machado-Dias.

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A primeira reunião do CLUBE TEX PORTUGAL

Por José Carlos Francisco (texto) e Orlando Santos Silva (fotos)

José Carlos Francisco, Carlos Moreira, Mário Marques, Hernâni Portovedo e Orlando Santos Silva, os cinco idealizadores do Clube Tex Portugal, reuniram-se no Cacém

Neste último sábado, 26 de Outubro, ocorreu no Cacém, cidade portuguesa do concelho de Sintra, mais precisamente a quarta maior cidade da área metropolitana de Lisboa, (após Lisboa, Amadora, Almada e Setúbal) e a décima maior cidade de Portugal e seguramente uma das casas mais texianas do nosso país tendo em conta o grandíssimo acervo do Carlos Moreira, uma reunião com a participação de todos os cinco idealizadores do Clube Tex Portugal (Hernâni Portovedo, José Carlos Francisco, Mário Marques, Carlos Moreira e Orlando Santos Silva), uma ideia nascida na mente destes cinco pards há alguns anos e que foi concretizada em Viseu, no decurso do 18º Salão Internacional de Viseu na presença de Andrea Venturi, o padrinho oficial da iniciativa e dos restantes cinco pards fundadores (Álvaro Machado, José Eduardo Monteiro, João Dias, Gaspar Pereira e António Lança-Guerreiro), mais precisamente no dia 10 de Agosto de 2013.


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Nesta agradável reunião no Cacém, que contou obviamente com um fausto almoço, proporcionado por Carlos Moreira, anfitrião e com excelentes dotes para a culinária, onde não faltaram os famosos bifes com dois dedos de altura sepultados por uma montanha de batatas fritas, tivemos também o enorme prazer de contar com a presença de Helenice Ciffone, uma encantadora senhora brasileira que se encontra de férias no nosso país e que diz muito a todos os pards texianos presentes na agradável reunião onde se discutiu o futuro do Clube Tex Portugal.


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Reunião esta que teve como principais objectivos, agora que já somos oficialmente reconhecidos pela própria Sergio Bonelli Editore (que nos autorizou a usar o logótipo e imagens de Tex em tudo que diga respeito ao Clube, inclusive nas publicações que o Clube irá certamente realizar), elaborar os Estatutos do Clube, assim como o Regulamento Geral Interno mas também o logótipo oficial do Clube e a confecção do cartão de associado que será distribuído a todos os sócios para além de outros itens e assuntos relacionados com o Clube Tex Portugal, com principal destaque para a nomeação da primeira Direcção, que terá um mandato de dois anos e que será composta por um Presidente, um Secretário e um Tesoureiro.


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Direcção esta que será dada a conhecer muito em breve, aqui mesmo no blogue português do Tex, quando tornarmos públicos os Estatutos (que ainda carecem de uma última revisão). Entretanto ficou deliberado que teremos isenção especial de jóia de admissão a todos os pards (residentes em território nacional ) que se inscrevam até ao dia 31 de Dezembro de 2013 assim como ficou confirmado que será já em Janeiro de 2014 que as quotas, no valor mensal de dois Euros, serão começadas a ser cobradas de modo a que os associados possam usufruir de todas as iniciativas do Clube Tex Portugal a começar logo pelo cartão de sócio. O pagamento das quotas deverá ser feito então em Janeiro do próximo ano numa conta bancária que será dada a conhecer em breve a todos os associados.


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Para finalizar este texto, damos a conhecer, para a posteridade, várias fotografias desta histórica reunião que mostram bem o são e agradável convívio texiano de que todos os presentes desfrutaram no avançar da concretização de um sonho que com “teimosia”, perseverança, paixão, dedicação, fidelidade, competência e porque não, coragem, se tornou realidade para todos os fãs e coleccionadores portugueses de Tex Willer, a emblemática personagem da banda desenhada italiana, criada em 1948 pela mente criativa de G. L. Bonelli e pelo génio artístico de Aurelio Galleppini.


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Análise do logótipo, pin e cartão de sócio do Clube Tex Portugal, propostas de Carlos Moreira

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