Por José Carlos Francisco (texto) e Orlando Santos Silva (fotos e vídeo)
Massimo Rotundo e Maurizio Dotti e a concentração máxima no jogo de matraquilhos
A 3ª Mostra do Clube Tex Portugal, organizada pelo Clube Tex Portugal, ocorreu no passado mês de Abril,no interior do magnífico Museu do Vinho Bairrada, em Anadia, capital da Bairrada e contou com as presenças dos consagrados desenhadores italianos de Tex Massimo Rotundo e Maurizio Dotti.
Maurizio Dotti e Júlio Schneider deliciando-se no jogo de matraquilhos
Mas nem só a banda desenhada ou até mesmo o Tex tiveram todas as atenções centradas em si, isto porque Massimo Rotundo, Maurizio Dotti e os demais pards presentes após a Tertúlia Texiana ocorrida no Restaurante Nova Casa dos Leitões deslocaram-se para o PM Bar (Parque das Merendas Bar) em Mogofores (terra dos populares Toni, jogador e treinador de futebol e do cançonetista e compositor José Cid) e decidiram-se por um jogo de matraquilhos – um dos jogos mais populares de sempre em Portugal, vulgo “Matrecos” – para ajudar a digestão e para de algum modo prosseguir essa mesma Tertúlia.
Massimo Rotundo ao ataque e José Carlos Francisco à defesa
Numerosa assistência texiana no jogo de matraquilhos
Futebol de mesa, popularmente conhecido no nosso país como matraquilhos, matrecos ou perceberitos (nas regiões de Braga e Porto), é um jogo inspirado no futebol, que consiste em manipular bonecos presos a manetes, possibilitando “jogar futebol” numa mesa e entre os muitos jogos de infância continua a prender a atenção de novos e velhos e Massimo Rotundo, Maurizio Dotti não resistiram ao convite dos seus fãs e admiradores mostrando inclusive os seus imensos dotes nesta difícil, mas aprazível, arte de jogar futebol numa mesa como demonstram as inúmeras fotos (e o vídeo) que acompanham este texto.
(Para aproveitar a extensão completa das fotografias acima, clique nas mesmas)
William Frederick Cody nasceu em 26 de Fevereiro de 1846 e veio a morrer a 10 de Janeiro de 1917… estão passados quase cem anos da sua morte e no espírito daqueles que sempre gostaram de aventuras de “cow-boys”, independentemente da sua lenda e da veracidade das suas aventuras, seria uma personagem inesquecível. Várias são as de Banda Desenhada ligadas ao western que povoaram a nossa imaginação, ao longo da nossa vida, algumas mais importantes do que outras, como será o caso de Hopalong Cassidy, Gene Autry, Lone Ranger, Red Ryder, Roy Rogers, Kit Carson, Cisco Kid, Texas Jack e, principalmente, Buffalo Bill. Ao olharmos para esta foto, onde o próprio Buffalo Bill, em carne e osso posa para a fotografia, chegamos quase a duvidar, que este seja o homem cuja lenda lhe atribui vários feitos heróicos, onde na maior parte das histórias aos quadradinhos encontramo-lo a lutar com os índios seus inimigos figadais. Mas recordamos também que quando somos mais novos, os nossos objectivos, crenças e determinação não são muitas vezes as mesmas, de quando somos mais velhos. Provavelmente não seria de sua vontade, ter sido um exterminador da vida selvagem, ao reconsiderar o que tinha feito na sua juventude. Se calhar a lenda também o coloca num lugar cimeiro, sem que ele se tenha esforçado para tal. No que respeita ao western haverá sempre muitas dúvidas, sobre os feitos de toda estas figuras, algumas delas quase que saídas do folclore norte-americano.
Ainda muito novo, Cody seria condutor de diligências, mensageiro da Ponny Express (transportava correio), acabou a trabalhar para uma companhia ferroviária ao fornecer carne para os operários. Foi então quando alcançaria a sua alcunha de “Buffalo Bill”, ao caçar búfalos, matando-os em enormes quantidades (principal fonte de alimento dos índios… como tal há que matar o maior número de animais, para ajudar a dizimar à fome a população indígena). Na época eram instituídos concursos entre caçadores, para ver qual mataria o maior número de animais e foi assim que o nosso “herói” granjeou a popularidade. Não havia necessidade de matar em excesso, pois mais tarde, já haveria dificuldade em encontrar manadas suficientes para dar azo a novas carnificinas. Mais tarde Cody seria contratado pela cavalaria americana, como batedor do exército (1868-1872). Entretanto serão publicados vários folhetins com as suas aventuras, escritas e inventadas na sua maior parte, por escritores da época. Chega a participar numa peça de teatro, com imenso sucesso. No entanto, face ao desemprego, em 1873 resolve dedicar-se ao entretenimento fundando a sua companhia que, por sua vez, anos depois, seria transformada num espectáculo circense, em que os espectadores assistem a duelos entre cow-boys, simulação de ataques dos índios (também contratados), atiradores de grande pontaria que demonstram as suas habilidades, ele inclusive e mais uma série de personagens que irão fazer parte do espectáculo que chegará a deslocar-se a Inglaterra, devido ao seu sucesso, onde chegaria a fazer um espectáculo para a rainha. Apesar da fama e do êxito, e de ter até essa altura amealhado algum dinheiro, que não soube administrar, começou a ver-se na penúria, pelo que a solução encontrada foi passara a beber. Com a bebida a sua habilidade e pontaria com os revólveres decaíram e a multidão até aí fiel, passou a deixar de se interessar pela nossa personagem dando-se o colapso total, a amargura e o desespero.
Buffalo Bill chegou a interpretar a sua figura em um dos trinta e cinco filmes que foram realizados. Mas o maior êxito seria realmente na Banda Desenhada, onde as suas aventuras chegaram a atingir mais de uma centena de títulos curiosamente no Brasil. As aventuras de “Buffalo Bill” foram desenhadas por Fred Meagher para os jornais, desde 14/8/50 até 28/7/56. Nestas aventuras a nossa personagem lutava lado a lado com “Blue Bird”, uma índia. Ainda que as capas tivessem a arte de vários desenhadores brasileiros, a sua qualidade gráfica manteve-se boa, pelo menos ao principio, até que deixam de ter brilho, o quê lhes reduz um pouco o impacto das cores bastante vivas.
A REVISTA BUFFALO BILL NO BRASIL
As capas da revista “Buffalo Bill” que a editora Rio Gráfica publica a partir de Novembro-Dezembro de 1954, são desenhadas por Lutz (Luis Fernando Guimarães), Gutenberg, Walmir Amaral, Milton Sardella, etc.. O formato é o A4, depois elimina o brilho da capa a partir do seu nº. 47 e de formato para mais pequeno, a partir do seu nº. 69. A partir do nº. 83, volta ao formato inicial, mas o brilho será esquecido. Conhecemos uma edição extra com 68 páginas, mas sem data. Saíram mais os Almanaques desde 1956 a 1964. O último número que se fala é o 99…
Mas lembramos que a primeira aparição da personagem no Brasil se deu na revista “Novo O Globo Juvenil” a partir de 1950 e também no “Novo Gibí” a partir de 1951 e mais tarde, no respectivo almanaque “Gibi” de 1955 e 1964. A partir daqui esta personagem aparecerá esporadicamente em outras publicações: “Biriba Mensal” (1952), “Gibi Mensal” (1954), “Coleção Bang Bang” (1961), “Almanaque Heróis do Faroeste” (1967), “Almanaque dos Heróis do Oeste” (1968), “Cavaleiro Negro” nº. 206 (1969), “Bufalo Bill” nº1 (M&C) – 1972, “Almanaque do Far West” nº. 1(1975), “Álbum Bufalo Bill 1/4 – Ebal (1974), “Almanaque Reis do Faroeste” – Ebal (1979), “Gibi de Ouro” nº 3 – RGE (1985,“Aí, Mocinho” nº. 2 (1986), etc.. Haverá por certo mais material espalhado por várias revistas, inclusive da autoria de desenhadores brasileiros, mas a nossa intenção foi destacar o material publicado pela Rio Gráfica.
As histórias publicadas na revista com o nome desta personagem, possuem vários autores de outras nacionalidades, que não a de norte-americana, isto porque as histórias que a revista “Buffalo Bill” publicaria depois das de Fred Meagher (até ao seu nº. 17), são de origem inglesa, realizadas por desenhadores a trabalharem para as revistas daquele país. Vamos unicamente salientar um ou outro trabalho, destacando que de uma maneira geral todos eles são de qualidade, embora a Rio Gráfica ao editar as mesmas, nem sempre respeitou o formato original e na maior parte das vezes nem se deu ao trabalho de traduzir o título original de cada história e inclui-lo na publicação. Os trabalhos de Fred Meagher retratavam o nosso “herói” equipado com um barrete dos pioneiros e caçadores de peles, no início, tendo mais tarde passado a equipar a nossa personagem com um chapéu da sua criação, com um cocar e até em cabelo… louros. As aventuras são de uma maneira geral sempre focadas nos ataques dos índios e nas defesas dos brancos, onde a orientação e chefia de Buffalo Bill se torna necessária. O exército faz quase sempre parte do enredo, com curandeiros, renegados, cobardes, traidores, ódios de parte a parte, lutas e perseguições. Torna-se quase impossível destacar os autores de todas as histórias que a revista brasileira publicou, mas vamos recordar algumas e os seus desenhadores. Na primeira aventura do nº. 23 da colecção com o título de “O Curandeiro Branco” os traços são de Geoff Campion, a segunda “Um Punhado de Bravos” e a terceira “O Homem de Ferro” são de Colin Merritt. Nem todas se conseguem identificar, pois os estilos são muito parecidos. No nº. 24 e a seguir mostramos o exemplo de uma história de Colin Merritt. A primeira “Bufalo Bill é Julgado” é de Jesus Blasco e as duas seguintes são de Colin Merritt. Lembramos que em paralelo com a publicação das aventuras do nosso “herói” surgem também histórias de “Buck Tones” (nome disfarçado para o “Buck Jones”) e também muitas pequenas histórias sem personagem principal. Neste número e curiosamente, aparece “Daniel Brand” numa história de Frank Frazetta, mas desta vez desenhada por Ray Krank.
No nº 25 as duas histórias “Na Trilha do Perigo” e “O Caçador Dorminhoco” são de Colin Merritt e “O Forte dos Covardes” de Jesus Blasco. No nº. 27 “O Maior Guerreiro” é de Jesus Blasco. “Os Bandidos do Rio” é de Colin Merritt. No nº. 34 a aventura “A Cidade Aterrorizada” é de Alexandre Blasco (irmão de Jesus Blasco). Eram quatro irmãos espanhóis, sendo um deles uma rapariga (Pili Blasco). Todos desenhavam e bem e todos tinham quase o mesmo estilo, com excepção da Pili. Mas Jesus, Alexandre e Adriano substituíam-se mutuamente nos trabalhos que executavam para o estrangeiro, como era o caso de “Buffalo Bill”. Quantos aos números seguintes da revista Buffalo Bill” continua a apresentar várias histórias da nossa personagem, aventuras de “David Crockett” e algumas soltas. No nº. 45, poderemos conhecer outro autor, Fred Holmes. Curiosamente uma história solta no nº. 49, pertence aos traços de John Severin, consagrado desenhador norte – americano que, ao longo da colecção, irá desenhar mais algumas. Encontramos também outro grande desenhador, Henry C. Kiefer. Ao longo dos números Jesus Blasco é o que tem mais histórias publicadas da sua autoria, seguindo-se Colin Merritt.
São outros autores também que se irão ocupar da série, Robert Forrest, Steve Chapman, D. C. Eyles, etc., mas a maioria das histórias serão dos dois desenhadores indicados, pois cada um deles executou para esta personagem cerca de 30 aventuras cada um. Escusado será de salientar que a Rio Gráfica em relação aos últimos números da colecção, começou a desmontar, aumentar e retocar algumas vinhetas das histórias, o que já tinha feito anteriormente, mas voltou a fazer e cada vez pior, pois agora as dimensões da publicação eram menores e seriam necessários mais cortes nas vinhetas, isto sem esquecer que a partir do formato pequeno havia repetição de algumas da aventuras. A edição especial incluía histórias de “Hawaka e Buffalo Bill”, trabalhos de autor desconhecido publicados na revista inglesa “Tiger” em 1960.
Curiosamente no Almanaque de 1956 a Rio Gráfica resolveu incluir nesse número uma história de “Tex”, com o nome de “Texas Kid” (este era o nome por que era conhecido, quando as suas aventuras eram apresentadas na revista “Júnior” no Brasil), desenhada por um autor argentino chamado C. Cruz que copiava o estilo de Galep. Esta história foi uma das publicadas inicialmente na revista “Rayo Rojo”, editada naquele país.
Buffalo Bill devido à sua popularidade seria desenhado em outros países, nomeadamente em França por René GIffey em 1946, em Itália por Luigi Grechi e Carlo Cossio (desenhos) de 1951 a 1964, na Alemanha por R. Dierschse e K. Verschure a partir de 1968. Serão estas histórias alemãs que serão publicadas em duas colecções em Portugal, uma a preto e branco com 90 números e outra a cores, unicamente com 7 exemplares publicados. No entanto, em Portugal a revista “Zorro” publicaria mais de uma dezena de episódios de Jesus Blasco, com algumas páginas a cores, outras a uma cor e também a preto e branco. A revista “Cavaleiro Andante” nos nºs. 194 e 195 publicou a juventude da nossa personagem, da autoria de François Craenhals. Depois há uma série de edições espalhadas por várias colecções: Águia, Seleções do Tio João, Tigre, Xerife, Mundo de Aventuras, Audácia, Oásis, etc. De uma maneira geral as histórias, com muito raras excepções, eram da autoria de Jesus Blasco.
(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)
Bela ilustração nocturna da autoria de Claudio Villa, onde vemos Tex Willer e Kit Carson a aproximarem-se furtivamente de um farol localizado no selvagem Yukon, farol esse onde se encontrava sequestrada Linda Colter, filha de um geólogo que tinha descoberto uma jazida de ouro, num vulcão extinto!
DesenhoINÉDITO no Brasil e inspirado na história “Yukon selvaggio”, de Claudio Nizzi e Fernando Fusco (Tex italiano #412 a #414).
(Para aproveitar a extensão completa do póster, clique no mesmo)
O Tex Willer Blog, o blogue português do Tex apresenta hoje aos seus leitores a mais recente arte dedicada a Tex Willer, da autoria de Ronald Guimarães, um fantástico desenhador brasileiro que nos últimos tempos nos tem brindado com bastante regularidade algumas das fantásticas artes texianas de sua autoria como esta que damos a conhecer de seguida:
Um pujante Tex na deslumbrante arte de Ronald Guimarães
(Para aproveitar a extensão completa da imagem acima, clique na mesma)
História originalmente publicada em Tex italiano 623
Tex está envolvido num conflito à bala com um grupo de bandidos que massacrou os habitantes de uma fazenda. Ferido, o Ranger é salvo pelo sargento aposentado Burke e pelo seu ajudante, o jovem Rufus. Burke manda Rufus à cidade vizinha de Springwood para avisar o xerife Parker. Mas quando Tex volta a si, eles entendem que o culpado do ataque é o próprio xerife, junto com o poderoso rancheiro Neville. 3,60€
.
TEX COLEÇÃO 318 A sombra de Mefisto Texto: G. L. Bonelli – Desenhos: Aurelio Galleppini
História originalmente publicada em Tex italiano 265
Nesta edição você verá o final da aventura de Tex e Carson, envolvidos na briga das duas empresas de transportes, a Butterfield e sua rival desonesta Overland. E verá também uma nova aventura de arrepiar, pois os dois maiores inimigos do Ranger voltaram para infernizá-lo… claro que se trata do diabólico Mefisto e do seu filho não menos demoníaco Yama, que voltou para se vingar de seus inimigos jurados. Para isso Yama vai pedir a ajuda dos seguidores da seita do vodu, de Nova Orleans e também dos descendentes dos astecas que vivem na Serra Encantada. 3,40€
TEX COLEÇÃO 319 A bruxa do vodu Texto: G. L. Bonelli – Desenhos: Aurelio Galleppini
História originalmente publicada em Tex italiano 266
Yama, o diabólico filho de Mefisto, lançou um desafio para Tex: irá esperá-lo no Vale Hermoso, onde, graças a seus poderes infernais, conseguiu recrutar como aliados os últimos astecas, sobreviventes do antigo império. A luta anuncia-se duríssima e, por isso, El Morisco dá a Tex e seus parceiros quatro anéis mágicos, capazes de confrontar os feitiços de Yama. 3,40€. .
.
História originalmente publicada em Tex italiano 483 e 484
Um oficial aposentado, o Major Wingate, decide comprar um pequeno rancho para construir uma nova vida. Mas não imaginava que na cidade de Federação, perto do rancho, reinava, soberana, a violência e todo tipo de falcatruas e crimes. Ali é assassinado a sangue frio pelo braço direito do major, seu fiel amigo índio Nantay. O próprio Wingate é duramente ameaçado e, decidido a não abandonar as suas terras, resolve chamar Tex e Carson para ajudá-lo. 8,50€
TEX ANUAL 17 A ira de Rick Melville / O preço do ódio Texto: Tito Faraci – Desenhos: José Ortiz & Ugolino Cossu
História originalmente publicada em Maxi Tex italiano 19
Esta edição traz duas histórias que evidenciam bem a concepção de justiça de Tex. A primeira aventura conta a história de um jovem perseguido desde a infância por acusações infames, entre as quais o incêndio propositado que causou a morte dos seus pais. Mas seria mesmo ele o culpado? Só Tex e Carson podem trazer a verdade à luz! Na segunda história, os heróis ficam a saber que os rebeldes jicarillas de Puma Negro são acusados de vários massacres e do fim trágico de uma família de colonos. Mas alguns detalhes levam Tex a entender que mais uma vez a razão não está do lado da Lei dos brancos. 9,00€
AVENTURAS DE UMA CRIMINÓLOGA 120 Coração de mãe! Texto: Giancarlo Berardi e L. Calza. Desenhos: Ernesto Michelazzo Uma boa mãe preocupa-se com o filho e quer para ele uma companheira perfeita. Para garantir isso Glenda Simmons sequestra jovens moças e, no cativeiro, submete as coitadas a uma educação severa. Quem não se submete é morta. A descoberta de um cadáver coloca Júlia no rasto daquela que está para se transformar numa impiedosa assassina em série!
Uma família tradicional Texto: Giancarlo Berardi e L. Calza. Desenhos: Valerio Piccioni Uma boa tradição de família não se discute! Por isso, o filho do casal Gargoyle deveria seguir os passos dos progenitores e tornar-se um habilidoso ladrão profissional. Mas um roubo de jóias, com uma morte, põe em risco as lições de boa educação do rapaz quando um valioso diamante é perdido durante a fuga e pode ter acabado no estômago de Toni, a gata de Júlia. Histórias originalmente publicadas em Júlia italiana 134 e 135 10,00€
ZAGOR 163 O senhor da ilha / De volta para casa Texto: Colombo/Burattini. Desenhos: Ferri/Verni
Durante a viagem de volta, o navio Endurance pára em Port Stanley, no arquipélago das Ilhas Malvinas, onde uma jovem chamada Moon, que todos consideram uma bruxa, pede ajuda de forma desesperada a Zagor e Chico, que se juntam a ela e zarpam para a ilha de Summerisle, dominada pelo poderoso e cruel Lorde Jethro. O tirano está obcecado com estranhas raposas prateadas que vivem na ilha e que parecem ser dotadas de poderes mágicos. As mesmas raposas amadas e protegidas por Moon. Em seguida, Zagor e Chico retornam a Darkwood, depois da longa viagem sul-americana. Mas alguém preparou uma recepção bem pouco agradável para nossos heróis. Histórias originalmente publicadas em Zagor italiano 589 e 590 9,00€
Juiz Dredd Megazine 24 Formato Magazine 20,5 x 27,5 cm – 68 Páginas; Capa de Clint Langley
Juiz Dredd: Criminosos estão desaparecendo misteriosamente em Mega-City, os rumores dizem que estariam sendo levados para misteriosa Casa da Dor. Mas só há uma lei em Mega-City! E mais: O sanguinário Áquila não é o único ser a serviço de um Deus a rondar as ruas de Roma… Leia também: Um estranho caso da Área Cinzenta. 6,00€
(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)