Desde o passado dia 3 de Março (e até ontem, dia 16) que nos principais canais de TV na Itália esteve a ser emitido um spot publicitário que anunciava a estreia da nova colecção de Tex: Tex Classic, a nova colecção (a cores) de Tex Willer que repropõe, a cada duas semanas nas suas 64 páginas, todas as aventuras de Tex desde as primeiras stiscias até às mais recentes edições no formato “bonelliano” (16 X 21 cm) ao preço de 2,90€.
Com a chegada da edição nº 2 de Tex Classic, nesta sexta-feira dia 17, a Sergio Bonelli Editore fez um novo spot publicitário que já começou a ser exibido nos canais televisivos italianos, dando inclusive a conhecer as capas das edições nº 2 e nº 3, spot publicitário esse que dura 30 segundos e que damos também a conhecer aos nossos leitores:
O Clube Tex Portugal e o Hotel Cabecinho, de Anadia, estabeleceram um protocolo que permite aos visitantes da 4.ª Mostra do Clube Tex Portugal, evento a realizar no Museu do Vinho Bairrada, em Anadia, nos dias 29 e 30 de Abril (e com a participação dos consagrados desenhadores Andrea Venturi e Leomacs), beneficiarem de um preço promocional com os seguintes preços especiais: • Quarto Duplo : € 45,00
• Quarto Single : € 37,50
Quem desejar, durante o evento, alojar-se então no Hotel Cabecinho, de Anadia (localizado mesmo de frente para o Museu do Vinho Bairrada, local da exposição), ao abrigo deste protocolo, no acto da reserva deverá enviar um mail para geral@hotel-cabecinho.com com a menção “PROTOCOLO TEX” para poder beneficiar deste preço promocional.
Anadia Cabecinho Hotel 3***
Situado numa das principais artérias da cidade de Anadia e a apenas 30 minutos de carro das cidades de Aveiro e Coimbra, o Anadia Hotel Cabecinho apresenta-se como uma óptima solução para lhe proporcionar uma estadia de qualidade, bem no coração da zona vinhateira e gastronómica da Bairrada.
Nas proximidades do Anadia Hotel Cabecinho, para além de poder visitar a 4ª Mostra do Clube Tex Portugal, a ter lugar no mui nobre Museu do Vinho Bairrada é também possível desfrutar de um contacto próximo com a Natureza. A uma escassa dezena de quilómetros, encontram-se as Termas de Luso, onde também se poderá deslumbrar com as verdejantes encostas da Mata do Buçaco, e a apenas 3kms do Anadia Hotel Cabecinho, as Termas da Curia também se apresentam como uma excelente forma de relaxar da agitação do dia-a-dia.
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Faixa preta Berardi e Mantero (argumento) Pittaluga e Antinori (desenho)
O caso dos Grafites Apagados Berardi e Mantero (argumento) Antinori e Pittaluga (desenho) Histórias originalmente publicadas em Julia #142 e em Almanacco del Giallo 2011
Mythos Editora
Brasil, Setembro/Outubro de 2016
135 x 180 mm, 224 p., pb, capa mole, bimestral
R$ 23,90 / 8,00 €
Madura ou jovem
No promissor início da sua publicação no Brasil, para além da colecção regular, J. Kendall teve direito a seis edições especiais, anuais, com as histórias da jovem Julia, ainda estudante de criminologia na faculdade. Agora, noutro contexto editorial, menos auspicioso, essa jovem Julia surge no título regular, a partir desta edição #124 e até se esgotarem as quatro narrativas ainda inéditas no Brasil. Para além de suprir uma lacuna, é também uma forma de o editor garantir estabilidade do preço (no Brasil, descida em Portugal face à queda do real) pela redução do número de páginas totais.
Em Faixa preta, o relato da Julia madura que nós melhor conhecemos, encontramo-la à procura de melhorar as suas noções de defesa pessoal – face aos riscos acrescidos que tem sofrido nos últimos casos… – o que acabará por a envolver com o assassinato de um homem, mesmo que numa primeira fase tudo pareça indicar acidente automóvel. Como habitualmente, o aprofundar das investigações vai revelar aspectos menos claros da vida da vítima, questionar relacionamentos, desvendar segredos (mal) escondidos, em mais um mergulho no comportamento social e individual dos habitantes de Garden City, que mais não são do que espelhos dos seres humanos com quem nos cruzamos.
Quanto a O Caso dos Grafites Apagados, revela-nos uma jovem Julia (ainda?) impetuosa, (já) insegura e à procura de si própria e do seu lugar, a braços com a morte de um jovem que acabara de conhecer, famoso pelos grafitis que exibia nalguns locais da cidade. Descoberto todo coberto com tinta branca, ao mesmo tempo que as suas pinturas começam a desaparecer pelo mesmo método, esta será uma corrida de Julia contra o tempo para descobrir qual o segredo que aquelas pinturas urbanas revelavam.
*Pedro Cleto, Porto, Portugal, 1964; engenheiro químico de formação, leitor, crítico, divulgador (também no Jornal de Notícias), coleccionador (de figuras) de BD por vocação e também autor do blogue As Leituras do Pedro
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Massimo Rotundo, José Carlos Francisco e Maurizio Dotti tendo por trás a Câmara Municipal de Anadia
Numa altura em que já se prepara a 4º Mostra do Clube Tex Portugal, evento a realizar nos dias 29 e 30 de Abril próximo e que contará com as presenças ilustres de Andrea Venturi e Leomacs, vamos dar a conhecer hoje no blogue do Tex, a passagem de Massimo Rotundo e Maurizio Dotti, autores presentes o ano passado na 3ª Mostra do Clube Português, pelos caminhos da Bairrada, mais precisamente um passeio pela capital da Bairrada com passagem pelas Termas da Curia.
Massimo Rotundo, Maurizio Dotti, Ana Beatriz e Antonella Festuccia passeando pela Praça do Município de Anadia
A Bairrada é uma região situada na Beira Litoral, em Portugal, que compreende os concelhos de Mealhada, Anadia, Cantanhede, Águeda e Oliveira do Bairro, caracterizando-se essencialmente pela forte produção vitivinícola, sob a denominação Bairrada e sendo também considerada Região Demarcada, bem como pelo afamado Leitão Assado à Bairrada.
José Carlos Francisco, Maurizio Dotti, Antonella Festuccia e Massimo Rotundo na Praça Visconde de Seabra em Anadia
E foram pelos caminhos da Bairrada que os afamados desenhadores italianos de Tex, Massimo Rotundo e Maurizio Dotti passearam no passado mês de Abril de 2016 na companhia do seus pard José Carlos Francisco, antes da inauguração oficial da 3ª Mostra do Clube Tex Portugal. A oportunidade de dar a conhecer um pouco da região Bairradina a Rotundo & Dotti prendeu-se com o facto do desenhadores italianos terem ficado hospedados na Malaposta, QG de Tex em Portugal. O passeio começou precisamente pela capital da Bairrada, Anadia, uma cidade portuguesa pertencente ao Distrito de Aveiro, região Centro e sub-região do Baixo Vouga, com cerca de 3.034 habitantes. A cidade de Anadia está inserida na freguesia de Arcos. Lugares desta freguesia: Anadia, Arcos, Famalicão e Malaposta. Anadia é ainda sede de um município com 216,64 km² de área e 31 422 habitantes.
Maurizio Dotti, José Carlos e Massimo Rotundo passeando pelas ruas de Anadia
Tradição ou lenda refere que o seu topónimo proviria de Ana Dias, proprietária de extensa vinha na periferia da povoação. O vinho produzido, de óptima qualidade, era por ela vendido junto da estrada de Coimbra, o que lhe granjeara tal fama, que o seu nome ficaria ligado a esta terra para sempre: Ana Dias, Ana Dia, Anadia.
Massimo Rotundo e Maurizio Dotti com os vinhedos de Anadia por trás
Seguiu-se uma visita à afamada Estância Termal da Curia (a Curia deve a sua existência às propriedades curativas das suas famosas águas. Já no tempo dos Romanos a qualidade da água da Curia era conhecida e, para eles, a Curia era Aquae Curiva – água que cura), localizada em pleno coração da Bairrada vitivinícola, também foi alvo de um passeio diurno que muito agradou os autores italianos e a Antonella Festuccia, esposa de Massimo Rotundo.
Massimo Rotundo, José Carlos Francisco, Antonella Festuccia e Maurizio Dotti no Parque Termal da Curia
“AQUAE CURIVA” era o nome conhecido ao tempo da ocupação da Península pelos romanos, que conheciam as nascentes e as exploravam. Do topónimo “CURIVA” adveio o nome da actual povoação, a CURIA, uma das mais antigas e afamadas estâncias hidrológicas portuguesas. Durante séculos, as termas viveram no esquecimento, até que em 1900 foi fundada a Sociedade das Águas da Curia, por iniciativa de Albano Coutinho.
Massimo Rotundo, José Carlos Francisco, Antonella Festuccia e Maurizio Dotti numa pausa em pleno Parque Termal da Curia
As termas da Curia, hoje em dia, oferecem ao Aquista a tradição termal unida ao conforto e à tecnologia moderna, usada no novo edifício termal, que ficou concluído em 1993. Assim, as Termas da Curia satisfazem as exigências do aquista durante todo o ano, tanto para uma cura termal como para férias relaxantes.
Massimo Rotundo, Antonella Festuccia e Maurizio Dotti no Parque Termal da Curia à conversa sobre os encantos portugueses
A Curia é então hoje uma moderna estância de saúde que oferece ao aquista um avançado complexo termal com tratamentos especializados para combater doenças metabólico-endócrinas, cálculos renais e infecções urinárias, hipertensão arterial, doenças reumáticas e músculo-esqueléticas, programas de recuperação de forma física, reabilitação, fisioterapia correctiva e dietas de emagrecimento.
Um bem disposto Massimo Rotundo com o ar puro da Curia
Com génese nas águas termais descobertas então há muito pelos Romanos, a Curia é constituída de uma verdadeira mancha verde ímpar, propõe-nos um despertar para os verdadeiros sentidos da vida: regressamos ao nostálgico ambiente dos dourados anos 20 e mergulhamos na arquitectura “Belle Époque” e “Arte Nova”.
Massimo Rotundo, José Carlos Francisco e Maurizio Dotti na Estação Vitivinícola de Anadia com as suas vinhas
Apreciamos os gigantescos plátanos, respiramos o ar perfumado por calmas tileiras, passeamos pelos belos jardins e pelo frondoso Parque das Termas e deixamo-nos deambular pelos pitorescos caminhos por entre vinhedos, mas, acima de tudo, sentimos o raro prazer de viver um sentimento de liberdade e de espaço onde os únicos limites são a imensidão do verde das árvores e infinito azul do céu.
Antonella Festuccia e Ana Beatriz no monumento dedicado por Anadia aos mortos da Grande Guerra
Local paradisíaco onde Tex seria muito bem vindo e certamente ficaria agradado com este passeio na companhia de Massimo Rotundo e Maurizio Dotti. Caminhos curiosamente percorridos já anteriormente por Fabio Civitelli, Andrea Venturi, Pasquale Del Vecchio e inclusive pelo editor Dorival Vitor Lopes aquando das respectivas passagens pela portuguesa Região Bairradina…
Massimo Rotundo e Maurizio Dotti no Museu do Vinho Bairrada
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No passado mês de Janeiro a Sergio Bonelli Editore publicou a edição número 675 de Tex, intitulada “L’inferno che urla” que continha a terceira e última parte de uma longa saga maravilhosamente escrita por Mauro Boselli e magistralmente desenhada por Fabio Civitelli que trouxe o regresso do maléfico Yama e cujo título foi “Il segno di Yama“, como podemos assistir no deslumbrante trailer que apresentamos de seguida:
A capa, tal como todas posteriores ao número 400, foi da autoria do conceituado desenhador Claudio Villa, capa essa que divulgamos hoje aqui no blogue do Tex acompanhada da sua arte ainda a preto & branco e finalizada com tinta da china.
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