Jornal “Público”, de 14 de Abril, apresentou Dampyr e as suas aventuras portuguesas

Texto da secção INICIATIVAS de 14/04/2018
Banda desenhada
João Miguel Lameiras


Dampyr chega a Portugal… em aventuras passadas em Portugal

* Colecção Bonelli
* 2º Vol. – Dampyr – Aventuras em Portugal
* Quinta-feira, 19 de Abril
* Argumento – Mauro Boselli e Giovanni Eccher
* Desenhos – Alessandro Bocci e Maurizio Dotti
* Por + 10,90€

Se a colecção que o PÚBLICO e a Levoir estão a dedicar à editora Bonelli está a trazer a Portugal, pela primeira vez em edição nacional, as principais personagens da editora italiana, algumas dessas personagens já tinham passado pelo nosso país no decorrer das suas aventuras. É precisamente o caso de Harlan Draka, o protagonista da série Dampyr.

Criado em 2000 pelos escritores Mauro Boselli e Maurizio Colombo, Harlan Draka é um Dampyr, o fruto da união de um vampiro com uma mulher mortal, alguém que está entre dois mundos e cujo sangue pode destruir os vampiros. Acompanhado por Kurjak, um militar sérvio, e por Tesla, uma vampira que se quer libertar da influência do seu mestre, o vampiro Gorka, Harlan Draka e os seus companheiros percorrem o globo à caça de vampiros e de outras criaturas sobrenaturais. Embora as primeiras aventuras de Dampyr tenham por cenário o território da antiga Jugoslávia devastado por uma guerra fratricida, só nos 12 primeiros números da série vemo-lo combater o mal em Praga, Berlim, Paris, na Etiópia e na Irlanda, pelo que não admira que o seu combate contra as forças do Mal o trouxesse também a Portugal. Isso acontece nas duas aventuras de Dampyr, traduzidas pe- lo escritor Nuno Camarneiro (Prémio Leya em 2012), que o segundo volu- me desta colecção recolhe e que têm como cenário o Norte do nosso país, do Porto a Trás-os-Montes, passando pelo rio Douro.


Em O Esposo da Vampira, publicada originalmente em Itália em 2006, no n.º 75 da série mensal, Mauro Boselli e Alessandro Bocci levam o caçador de vampiros Harlan Draka e o seu amigo Kurjak até Trás-os- Montes, para investigar a lenda do Castelo de Monforte da Estrela, que dizem estar assombrado por uma vampira. No local encontram uma equipa de filmagens que se prepara para rodar um filme de terror inspirado num conto do século XIX cuja acção decorre na Catalunha e que é filmado em Trás-os-Montes, por questões de custos. Apesar de uma ligeira imprecisão histórica, quando uma das personagens diz que o castelo foi construído por Dom Dinis, por causa das invasões árabes… que já não eram um problema naquela região bem antes de ele nascer, tudo o resto revela o rigor da pesquisa habitual nas produções da Bonelli, com Bocci, que é um magnífico desenhador e um mestre do preto e branco, a revelar grande cuidado no desenho da aldeia fictícia de Riba Preta, ou do Castelo de Monforte da Estrela. E provando que os autores estudaram bem o nosso país, nem sequer falta um grande incêndio de Verão, que vai ter influência no desenrolar da intriga.

Se Boselli e Bocci nunca tinham estado no nosso país (o desenhador vai estar este mês nas jornadas do Clube Tex, para a apresentação desta colecção), já Tributo de Sangue, história de Giovanni Eccher e Maurizio Dotti que completa este volume e que envolve visitas às caves de Gaia, um fantasma com um traje mirandense, uma tentativa de assassinato na Ponte D. Luís I e uma vinha regada com sangue, resultou de umas férias que o escritor passou na cidade do Porto. Como o próprio refere: “O motivo por que a trama é ambientada nesses lugares é muito simples: eu fiquei impressionado durante uma belíssima viagem a Portugal. Além disso, como a minha namorada é dona de uma enoteca em Milão, ela foi a minha guia entre os exportadores de Vila Nova de Gaia, que nos acolheram com muita cortesia e nos permitiram visitar as suas caves e provar os seus produtos.”

AGENDA

Quinta-feira, 19
Colecção Bonelli
2º volume Dampyr – Aventuras em Portugal

Chegou a 1ª colecção editada em Portugal inteiramente dedicada à BD italiana.
Reúne oito das mais famosas personagens da Bonelli, em dez volumes com histórias inéditas em português. A arte italiana chega em forma de quadradinhos, em exclusivo nos quiosques.


Copyright: © 2018 Público; João Miguel Lameiras
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FAÇA JÁ A SUA RESERVA: Jantar/Tertúlia em Anadia com a participação de Alessandro Bocci e Alessandro Nespolino

Por José Carlos Francisco

Conforme constará no Programa Oficial da 5ª Mostra do Clube Tex Portugal, histórico evento a realizar nos dias 28 e 29 deste mês, no Museu do Vinho Bairrada, em Anadia, está programado para a noite de sábado 28, um convívio tertuliano à mesa com as participações de Alessandro Bocci e Alessandro Nespolino, autores italianos presentes no evento bairradino e onde estarão também presentes algumas das maiores personalidades do mundo texiano como por exemplo os editores Rui Brito, José de Freitas e Dorival Vitor Lopes, os legendadores (letristas, no Brasil) Marcos Maldonado e Dolores Maldonado e ainda os tradutores de Tex José Carlos Francisco e Mário João Marques, para além de alguns dos maiores fãs e coleccionadores do Ranger e respectivas famílias!

Da ementa da tertúlia à mesa, constará, para quem o desejar, o famoso leitão assado à moda da Bairrada assim como do não menos popular espumante a acompanhar e igualmente muito Tex para degustar… tudo isto acontecerá na Mealhada, mais precisamente no restaurante “Nova Casa dos Leitões” (www.novacasadosleitoes.com) situado a 7 km da saída da A1 (Mealhada), sentido Sul-Norte, e a 3 km (Norte) da Mealhada (IC2), no Peneireiro no jantar/convívio de sábado, 28 de Abril.

Devido à proximidade da data e ao facto de ser um fim de semana, onde há muita afluência ao famoso restaurante da região, a Direcção do Clube Tex Portugal pede desde já que os pards presentes no evento de Anadia se vão programando e quem desejar comparecer à tertúlia, que informe aqui mesmo na forma de comentário a este texto, ou por e-mail (josebenfica@hotmail.com) até ao dia 24 deste mês da sua comparência e da dos demais acompanhantes, já que como tem sido hábito nos eventos texianos realizados em Portugal, a grande maioria dos pards vêm acompanhados das famílias a estes fantásticos convívios, para que possamos fazer a respectiva reserva no restaurante bairradino.


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Apresentação ALESSANDRO BOCCI: Desenhador presente em Anadia nos dias 28 e 29 de Abril integrado na 5ª Mostra do Clube Tex Portugal

Por Mário João Marques

Alessandro Bocci estará em Anadia nos dias 28 e 29 de Abril para deleite dos fãs de Tex

Nascido em Siena em 1965, Alessandro Bocci cresceu com as histórias aos quadradinhos, pois desde tenra idade sempre teve um livro de banda desenhada (BD) nas mãos. Diplomado em agrimensura, a sua primeira actividade foi como decorador de lojas, mas nunca deixou de desenhar nos seus tempos livres.

Quis o destino que, durante o Festival de Lucca de 1994 e, enquanto descansava num sofá, tenham-se sentado ao seu lado dois jovens que falavam de BD como verdadeiros entendidos. Bocci mostrou-lhes os seus desenhos de Nathan Never que foram do agrado dos jovens, na verdade Ade Capone e Stefano Vietti. Foi a entrada de Bocci no mundo mágico dos fumetti, uma vez que no mesmo ano vai começar a trabalhar para a editora Star Comics, desenhando Lazarus Ledd, tornando-se mais tarde também capista.

Em 1997 a revista Fumo di China elegeu-o como o “melhor desenhador jovem italiano”. No mesmo ano realizou para a Marvel uma história da série Conan, O Conquistador. Para a editora Liberty desenhou várias capas para séries de Ade Capone, como Erinni, Il Potere e la Gloria e Kore One, até entrar em 2001 para a Sergio Bonelli Editore onde vai trabalhar com Mauro Boselli em Dampyr, estreando-se com a aventura Il Mare della Morte, que lhe permitirá obter em 2003 o prémio Cartoomics-If como promessa da BD italiana.

Ainda em 2001, vence o prémio Inca para o melhor capista, com a capa da história de Lazarus Ledd  Il Cavaliere di San  Giorgio. Para o mercado francês já trabalhou nas séries Fontainebleau (Soleil, 2008), Prométhé (Soleil, 2010) e Fawcett (Glénat, 2012).

Desenhar Tex sempre foi para Bocci um sonho,  um contributo para a lenda, tendo lançado um pedido a Mauro Boselli para fazer um teste, através de uma entrevista concedida ao blogue português de Tex. A verdade é que, pouco depois, Bocci acaba por ser convidado a desenhar para o ranger, estreando-se em 2016 no Tex Magazine com Maria Pilar, com argumento de Mauro Boselli e, no mesmo ano, uma curta aventura a cores escrita por Jacobo Rauch Il Mescalero senza Volto.

Duas aventuras que permitiram a Bocci desenvolver o seu estilo realista e expressivo, quase fotográfico, com particular reverência aos detalhes, conseguindo, assim, apresentar ao leitor pranchas de grande beleza e eficácia.

Alessandro Bocci (com a revista do Clube Tex Portugal) estará presente na 5ª Mostra do Clube Tex Portugal onde fará alguns desenhos para gáudio do público

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A capa (EXCLUSIVA) de Fabio Civitelli para o volume de MISTER NO da COLECÇÃO BONELLI PORTUGAL

No passado dia 12 de Abril chegou aos quiosques portugueses o primeiro de dez volumes de banda desenhada que o jornal “Público” e a editora Levoir estão a dedicar aos heróis Bonelli. A colecção começou, obviamente, por Tex, com a particularidade de exibir uma belíssima aguarela de Stefano Biglia, criada especialmente para servir de capa a esta edição portuguesa, algo que valoriza e torna ainda mais apetecível “A Lenda de Tex” (foi esse o título deste primeiro livro)  para os muitos apreciadores de Tex espalhados pelo mundo.

Mas esta magnífica colecção cartonada, para além de Tex traz também para o público português Dampyr, Dylan Dog, Júlia, Le Storie, Martin Mystère, Dragonero e Mister No, outras sete criações da Sergio Bonelli Editore e é precisamente para o volume dedicado a Mister No que o consagrado desenhador do staff de Tex, Fabio Civitelli, autor que já participou em diversos eventos portugueses ao longo dos anos, brindou o público português com uma capa inédita realizada em exclusivo para esta edição, capa essa que hoje temos o privilégio de divulgar aos nossos leitores.

Desenho de Mister No na arte, a preto e branco, de Fabio Civitelli

Uma magnífica capa, que tem tudo a ver com a história “OVNIS NA AMAZÓNIA“, aventura escrita por Tiziano Sclavi e desenhada por Fabio Civitelli, onde a queda de um satélite russo em plena selva amazónica vai provocar a destruição do avião de Mister No e a hostilidade dos indígenas, que vêem no estranho fenómeno um sinal dos Deuses.

Desenho de Mister No colorido por Ricardo Venâncio

Mas para além da capa produzida pela editora Levoir, divulgamos também o desenho original de Fabio Civitelli, a preto e branco, assim como o mesmo desenho já (magnificamente) colorido por Ricardo Venâncio, autor português de BD que produziu Hanuram: O Dourado e que foi alvo dos maiores elogios por parte do próprio Fabio Civitelli devido ao excelente trabalho realizado com a colorização da capa do volume 9 da Colecção Bonelli!

Capa do volume 9 – Mister No – OVNIS na Amazónia

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Bonelli, o outro nome da BD popular

Por Pedro Cleto*

Durante décadas – cuja produção é hoje apreciada e elogiada – a banda desenhada – para o bem e para o mal – foi eminentemente popular. Sendo que ‘popular’, neste contexto, significa tanto o seu fácil acesso – nos jornais, no início – quanto a capacidade de proporcionar distracção e divertimento.

O selo Bonelli é, hoje, um dos últimos bastiões desta banda desenhada ‘popular’. Porque as suas edições – a maioria delas – continua a ser de baixo preço, leitura acessível e resposta directa às exigências dos seus leitores. Em edições de formato moderado e papel razoável – maiores e melhor, respectivamente – do que aquele a que nos habituaram os ‘formatinhos’ brasileiros – de preço (também) moderado e boa distribuição. E, com uma qualidade média – no que a argumentos e desenhos diz respeito – muito interessante, ainda mais assinalável quando se sabe que falamos de revistas mensais com mais de uma centena de páginas, em que os autores se sucedem para garantir esse ritmo.

Identificada comummente com Tex – que este ano festeja 70 anos de publicação ininterrupta – a banda desenhada Bonelli baseou-se, primeiramente, em heróis recorrentes e infalíveis, ao gosto dos leitores. Identificou-os graficamente com os actores de cinema que as pessoas (re)conheciam, inspirou-se em muitos filmes dos quais fez variações desenhadas, ao longo dos tempos moldou-se a modas e gostos, acompanhou temáticas em alta – dinossauros, extraterrestres, conspirações em grande escala… – numa evolução lenta e gradual que nunca colocou em causa a essência dos protagonistas, a sua imagem de marca, as suas características distintivas. Esta assertiva opção editorial garantiu durante décadas – continua a garantir – vendas muito interessantes, fidelizou leitores – o quase fanatismo (no bom sentido) de alguns é surpreendente, para mais nos dias de hoje – e foi dessa forma capaz de atrair para as suas páginas, para projectos pontuais ou para as edições regulares, autores de nomeada, de créditos firmados e reconhecidos, como Toppi, Bernet, Breccia, Kubert, Font ou Ortiz.


Alguns heróis – e no caso da Bonelli, o termo é mesmo este, ‘heróis’ – viram passar o seu tempo, outros vieram ocupar o seu lugar, alguns – Ken Parker, Julia… -‘atreveram-se’ a deixar o pedestal da infalibilidade e a identificar-se – completa e humanamente – com os seus humanos leitores. Por tudo isso, falar de banda desenhada Bonelli – os ‘fumetti’ (quase) por excelência – significa abrir uma porta para uma realidade vasta e diversificada, onde todos poderão encontrar propostas ‘à sua medida’, como a colecção que a Levoir disponibiliza em parceira com o jornal Público desde ontem, se encarregará de mostrar àqueles que a queiram espreitar.

O western puro e duro de Tex, o cowboy lendário, justo e infalível, fez a abertura da colecção. Dylan Dog, o único que chegou a suplantar o ranger em vendas e popularidade – cá está ela outra vez! – e Dampyr, percorrem os caminhos do fantástico e do terror. As aventuras deste último, tal como a de Martin Mystère, investigador dos grandes enigmas da humanidade, decorrem mesmo no nosso país, as do primeiro na zona vinhateira do Douro, o segundo nos Açores, na pista da Atlântida. Le Storie (muito bem referenciada) e Dragonero, são novidades para mim. Mister No, criação de Sergio Bonelli, combina aventura, ecologia e os OVNI em plena Amazónia, no período da Guerra Fria. Para o fim deixei Julia, , a criminóloga de Garden City, presença regular e incontornável neste blogue, numa edição desenhada pelo grande Sergio Toppi.

Voltarei semanalmente – voltarei? De boas intenções… – a cada título, de forma mais específica.

Antes da listagem completa, fecho com um paradoxo. Sendo as edições originais Bonelli eminentemente populares, teria sido mais coerente que a edição da Levoir acompanhasse mais de perto esse modelo. Nomeadamente no que ao formato diz respeito, até porque temo que algumas edições – em especial as mais antigas, como é o caso de Martin Mystère e Mister No – sejam prejudicadas pelo maior formato…

Entendo, no entanto, perfeitamente a opção, uma vez que esta colecção – como as restantes que a Levoir – e também a ASA – têm disponibilizado com o jornal Público, se dirigem a um público mais específico e maioritariamente exigente. Sem esquecer que estamos num tempo em que a própria Bonelli – sem olvidar a sua essência – tem procurado outros públicos – com edições mais cuidadas, em melhor papel, coloridas, de grande formato… e que a fidelidade dos leitores mais acérrimos – mas não só… – motivados pela qualidade da edição e pelas duas capas inéditas, fez já multiplicar as consultas à editora sobre as condições de vendas desta colecção para o estrangeiro, nomeadamente Brasil e Itália.

A colecção

1. Tex: A lenda de Tex

(Colectânea de histórias curtas)
Argumentos: Manfredi, Burattini, Rauch e Ruju
Desenhos: Biglia, Rubini, Bocci e Tisselli
12 de Abril
136 págs. Cores.
Capa exclusiva e inédita de Stefano Biglia

2. Dampyr: Aventuras em Portugal

19 de Abril
200 págs. Preto e branco.
Argumento: Mauro Boselli e Giovanni Eccher
Desenhos: Alessandro Bocci e Maurizio Dotti

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3. Dylan Dog: A Saga de Johnny Freak

Argumento: Mauro Marcheselli e Tiziano Sclavi
Desenhos: Andrea Venturi e Giampiero Casertano
26 de Abril
200 págs. Preto e branco.

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4. Julia: O Eterno Repouso

Argumento: Giancarlo Berardi
Desenhos: Sergio Toppi
3 de Maio
136 págs. Preto e branco.

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5. Le Storie: Sangue e Gelo

Argumento: Tito Faraci
Desenhos: Pasquale Frisenda
10 de Maio
120 págs. Cores.

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6. Tex: A pista dos fora-da-lei

Argumento: Mauro Boselli e Claudio Nizzi
Desenhos: Carlos Gomez e Andrea Venturi
17 de Maio
216 págs. Preto e branco.

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7. Martin Mystére: O destino da Atlântida

Seguida de Assunto de família
Argumentos: Alfredo Castelli
Desenhos: Cardinale, Orlandi e Toppi
24 de Maio
184 págs. Preto e branco.

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8. Dragonero: A primeira Missão

Argumento: Luca Enoch e Stefano Vietti
Desenhos: Manuel Morrone e Cristiano Cucina
31 de Maio
136 págs. Cores.

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9. Mister No: OVNIS na Amazónia

Seguida de Garimpeiros
Argumentos: Tiziano Sclavi e Guido Nolitta
Desenhos: Fabio Civitelli e Roberto Diso
7 de Junho
136 págs. Preto e branco.
Capa exclusiva e inédita de Fabio Civitelli.

10. Dylan Dog: Os Inquilinos Arcanos

(Colectânea de histórias curtas)
Argumento: Sclavi
Desenhos: Roi, Breccia e Manara
14 de Junho
120 págs. Cores.


Livros de capa dura
Dimensões: 190 x 260
PVP: 10,90 €

*Pedro Cleto, Porto, Portugal, 1964; engenheiro químico de formação, leitor, crítico, divulgador (também no Jornal de Notícias), coleccionador (de figuras) de BD por vocação e também autor do blogue As Leituras do Pedro (http://asleiturasdopedro.blogspot.com/).

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