Por José Carlos Francisco (texto) e Orlando Santos Silva (fotos)
No decurso da 5ª Mostra do Clube Tex Portugal, Alessandro Bocci brindou dezenas de Texianos presentes com desenhos feitos no momento por si, para gáudio de alguns dos presentes no evento bairradino.
Mas os desenhos realizados por Bocci não se ficaram apenas pelos produzidos no decorrer do evento, isto porque Alessandro Bocci foi muito assediado pelos seus fãs na tentativa de conseguirem um desenho original de sua autoria feito na hora e com a respectiva dedicatória, levando a que o autor italiano tivesse por vezes que os realizar em condições inapropriadas, mas a todos Boccisempre respondeu positivamente, apesar de em alguns casos o cansaço do autor ser bem visível no seu rosto, fazendo um belíssimo desenho a cada Texiano e sempre com um sorriso encantador no rosto dando uma verdadeira lição de profissionalismo e de humildade, confirmando porque Bocci foi tão admirado pelos seus fãs (e pelas suas admiradoras) portuguese(a)s.
O blogue do Tex mostra de seguida, a todos os interessados, alguns desses fantásticos desenhos que esperamos sejam do agrado de quem acessa o blogue.
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No próximo dia 7 de Julho a Sergio Bonelli Editore irá publicar a edição número 693 de Tex, intitulada “Il ritorno di Proteus” (“O retorno de Proteus”) que contém a primeira parte de uma história escrita por Pasquale Ruju e desenhada por Bruno Ramella, uma aventura que trará o retorno, mais de 25 anos depois, do surpreendente homem dos cem rostos, o “ressuscitado” Proteus!
Proteus evade-se da prisão de Yuma e volta a tecer a sua densa trama de intrigas… Tex Willer e Kit Carson chegam a Flagstaff seguindo a pista de sangue disfarçada pelas suas armadilhas e pelos seus disfarces, enquanto reaparece o dramático passado e a educação criminosa do indescritível homem das mil faces!
A capa, tal como todas posteriores ao número 400, é da autoria do conceituado desenhador Claudio Villa, capa essa que divulgamos hoje aqui no blogue do Tex acompanhada do esboço inicial, mas também da arte final a preto e branco e da capa original pintada pelo próprio Claudio Villa tal como temos feito com alguma regularidade devido à gentil cortesia de Villa que nos tem dado a conhecer nos últimos tempos as suas cores originais das capas que vai produzindo para Tex:
Esboço inicial da capa de Tex #693, da autoria de Claudio Villa
Arte a lápis da capa de Tex #693, da autoria de Claudio Villa
Arte final a preto e branco da capa de Tex #693, da autoria de Claudio Villa
Capa de Tex #693, com as cores originais de Claudio Villa
Capa de Tex #693
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Dylan Dog: Os Inquilinos Arcanos
Colecção Bonelli #10 Prefácio de Filipe Melo
Os Inquilinos Arcanos Tiziano Sclavi (argumento)Corrado Roi (desenho) O Grande Nevão Luighi Mignacco (argumento)Enrique Breccia (desenho)
Dançando com um desconhecido Barbara Baraldi (argumento)Nives Manara (desenho) Levoir/PúblicoPortugal, 14 de Junho de 2018, 190 x 260 mm, 120 p., pb, capa dura 10,90 €
O toque dos extremos
Diz-se que os extremos se tocam e isso acontece nesta colecção Bonelli, que a Levoir e o Público disponibilizaram ao longo de 10 – parcas? -semanas. Abriu e fecha agora da mesma forma: com um volume de histórias curtas, coloridas, de dois dos mais carismáticos – e populares – heróis da Casa das Ideias: então Tex, agora Dylan Dog. No entanto, pouco mais liga os dois volumes.
Em A Lenda de Tex, as histórias curtas exploravam facetas diferentes de um herói com um percurso de décadas, agora, neste Os Inquilinos Arcanos, as três histórias – ou serão cinco? – mostram o detective do pesadelo exactamente como ele é: mero peão em investigações paranormais, repletas de paradoxos temporais, enfrentando fantasmas, zombies ou algo (ainda) mais inexplicável, inseguro como sempre, como sempre apaixonado pelas belas mulheres com quem se cruza, com o toque de humor absurdo proporcionado por Groucho, e a omnipresença das dúvidas persistentes do inspector Bloch da Scotland Yard, rendido sim, mas nunca convencido…
São três histórias – ou serão cinco? – de final bastante aberto, com o inexplicável deixado à nossa consideração e à nossa interpretação, com o que se desenrola perante os nossos olhos a levantar mais dúvidas do que certezas. Duas histórias – ou serão quatro? – assinadas – e que bem assinadas! – por, tão só, nomes da dimensão de Corrado Roi e Enrique Breccia e ainda mais uma – só uma, mesmo! – por Nives Manara… irmã do Manara que vos veio de imediato à ideia, distante do virtuosismo deste, apesar de alguma proximidade gráfica notória.
Três relatos – ou serão cinco? – que introduzem ou fazem revisitar o detective do pesadelo com cara de Rupert Everett, ex-alcoólico, não fumador e vegetariano, e nos deixam com vontade de ler e descobrir mais. Um pesadelo desejado que talvez se possa concretizar mais cedo do que nos atrevíamos a sonhar…
*Pedro Cleto, Porto, Portugal, 1964; engenheiro químico de formação, leitor, crítico, divulgador (também no Jornal de Notícias), coleccionador (de figuras) de BD por vocação e também autor do blogue As Leituras do Pedro
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Capa do volume 10 da Colecção Bonelli – Dylan Dog & Os Inquilinos Arcanos
Por Levoir
* Chega hoje às bancas o décimo e último volume da Colecção Bonelli, intitulado “Dylan Dog – Os Inquilinos Arcanos”..
Depois de ter protagonizado o terceiro volume, com o clássico Johnny Freak, Dylan Dog regressa para encerrar esta colecção, num volume que recolhe três histórias curtas a cores. A primeira, “Os Inquilinos Arcanos“, é uma história em três capítulos autónomos, mas que se completam, publicada originalmente na revista Comic Art. Assinada por Tiziano Sclavi, o seu criador e por Corrado Roi, um dos melhores desenhadores da série Dylan Dog, “Os Inquilinos Arcanos” centra-se nos estranhos fenómenos que afectam um edifício em Londres, o condomínio Castevet.Apesar do número reduzido de páginas, todos os elementos que caracterizam o trabalho de Sclavi estão presentes de forma concentrada, começando pelo humor negro, o toque surreal e as homenagens e citações. Ilustrada por Corrado Roi, cujo fabuloso trabalho é perfeito na criação do ambiente opressivo, esta história em três partes tem também a singularidade de ser umas das raras aventuras de Dylan Dog em que este troca a habitual camisa vermelha, que se tornou a sua imagem de marca, por uma simples camisa branca.As outras duas histórias que completam esta edição, foram publicadas na revista Dylan Dog Color Fest. “O Grande Nevão“, assinala a estreia do argentino Enrique Breccia (“A Vida de Che“) na Bonelli, aproveitada pelo argumentista Luigi Mignaco para fazer uma bela homenagem à mais importante BD argentina, El Eternauta, de Oesterheld e Solano Lopez.Finalmente, em “Bailando com um Desconhecido“, Nives Manara ilustra uma história de fantasmas escrita por Barbara Baraldi. Uma história com uma sensibilidade bem feminina, escrita por uma fã de Dylan Dog que se tornou uma das principais argumentistas da série e ilustrada com uma delicadeza também feminina por Nives Manara, a irmã mais nova de Milo Manara, bem reveladora da dimensão feminina de Dylan Dog, uma série de que muitas fãs e leitoras se tornam também autoras.Características deste volume 10 da Colecção Bonelli Tradução – João Miguel Lameiras
Prefácio – Filipe Melo
Capa dura
Cores
Nº páginas – 120
Formato – 190 x 260mm
Preço 10,90€
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Apesar de Tex Willer não ser publicado na Bulgária, Alexander Vachkov-Sash, um conceituado desenhador búlgaro, é um grande fã e coleccionador do Ranger Tex Willer e tem como um dos maiores sonhos desenhar o nosso intrépido herói para a Sergio Bonelli Editore.
Alexander Vachkov-Sash, de 49 anos é um frequentador assíduo do blogue português do Tex e tem muita qualidade, inclusive para desenhar Tex Willer como se comprova de seguida através de uma maravilhosas arte (a aguarelas) do Ranger enviada pelo próprio Alexander Vachkov-Sash que teve a gentileza de nos enviar esperando que seja apreciada pelos nossos inúmeros leitores, mas também pelos responsáveis da Sergio Bonelli Editore que assiduamente visitam o nosso blogue.
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