“Os predadores do deserto”, o livro de Tex com a chancela da Polvo n’As Leituras do Pedro

“Os predadores do deserto”, de Claudio Nizzi e Bruno Brindisi, Polvo 2019

Tex: Os predadores do deserto
Colecção
Tex Romance Gráfico #6

C
l
audio Nizzi (argumento)

Bruno Brindisi
(desenho)

P
olvo

Portugal
, Abril de 2019

2
45 x 185 mm, 232 p., pb, capa mole com badanas

1
6,99 €

No deserto como no oceano.

Lançado pela Polvo no final de Abril último, para aproveitar a presença do seu desenhador, Bruno Brindisi, na 6.ª Mostra do Clube Tex Portugal, na Anadia, Os Predadores do Deserto tem uma particularidade que o liga à obra de um dos nomes maiores da banda desenhada, como podem descobrir a seguir, no texto que escrevi como introdução à edição portuguesa.

Publicado inicialmente em Junho de 2002, Os Predadores do Deserto, décimo-sexto livro da colecção Albo Speciale (também conhecidos como Texone, os Tex Gigante brasileiros) este é um álbum diferente de Tex.

“São todos diferentes”, dirão alguns, mas este destaca-se pela sua construção narrativa.
Escrito por Claudio Nizzi – como quase todos naquela colecção durante bastante tempo – segue de perto – tão de perto quanto possível, sendo conhecidas as substanciais diferenças entre o deserto e o oceano – e de forma assumida, a estrutura narrativa de A Balada do Mar Salgado, a mítica aventura de 1967 que assinala a estreia de Corto Maltese, o alter-ego de Hugo Pratt, numa obra que é claramente uma homenagem a este autor.

Vejamos então alguns dos seus pontos de contacto.

A obra original, abre com Corto a vogar ao sabor das ondas, amarrado numa jangada, algures no meio do oceano. Neste álbum, é Kit Willer quem jaz inanimado, ao sol, em pleno deserto, ante a ameaça latente de abutres que esvoaçam por cima dele. Num caso e noutro são encontrados por um barbudo mal-encarado, o malévolo Rasputine na obra de Pratt, a quem Bruno Brindisi foi buscar as feições e a compleição para o seu Monkey. Se o refugiado de origem russa se haveria de revelar um multi-facetado ladrão e assassino, com uma estranha relação de quase amor/ódio por Corto, com quem se reencontraria ao longo dos tempos, umas vezes como adversário fidagal, outras como aliado temporário, o vilão de Nizzi e Brindisi, mais transparente e uni-dimensional, inevitavelmente terá menos sorte com Tex. Em ambos os casos, os (pseudo) salvadores – movidos pelo interesse, não pela humanidade ou razões altruístas – levarão os resgatados – presos – para a sua base.

Um e outro têm como mentor e líder um fugitivo da justiça, com um segredo no passado que terá influência no desenvolvimento da acção futura, que domina pelo terror e defende objectivos interesseiros: o Monge em Corto, o Pregador em Tex. As referências religiosas não são vãs, pretendem vincar o domínio – com um toque de sobrenatural? – que um e outro exercem sobre os seus comandados, a submissão e obediência quase de corpo e espírito que um e outro exigem.

Mais uma vez, tal como em A Balada do Mar Salgado, o cativo Kit Willer receberá uma companhia feminina. Se as mulheres eram omnipresentes em Corto, um romântico incurável, a sua presença – sempre mais anódina do que alguns leitores desejariam – é menos habitual nas aventuras do ranger – pelo menos nas aventuras da época deste Os Predadores do Deserto, pois os últimos anos têm assistido a uma evolução – contida e compassada – nesta área.

Dessa forma, a memorável Pandora leva grande avanço no impacto que provoca em Corto e na imagem perene que deixou na mente dos seus leitores, enquanto que Liza – embora tendo também assinalável protagonismo – será mais facilmente esquecida. Isso não contraria o facto que esta última – tal como Pandora… – não se torne um alvo da cobiça e da luxúria masculina e, por isso, decisiva no rumo que o relato acabará por tomar.

Poderia continuar neste rumo, indicando outros similitudes entre A balada… e Os Predadores… mas será bom que os deixe para serem descobertos pelos leitores.

No entanto, apesar da sua construção, esta não é uma aventura texiana que fuja aos habituais padrões que Gianluigi Bonelli, primeiro, e os seus sucessores foram cultivando ao longo de mais de sete décadas. Nela, a procura de um bando de ladrões e assassinos junta-se à busca por Kit, levando Tex e os seus pards a atravessarem pradarias e desertos, num afã misto de detective e de cão de caça, até ao sempre inevitável confronto, onde as surpresas serão desfeitas e as dúvidas esclarecidas. Pelo caminho encontraremos foras-da-lei e índios, acompanharemos confrontos e perseguições, assistiremos a surpresas e tiroteios. Tudo aquilo que é de esperar de um bom western tradicional.

Aproveitando a base de que partiu, Nizzi aproveita para dividir o protagonismo deste relato pelos quatro pards habituais, sozinhos e/ou em grupo reduzido, não se abstendo mesmo de, muitas vezes, fazer avançar a acção na sua ausência, através do acompanhamento de outros dos intervenientes, como forma de manter o leitor a par – de forma alargada e privilegiada até – dos acontecimentos que vão tendo lugar em diversos locais, permitindo-lhe antever – antes do habitual protagonista – as diferentes motivações que movem os fora-da-lei ou a forma como uns e outros acabarão por se encontrar.

Bruno Brindisi, que nasceu em Salerno, Itália, em 1964, foi o desenhador escolhido por Sergio Bonelli para este Albo Speciale, para trilhar um caminho onde já tinham brilhado grandes nomes da banda desenhada como Guido Buzelli, José Ortiz, Jordi Bernet, Alfonso Font ou Joe Kubert. Ou, depois dele, Pasquale Frisenda, Massimo Rotundo ou Enrique Breccia, como a Polvo já nos permitiu comprovar.

‘Descoberto’ entre a ‘prata da casa’ Bonelli, Brindisi teve aqui o seu primeiro (e grande) desafio em Tex, sendo obrigado a mudar-se dos ambientes citadinos de Dylan Dog, Nick Raider ou Martin Mystère, para o Velho Oeste Selvagem. Embora claramente mais à vontade em espaços fechados onde pode dar largas à sua técnica de preto e branco, baseada em jogos contrastados de luz e sombras, recriou com bastante credibilidade os vastos abertos do deserto e, com bastante distinção, ultrapassou aquele que é recorrentemente um dos maiores obstáculos para quem se inicia em Tex (ou em qualquer outro western): o desenho dos cavalos.

Em termos de planificação Brindisi ‘foge’ com frequência à mais rígida grelha de 2 x 3 vinhetas, com casas de maior dimensão horizontais mas também verticais, que ajudam a ritmar a leitura e conferem ao leitor uma visão mais alargada sob o campo onde decorre a acção.

Desta forma, sem se aterem à homenagem que lhes serviu de base, Nizzi e Brindisi oferecem aos leitores um western consistente, na linha das grandes produções cinematográficas e das míticas séries de BD que fizeram deste um género de eleição..

*Pedro Cleto, Porto, Portugal, 1964; engenheiro químico de formação, leitor, crítico, divulgador (também no Jornal de Notícias), coleccionador (de figuras) de BD por vocação e também autor do blogue As Leituras do Pedro

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EXCLUSIVO!!!!!! – BOMBA!!!! Brad Barron ESTREIA no Brasil com o selo da Graphite Editora

Por Wagner Macedo

* Brad Barron é a mais recente aposta Bonelli no Brasil.
* Edições em formato italiano com 320 páginas, das quais 20 de matérias em cada volume.
* Tradução de Fernando Brito, Curador da Versátil Home Video
* Vendas também através do Catarse

Temos orgulho de anunciar que entre os meses de Setembro e Outubro, um personagem inédito da Editora Bonelli desembarcará em terrra Tupiniquins, explodindo a Nave Mãe e apavorando os Ets: BRAD BARRON!

Esta novidade está sendo trazida pela também jovem e ousada Graphite Editora. A revista terá 320 páginas, formato italiano 16 x 21 cm, com orelhas e cobrirá os 3 primeiros volumes da mini-série com 18 volumes de Brad Barron, inclusive está nos planos trazer, os 6 volumes denominados Speciale de Brad Barron, totalizando assim 12 volumes de muita Fantascienza para saciar a sede de todos os fãs Bonelianos.

O papel escolhido para a impressão da obra já é conhecido, contudo, ainda não havia sido utilizado em impressões de material da Bonelli italiana, nem pelas editoras brasileiras que publicaram Bonelli até o presente momento, segundo nossas pesquisas. Portanto, vamos descartar papel couché, papel jornal e offset (este último então, argh! Em nossa opinião não valoriza a arte realizada em nanquim, por ser um papel muito alvo, além de prejudicar a leitura).


A publicação terá por volta de 20 páginas de matérias e uma possível entrevista com Tito Faraci.
Além de tudo isso, o nosso bolo tem uma cereja a mais, pois o nosso tradutor será ninguém mais, ninguém menos que Fernando Brito, Curador da Versátil Home Video, especializado em cinema italiano e diversos outros géneros do cinema e literatura além de, obviamente, fã inveterado dos quadradinhos italianos.

Por fim, em breve estaremos lançando a página do Projecto no Catarse com recompensas exclusivas para os apoiadores, contamos a paixão de vocês nessa jornada.
Pedimos autorização à Sergio Bonelli Editore para adicionarmos 3 Cards 10 x 15 cm com as imagens das capas originais italianas para agregar as recompensas.

Estamos trabalhando a possibilidade da aquisição de direitos de publicação de novos personagens, mas por enquanto é segredo…
Muito obrigado a todos, em especial ao grande pard ZECA.

Apresentação Brad Barron:

Um homem que decidiu não sucumbir, não se render à terrível ameaça dos Morbs..

Brad Barron é um homem como tantos outros, que, no dia da invasão por parte dos terríveis Morb vê os seus entes mais queridos serem levados: a sua esposa Gloria e a sua jovem filha Lucy.

Brad Barron é um homem de ciência, um professor de biologia, autor de um tratado sobre a hipótese de vida extraterrestre, uma hipótese que tem a oportunidade de verificar, contra a sua vontade, na própria pele… Brad Barron é um ex-soldado, um veterano que lutou com o exército dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial, participando do desembarque aliado na Normandia, ganhando duas medalhas por bravura, uma indelével cicatriz na sua face e um rasto de memórias dolorosas escavadas na alma. Brad Barron é um prisioneiro, o Número 9, uma das cobaias favoritas dos Morb: tenaz, indomável, quase incontrolável e, portanto, particularmente interessante de estudar pelos cientistas extraterrestres.

Um lobo solitário em busca de liberdade, para si próprio e para o seu mundo esmagado por uma raça alienígena determinada a transformá-lo numa colónia.

Um homem sem paz em busca de família desaparecida; no fundo, uma América onde o sonho de prosperidade e  da vida pacata dos anos cinquenta é quebrado devido à terrível invasão. Uma aventura que vai levá-lo a conhecer as muitas faces da natureza humana, as virtudes e a diminuição da população terrestre: do desejo de redenção ao desespero por ter visto a sua própria vida mudar o seu curso, talvez para sempre, por causa de um evento incontrolável como um ataque a partir das profundezas do cosmos.

A procura de Brad é implacável, com o bafo do inimigo sempre no seu pescoço. Mil são os obstáculos que deve superar, das terríveis criaturas alienígenas que tentam barrar o seu caminho aos confrontos com os soldados Morb, tudo isso acrescido com a dificuldade para sobreviver num planeta Terra que a invasão está a mudar radicalmente. Nas suas histórias, Brad estará envolvido com os mais diversos géneros narrativos: da ficção científica ao hard-boiled, do horror ao western, do noir ao drama sentimental.

Um herói à força, de cuja tenacidade o destino da humanidade parece depender.


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Do esboço inicial à capa final de Tex Willer #6 (“Coyoteros”), passando pelas cores originais de Maurizio Dotti

No passado dia 20 de Abril a Sergio Bonelli Editore publicou a edição número 6 de Tex Willer (a nova série dedicada ao jovem Tex e que traz as aventuras de Tex quando ele ainda era um fora-da-lei!), intitulada “Coyoteros” que contém a segunda parte de uma história escrita por Mauro Boselli e desenhada por Bruno Brindisi!

Maurizio Dotti exibe as artes originais da capas nº 6 e 7 de Tex Willer

A capa deste sexto número, tal como as cinco anteriores e as que se seguirão nesta nova colecção, é da autoria do conceituado desenhador Maurizio Dotti, capa essa que divulgamos hoje aqui no blogue do Tex acompanhada dos esboços iniciais, assim como da arte finalizada a tinta da china e ainda da capa original pintada pelo próprio Maurizio Dotti, devido à gentil cortesia do próprio Dotti:

Esboço inicial da capa de Tex Willer #6, da autoria de Maurizio Dotti

Esboço complementar da capa de Tex Willer #6, da autoria de Maurizio Dotti

Arte final a preto e branco da capa de Tex Willer #6, da autoria de Maurizio Dotti

Capa de Tex Willer #6, com as cores originais de Maurizio Dotti

Capa de Tex Willer #6

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As VINTE E QUATRO histórias de TEX desenhadas por FABIO CIVITELLI, desenhador que estará presente na Comic Con 2019

Por José Carlos Francisco

Fabio Civitelli CONFIRMADO na Comic Con Portugal 2019

Como foi recentemente anunciado oficialmente, o consagrado desenhador italiano de Tex, FABIO CIVITELLI (possivelmente o mais conhecido e aclamado desenhador actual – há já mais de 30 anos! – do ranger) será uma das estrelas presentes na Comic Con 2019 (evento a realizar em Oeiras, de 12 a 15 de Setembro) para a categoria BD & Literatura, um talento trazido pelo Clube Tex Portugal e que certamente a editora Polvo, chancela de Rui Brito, irá aproveitar para lançar, pelo menos, mais um livro dedicado a uma das suas duas colecções dedicadas ao Ranger:  TEX – ROMANCE GRÁFICO e UNIVERSO TEX.

Fabio Civitelli

Como forma de auxiliar o editor Rui Brito numa eventual escolha, o Blogue do Tex publica hoje a relação completa de todas as histórias de Tex publicadas pelo autor de Arezzo, desde a sua estreia, em 1985, até à sua mais recente publicação, o Tex Color 14, lançado em Novembro de 2018, com a particularidade das histórias assinaladas, ao serem clicadas poderem ser direccionadas para as críticas de Mário João Marques e Pedro Cleto a essas mesmas histórias:

Página (original) nº 40 de Tex 554 da autoria de Fabio Civitelli

– I due killer (1985) – Argumento de Claudio Nizzi contendo 182 páginas e publicada em Tex 293 a 295
– Omicidio a Corpus Christi (1986) – Argumento de Claudio Nizzi contendo 257 páginas e publicada em Tex 304 a 307
– Pista di morte (1987) – Argumento de G. L. Bonelli contendo 158 páginas e publicada em Tex 319 a 321
– La città corrotta (1987) – Argumento de G. L. Bonelli contendo 110 páginas e publicada em Tex 323
– Gli spiriti della notte (1989) – Argumento de Claudio Nizzi contendo 369 páginas e publicada em Tex 346 a 349
– Agguato nella miniera (1991) – Argumento de Claudio Nizzi contendo 252 páginas e publicada em Tex 367 a 369
– Intrigo a Santa Fe (1993) – Argumento de Claudio Nizzi contendo 252 páginas e publicada em Tex 393 a 395
– Missione a Boston (1995) – Argumento de Claudio Nizzi contendo 232 páginas e publicada em Tex 414 a 416
– Il ritorno della Tigre Nera (1997) – Argumento de Claudio Nizzi contendo 278 páginas e publicada em Tex 443 a 445
– Il duello (1998) – Argumento de Claudio Nizzi e Fabio Civitelli contendo 16 páginas COLORIDAS e publicada em Specchio 119
– Il presagio (2000) – Argumento de Claudio Nizzi e Fabio Civitelli contendo 330 páginas e publicada em Tex 475 a 477
– La morte nera (2001) – Argumento de Claudio Nizzi contendo 110 páginas e publicada em Tex 493
– Ritorno a Culver City (2003) – Argumento de Claudio Nizzi contendo 220 páginas e publicada em Tex 511 e 512
– Il fuggitivo (2005) – Argumento de Claudio Nizzi contendo 110 páginas e publicada em Almanacco del West 2005

(Civitelli “apenas” desenhou – a lápis – as últimas 35 páginas desta história desenhada por Rossano Rossi)
– Tumak l’inesorabile (2005) – Argumento de Claudio Nizzi contendo 220 páginas e publicada em Tex 536 e 537
– La banda dei tre (2006) – Argumento de Claudio Nizzi contendo 220 páginas e publicada em Tex 554 e 555
– Sul sentiero dei ricordi (2008) – Argumento de Claudio Nizzi contendo 110 páginas COLORIDAS e publicada em Tex 575
– La grande sete (2009) – Argumento de Gianfranco Manfredi contendo 220 páginas e publicada em Tex 585 e 586
– La cavalcata del morto (2012) – Argumento de Mauro Boselli contendo 220 páginas e publicada em Tex Speciale (Gigante) 27
– La preda (2012) – Argumento de Mauro Boselli contendo 8 páginas COLORIDAS e publicada a 24 de Junho no jornal italiano Corriere Della Sera, no seu suplemento dominical La Lettura
– Delta Queen (2014) – Argumento de Mauro Boselli contendo 160 páginas COLORIDAS e publicada em Tex Color 5
– Il segno di Yama (2016) – Argumento de Mauro Boselli contendo 330 páginas e publicada em Tex 673 a 675
– Il segreto di Lilyth (2018) – Argumento de Mauro Boselli contendo 50 páginas e publicada em Tex Magazine 70 anni
– L’apache bianco (2018) – Argumento de Chuck Dixon contendo 32 páginas COLORIDAS e publicada em Tex Color 14

Página de L’apache bianco, da autoria de Fabio Civitelli

Caro leitor do Blogue Português do Tex, se quiser colaborar nesta “brincadeira” e indicar, na forma de comentário, qual a história que você escolheria para publicar, caso fosse o editor de Tex em Portugal, força, nós agradecemos a sua participação 🙂

Fabio Civitelli a desenhar no seu Estúdio

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A capa, o título e a sinopse de Tex Willer #6 e ainda a capa de Tex Willer #7

No dia 20 deste mês de Junho, a Mythos Editora vai lançar, no Brasil, o volume número 6 da recente série dedicada ao jovem Tex Willer. Trata-se de uma edição no formato italiano, com as dimensões  15,0 x 21,0 cm, contendo 68 páginas em preto e branco com um preço de venda ao público de 14,90 Reais, cuja capa, da autoria de Maurizio Dotti, mostramos de seguida:

Tex Willer nº 6

Tex Willer nº 6

COIOTEIROS!
Texto: Mauro Boselli *   Desenhos: Bruno Brindisi
Um grupo de jovens audaciosos adentra os selvagens territórios da fronteira para salvar as mulheres e o bebé raptados dos ranchos nas redondezas de São Tomás. Mas os caçadores correm o risco de virar presas quando se vêm cercados por uma horda de apaches sanguinários.
*Um esclarecimento quanto ao título: “Coioteiro“, caçador de coiote. Refere-se ao nome da tribo de índios abordada na história.

Para estar a par de todos os lançamentos bonellianos da Mythos Editora neste mês de Junho, inclusive ver as capas e sinopses de todas as edições, clique AQUI!

Voltando à série Tex Willer, dia 20 de Julho, teremos a edição nº 7, cuja apresentação damos também a conhecer já hoje:

Tex Willer nº 7

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