Apresentação UGOLINO COSSU: Desenhador de Tex presente em Anadia nos dias 9 e 10 de Maio integrado na 11ª Mostra do Clube Tex Portugal

Por Mário João Marques

Ugolino Cossu estará em Anadia nos dias 9 e 10 de Maio para deleite dos fãs de Tex

Ugolino Cossu nasceu em Roma a 18 de agosto de 1954 e formou-se em Decoração na Accademia de Belas Artes da sua cidade natal. Iniciou a carreira nos estúdios de Romano Mangiarano e Alberto Giolitti. Colaborou com a Eura Editoriale e, em 1977, desenhou para o mercado britânico na revista Tales of Kathy Jane e para o germânico Gespenster. Regressou a Itália em 1980, colaborando com a revista Orient Express (Il colore del vento, 1984) e para a Comic Art com a saga de fantasia do repórter Dan Morrison. Nos anos 1990 entrou na Sergio Bonelli Editore, desenhando várias histórias de Dylan Dog. Desde 2008, desenha Tex, tendo a sua estreia ocorrido no Maxi Tex 12, com a aventura Lo squadrone infernale, escrita por Claudio Nizzi. O seu estilo limpo combina realismo gráfico, domínio do preto e branco e uma atmosfera intensa que varia conforme o género, traduzido numa experiência visual sempre poderosa e envolvente.

Ugolino Cossu e Tex estarão no Museu do Vinho Bairrada, em Anadia, nos dias 9 e 10 de Maio de 2026

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A arte a preto e branco e as cores originais de Claudio Villa para a capa de Tex #783

Tex #783 – I comancheros di Fort Harper
Argumento: Pasquale Ruju
Roteiro: Pasquale Ruju
Desenhos: Alfonso Font
Capa: Claudio Villa
Lançamento: 8 de Janeiro de 2026

Jason Hanger ainda está à caça do dinheiro do roubo na agência indígena de Santa Clara River…  Ele apanhou e puniu Brendan Cassel, o seu lugar-tenente, mas Vivien, a amante traidora, está em fuga com a jovem filha… E é ela quem está com o saque!… Enquanto Tigre e Kit seguem a trilha dos rebeldes Piutes liderados por Nakash, Tex e Carson chegam a um antigo forte abandonado, agora um esconderijo para os implacáveis ​​​​comancheros de Remo Mendez!

A capa como habitualmente, e como citamos acima, é de Claudio Villa, capa essa que devido a nova  gentileza do artista vamos dar a conhecer de seguida, através versão original a preto e branco e da versão colorida pelo próprio Villa.

A arte original a tinta da china de Claudio Villa para a capa de Tex #783

As cores originais de Claudio Villa para a capa de Tex #783

Capa de Tex #783

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Vídeo: Conheci o MAIOR FÃ DO TEX no ANIME BEACH em Tramandaí

28/12/2025 – Fui ao Anime Beach, um dos maiores eventos de cultura geek do litoral gaúcho, em Tramandaí, e acabei vivendo uma das experiências mais inesperadas do evento: conheci simplesmente o MAIOR FÃ DO TEX que você vai ver na vida! Neste vídeo, você vai encontrar: Uma conversa apaixonada sobre Tex Willer, o lendário herói dos quadrinhos. Curiosidades, histórias e devoção real de um fã que vive o personagem: Adão Ávila
Assista até o final, deixe seu like, comente o que achou e diga: Você também é fã do Tex? Ou conhece alguém tão apaixonado quanto?

IA (Inteligência Artificial) redesenha capas de Tex da autoria de Claudio Villa

Claudio Villa

Claudio Villa:
“Objetivamente, o ‘trabalho’ da IA ​​torna um desenho real.
Paradoxalmente, é isso que procuro pessoalmente sempre que desenho.
O resultado que obtenho é fruto da destilação de anos de estudo, de experiência, do “armazém de imagens” que tenho na cabeça, do desenvolvimento de uma linha estilística.
O que a IA faz é recalibrar a luz, as sombras, as dobras das roupas segundo esquemas de cálculo codificados para que sejam o mais reais possível, quem sabe quantas fotografias do seu imenso “armazém” retirou para encontrar “a cena” com a imagem de referência proposta.
No fundo partimos de uma imagem fruto da imaginação (sem referências, quando há digo sem problemas) de um desenhador “normalizado”, tornado realista, portanto adeus ao estilo, tipo e característica do sinal utilizado, dos “dispositivos gráficos” para comunicar um conceito através de uma imagem.
Noto que hoje atravessamos esse emaranhado de floresta, que torna “fácil” a vida de quem não sabe desenhar e torna “inútil” a habilidade de quem sabe desenhar, colocando-os no mesmo patamar de diversão, onde o fator discriminador está apenas nos olhos de quem observa e, quem sabe, percebe as diferenças.
Vários níveis de cultura estão em jogo.
Para quem fez da sua vida um serviço de comunicação (contar histórias através do desenho), é o feito mais difícil alguma vez alcançado.
Sublinho que sem imagens de referência a IA é uma marioneta imóvel no chão, enquanto a poesia de um artista se expressa através de traços, sinais talvez pouco convencionais, mas que derivam de um sonho.
A diferença está entre quem sabe sonhar e quem não sabe.
Nisso, a IA está derrotada desde o início, por enquanto.”

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