Luiz Eugênio Barroca, de Maceió, município brasileiro, capital do estado de Alagoas, na Região Nordeste do imenso território sul americano, é um ilustre cidadão brasileiro que profissionalmente chegou a ser presidente do Itec, tendo inclusive sido agraciado com a Medalha Sílvio Vianna por ter gerenciado o órgão de 2007 a 2011, tendo encabeçado, entre outros trabalhos importantes, a elaboração do Portal da Transparência.
Luiz Eugênio Barroca iniciou como estagiário no antigo Instituto de Processamento de Dados e chegou a ser presidente do órgão de tecnologia estadual
Luiz Eugênio Barroca também é desde 16 de Agosto de 2017 um ilustre sócio do Clube Tex Portugal, porque no campo da Nona Arte é um veterano leitor de banda desenhada, sendo igualmente um grande fã, coleccionador e conhecedor do Mundo de Tex Willer, assim como da maioria dos fantásticos personagens publicados pela Sergio Bonelli Editore, os denominados fumetti.
Luiz Eugênio Barroca, ilustre sócio do Clube Tex Portugal, exibindo exemplares seus da revista do Clube Lusitano
Mas para além de leitor e apreciador de quadrinhos, como são chamados os quadradinhos no Brasil, Luiz Eugênio Barroca é um excelente crítico a ponto inclusive de ter um canal no Youtube que é muito apreciado e sobretudo muito qualificado devido às qualidades natas do Luiz Eugênio.
Luiz Eugênio Barroca apresentando o programa Vitrine dos Quadrinhos
Canal esse que se intitula Vitrine dos Quadrinhos e que apesar de ter ainda menos de um mês de vida, já tem mais de oito dezenas de subscritores e cujos vídeos são vistos por dezenas de fãs e apreciadores da Nona Arte. A cada novo programa, Luiz Eugênio, que tem uma excelente dicção fica mais fascinado com esta sua nova cria, fascínio esse que transparece em todos os seus programas realizados até ao momento, com a particularidade de em todos eles falar sempre inicialmente de Tex, fazendo a conclusão dando espaço a outro personagem Bonelli, como mostramos de seguida em dois vídeos (o inaugural e o mais recente) realizados até ao presente e que damos a conhecer a todos os nossos leitores devido à paixão, mas sobretudo à mestria com que Luiz Eugênio fala dos mais variados temas relacionados com o Mundo do Ranger ao mesmo tempo que recomendamos uma visita ao canal Vitrine dos Quadrinhos para poder assistir a todos os restantes vídeos já publicados:
A Sergio Bonelli Editore apresentou uma prévia do Color Tex nº 17, o próximo álbum da série semestral a cores do Ranger, intitulado Gli amanti del Rio Grande, escrito por Jacopo Rauch e desenhado por Sandro Scascitelli(destaque para o facto de Scascitelli voltar a ser o desenhador de um Color Tex, depois da sua estreia em 2014 com a edição nº 4 numa história breve e depois de se ter estreado também com as histórias longas em 2018, no volume nº 13), com cores de Oscar Celestini, sendo a capa da autoria de Claudio Villa.
Capa do Color Tex nº 17, da autoria de Claudio Villa
O já habitual Color Tex de Verão (na Europa) será distribuído pela Sergio Bonelli Editore a partir do dia 6 de Agosto de 2020. Trata-se então da edição número 17 e conterá, obviamente, uma história a cores, de 160 páginas.
De seguida, o enredo da história e algumas páginas deste próximo Color Tex:
Tom nunca se esqueceu de Ruby, a bela cantora que lhe roubou o coração num saloon de Laredo. Mas no presente Ruby é a esposa de don Manuel Delgado, rico proprietário mexicano que negoceia com o rancho para o qual Tom trabalha. E quando, durante uma compra de cavalos, Ruby pede-lhe para levá-la com ele, Tom não pode dizer-lhe que não. É uma decisão perigosa, inclusive para os seus companheiros, que passam a ser perseguidos, a sul do Rio Grande, pelos pistoleiros contratados por Don Manuel para recuperar a esposa… Para sorte deles, Tex e Carson também se encontram por aquelas bandas…
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Com roteiro de Pasquale Ruju, Tex chega ainda esse ano a “Guatemala” pelas mãos do grande mestre das aquarelas Stefano Biglia.
Nós sabemos que, na maioria das vezes, acompanhamos nosso herói em aventuras na América do Norte, seja em seu país, Estados Unidos, ou mesmo, no Canadá ou México, graças a alguns de seus amigos, como Gros-jean, Jim Brandon e Montales. Mas, em que outros países americanos ele se aventurou, você sabe? Bem, considerando que as histórias se passam entre 1860 e 1890, tomemos como base o mapa abaixo, de 1875.
Pois é, Tex já esteve desde o extremo norte da América, no Alasca, comprado pelos Estados Unidos a Rússia em 1867, até o extremo sul, na Patagônia, Argentina. Assim, além das terras americanas do Norte, nosso Ranger do Texas passou também por países das Américas Central e do Sul, tais como: Argentina, Bolívia, Chile, Cuba, Panamá e Peru.
Em Horda Selvagem (L’Orda Selvaggia), publicada originalmente na Itália no Tex Serie Osages (Talão de Tiras) N° 1/1963 – Edizioni Araldo e no Brasil no N° 8 da Editora Vecchi em 1971, Tex e Carson deixam as pradarias do EUA e se deslocam pela primeira vez à América do Sul (Argentina, Bolívia, Peru, Chile). Na história, os Rangers saem à caça da quadrilha “The Wild Bunch (Horda Selvagem), mas jamais se encontram frente a frente com Butch Cassidy e Sundance Kid, seus líderes. Depois de vários confrontos com membros do bando e muita perseguição, eles chegam até a Bolívia, onde o cerco se fecha sobre os dois últimos sobreviventes, justamente Cassidy e Sundance, em San Vicente.
Em o Solitário do Oeste, iniciado em Tex 163 (Vecchi) e concluído em Tex 165, O Rosto do Traidor (RGE), publicada na Itália em 1981 (Tex 250 a 252), Kit Willer, após presenciar a morte de um de seus melhores amigos Navajo, por um bando de Apaches fugitivos, cai em um estado de melancolia. Para aliviá-lo, O’Sullivan, o leva em uma expedição científica ao Panamá, juntamente com fuzileiros navais, para estudar a possibilidade de se abrir um canal que liga os oceanos Atlântico e Pacífico. Algum tempo depois, informado por seu amigo coronel Turner que a missão poderia ser sabotada. Tex se junta a Kit e acompanhando a expedição chegam a Porto Belo, na Colômbia, onde participam de uma aventura repleta de mosquitos, índios hostis, calor, cobras e aranhas, e são ameaçados por um misterioso traidor infiltrado no grupo.
Em Alaska!, publicada na Itália no Maxi Tex 17 de 2013 e no Brasil no Tex Anual 15 – O Deus Canibal, Tex e Carson vão ao gélida região, a pedido do velho amigo Gros-Jean, para ajudar a resolver uma controvérsia entre índios Tlingits e caçadores de baleias. Um desentendimento que corre o risco de desandar em uma guerra sangrenta. Mas para os nossos heróis esses problemas são só o começo. Vindos das desconhecidas regiões do Norte os lendários guerreiros-lontras sequestram duas índias Tlingits. A expedição para tentar encontrar as jovens vivas os levará por florestas de espíritos, por terras habitadas por índios hostis, até as inacessíveis montanhas do norte dominadas pelo demônio canibal Hamatsa!
Edição americana de Patagônia.
Em Patagônia, publicado em 2009 tanto na Itália quanto no Brasil, no Texone, Tex recebe do oficial Argentino, Ricardo Mendoza, velho conhecido do Ranger e de Montales, que lhe pede ajuda e consultoria para uma missão delicada: penetrar nas terras dos índios da Patagônia, negociar a liberação de um grupo de prisioneiros e punir os culpados de um ataque sangrento. Sabendo que Mendoza é um homem honrado e que a expedição tem como objetivo último a paz e a convivência com os índios dos pampas, Tex aceita partir, junto com Kit Willer, em direção ao outro lado do continente!
Em Os rebeldes de Cuba, publicado em 2010 na Itália e no Brasil no Tex Gigante, o jovem Matt Picard, filho de um amigo de Montales que trabalha no Ministério da Guerra dos Estados Unidos, é sequestrado pelos seguidores de uma seita misteriosa que pratica o culto da Santeria. Montales pede a Tex para acompanhá-lo a Cuba numa missão delicada e difícil, oficialmente não autorizada: deverão pedir ajuda à resistência cubana, que combate uma guerra desesperada contra o impiedoso exército espanhol, para chegar à região selvagem onde o ambicioso e louco Rayado mantém o menino prisioneiro. Mas Tex e Montales, confundidos com espiões, serão forçados a se envolver na guerra de libertação.
Ainda em 2020, com roteiro de PasqualeRuju, o Ranger do Texas vai volta a América Central, mas especificamente a Guatemala em uma história de quase 400 páginas desenhada por três anos e meio por Stefano Biglia.
Stefano Biglia na SBE com uma das pranchas / páginas do Tex “Guatemala”.
Stefano Biglia na SBE com mais uma das pranchas / páginas do Tex “Guatemala”.
Na história, Tex e Carson chegam à cidade de Chihuahua, no México, onde encontram o seu amigo Montales. Com ele, partem para a Guatemala e, como descreve o próprio desenhista, iniciam uma história cheia de aventura, com paisagens de tirar o fôlego e com fortes cores exóticas.
Como vários desenhistas da Sergio Bonelli Editore, o ilustrador antes de iniciar suas pranchas fez vários estudos histórico-geográficos associados a cultura e a paisagem local. Em uma de suas mídias, ele mesmo descreve sobre o envolvimento com esse trabalho, em especial: “Ainda não sei para onde esta longa história de Pasquale Ruju me levará, porém, estou documentando muito sobre esta terra e vindo a descobrir coisas que eu ignorava a existência“.
Stefano Biglia cita ainda, como exemplo: “a presença de TIKAL, uma das mais antigas e extensas cidades Maya, abandonada antes dos Conquistadores chegarem, e que vem à luz em ricas artefatos e gigantescas construções que ficaram durante séculos engolidas pela floresta“.
Todos esse estudos deram suporte, ao autor dos desenhos, tanto ao desenvolvimento de cenários, onde a longa aventura se desenrola, quanto a concepção, esboço e criação de personagens locais como “Jairo”.
Muitas vezes, nós leitores e fãs, não temos ideia de tudo que está por trás da criação de uma história em quadrinhos. Assim, toda essa preparação, serviu de base para as riquíssimas ilustrações feitas para quadrinização de “Guatemala”, as quais podem ser vistas sendo materializadas a seguir, desde o lápis inicial até a arte final (vídeo), nas lindas e inéditas pranchas aqui apresentadas.
*A ideia de levar Tex ao cinema ou à televisão vinha periodicamente à tona desde os anos 60 do século passado.
*TEX WILLER: O PISTOLEIRO, foi o título adoptado em Portugal, do filme do Ranger, “Tex e il Signore degli Abissi”, dirigido por Duccio Tessari e produzido conjuntamente pela RaiTre e pela produtora Cinecittà em 1985.
*NosCINEMAS PORTUGUESESteve a sua estreia nos cinemas Éden e Fonte Nova 2 em 14 de Outubro de 1988.
*Em VHS FOI LANÇADO EM PORTUGAL pela Mundial Video no decorrer do ano de 1989, no idioma inglês e com legendas em português.
Por José Carlos Francisco (texto) e Nuno Colection (fotos)
Capa da caixa VHS do filme Tex, o Pistoleiro,
Modelado sob o físico e o rosto de Gary Cooper, um dos mais populares actores de cinema no género western, Tex é desde o seu início uma personagem cinematográfica, não só pelo seu ritmo alucinante, mas também pelas súbitas mudanças de cena, de surpresas e de sequências emocionantes imprimidas pelas histórias escritas por Gian Luigi Bonelli, assim como pelos desenhos de Aurelio Galleppini.
Cartaz do filme “Tex, o Pistoleiro”, em exibição nos cinemas Éden e Fonte Nova 2
O cinema, porém, só descobriu Tex com grande atraso, ainda que, no decurso dos anos setenta do século passado, estivesse quase a ser produzido um filme dirigido por Enzo G. Castellari, com Charlton Heston no papel do célebre Ranger, mas como por vezes acontece, a ideia não passou disso mesmo e Tex somente chegou aos grandes ecrãs em 1985 no filme “Tex e il signore degli abissi” (em Portugal: “Tex, o Pistoleiro”, com estreia nos cinemas Éden e Fonte Nova 2 a 14 de Outubro de 1988), dirigido por Duccio Tessari e produzido conjuntamente pela RaiTre e pela produtora Cinecittà.
Num primeiro momento, para o papel de protagonista, já oferecido a Giuliano Gemma (02-09-1938 – 01-10-2013), que tinha renunciado devido a outros compromissos, fora contactado o filho de John Wayne, Patrick, mas afinal Gemma, já intérprete de muitos “western-spaghetti”, mostrou-se disponível e a escolha recaiu de novo sobre ele, e deste modo deu vida a um dos últimos westerns da sua carreira. A acompanhá-lo no elenco do filme estavam o austríaco William Berger (um Kit Carson muito bem afinado) e o italiano Carlo Mucari (um competente Jack Tigre, apesar do actor ser praticamente desconhecido na época). Complementando o elenco principal, a fascinante italiana Isabel Russinova interpretava a princesa Tulac, outro italiano, Flavio Bucci, representava o sacerdote Kanas, o espanhol Aldo Sambrell, o “vilão” de tantos outros westerns, desempenhava o papel do bandido El Dorado, o alemão Peter Berling fazia de El Morisco, e Gian Luigi Bonelli com uma participação especial no início (e no final) do filme, onde encarnava um velho feiticeiro indígena, apresentava o herói do seguinte modo:
Capa VHS do filme “Tex, o Pistoleiro”
“Dizem que vinha do norte, como o vento gelado que varre a pradaria durante o grande Inverno. Das longínquas montanhas prateadas até à nascente do rio azul das longas canoas, o nome de Tex Willer era proferido com respeito. A morte caminhava ao seu lado, pronta para atingir qualquer um que violasse a lei do homem branco. O seu espírito corria livre, sem fronteiras, e mesmo os índios aprenderam a respeitá-lo e deram-lhe o nome de Águia da Noite. Então, chegou o dia em que ele uniu o seu sangue ao dos Navajos e, após alguns meses, firmou na testa o símbolo da liderança: o sagrado wampum. A história logo se confundiria com a lenda, num tempo perdido entre a magia e a realidade. Deixem-me, então, contar a sua história e os dias de aventuras que o imortalizaram.”.
Depois de cerca de dez anos de inactividade, Tessari, devido a Tex, retornou então ao western verdadeiro e próprio, tentando recriar a afortunada sociedade com Giuliano Gemma, que tão bons frutos rendera no passado, mas o seu “Tex e os Senhores do Abismo” (título brasileiro) é mais parecido com as fantásticas aventuras de “Indiana Jones” do que com as de “Ringo”, que o tinham tornado célebre, e por essa razão o filme acabou por desagradar um pouco a quantos esperavam por um retorno em grande estilo de Tessari às clássicas pradarias do Oeste.
“Tex, o Pistoleiro” – Resumo do argumento
Indagando sobre um bando que fornece ilegalmente armas aos índios, Tex Willer e os seus pards Kit Carson e Jack Tigre (o seu filho Kit Willer, um pouco inexplicavelmente não participa no filme) encontram-se às voltas com alguns misteriosos homicídios em que as vítimas ficam inexplicavelmente mumificadas em poucos segundos, quando atingidas por uma substância desconhecida.
Graças à ajuda de El Morisco, especialista em artes ocultas, Tex viaja rumo à Sierra Encantada, onde descobre que um utópico Senhor dos Abismos, um homem misterioso que vive numa enorme caverna com vários poços vulcânicos, de onde extrai as pedras esverdeadas letais, abastece de pó mumificante uma tribo índia liderada pelo maligno sacerdote Kanas, com o auxílio da bela princesa Tulac: os fanáticos Yaquis descendentes dos Aztecas, com o objectivo de organizar a reconquista do povo índio e edificar um novo Reino dos Filhos do Sol. Para obter armas de fogo, Kanas aliou-se ao ávido El Dorado, líder de bandoleiros envolvidos no caso que Tex investigara inicialmente. Sem recorrer à ajuda dos Rurales, os pards farão de tudo para impedir os propósitos dos fanáticos e seus aliados e, desse modo, evitar uma guerra sangrenta em terras mexicanas. Obviamente, Tex e companheiros sairão vitoriosos da aventura.
Fita VHS do filme “Tex, o Pistoleiro”
O filme inspira-se muito fielmente num episódio da saga de Tex (“O Bruxo Mouro” – Tex 40 a 42, Editora Vecchi, escrito por Gian Luigi Bonelli e desenhado por Guglielmo Lettèri no final dos anos sessenta, se bem que o início do filme seja baseado na aventura “Mesa dos Esqueletos” – Tex 124, Editora Vecchi, escrita por Gian Luigi Bonelli e desenhada por A. Giolitti e G. Ticci) e é um curioso híbrido entre o western e o fantástico, pois a estrutura da história é a mesma da história aos quadradinhos, na qual comparece o popular El Morisco, também conhecido como Bruxo Mouro, curandeiro, cientista e dedicado à “magia branca”, mas desenvolve-se por caminhos diversos, sobretudo na segunda parte.
Os pards com El Morisco
Algumas cenas goticamente sugestivas (todas as sequências ambientadas na gruta do Senhor dos Abismos, com efeitos de luzes e de cores, recordam alguns clássicos do cinema de terror) alternam com sequências que remetem para o clássico western à italiana. Entre estas, o ataque à aldeia mexicana que servia de refúgio ao bando de El Dorado.
Giuliano Gemma no papel de Tex, o Pistoleiro
As cenas exteriores foram filmadas em Espanha, mais precisamente em Tecisa, uma localidade a poucos quilómetros de Almeria. Escolha essa motivada, por um lado, pela paisagem bastante similar às dos confins texano-mexicanos, algo que não existia na Itália, e por outro porque em Tecisa permanecia, na época, a tradição dos “western-spaghetti”, com a participação de cavalos e respectivos cavaleiros especializados em quedas.
O filme não obteve, todavia, o sucesso esperado e não obstante os bons enquadramentos e o ritmo frenético de algumas sequências que logram sintetizar muito bem as situações desenvolvidas por Gian Luigi Bonelli em diversas páginas, os diálogos não conseguem igualar minimamente o valor das histórias bonellianas.
A escolha de levar ao cinema esta aventura tão diversa de um típico western, não foi das mais felizes; pelo contrário, contribuiu decisivamente para desiludir o grande público, que certamente teria preferido que a história fosse menos distante do mundo da “fronteira”.
Kit Carson, Tex e Tiger Jack em “Tex, o Pistoleiro”
Não era, em suma, o Tex clássico, mas sim a outra face de uma personagem de mil aventuras, que, entre tiroteios, perseguições e cavalos lançados a galope, recordava mais uma história de mistério pouco condizente com a sugestiva realidade do Oeste. Os únicos conhecedores do filme são praticamente os fãs do Ranger.
Os três pards
Um projecto, portanto, decisivamente falhado e que desiludiu uma vez mais o apaixonado da banda desenhada, várias vezes frustrado por não encontrar no grande ecrã as sugestões que brotam das vinhetas. Nota final para a boa trilha sonora, da autoria de Gianni Ferrio, de acordo com o estilo da aventura e encaixando-se bem no filme.
“Tex, o Pistoleiro”
Para finalizar e a título de curiosidade, eis os título adoptados nos países onde o filme foi lançado: Tex e il signore degli abissi – Itália Tex, o pistoleiro – Portugal Tex et le Seigneur Des Abysses – França Tex und das Geheimnis der Todesgrotten – Alemanha Tex y el senor de los abismos – Espanha Tex and the Lord of the Deep – Inglaterra El hombre marcado – Argentina Tex e os Senhores do Abismo – Brasil Tex & Dybets Herre – Dinamarca
Capa VHS do filme “Tex et le Seigneur Des Abysses”
Cartaz italiano do filme “Tex e il signore degli abissi”
Capa VHS do filme “Tex und das Geheimnis der Todesgrotten”
Cartaz dinamarquês do filme “Tex & Dybets Herre”
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A adorada criminóloga que mora em Garden City e que ajuda a polícia de Nova Iorque a solucionar crimes na cidade e arredores, personagem criada pelo italiano Giancarlo Berardi, a partir do dia 21 de Agosto deste ano passará a ter no Brasil uma luxuosa edição com o selo da Mythos Editora: Júlia Graphic Novel
Júlia Graphic Novel
A publicação que estará disponível no site da Mythos Editora e nas livrarias do Brasil, trará uma aventura INÉDITA do início da carreira de Júlia, com capa dura, formato prime e 140 páginas totalmente em cores! História essa publicada originalmente na Itália em 31 de Julho de 2015 na estreia da série colorida Speciale Julia.
O CASO DO CRIMINÓLOGO ASSASSINO Roteiro: G. Berardi e M. Mantero Desenhos: Antonio Marinetti
Júlia Graphic Novel – O caso do criminólogo assassino
Júlia não é qualquer estudante de criminologia, como bem sabe o professor Cross, que já se acostumou a envolver a jovem em importantes eventos académicos. Mas quando a leva consigo a um congresso de criminólogos, não pode imaginar que será justamente ela a única em condições de revelar o culpado de um crime quase perfeito.
Júlia Graphic Novel – O caso do criminólogo assassino