Blueberry e Tex por Laura Zuccheri

Por Afrânio Braga, criador do blogue Blueberry, Uma Lenda do Oeste: https://blueberrybr.blogspot.com

Blueberry e Tex por Laura Zuccheri

Laura Zuccheri e o seu gato Nando.

Laura Zuccheri nasce em Budrio, na província de Bolonha, Itália, em 4 de Outubro de 1971 e, depois do liceu científico, em 1990, inicia um curso de gráfica publicitária, em Bolonha, que frequenta até 1991. No ano seguinte, ela trabalha para algumas agências de publicidade e depois, em Novembro de 1992, chega o encontro com Giancarlo Berardi e Ivo Milazzo. Zuccheri começa a colaborar com a revista “Ken Parker Magazine”, empenho que a ocupa até 1995, ano em que passa a colaborar com a Sergio Bonelli Editore.

Em 1996, Laura Zuccheri desenha, com Pasquale Frisenda, “Hardware”, uma história escrita por Maurizio Mantero para “Zona X”, em seguida, em 1997, inicia a trabalhar para “Julia”, permanecendo nas histórias da personagem até 2014.

Em 2006, inicia a sua colaboração com Sylviane Corgiat e com o mercado francês de banda desenhada para o qual desenha os quatro volumes da história fantástica medieval “Épées de verre”.

Laura Zuccheri foi candidata ao Premio Celeste 2010. Em 2013, obtém o máximo consenso do público e acaba por receber o Premio Celeste daquele ano.

Em 2013, foi-lhe confiada a realização da capa do “Color Tex” nº 4, tornando-se assim a primeira ilustradora a cimentar-se com o ranger bonelliano. A prova, evidentemente, agrada aos vértices da Sergio Bonelli Editore que, no ano seguinte, lhe confiam os desenhos de um “Texone” publicado em Junho de 2019, com o título “Doc!”.

Durante essa experiência ela descobriu o interesse pela pintura, sob a influência de pintores e ilustradores americanos dos anos 1800 e 1900 como Reminghton, Russell, Rockwell, Layendecker, Sargent e Wyeth. Entre os mestres russos a sua atenção volta-se para Repin, Shishkin, Serov, Aivazovsky e Kramskoi, embora, preste também atenção aos europeus Larsoon, Sorolla, Boldini e outros.

Dedicada, principalmente, à pintura de paisagens, a artista está, actualmente, a experimentar também o retrato. Laura pinta rigorosamente o real, realizando um esboço inicial directamente no lugar e, num segundo momento, transferindo o desenho à tela.

Em 2017, foi publicado o primeiro volume de “Retour sur Belzagor”, extraído do livro de Robert Silverberg, para a editora Les Humanoïdes Associés; em 2018, saiu o segundo e último volume dessa história.

Actualmente, Laura Zuccheri está a trabalhar no primeiro volume de “Thellus”, uma história de ficção científica com argumento da escritora Simona Mogavino, para a editora Glénat; serão dois volumes que sairão em 2022. A desenhadora italiana também trabalha no presente para a editora Daniel Maghen numa história sobre a antiga Índia, baseada no livro “The Ballad of The Crimson Queen” escrito por Sudeep Menon, que sairá com o título “La Ballade de la reine rouge” num único álbum de 104 páginas.

Para “Tex” está a trabalhar em duas histórias: uma para a série cartonada (Tex Romanzi a Fumetti), escrita por Mauro Boselli, que fala de Pearl Hart e cujo título ainda não se sabe; a outra é para a série regular, escrita por Pasquale Ruju, é intitulada “La gazza ladra”.

Laura Zuccheri, ilustradora, pintora e desenhadora de banda desenhada.

A ilustração de Blueberry e Tex em progresso

Laura Zuccheri na fronteira entre a Índia e o Nepal

Fontes:
Imagens: Laura Zuccheri.
Biografia: Sergio Bonelli Editore, Lo Spazio Bianco, Salamon Fine Art e Laura Zuccheri.

A série “Blueberry” foi criada por Jean-Michel Charlier e Jean Giraud
Blueberry © Jean-Michel Charlier / Jean Giraud – Dargaud Éditeur

A personagem Tex foi criada por Giovanni Luigi Bonelli e realizada graficamente por Aurelio Galleppini
Tex © Sergio Bonelli Editore

“Blueberry, o irmão francês de Tex.” – Sergio Bonelli editor e argumentista

Agradecimentos a Laura Zuccheri pelo desenho de Blueberry e Tex, lendas do Oeste, para o blogue.
Afrânio Braga

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Constelação de autores de Tex posam com a revista nº 13 do Clube Tex Portugal

Póster da autoria de Pedro Mauro integra Revista #13 do Clube Tex Portugal

Mauro Boselli participa, com um texto exclusivo, na Revista #13 do Clube Tex Portugal

Quando estamos a pouco mais de três meses do lançamento da Revista nº 14 do Clube Tex Portugal, lançamento esse que ocorrerá, como tradicionalmente, em Junho, damos hoje a conhecer aos nossos leitores, uma verdadeira constelação de autores de Tex que posam com a Revista nº 13, publicada no passado mês de Dezembro e com capas (principal e variante) de Lucio Filippucci (que definiu, publicamente na sua página Facebook a revista como sendo a melhor do mundo dedicada ao ranger, afirmando também que é uma revista muito profissional e feita com o coração), comprovando assim que a Revista do Clube Tex Portugal continua a fazer furor junto dos mais consagrados autores do staff oficial do Ranger Tex Willer, não só pela elevada qualidade mas também pelo prestígio já que são cada vez em maior número os autores que se disponibilizam para colaborar na revista do Clube Português com capas (e a propósito já podemos anunciar que o autor das capas da Revista #14 serão da autoria de Stefano Andreucci) desenhos e textos EXCLUSIVOS tornando a edição portuguesa cada vez mais cobiçada entre os fãs e coleccionadores do Ranger, levando a que o número de sócios do Clube vá aumentando gradualmente já que para poder ter direito aos já tão cobiçados exemplares é necessário ser-se sócio do Clube Lusitano que é cada vez mais um verdadeiro Clube Internacional do Tex, tantos e tão variados são os países de origem dos associados.

O Mestre Lucio Filippucci exibe orgulhosamente as suas duas capas (principal e variante) e define a revista do Clube Tex Portugal como a melhor a nível mundial dedicada ao nosso Ranger

Andrea Venturi exibe orgulhosamente a Revista do Clube Tex Portugal que traz na contracapa um desenho de sua autoria, parabenizando e agradecendo aos Amigos do Clube

Stefano Andreucci e a satisfação pela recepção da Revista do Clube Tex

Um divertido Dante Spada exibe a Revista #13 do Clube Tex Portugal

Massimo Rotundo e a Revista #13 do Clube Tex Portugal

Maurizio Dotti e a Revista #13 do Clube Tex Portugal

Michele Benevento também fez questão de se fotografar com a Revista #13 do Clube Tex Portugal

Michele Rubini, que também colaborou nesta edição, exibe a Revista #13 do Clube Tex Portugal

Um sorridente Moreno Burattini exibe a Revista portuguesa na redacção da editora Bonelli

Pasquale Del Vecchio e a Revista #13 do Clube Tex Portugal

Stefano Biglia exibe a Revista #13 do Clube Tex Portugal

Alessandro Nespolino e a leitura da Revista #13 do Clube Tex Portugal

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As Leituras do Pedro: Revista do Clube Tex Portugal #13

Revista Clube Tex Portugal #13 – Capa principal; Lucio Filippucci

As Leituras do Pedro*

Revista do Clube Tex Portugal #13
Vários autores
Capas de Lucio Filippucci
Clube Tex Portugal
Portugal, Dezembro de 2020
210 x 290 mm, 48 p., cor, capa mole, semestral

Exclusiva para sócios do Clube Tex Portugal
(ver condições de adesão aqui)

Em transição…

Publicação de e para fãs, a Revista do Clube Tex Portugal tem sabido afirmar-se para lá daquela condição inicial incontornável, assumindo-se como projecto consistente e credível, liberta do espírito de ‘carolice’, muitas vezes associado a este tipo de edições, como desculpa para falhas e atrasos.

Em fase de transição, tem sabido impor-se, não só em Portugal, mas também em Itália e no Brasil, quer pela qualidade crescente dos seus colaboradores, quer, consequentemente, dos seus conteúdos.

Revista Clube Tex Portugal #13 – Capa variante; Lucio Filippucci

Desta forma, a cada seis meses descobrem-se nela os originais criados propositadamente para o efeito pelos desenhadores regulares da série – como as duas capas que Lucio Filippucci assina neste 13.º número – quer textos variados de nomes conceituados associados ao do Ranger em diversas latitudes, como Mauro Boselli ou Jesus Nabor Ferreira, para citar apenas dois dos presentes nesta edição. Nela, destaca-se uma análise ao percurso de Lucio Filippucci, a génese da nova série Tex Willer, que apresenta as aventuras do (futuro) Ranger na sua juventude ou uma entrevista com o brasileiro Pedro Mauro… que surge aqui pela via do western, já que (ainda) não cumpriu o sonho de desenhar Tex, embora já tenha trabalhado para a Sergio Bonelli Editore.

Nas restantes páginas, há ainda duas secções que se podem tornar recorrentes: A minha prancha de Tex, inaugurada com o testemunho de Mauro Boselli, actual curador da série, e o Espaço do Associado, que abre com a colecção particular de Carlos Moreira.

Texto da autoria de Mauro Boselli publicado na Revista #13 do Clube Tex Portugal

Obrigada a deixar o modelo gráfico criado por Jorge Machado-Dias (devido ao seu falecimento) que a suportou desde o seu início, nos dois últimos números, tem evoluído para um modelo diferente, da responsabilidade de João Marin, mais dinâmico e com melhor utilização da cor – agora também presente nos fundos e contornos das páginas – e uma mais equilibrada distribuição das imagens.

Espaço do Associado: Carlos Moreira

Se Tex é o tema forte, pelas páginas da Revista do Clube Tex Portugal  passam também o western e a criação de BD, o que justifica que nela possam descobrir motivos de interesse mesmo aqueles que não são fãs puros e duros do cowboy criado há mais de 70 anos por Gianluigi Bonelli e Aurelio Galleppini.

Revista 13 do Clube Tex Portugal

Mas é sem dúvida especialmente para os fãs que, pela primeira vez, a revista inclui um poster, no caso um Tex a cavalgar numa planície perseguido por índios, da autoria de Pedro Mauro.

*Pedro Cleto, Porto, Portugal, 1964; engenheiro químico de formação, leitor, crítico, divulgador (também no Jornal de Notícias), coleccionador (de figuras) de BD por vocação e também autor do blogue As Leituras do Pedro
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ZAGOR ORIGENS – Minissérie colorida em duas edições, com o selo da Mythos Editora

“Zagor Origens” com o selo da Mythos Editora chega às bancas brasileiras (e à loja on-line no sítio internet da editora Paulista) em dois magníficos volumes, o primeiro já em finais de Março e o segundo no final de Maio.

Ambas as edições terão o mesmo formato original da minissérie na Itália: 17 x 23 cm, sendo a impressão em Papél Couché em todas as suas 188 páginas, com um preço de venda ao público de 59,90 Reais.

Cada volume conterá três histórias de 60 páginas e vamos já dar a conhecer os resumos das três aventuras que compõem este primeiro número cuja capa, de Michele Rubini, com o selo da Mythos, damos também a conhecer:

Zagor Origens #1

Zagor Origens #1; Arte original da capa da autoria de Michele Rubini

O SOBREVIVENTE  – Moreno Burattini – V. Piccioni e M. di Vicenzo
Um trapper chamado Mike Wilding e sua esposa Betty criam em sua cabana um filho chamado Patrick. Eles são uma família feliz. Porém, Mike esconde um drama da época em que ele vestia o uniforme de tenente do Exército dos EUA. Um segredo conhecido pelo advogado Summerscale, que de vez em quando vem visitá-lo, mas que Betty e Patrick desconhecem. Até que, numa noite trágica, os pesadelos do ex-oficial se materializam sob a forma de um bando de índios abenakis liderados por um sinistro pregador branco, Salomon Kinsky.

O JURAMENTO – Moreno Burattini – W. Trono
Sobre os túmulos dos pais mortos pelos abenakis liderados pelo pregador Salomon Kinsky, o menino Pat Wilding jura vingança. Em seguida, ele se afasta dos restos carbonizados da cabana onde nasceu e viveu com sua família, e parte na companhia do caçador, andarilho e meio filósofo Nathaniel Fitzgeraldson, apelidado de Wandering Fitzy, que o salvou na noite do ataque. Fitzy gostaria de confiar Pat a alguém que cuidasse dele, por não se sentir pronto para se responsabilizar pelo garoto: ocultos em seu passado, ele tem motivos que o levam a vida solitária. Mas algo o faz mudar de ideia.

O DEMÔNIO CANIBAL  – Moreno Burattini – G. Candita
O jovem Pat Wilding cresceu: é um adolescente que vagueia pela floresta com o pai adotivo, Wandering Fitzy. Mas ele não esqueceu o nome do homem que matou seus pais, contra quem jurou vingança: Salomon Kinsky. Para se preparar para enfrentá-lo, Pat encontrou quem o ensinou a fazer acrobacias nos galhos das árvores, a cavalgar, a atirar, a usar a machadinha. Mas Fitzy também tem um demônio interior que o atormenta. Há um segredo em seu passado, algo que o fez escolher a vida solitária. Os seus fantasmas se materializam quando ressurgem aqueles que anos antes condenaram à morte os componentes de uma caravana de pioneiros, que o sequestram e o levam para o Vale dos Ossos, onde se diz que um misterioso demônio canibal costuma atacar.

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Tex em “Ken Parker” nº 15

Por Afrânio Braga, criador do blogue Blueberry, Uma Lenda do Oeste: https://blueberrybr.blogspot.com

Ken Parker nº 15 – Homens, Animais e Heróis – Capa da edição brasileira da editora Tapejara

Tex em “Ken Parker” nº 15

Ken Parker nº 15 – Uomini, Bestie ed Eroi – Capa da edição italiana da editora CEPIM

Uomini, bestie ed eroi

Argumento e roteiro: Giancarlo Berardi
Capa e desenhos: Ivo Milazzo
Data de lançamento: Setembro de 1978
Pranchas: 961, 2, 3, 4, 5, 6

N. C.:   
1 Edição em preto e branco;
2 Formato: 16,0×20,8 cm;
3 Língua: italiano;
4 Editora: Casa Editrice Periodici Italiani Milano – CEPIM, actual Sergio Bonelli Editore;
5 Local: Milano, Itália.

6 Títulos da história no Brasil: “Homens, Feras e Heróis”, Editora Vecchi, Janeiro de 1980, em uma tradução equivocada para “bestie” que se relacionava ao gado bovino; “Homens, Animais e Heróis”, Editora Tapejara, 2002.

Em duas palavras…

Ken Parker e Pat O’Shane metem-se à procura de alguns cowboys para conduzir uma manada de gado bovino de Dodge City ao rancho da pequena irlandesa em Sioux Falls…

Notas e citações

A história desenrola-se entre o fim do Verão e o início do Outono de 1874.

A procura, da parte de Ken Parker, de homens para engajar como vaqueiros torna-se um pretexto para fazer desfilar diante ao leitor um grande número de personagens western da banda desenhada, seja italiana como estrangeira, das origens aos anos 1970.

Em uma reelaboração à metade dentre a respeitosa homenagem, da parte de Giancarlo Berardi e Ivo Milazzo, nos confrontos dos autores que os precederam e a tomada em volta de histórias de banda desenhada bem diversa daquela representada por Ken Parker vê-se assim transitar no Heroe’s rest saloon (o saloon “O Repouso do Herói”) Kit Carson7 (página 11, vinheta 3) de Rino Albertarelli, Cisco Kid e Pancho (11/5) de Salinas8, Pecos Bill (12/2) de Guido Martina9, o Sergent Kirk (13/1) de Hugo Pratt10, Sunday e Mortimer (18/2) de Victor de la Fuente11, Tex e os seus pards (18/5), protagonistas de uma divertidíssima gag na qual são retomadas algumas tormentas da série de Bonelli pai e Galleppini12, Cocco Bill (reconhecível pela espinha de peixe e o salame que tem no prato) de Jacovitti e Rick O’Shay (19/1) de Linde13, Rocky Rider14 e Comanche (20/2) de Hermann15, Randall (23/2) de Del Castillo16, o jovem herói Capitan Miki17, Tim Carter (“Un ragazzo nel Far West”)18, Kit Teller (“Il piccolo Ranger”)19 e Kit Hodgkin (“Il piccolo Sceriffo”)20 (23/4), Zagor21 (24/1) e Larry Yuma22 (24/4). Em seguida, Ken Parker encontrará também Lucky Luke23 (35/3), Bill Adams, um dos protagonistas da bonelliana “Storia del West”24 de Gino D’Antonio, e Matt Dillon25 (56/3) e Blueberry26 (84/5). No saloon, além disso, está o próprio Giancarlo Berardi (4/3) a fazer de cicerone a Ken Parker; ao término do desfile de heróis comparecem, por fim, Ivo Milazzo (28/4), Sergio Bonelli27 (com um insólito bigodão) e Decio Canzio28 (29/3). 29

Fonte: Francesco Manetti em UBC Fumetti, Italia.

N. C.:   
7 Personagem inspirado no verdadeiro Kit Carson;
8 Cisco Kid e Pancho de Rod Reed e José Luis Salinas;
9 Pecos Bill de Guido Martina e Raffaele Paparella;
10 Sergent Kirk de Héctor Oesterheld e Hugo Pratt;
11 Sunday de Victor Mora e Victor de la Fuente. Mortimer de Victor de la Fuente;
12 Tex de Giovanni Luigi Bonelli e Aurelio Galleppini;
13 Rick O’Shay de Stan Lynde;
14 Rocky Rider de Luigi Grecchi e Mario Uggeri;
15 Red Dust, de “Comanche”, de Greg e Hermann;
16 Randall de Héctor Oesterheld e Arturo Del Castillo;
17 Capitan Miki de EsseGesse;
18 “Un ragazzo nel Far West” de Guido Nolitta e Franco Bignotti. “Um Rapaz no Faroeste”, título no Brasil;
19 “Il piccolo Ranger” de Andrea Lavezzolo e Francesco Gamba. “O Pequeno Ranger”, título no Brasil;
20 “Il piccolo Sceriffo” de Tristano Torelli e Camillo Zuffi. “O Pequeno Sheriff”, título no Brasil;
21 Zagor de Guido Nolitta e Gallieno Ferri;
22 Larry Yuma de Claudio Nizzi e Carlo Boscarato;
23 Lucky Luke de Morris;
24 “Storia del West” – “Epopéia Tri” e “A História do Oeste”, títulos no Brasil;
25 Matt Dillon, delegado de “Gunsmoke”, de Harry Bishop;
26 Blueberry de Jean-Michel Charlier e Jean Giraud;
27 Sergio Bonelli, editor e roteirista (com o pseudónimo Guido Nolitta);
28 Decio Canzio, director geral da editora CEPIM;
29 Personagem não relacionado no artigo da UBC Fumetti: Black Bill, de “I fratelli Bill” – Black, Sam e Kid -, de Giovanni Luigi Bonelli e Giovanni Benvenuti, prancha 30, vinheta 1.
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Ken Parker nº 15, prancha 1.

Kit Carson – prancha 9, vinhetas 2 e 3.

Cisco Kid e Pancho – prancha 9, vinheta 5.

Pecos Bill – prancha 10, vinhetas 2 e 3.

Sergent Kirk – prancha 11, vinheta 1.

Sunday e Mortimer – prancha 16, vinhetas 2 e 3.

Da esquerda para a direita: Kit Willer – prancha 16, vinheta 5; p. 17, v. 3 e 5; p. 18, v. 5; p. 20, v. 3; Jack Tigre – prancha 16, vinheta 5; p. 17, v. 3 e 5; p. 20, v. 3; Tex Willer – prancha 16, vinheta 5; p. 17, v. 1, 2, 3, 4 e 6; p. 18, v. 1 e 5; p. 19, v. 1, 2, 3 e 7; p. 20, v. 2 e 3; Kit Carson – prancha 16, vinheta 5; p. 17, v. 3 e 5; p. 18, v. 5; p. 20, v. 3.

Cocco Bill e Rick O’Shay – prancha 17, vinheta 1.

Rocky Rider e Red Dust – prancha 18, vinheta 2.

Randall – prancha 21, vinhetas 2 e 3.

Da esquerda para a direita: Capitan Miki, Tim Carter (“Um Rapaz no Faroeste”), Kit Teller (“O Pequeno Ranger”) e Kit Hodgkin (“O Pequeno Sheriff”) – prancha 21, vinheta 4.

Zagor – prancha 22, vinhetas 1 e 2.

Larry Yuma – prancha 22, vinhetas 4 e 6; p. 23, v. 1 e 2.

Black Bill – prancha 30, vinheta 1.

Lucky Luke – prancha 33, vinhetas 3, 4, 5, 6 e 7. Lucky Luke vai visitar o túmulo de René Goscinny, o criador de Astérix e o principal roteirista da série do cowboy solitário, que falecera em 1977, ano anterior à publicação de “Ken Parker” nº 15.

Matt Dillon – prancha 54, vinhetas 2, 3, 4 e 5; p. 55, v. 1, 2, 3, 4, 5 e 6; p. 56, v. 2; e Bill Adams – prancha 54, vinhetas 2, 3 e 4; p. 55, v. 1, 4 e 6; p. 56, v. 2.

Blueberry – prancha 82, vinheta 5; p. 83, v. 1, 2, 3 e 4.

Da esquerda para a direita, em cima: Giancarlo Berardi – prancha 5, vinhetas 1, 3, 4, 5 e 6; p. 5, v. 1, 2, 3, 4 e 5; p. 9, v. 1, 2, 4 e 5; p. 10, v. 1, 3 e 4; p. 16, v. 1, 3 e 4; p. 18, v. 4 e 5; p. 19, v. 6; p. 20, v. 4 e 5; p. 21, v. 1, 2, 4 e 5; p. 22, v. 3, 4 e 5; p. 23, v. 1 e 2; p. 26, v. 3 e 6; p. 27, v. 1, 4, 5 e 6; p. 28, v. 1 e 2; Ivo Milazzo – prancha 26, vinhetas 4, 5 e 6; p. 27, v. 1, 2, 4, 5 e 6; p. 28, v. 1, 2, 3, 4, 5 e 6; p. 29, v. 1, 3, 4 e 6. Da esquerda para a direita, embaixo: Sergio Bonelli e Decio Canzio: prancha 27, vinheta 3.

Inspirações

Robert Redford, actor americano, inspirou o visual de Ken Parker…

…e Hayley Mills, atriz inglesa, aquele de Pat O’Shane.

© Os editores, os autores e os seus herdeiros legais.
Afrânio Braga

Ken Parker nº 15

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