Viva um ano como um verdadeiro pard! 2022 está sob o signo de Tex, graças à agenda do Ranger bonelliano que poderá ser comprada, nos quiosques italianos, a partir do dia 7 de Dezembro numa iniciativa da Gazzetta dello Sport. 365 dias no Oeste a 6,99 euros mais o preço do jornal.
A Sergio Bonelli Editore e a Gazzetta dello Sport dão aos fãs e coleccionadores de Tex a possibilidade de passarem 365 dias no Oeste, graças à Agenda 2022 de Tex!
Para viver um ano como um verdadeiro pard basta ir a um dos inúmeros quiosques italianos a partir da próxima terça-feira, dia 7 de Dezembro, que juntamente com a Gazzetta dello Sport poderá também comprar a Agenda 2022 de Tex contendo as mais bonitas capas da série criada por Gianluigi Bonelli e realizada graficamente por Aurelio Galleppini e a história da aventura editorial do mítico personagem que há mais de setenta anos é sinónimo do Oeste na Itália e em muitos outros países espalhados pelo mundo.
Folheando a Agenda 2022 de Tex o leitor poderá repercorrer a história do personagem mais longevo e conhecido da banda desenhada italiana, que se estreou de rompante por toda a Itália a 30 de Setembro de 1948, e recordar os inúmeros episódios da sua longa vida editorial, aprofundando também a biografia dos seus autores mais importantes.
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Texto: José Carlos Francisco & Fotos: Carlos Moreira e Teresa Moreira
Já chegou a Portugal o material enviado pela Sergio Bonelli Editore para a Comic Con Portugal 2021, evento a realizar nos dias 9, 10, 11 e 12 deste mês de Dezembro, no Parque das Nações, em Lisboa e que contará com a ilustre presença de Michele Benevento, um dos nomes fortes do actual staff oficial de desenhadores de Tex.
Tratam-se de várias pranchas (a preto e branco na sua maioria mas também algumas a cores) da autoria de Michele Benevento, todas elas relativas às três histórias de Tex em que o apreciado desenhador italiano de Tex realizou: ‘Stelle di latta‘, com argumento de Michele Medda (Color Tex 6; 2014) ‘La Maschera di Cera‘, com argumento de Mauro Boselli (Tex 705, 706 e 707; 2019) ‘Il mostro del Gran Lago Salato‘, com argumento de Pasquale Ruju (Tex 730 e 731; 2021) Pranchas seleccionadas pela Sergio Bonelli Editore e que pretendem dar, aos visitantes da Comic Con Portugal, uma visão geral acerca da participação de Benevento na saga do Ranger.
Entre o material enviado constam também as duas fantásticas ilustrações que Benevento realizou para as duas capas, a principal e a variante, da Revista nº 15 do Clube Tex Portugal, como se pode visualizar em algumas das fotografias que ilustram este pequeno texto.
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Texto: José Carlos Francisco & Fotos: Carlos Moreira e Teresa Moreira
Carlos Moreira, director do Clube Tex Portugal já recebeu, esta semana, da gráfica, as MAIS de três centenas e meia de exemplares da revista CLUBE TEX PORTUGAL #15 e juntamente com a sua esposa Teresa Moreira, também ela sócia do Clube dedicado ao Ranger, já iniciou os preparativos para enviar aos sócios do Clube Tex Portugal espalhados por Portugal e pelo mundo os tão ansiados exemplares de modo a enriquecerem as colecções de cada um dos sócios e poderem desfrutar o quanto antes de uma leitura cada vez mais prazerosa e bastante cobiçada como se comprova pela entrada de novos sócios que inclusive desejam, ao inscrever-se, possuir os números anteriores.
Apesar das revistas já estarem na posse do Clube, elas só começarão a ser enviadas, pelo correio, após o lançamento oficial da revista, lançamento que ocorrerá em plena Comic Con Portugal, no próximo dia 11 de Dezembro e na presença do responsável pelas capas (principal e variante), o consagrado desenhador Michele Benevento, um dos grandes nomes do staff oficial de Tex. Tal acontecerá de modo a que a revista não seja recebida por nenhum sócio antes da data oficial de lançamento, priorizando, obviamente, quem se deslocar ao Parque das Nações, em Lisboa.
As três versões de capa da Revista #15 do Clube Tex Portugal
Com o crescimento e com a consolidação do único Clube português dedicado a uma única personagem de banda desenhada, há sócios em diversos países não só da Europa, mas também de outros continentes, daí alguns exemplares seguirem também para Espanha, Itália, Holanda, Finlândia, Brasil, Suíça, Suécia, Argentina, Angola, Moçambique e Índia!
Com o constante crescimento do Clube devido à entrada de novos sócios, houve uma vez mais um recorde absoluto no que à tiragem diz respeito, para poder atender a todas as solicitações oriundas dos sócios, sobretudo aqueles que desejavam mais do que a cópia que cada sócio tem direito, muito por causa de mais uma vez a revista contar com duas versões, já que Michele Benevento brindou o Clube Tex Portugal com duas ilustrações inéditas e exclusivas para a capa, o que foi obviamente aproveitado pelo director Mário João Marques para fazer uma segunda versão e não privar os sócios de uma das duas capas enviadas pelo desenhador italiano.
Não esquecendo que “à boleia da edição de 2021 da Comic Con de Lisboa, o Clube Tex Portugal achou por bem aproveitar a presença do desenhador Michele Benevento no festival para, além das duas capas habituais, principal e alternativa, idealizar uma terceira, com uma tiragem muito limitada. Uma capa toda em branco, apenas com o logotipo da revista, para que todos os presentes na Comic Con possam ter um desenho em exclusivo e feito no certame. Estamos certos que será uma iniciativa original do agrado de todos os que comparecerem ao evento.“
Mais de três centenas e meia de exemplares da revista CLUBE TEX PORTUGAL #15 a caminho dos sócios espalhados pelo MUNDO
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Júlia nova série #1 Giancarlo Berardi e Lorenzo Calza (argumento) Cristiano Spadoni (desenho) Myhtos Editora Brasil, Novembro de 2021 160 x 210 mm, 128 p., cor, capa cartão R$ 29,90
Regresso de corpo inteiro
Esta edição, de certa forma marca, o regresso de Júlia (ex-J. Kendall…) ao Brasil.
Um regresso de corpo inteiro, apetece vincar, mas um regresso, sem quebras, na continuidade.
Na continuidade, porque, depois de 105 volumes com uma única história, e de volumes duplos até ao #154, num total de 199 inquéritos da criminóloga de Garden City, esta (nova) edição #1 arranca com a banda desenhada publicada na edição #200 original italiana. Sem quebras nem saltos cronológicos, portanto.
Mas é um regresso, também, porque o título – Júlia – volta a emular o italiano – embora eu o preferisse sem o acento no ‘u’ – tal como aconteceu nas primeiras 4 edições, há mais de 15 anos, quando a existência de uma revista de fotonovelas com o mesmo título obrigou a mudar para (o mais impessoal) J. Kendall.
Mas, mais importante – tão importante? – porque agora podemos acompanhar as investigações de Júlia no formato para que foram criadas, o formato ‘Bonelli’, como é habitual designá-lo. E – é forçoso sublinhar – impressas em papel offset, branco – melhor até que o usado nas edições italianas – o que evita os borrões que tantas vezes aconteceram no papel de jornal das edições em ‘formatinho’…
Este regresso de corpo inteiro, dá-se também a cores, seguindo a edição original, de que recupera o texto que então Giancarlo Berardi escreveu. Pessoalmente, prefiro Júlia – e a maioria das edições Bonelli – a preto e branco, mas esta é, com certeza, a forma certa de chamar a atenção dos leitores – os novos e os regulares – para a sua nova vida editorial, que regressa à periodicidade mensal. E uma questão simples de respeito pela forma original de publicação.
Falta, nesta edição, a habitual página interna de rosto, substituída naturalmente por um texto com a justificação da Mythos para todas estas mudanças, mas isso implicou a omissão dos autores de A Imagem Perdida, que só são identificados na vinheta final.
Em termos gráficos, preferia que não tivesse existido a linha raiada de amarelo e preto sob o nome da protagonista – e que se estende à lombada – mas suponho que ela existe para distinguir esta ‘nova série’, da reedição em formato italiano que a Mythos está a levar a cabo das primeiras aventuras da criminóloga.
Poderá – haverá com certeza – um senão: o (inevitável) aumento de preço. Se esta edição, por ser colorida, não serve de exemplo – assim como também não servem as reedições em curso, de tiragem limitada – acredito que a relação qualidade/preço será benéfica, embora perceba que muitos se irão queixar pelo aumento da relação aventura/preço…
Ultrapassada a questão da forma, passemos então ao conteúdo.
Ao longo dos anos, as histórias protagonizadas por Júlia têm mantido um assinalável nível qualitativo – como aliás é imagem de marca das séries da Sergio Bonelli Editore, ou seja sem grandes oscilações. Dizendo de outra forma, se raramente deslumbram, menos vezes ainda desiludem.
Para mim Júlia é uma das melhores séries da editora italiana, um conseguido misto de investigação policial e de análise psicológica, em doses equilibradas com um pouco de acção e algum intimismo, e com reforço dos condicionamentos sociais como justificação para muitos dos crimes.
A par disso, progressivamente, Berardi foi desenvolvendo a sua personagem, dando-lhe uma personalidade forte, apesar do seu ar frágil – emprestado de Audrey Hepburn – e das muitas dúvidas que a assolam, em especial no que toca a relacionamentos amorosos, e ao mesmo tempo criando em torno dela uma galeria não muito extensa, mas muito bem caracterizada, que aprendemos a conhecer e de quem, geralmente, sabemos o que esperar, criando assim uma grande cumplicidade com o leitor.
Desta forma, também este número 200 não foge à regra. A par da visita de Norma, irmã de Júlia, com o novo namorado, desenrola-se uma investigação em torno do assassinato de uma modelo de segunda linha. Apesar de cumprir os ‘canônes’ que ele próprio estabeleceu, Berardi consegue mais uma vez seduzir e estimular o leitor -. que geralmente anda à frente de Júlia pelo conhecimento prévio que vai tendo de algumas das situações expostas – e inovar ao incluir uma personagem cega que terá uma papel fundamental – e credível! – no desfecho.
Termino com uma curiosidade: a edição #200 italiana teve direito a uma capa variante, assinada por nada mais, nada menos do que… Vittorio Giardino, aqui reproduzida:
*Pedro Cleto, Porto, Portugal, 1964; engenheiro químico de formação, leitor, crítico, divulgador (também no Jornal de Notícias), coleccionador (de figuras) de BD por vocação e também autor do blogueAs Leituras do Pedro
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Na sexta-feira, 26 de Novembro os prémios “Emilio Salgari” de 2020 dedicados à Literatura de Aventura foram finalmente entregues pessoalmente, inclusive aquele concedido a Mauro Boselli por méritos de carreira em obras não ficcionais.
Há exactamente um ano teve lugar a cerimónia virtual de proclamação do Prémio “Emilio Salgari” de Literatura de Aventura, promovido pela Associação Cultural “Ilcorsaronero” de Verona. Na ocasião, Mauro Boselli venceu o prémio “Ilcorsaronero” por méritos de carreira em obras não ficcionais.
Mauro Boselli recebe o Prémio “Ilcorsaronero”
De quinta-feira, 25 a sábado 27 de Novembro de 2021 esses prémios foram finalmente entregues fisicamente em três dias de encontros entre a cidade de Verona e o município de Negrar di Valpolicella, onde Salgari cresceu.
Na cerimónia de entrega dos prémios, realizada no dia 26, pelas 17:30, no Jardim Pojega de Villa Rizzardi, em Negrar, compareceu o escritor e curador de Tex e Dampyr ao qual foi entregue uma reprodução da estátua de Salgari realizada pelo escultor Sergio Pasetto e que se encontra exposta diante da Biblioteca Cívica de Verona, como se pode ver nas fotos da cerimónia que apresentamos de seguida:
Mauro Boselli recebe a reprodução da estátua de Salgari
Mauro Boselli exibe a reprodução da estátua de Salgari
Mauro Boselli com os vencedores dos Prémios Emilio Salgari
Mauro Boselli e um presente especial
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