(Para aproveitar a extensão completa do desenho, clique no mesmo)
Entrevista com o fã e coleccionador: Bira Dantas
Entrevista conduzida por José Carlos Francisco.
Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente?
Bira Dantas: Meu nome é Ubiratan Libanio Dantas de Araújo, nasci em São Paulo, capital, em 03/03/1963. Morei no Rio de Janeiro (de 1965 a 1976), voltei para São Paulo e desde 1988 vivo em Campinas/SP onde casei com uma médica (Cláudia), tenho uma enteada (Alice) de 26 anos e uma filha (Thaís) de 8 anos. Fiz curso de Editoração em BD (USP) e Design Gráfico. Mas aprendi BD de forma autodidacta. Fui muito influenciado por Angelo Agostini, J.Carlos, Belmonte, Carlos Estevão, Henfil, Fortuna, Millôr, Ziraldo, Jaguar, Angeli, Laerte, P.Caruso, Sábat, Carlos Nine, Moebius, Burne Hogarth, Manara.
Para aqueles que ainda não estão bem identificados com a sua carreira profissional, gostaríamos que fizesse uma pequena apresentação própria e do caminho entretanto percorrido na sua carreira?
Bira Dantas: Trabalho com Quadrinhos e Charges desde 1979. Fui desenhador da revista em quadradinhos “Os Trapalhões” (Bloch) de 1980 a 82 e intercalador de desenho animado no Estúdio Briquet (Bond Boca) em 85, quando fiz parte da AQC (Associação dos Quadrinhistas e Caricaturistas de SP). Colaborei em revistas de BD como Pântano, Tralha, Porrada, Megazine, Bundas; revistas empresariais: Caterpillar, EATON, IBM, 3M, Rockwell Fumagalli; jornais como Retrato do Brasil, Folha da Tarde (SP), Diário do Povo (Campinas), Pasquim21 e jornais Sindicais e livros para Editora Atual (O Caderno de Perguntas de Rebecca), Anglo e Ática (didácticos).
Participei de livros de Cartuns da Editora Virgo como “Brasil, 500 anos”, “Fome de ver estrelas”, “Tiras de Letras”, entre outros.
Sou professor de charge, cartum e caricatura na Escola de Arte Pandora, em Campinas. Actualmente publico minhas charges no Sinergia e Sindipetro.
Tenho uma revista virtual (Bira, 20 anos de HQ) no site www.nonaarte.com.br.
– Em 1986, recebi o primeiro prémio em caricatura, no IV Salão sobre Desenho de Humor de Belo Horizonte.
– 1992: Menção honrosa na IV Mostra de Humor de Araras (SP).
– 1998: Prémio Júri Popular-Internet no Salão Nacional de Humor sobre fiscalização dos Gastos Públicos (UNACON de Brasília).
– 2000: Duas menções honrosas em caricatura no Salão de Ribeirão Preto (SP).
– 2002: Diploma de mérito “Zumbi dos Palmares” concedido pela Câmara dos Vereadores de Campinas/SP pela produção de um gibi sobre a vida de Zumbi.
– 2003: 19º Prémio Ângelo Agostini, como melhor cartunista do Brasil e primeiro lugar em Caricatura no Salão de Humor do Chipre Ramiz Gökçe.
– 2004: Prémio Ângelo Agostini de melhor cartunista e menção honrosa em Cartum no Salão de Volta Redonda.
– 2005: Fui o único palestrante não-oriental no WCC (World Comics Conference) em Bucheon, Coreia do Sul.
– 2006: Troféu Angelo Agostini.
– 2007: HQ Mix por Melhor Revista Mix (Front- Via Lettera)..
Quando é que teve início esta paixão pela Banda Desenhada, em especial pelo Tex?
Bira Dantas: Faço BD há quase 30 anos e sempre gostei de boas histórias, roteiros bem amarrados. E é isso o que vemos em Tex. Quando garoto ganhei um Tex de presente, mas como eu era louco por super-heróis acabei deixando de lado. Achei bom, mas não me conquistou de imediato. Depois de velho (…risos, com uns 30 anos), vi na banca de revistas que José Ortiz tinha desenhado um Tex Gigante. Eu era fã de Ortiz desde os tempos de Kripta. Comprei, li e adorei. Que história boa! Fiquei de queixo caído! Como alguém consegue fazer uma BD de 220 páginas sem deixar a peteca cair? Comprei os números antigos de Tex Gigante. Maravilhosos.
Li Os Grandes Clássicos de Tex, com algumas republicações de aventuras antigas e adorei! Lembrou-me muito a qualidade de grandes clássicos da BD, como Príncipe Valente, Flash Gordon, Astérix, Mafalda, Lil Abner, Tarzan, Cisco Kid…
Porquê o Tex e não outra personagem?
Bira Dantas: Sou um fã inveterado de Tex porque gosto de bom humor. Dou risadas sozinho ao ler os impropérios ditos por Kit Carson e ironias ditas por Tex. Sempre encontro um jogo de diálogos muito espirituosos.
Tex está em minha estante ao lado de Flash Gordon, Tarzan de Foster e Hogarth, Mandrake, Brucutu, Spirit, Lil Abner, Cisco Kid, Príncipe Valente, Nhô Quim, Tico-Tico… porque além de Clássico é extremamente bem feito.
E como um bom guizado, a gente não deve deixar arrefecer!
O que Tex representa para si?
Bira Dantas: HQ (BD) de qualidade. Parada obrigatória mensal.
Qual o total de revistas de Tex que tem na sua colecção? E qual a mais importante para si?
Bira Dantas: Tenho toda a colecção de Tex Gigante publicada no Brasil e cerca de 30 no formato pequeno, lançadas pela RGE, Vecchi e Mithos.
Colecciona apenas livros ou tudo o que diga respeita à personagem?
Bira Dantas: Só BD…
Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia? E o argumentista?
Bira Dantas: Minha história preferida é “O Homem de Quatro Dedos“.
É difícil escolher um roteirista, pois todos têm uma mesma característica impressa por Bonelli: criar histórias verosímeis, bem escritas, com narrativas dotadas de fluidez total. Claudio Nizzi é dos novos, meu roteirista favorito.
Galleppini impressionou-me pelas boas perspectivas, luz e sombra precisas, narrativa visual cinematográfica. Victor de La Fuente conquistou-me com sua luz e sombra, bico de pena preciso e pinceladas secas nos chapéus e roupas escuras. Giancarlo Alessandrini chamou-me a atenção por suas sequências típicas de desenho animado, já Ticci surpreende-me por suas hachuras. Carlo Ambrosini agradou-me pela pincelada solta na arte-final. Ivo Milazzo esteve fantástico em “O Sangue no Colorado“. Sua arte final elegante e sombras chapadas com pincel são de um refinamento a toda prova. Mas Magnus e José Ortiz fazem-me tirar-lhes o chapéu!
O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos?
Bira Dantas: O que mais me agrada é ver que só escolhem gente boa pra trabalhar com Tex. Isso é impressionante! Mesmo quando o desenhador não é dos melhores, a certeza de que o roteiro será óptimo, faz-me comprar a revista.
Alberto Giolitti foi o desenhador que menos me agradou. Eu o achei um pouco duro demais, mas mesmo assim, o seu estilo um pouco mais antigo de arte-finalizar, atraiu-me. Aldo Capitaneo tinha um desenho duro também, mas a sua arte-final caprichada salvou “O Soldado Comanche“.
Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que ele é?
Bira Dantas: Tex, assim como D. Quixote (que acabei de adaptar para BD), representa um lutador. Alguém que batalha pela justiça e que defende a solidariedade humana acima de tudo. A luta contra o preconceito. Tem até uma aventura em que Tex é pego de surpresa, por não desconfiar de alguns índios que se aproximaram dele.
Como nasceu a ideia de homenagear o Tex e os seus criadores, através da charge comemorativa dos 60 anos do Ranger?
Bira Dantas: O meu fotolog é um ponto de encontro de cartunistas, quadrinhistas, fãs de cinema e BD. Como conhecem a minha faceta de cartunista político, eu quis que vissem que também aprecio Western, por menos que tenha a ver com o assunto político. Mas no fundo, Tex tem a ver, pois discute os exageros cometidos contra os índios, a ganância do branco e os valores humanos, cada vez menos em voga nos dias de hoje.
Para concluir, como vê o futuro do Ranger?
Bira Dantas: Enquanto houver leitores de BD que exijam boas histórias, Tex estará na moda.
As modas vêm e vão. O que tiver qualidade ficará! E Tex estará lá, entre poucos!
Prezado pard Bira Dantas, agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.
(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)
Coleccionismo: paixão ou vício?
O Portugal Diário falou com vários coleccionadores e o blogue do Tex também apresenta o resultado final!
Texto do IOL Portugal Diário, de 17 de Maio de 2008
Por Miguel Morais
Coleccionismo: paixão ou vício?
«Sou bastante racional nas minhas compras, no entanto, adquirir 200 euros de banda desenhada pode ser considerada uma loucura para muita gente». A afirmação é de Sérgio Sousa, coleccionador de livros de BD há mais de 30 anos. A timidez em miúdo fê-lo refugiar-se numa paixão especial pela personagem Tex, que diz ser para a vida. Actualmente possui cerca de três mil livros de BD, que guarda com todo o cuidado em dois roupeiros, que adquiriu propositadamente para a colecção. Sérgio é apenas um entre milhares de portugueses que, pelas mais diversas motivações, se dedica ao coleccionismo. Todos os motivos são válidos para se iniciar uma colecção.
«Esta paixão por objectos que contenham as iniciais JB, nasce precisamente pelo facto de coincidirem com as letras que iniciam o meu nome, e também porque familiares e amigos me chamam assim», refere Joaquim Barbosa, responsável por uma colecção que integra todo o tipo de objectos relacionados com a JB.
Em apenas oito anos como coleccionador, já atingiu o número de 775 objectos, que fez questão de catalogar, numerar e expor num espaço reservado. Revela já ter sido um coleccionador «insaciável», mas hoje em dia diz preferir «partilhar paixões».
Quando questionado sobre o objecto que mais valoriza de todos os que possui, a resposta é politicamente correcta. «Na minha opinião, um coleccionador, raramente consegue distinguir este ou aquele objecto no seio de tantos», sublinha Joaquim Barbosa. No entanto, destaca uma mesa de bilhar da JB como um objecto «especial», devido ao preço que custou o seu transporte.
Joaquim Barbosa, ou JB – como é conhecido – possui uma ambição que é comum à maioria dos coleccionadores: «Quero poder partilhar este espólio, dando a conhecê-lo à sociedade em geral».
Moedas, selos e pacotes de açúcar
Em Portugal existem várias empresas e lojas que se dedicam à venda de material para coleccionadores. Moedas, selos e pacotes de açúcar estão no topo das preferências.
Bruno Santos colecciona moedas desde os 12 anos. «Gosto de moedas. E as moedas contam histórias, especialmente as comemorativas», justifica. Em vinte anos juntou mais de 1300, que guarda em caixas próprias de coleccionador. A mais antiga que possui é de 1778. Ao contrário de outros coleccionadores, refere que «não procura as moedas», nem frequenta feiras de objectos antigos. Mas reconhece a autoria de uma loucura, quando adquiriu uma pequena moeda de ouro por 50 euros.
A paixão clubística também assume relevância no coleccionismo. Pedro Freire é coleccionador há apenas um ano e meio. A paixão surgiu após ter ensinado a filha sobre como criar um blogue. O tema escolhido foi os cachecóis e desde esse momento nunca mais parou. Actualmente tem mais de 400 modelos. «Tenho duas doenças, sou asmático e do Benfica. Interesso-me pelos cachecóis mas a paixão é pelo Benfica», sublinha Pedro Freire.
A colaboração da esposa assume um papel preponderante. «Quando recebo cachecóis em mau estado peço ajuda à minha mulher, que os lava», explica. O seu objectivo é tentar obter todos os cachecóis que existem do clube da Luz, naquele que considera ser «um hobby para a vida e para continuar em família».
O coleccionismo é, segundo vários psicólogos, uma forma de aprendizagem e satisfação para o ser humano. «Se nos dedicarmos a algo que não termina e enquanto continuarmos a sentir prazer, pode ser para a vida inteira», reforça Sérgio Sousa.
Copyright: © 2008 IOL Portugal Diário; Miguel Morais
(Para aproveitar a extensão completa das fotos acima clique nas mesmas)
Vencedores do Concurso Comemorativo dos 60 Anos de Tex Willer
No âmbito das comemorações do sexagésimo aniversário da personagem italiana de banda desenhada, Tex Willer, efeméride que o blogue português do Tex se associa, o blogue do Tex levou a efeito a 1ª Fase de um concurso público, que teve o apoio da Câmara Municipal de Moura (Portugal) e da Mythos Editora (Brasil), do qual constavam 5 perguntas relativas ao Mundo do Ranger e de uma frase relativa ao blogue do Tex, conforme se pode ver de seguida:
PERGUNTAS:
– Diga o nome de CINCO desenhadores da “Nova Vaga de Tex” que tiveram pranchas suas expostas no XVI Salão Internacional de Moura, realizado em 2007.
– Diga o nome do PRINCIPAL inimigo de Tex, na única edição do Ranger editada em Portugal.
– Diga o nome de QUATRO argumentistas de Tex Willer que tenham escrito (até ao presente) MENOS de 5 histórias de Tex.
– Diga CINCO países onde Tex foi publicado OFICIALMENTE, excluindo Portugal e Brasil.
– Diga o nome de CINCO personagens da saga de Tex, que tenham participado em pelo menos TRÊS histórias do Ranger.
– Para finalizar, escreva uma frase sobre o blogue do Tex.
E que teve como vencedores:
Gervásio Santana de Freitas, cujo prémio é uma edição de O “WESTERN” NA BD PORTUGUESA.
1) Corrado Mastantuono, Rossano Rossi, Marco Torricelli, Dante Erasmo Spada e Pasquale Del Vecchio.
2) Mefisto, cujo nome é Steve Dickart.
3) Giancarlo Berardi, Tito Faraci, Gianfranco Manfredi e Pasquale Ruju.
4) Espanha, França, Alemanha, Holanda e Estados Unidos.
5) Pat Mac Ryan, El Morisco, Gros-Jean, Jim Brandon, Tom Devlin
Frase) O Blogue do Tex, mais que um espaço frequentado por fãs de diversas partes do mundo, é um espaço de convívios e de entretenimento regado a um maravilhoso clima de hospitalidade e de amizades.
Sérgio Sousa, cujo prémio é uma edição de O “WESTERN” NA BD PORTUGUESA.
1) Marco Torricelli, Giacomo Danúbio, Marco Bianchini, Lucio Filippuci e Alessandro Piccinelli.
2) Mefisto.
3) Giancarlo Berardi, Pasquale Ruju, Tito Faraci e Decio Canzio.
4) Turquia, Holanda, Espanha, Alemanha e Finlândia.
5) Pat Mac Ryan, O Bruxo Mouro, Mefisto, Jim Brandon e Gros Jean.
Frase) Blogue do Tex, consulta diária obrigatória para todos os que pretendem saber as últimas novidades da SBE.
Ary Otávio Canabarro dos Santos, cujo prémio é uma edição de O “WESTERN” NA BD PORTUGUESA.
1) Participaram do XVI Salão Internacional de Moura, em Portugal, entre outros os desenhadores Pasquale Del Vecchio, Marco Torricelli, Rossano Rossi, Corrado Mastantuono e Dante Spada.
2) O pior e principal inimigo de Tex chama-se Steve Dickart, ou seja o MEFISTO.
3) Os argumentistas Tito Faraci, Pasquale Ruju, Gianfranco Manfredi e Giancarlo Berardi, escreveram até momento, menos de cinco histórias de Tex.
4) Na França, Espanha, Holanda, Estados Unidos e Alemanha já foram publicadas histórias de Tex.
5) El Morisco, Jim Brandon, Tom Devlim, Gros-Jean e Pat Mac Ryan são personagens importantes na saga de Tex, que já participaram de no mínimo três histórias.
Frase) O Blogue do Tex é um espaço da maior importância para difundir o personagem mais querido dos quadrinhos Italianos, pois mantém atualizadas as informações das Editoras e do personagem.
Sílvio Raimundo da Silva, cujo prémio é uma edição de OS GRANDES CLÁSSICOS DE TEX.
1) Dos novos desenhistas do Staff da SBE que tiveram pranchas expostas em Moura, cito os seguintes: Marco Torricelli; Lucio Filippuci; Corrado Mastantuono; Marco Santucci com arte final do Marco Bianchini e Orestes Suarez.
2) O principal inimigo de Tex no álbum especial editado em Portugal, como o próprio título já diz (Tex contra Mefisto) é o MEFISTO.
3) Os quatro argumentistas do Ranger com menos de 5 histórias escritas até o presente são: Giancarlo Berardi – 1 história; Gianfranco Manfredi – 1 história; Pasquale Ruju – 2 histórias e Tito Faraci – 2 histórias.
4) Dos Países que tiveram a honra de publicar oficialmente o Ranger, cito: Finlândia; Noruega; Turquia; França e Espanha.
5) Dentre os inúmeros personagens do mundo Texiano, sejam Amigos que Inimigos, cito os cinco abaixo: El Morisco – O Bruxo Mouro; Jim Brandon; Pat Mc Ryan; Mefisto e Yama.
Frase) Blogue do Tex, referência em informações atualizadas para os Texianos do velho e do novo Continente, feito por quem realmente entende de BD, HQ ou FUMETTI!
Jesus Nabor Ferreira, cujo prémio é uma edição de O “WESTERN” NA BD PORTUGUESA.
1) Del Vecchio, Lucio Fillippuci, Spada, Torricelli e Mastantuono.
2) Mefisto, Mefistófeles, Dr Sanatas ou ainda Steve Dickart.
3) Giancarlo Berardi, Tito Faraci, Gianfranco Manfredi e Pasquale Ruju.
4) Espanha, Inglaterra, Finlândia, França e Turquia.
5) Mister P, Cochise, Gros-Jean, Jim Brandon e Pat, o Irlandês!
Frase) Blog do Tex, em pouco tempo tornou se ponto de parada obrigatória para todo fã e colecionador.
Credibilidade e paixão, o binômio que simboliza o Blog Tex Willer.
Carlos Moreira, cujo prémio é uma edição de OS GRANDES CLÁSSICOS DE TEX.
1) Corrado Mastantuono, Dante E. Spada, Marco Torricelli, Giacomo Danubio e Alessandro Piccinelli.
2) Mefisto.
3) Giancarlo Berardi, Tito Faraci, Gianfranco Manfredi e Pasquale Ruju.
4) Espanha, França, Holanda, Israel e Finlândia.
5) Mefisto, Jim Brandon, Pat Mac Ryan, Cochise e Gros-Jean.
Frase) Blog do TEX, para apreciadores.
Wellington Verdan, cujo prémio é uma edição de OS GRANDES CLÁSSICOS DE TEX.
1) Podemos dizer que o XVI Salão Internacional de Moura foi um Marco idealizado com coragem e astúcia por um grande colecionador de Tex, o qual conseguiu reunir pranchas de grandes nomes chegando a totalizar 14 feras que mostraram todo seu talento, cito aqui apenas 5 nomes: Alessandro Piccinelli, Giacomo Danúbio, Corrado Mastantuono, Lucio Filippucci e Dante Erasmo Spada, mas poderia citar tantos outros que marcaram este grande encontro de desenhadores que o Mundo pôde aplaudir.
2) Todo Leitor da banda desenhada, sendo de Tex ou não, já ouviu esse nome. Aposto que ele já levou medo até dos leitores de Ken Parker, Zagor ou até o Dampyr, mas o porque de tanto temor por um simples ser? Por que ele não é qualquer um, ele é Mefisto! O maior vilão de todos os tempos, o mais perigoso, o mais feio, o mais traiçoeiro e o mais famoso de toda a saga de Tex. A ele dedico uma grande parte do sucesso de Tex, por isso ele não poderia deixar de aparecer em uma primeira história em terras Portuguesas, essa homenagem valeu!
3) Alguns grandes profissionais da arte de escrever sempre tem o interesse de entrar no mundo de Tex, para poder vislumbrar o por que de tanto sucesso, por isso, alguns grandes nomes já apareceram por aqui como Michelle Medda, Decio Canzio, Gianfranco Manfredi e Ruju. Com apenas algumas histórias escritas para o nosso Ranger, estes grandes nomes gravaram para sempre sua marca no sucesso de Tex.
4) Por que só cinco? Eu poderia citar inúmeros países em que Tex foi e está sendo publicado, isso é muito fácil devido ao seu grande sucesso mundo afora, quem diria que na Croácia Tex faria sucesso? Sabiam que Tex invadiu até a Índia? Ele aprontou muitas também na Holanda, Espanha e França, fazendo um tremendo sucesso, pois Tex é isso, sucesso imediato.
5) Outro fator importante para o sucesso de Tex são os inúmeros personagens que apareceram no Mundo de Tex e que fizeram e fazem grande sucesso, são mocinhos e bandidos, ambos com sucesso estrondoso, mas eu prefiro falar dos mocinhos por que de bandidos já estou cheio, prendo um monte todo dia!
Quem não conhece Jim Brandom? Grande Amigo de Tex, este é um dos meus, Coronel da Policia Montada lá do Canadá, o ruim é enfrentar o longo frio.
Gros-Jean, homem corajoso e leal com esse Tex pode contar sempre.
Pat, etá personagem porreta sô! Grandalhão, desengonçado e com um grande coração, forte como um touro e ao mesmo tempo ingênuo como uma criança, é um grande amigo de Tex.
Mac Parland, esse nome dá arrepio, não por que ele seja inimigo de Tex, mas por que sendo chefe dos agentes da Pinkerton, sempre colocou Tex nos mais altos perigos de sua vida e apesar de estar sumido pode aparecer a qualquer momento.
Outro nome importante no mundo de Tex foi o Mexicano Montales que um dia ao salvar Tex lá no México, torna-se seu grande amigo das altas horas.
Frase) Haveria palavras para serem ditas sobre o Blogue do Tex? Não caros amigos! É só você acessar o blog que verá o quão importante ele é para o Mundo da banda desenhada, ele veio para suprir uma lacuna a nível Mundial de um personagem também de nível mundial como Tex, aqui você além de encontrar tudo sobre Tex, também participa com a sua opinião.
Filipe Chamy, cujo prémio é uma edição de OS GRANDES CLÁSSICOS DE TEX.
1) Mastantuono, Filipucci, Spada, Rossi e Del Vecchio.
2) Mefisto (Steve Dickart).
3) Decio Canzio, Tito Faraci, Fabio Civitelli e Gianfranco Manfredi.
4) Itália, Turquia, Espanha, Finlândia e Israel.
5) Jim Brandon, Pat, Montales, Mefisto e Yama.
Frase) Informação e diversão cavalgam junto com o blogue do Tex!
Valdivino Otilio, cujo prémio é uma edição de OS GRANDES CLÁSSICOS DE TEX.
1) Piccinelli, Mastantuono, Spada, Danubio, De Vescovi, Bruzzo, Fillipucci, Torricelli, Suarez, Del Vecchio, Rossi, Cossu, Bianchini e Santucci.
2) Mefisto, Dr. Fiesmont, Dr. Anatas.
3) Berardi, Ruju, Faraci, Canzio.
4) Holanda, Turquia, Inglaterra, França e Espanha.
5) Pat Mac Rian, Bruxo Mouro, Montales, Cochise, Jim Brandon, Xerife Nat, Ely Parker e Gros-Jean.
Frase) Blogue do Tex, uma parceria que deu certo pois juntou o útil ao agradável, proporcionando informação e entretenimento ao maior personagem de faroeste.
Matheus Lopes, cujo prémio é uma edição de OS GRANDES CLÁSSICOS DE TEX.
1) Rossano Rossi, Dante Erasmo Spada, Marco Torricelli, Corrado Mastantuano e Pasquale Del Vecchio.
2) Steve Dickart, mais conhecido como Mefisto.
3) Michele Medda, Decio Canzio, Giancarlo Berardi e Tito Faraci.
4) Holanda, Espanha, Índia, França e Estados Unidos.
5) Gros-Jean, Jim Brandon, Pat Mac Ryan, Montales e El Morisco.
Frase) O Blogue de Tex é um dos maiores centros de notícias de Tex que já vi! Continuem esse belíssimo trabalho.
DESCRIÇÃO DOS PRÉMIOS:
O “Western” na BD Portuguesa
O “Western” na BD Portuguesa é mais um artigo profusamente ilustrado e com a qualidade garantida pelo nome do autor, Jorge Magalhães, publicado em formato de revista pela Câmara Municipal de Moura, por ocasião do Moura BD – Salão Internacional de Banda Desenhada.
Na verdade trata-se de uma reedição, já que em 2000 (no ano em que o tema do Moura BD foi precisamente “O Western”), foi lançado um fanzine com o mesmo nome, embora com diferenças muito significativas em relação à publicação que agora os responsáveis do Salão lançaram. Começando pelo texto (que foi revisto e actualizado); passando pela quantidade de ilustrações do artigo (que, na versão inicial, se limitavam a 10 exemplos) e terminando na qualidade da impressão (em 2000 tratavam-se de fotocópias a preto e branco, com muito má qualidade, que agora foram substituídas pela impressão em off-set, a cores e em papel couché!), as diferenças são abissais…
Jorge Magalhães faz um percurso detalhado pelos principais “westerns” criados por autores nacionais e publicados em revistas como “O Mosquito”, “Cavaleiro Andante” ou “Mundo de Aventuras”, entre tantas outras. Um estudo rigoroso, que vem na linha de outros dois também já lançados em anteriores edições do Moura BD (“Carros e Motos na BD”, em 2001, e “Banda Desenhada e Ficção Científica – As madrugadas do Futuro”, em 2005), que pode ser adquirido ao preço de 12,5 € para quem desejar através do e-mail mourabd@iol.pt (acrescentando-se, neste caso, os portes de correio).
O “Western” na BD Portuguesa, através do seu autor, Jorge Magalhães traz também referências à personagem Tex Willer e a Civitelli, pelo que consideramos este livro, um item interessante também na BiblioTEX de qualquer Texiano e por isso recomendamos a sua aquisição!
Os Grandes Clássicos do TEX
Quem é a mãe de Kit Willer? Como Tex conheceu Kit Carson? Quando ele se tornou chefe dos navajos? Como conheceu Jack Tigre?
Estas e muitas outras perguntas sobre o início da carreira de aventuras de Tex Willer, não são apenas respondidas pela Mythos Editora, mas MOSTRADAS nas histórias mais marcantes da saga do maior herói do Oeste de todos os tempos, nesta recente colecção.
Os Grandes Clássicos do Tex, traz sempre uma história completa, com nova tradução, letreiramento moderno e o já famoso Padrão Mythos de Qualidade. A edição é bimestral e o primeiro número trouxe a aventura O Casamento de Tex. Os texmaníacos mais antigos certamente terão a curiosidade de reler essas histórias e os muitos novos leitores vão poder ver pela primeira vez todos os momentos cruciais da vida de Tex. Além disso, cada nova publicação, sempre que possível, traz também muitas matérias alusivas a essas histórias clássicas.
Póster Tex Nuova Ristampa 83
Inusitado desenho realizado por Claudio Villa, onde vemos numa noite de lua cheia, um atento Tex Willer, correndo o risco de ser alvo de um ataque protagonizado por Guaimas e seu bando de lobos assassinos, ou melhor, pelo gigantesco Diablero, um ser dotado de uma força selvagem e possuído por instintos animalescos desencadeados por uma poção de cogumelos e ervas, dada por Mitla, uma jovem indígena dotada de extraordinários poderes.
Desenho usado no Brasil como capa de Tex Edição Histórica #70 e inspirado na história, “Diablero!” de G. L. Bonelli e Guglielmo Letteri (Tex italiano #135 a #137).
(Para aproveitar a extensão completa do póster, clique no mesmo)
Texto de José Carlos Francisco

