(Para aproveitar a extensão completa do desenho, clique no mesmo)
Trading Post Nº 17
TRADING POST
POR: SÉRGIO SOUSA – FOLHETIM MENSAL DE DIVULGAÇÃO DAS REVISTAS BONELLI PARA VENDA – ANO 2 – Nº16 – MAIO 09
O trading post apresenta as revistas que disponho para venda, as condições de venda e o estado de conservação das revistas. Por dificuldades em introduzir as tabelas no blogue, tabelas que contêm toda a informação sobre as revistas disponíveis, o folhetim disponibilizado no blogue apenas mencionará as revistas disponíveis e o intervalo de preços. Os interessados em determinada revista deverão solicitar, não a informação sobre a revista, mas sim, o folhetim versão completa. Façam o pedido através do E-mail: sergiosousa1367@hotmail.com
Além do folhetim serão enviadas diversas fotos adicionais. Recomendo que analisem com atenção as fotografias e a classificação que atribuo a cada uma das revistas, em caso de dúvida podem solicitar mais informação ou fotografia sobre qualquer revista.
PRECIOSIDADE
Esta rubrica não é mais que um leilão…. Invertido. A revista é colocada a um preço que vai baixando todos os dias. Os preços para cada dia estão aqui identificados. O comprador avalia a revista e contacta-me no dia que considera que a revista está com um preço justo. Não se esqueçam que só existe um exemplar e se esperarem por um preço muito baixo outros coleccionadores podem antecipar-se.
Dia 24 MAI09 25€
Dia 25 MAI09 24€
Dia 26 MAI09 23€
Dia 27 MAI09 22€
Dia 28 MAI09 21€
Dia 29 MAI09 20€
Dia 30 MAI09 19€
Dia 31 MAI09 18€
Dia 01 JUN09 17€
Dia 02 JUN09 16€
Dia 03 JUN09 15€
Dia 04 JUN09 14€
Dia 05 JUN09 13€
Dia 06 JUN09 12€
Dia 07 JUN09 11€
Dia 08 JUN09 10€
Esta edição de Tex 2ª edição nº1 apresenta-se em estado considerado USADO, devido à falta de um pequeno pedaço da contracapa e das 2 últimas páginas (canto superior). A capa e a lombada encontram-se em bom estado.
TEX 2ª EDIÇÃO Nº1 (U)
DESTAQUES
Rubrica que apresenta as revistas que são novidade relativamente às edições anteriores.
Os preços variam entre os 3,5€ (Zagor Vecchi Nº2) e os 7,5€ (Tex Ed. Histórica Nº35)
Dylan Dog Record – 1 e 2
Mister No Record – 1, 2, 3, 4, 5, 7, 8 e 10
Ken Parker Vecchi – 8
Nick Raider Record – 1 e 2
Tex 1ª Ed. – 63, 72, 76 e 106
Zagor Extra Record – 1 e 2
Tex Ed. Histórica – 4, 6, 11, 21, 22, 27, 30, 32 e 35
Tex 2ª Ed. – 7, 8, 9, 10, 27, 37 e 54
Zagor Vecchi – 1, 2, 3 e 4
NOVIDADES
Rubrica que apresenta exclusivamente revistas novas da Mythos e funciona preferencialmente por encomenda. Para calcularem os preços consultem o TP de Setembro, disponível no Blogue ou solicitem uma simulação. Esta rubrica só é possível devido ao acordo existente com o Portal Tex Brasil. As revistas aqui disponibilizadas para vendas, são revistas que encomendei para completar encomendas de coleccionadores.
Os preços variam entre os 2,9€ (Tex Colecção) e os 8,5€ (Tex Gigante Nº18)
G.C. Tex – 1, 5 e 11
Ken Parker – 7, 8, 12 a 18
Ken Parker Enc. – 2, 3 e 4
Tex Ed. Histórica – 73
Tex – 440 e 452
Tex Ouro – 1
Tex Almanaque – 13, 17 e 31
Zagor – 4, 10, 45 e 93
Tex Colecção – 195, 210, 213, 223 a 232 e 263
Zagor Especial – 19
Tex Gigante – 9, 10 e 18
Zagor Extra Mythos – 9, 54, 56, 57 e 58
REVISTAS
As revistas aqui apresentadas são as que têm vindo a acumular das edições anteriores:
Os preços variam entre os 1,5€ (Tex Nº108) e os 8,5€ (Tex Gigante Globo – Arizona em chamas).
Tex 1ª Ed. – 79, 102, 108, 117, 126, 128, 129, 130, 131, 140, 142, 143, 144, 197, 223, 224, 225, 236, 238, 243, 246, 248, 253, 386, 389, 391 e 404
Tex 2ª Ed. – 15, 17, 33, 36, 42, 47, 62, 74, 110, 122, 129 e 136
Tex Almanaque –9 e 15
Judas Record – 1 a 5, 7, 10, 11 a 13, 15 e 16
Dylan Dog – 1, 2 e 25
Júlia – 1 e 24
Grandes Clássicos Tex – 10
Tex Ed. Histórica – 49 e 55
Tex Gigante Globo – Arizona em Chamas
Martin Mistiere Globo – 1
Zagor RGE/Globo – 3
Nick Raider Mythos – 1
Chet – 8
Tex Ouro – 8
Zagor Record – 13, 17, 18, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 28, 29, 39, 40, 41, 42, 43, 44, 45, 46, 47, 48, 50, 51, 52, 54, 57, 58 e 59
ESTADO DE CONSERVAÇÃO DAS REVISTAS
ÓPTIMO (O) – Capa e lombada sem defeitos, miolo apenas ligeiramente amarelado.
BOM (B) – Pequenos defeitos na capa e lombada (rasgos, riscos ou pequenas palavras), miolo amarelado.
REGULAR (R) – Capa e lombada com falhas, mais que uma palavra escrita na capa. Miolo amarelado ou escurecido.
USADO (U) – Capa muito gasta ou suja pelo uso, escrita ou com rasgos. Lombada com falhas e miolo demasiado escurecido. Revista não recomendada a coleccionadores exigentes.
CONDIÇÕES DE VENDA
- Pagamento antecipado efectuado através de transferência bancária.
- Entrega em mão, apenas na região de Setúbal.
- Os portes dos correios serão sempre por conta do comprador, salvo indicação em contrário.< 500 Gr 2,20 €
> 500 Gr ^ < 1000 Gr 2,60 €
> 1000 Gr ^ < 2000 Gr 2,90 €
> 2000 Gr ^ < 3000 Gr 3,60 €
> 3000 Gr ^ < 4000 Gr 4,40 €
> 4000 Gr ^ < 5000 Gr 5,20 €
> 5000 Gr ^ < 10000 Gr 7,00 € (ENCOM. NACIONAL).
FACTORES QUE INFLUENCIAM OS PREÇOS
- Estado de conservação das revistas
- Raridade das revistas
- Dimensão da encomenda
- Custos de transporte
- Custos alfandegários
- Custo de transferência do dinheiro
- Flutuação cambial
Como podem verificar, são muitas as variáveis que influenciam os preços das revistas. A mesma revista pode ter preços completamente diferentes, em meses seguidos, devido a estes factores.
OUTRAS INFORMAÇÕES
- Aceito listas de faltas. A entrega de lista de faltas não compromete o coleccionador e não é garantia de conseguir as revistas em falta. As listas servem para centralizar as compras nas necessidades dos coleccionadores. Os coleccionadores que entregarem lista de faltas, serão informados da existência das revistas, antes da sua divulgação no “TRADING POST”, exercendo assim o direito de preferência. As listas de faltas serão ordenadas pela data de entrega.
- As fotografias apresentadas no folhetim, serão sempre das revistas colocadas à venda. Adicionalmente ao folhetim seguirão outras fotos e enviarei foto de qualquer revista que me seja solicitado, excepto das revistas novas, das quais não vejo necessidade.
- Muito excepcionalmente existe mais do que um exemplar de cada número. Somente com a divulgação deste folhetim e a entrega de listas de faltas, será possível colocar à disposição mais exemplares.
- Agradeço o contacto de todos os coleccionadores interessados em receber o folhetim, assim como sugestões no sentido de melhorá-lo.
DIVULGAÇÃO
O folhetim será enviado a todos os coleccionadores os quais possuo contacto e aos quais peço a divulgação para os seus contactos. Será também enviado a todos aqueles que expressem vontade em recebê-lo
As Leituras do Pedro – Tex Edição Gigante #22 – Seminoles
As Leituras do Pedro*
Tex Edição Gigante #22 – Seminoles
Gino D’Antonio (argumento)
Lucio Filippucci (desenho)
Mythos Editora (Brasil, Outubro de 2008)
182 x 277 mm, 242 páginas, preto e branco, capa brochada
Resumo
Tex Willer e Kit Carson chegam ao Forte Bliss, no Louisiana, com a missão de escoltarem um índio seminole, Ochala, entretanto condenado à forca, para ser julgado pelo assassínio de um ranger. Antes de lá chegarem, o índio é libertado por um membro da sua tribo, dando origem a uma caçada humana, que levará Tex até aos pântanos dos Everglades, na Florida.

Desenvolvimento
Sendo “mais uma” história de Tex, este argumento de Gino D’Antonio, adaptando-se bem ao “modelo” estabelecido da personagem, introduz algumas inovações ou diferenças em relação a ele, o que fazem com que se destaque da “produção” habitual. Por um lado, em boa parte do relato, retoma o modelo do justiceiro solitário, um pouco esquecido nos tempos mais recentes. Depois, a principal e mais notória, humaniza o herói, que “raramente tem dúvidas e nunca se engana” (como diria alguém…), levando-o a arrepiar caminho e a mudar de objectivo a meio da história. Finalmente, faz com que sensivelmente metade da narrativa decorra em zonas pantanosas, verdejantes e repletas de vida animal, o que contrasta com as longas planícies desérticas ou as montanhas rochosas que Tex normalmente calcorreia, enquanto lhe permite referir uma realidade histórica concreta, que raramente os westerns, em geral, e Tex, em particular abordaram, a forma como os seus habitantes naturais foram empurrados para o seu interior pelos brancos e a relação de cumplicidade que estabeleceram com os escravos negros fugitivos. Ao mesmo tempo, faz da caçada humana, feita a dois tempos, por Tex (inicialmente com Carson, no final com Jesus), e por Lafarge (com os seus cúmplices), uma corrida contra o tempo.
E com tudo isto – ou apesar de tudo isto – consegue um western bem escrito e ritmado, de final previsível a partir do meio, é certo, mas de leitura agradável e cativante. Fica a dúvida do que Gino D’Antonio poderia fazer com Tex, se não tivesse falecido em 2006, ainda este livro não estava totalmente desenhado.

A reter
– O desenho realista e expressivo de Filippucci, feito de traço fino e trabalhado, num preto e branco belo e eficaz, quase sempre sem grandes manchas contrastantes, especialmente feliz no retrato esfusiante das paisagens naturais arborizadas. No tratamento do rosto humano apresenta quase sempre a mesma qualidade, embora oscile pontualmente com representações menos conseguidas. Uma bela obra de um autor habitualmente mais à vontade com relatos de ficção-científica.

– O facto de Tex ter que arrepiar caminho a meio da história, duvidando do objectivo da sua missão e de que o fugitivo seja assim tão culpado, o que raramente se vê nas histórias do ranger. Isto confere-lhe um carácter mais humano e atenua a habitual divisão estanque entre bons e maus.
Menos conseguido
– Um “mau” tão mau como Lafarge, cego por um ódio inexplicável (ou inexplicado na história) para com os seminoles. O que no entanto não é invulgar nos relatos de Tex que, goste-se ou não, obedecem a alguns critérios mais ou menos estabelecidos que são incontornáveis.
– As últimas 8 pranchas, completamente desenquadradas do relato, que não adiantam nada ao mesmo, e que parecem existir apenas para que sejam atingidas as 242 páginas padrão dos “Texones”. O que poderia ter sido facilmente conseguido prolongando algumas das cenas já existentes.
Curiosidade
Na página 64 da edição em causa, na última vinheta, Faca Longa é ferido com um tiro no braço direito, um pouco abaixo do ombro (onde coloca a mão após receber uma bala disparada por Tex). Curiosamente, daí para a frente, sempre que o ferimento é referido (pág. 92, primeira vinheta, ou pág. 111, 3ªvinheta, por exemplo), ele situa-se no ombro oposto, o esquerdo!
*Pedro Cleto, Porto, Portugal, 1964; engenheiro químico de formação, leitor, crítico, divulgador (também no Jornal de Notícias e na revista In’ – distribuída as sábados com o JN e o DN), coleccionador (de figuras) de BD por vocação e também autor do blogue As Leituras do Pedro.
Prestigiada revista italiana “Scuola di Fumetto” dá grande destaque ao blogue português do Tex, a propósito da entrevista exclusiva com Mauro Boselli!
A prestigiada revista italiana “Scuola di fumetto“, uma das mais conceituadas revistas sobre informações e críticas relativamente à banda desenhada, de periodicidade mensal e totalmente a cores, no seu número 67, de Maio de 2009, deu um amplo destaque ao blogue português do Tex, na sua rubrica “Link, indirizzi e connessioni per orientarsi nel web”, a propósito da entrevista exclusiva com o argumentista Mauro Boselli, indicando-a da seguinte forma (Texto traduzido por Júlio Schneider, tradutor e consultor Bonelliano da Mythos Editora):.
“ENTREVISTA COM MAURO BOSELLI
Fora das fronteiras nacionais, os quadradinhos da Sergio Bonelli Editore são particularmente acompanhados na América do Sul, principalmente no Brasil, onde são traduzidos e publicados pela Editora Mythos. O sucesso de séries clássicas e imortais como Tex e Zagor, mas também de heróis mais modernos como Júlia e Dylan Dog, pode ser facilmente percebido pela Internet, nos vários sítios a eles dedicados, sobretudo o portal www.texbr.com e o blogue https://texwillerblog.com, já citados em outras ocasiões nestas páginas. Justamente no blogue dedicado a Tex está a entrevista que indicamos neste mês, dedicada a Mauro Boselli. Roteirista de destaque da Casa Bonelli, além de ser o papá de Dampyr (em dupla com Maurizio Colombo), também é uma das assinaturas mais apreciadas nas páginas de Tex e Zagor (de quem foi o supervisor por anos). Na entrevista conduzida por José Carlos Francisco, o autor repassa as principais etapas da sua carreira, aprofundando aspectos técnicos de seu trabalho, sem esquecer o lado passional e sentimental, componente fundamental para quem faz quadradinhos. Abaixo pode-se ler um extracto, mas a versão completa pode ser lida em http://texwillerblogcom/?p=10817:
Seus roteiros sempre impressionam por uma grande construção psicológica das personagens. Porque dar tamanha importância aos actores de cada aventura?
As histórias – refiro-me à ideia de base, à trama, ao modo de montar as cenas e juntar tudo – têm muita importância para o sucesso de uma BD e eu sempre busco torná-las emocionantes e pouco previsíveis. Mas no fundo, como dizem os estruturalistas, todas as histórias escritas e impressas, a partir de Homero, baseiam-se em poucas tramas-base, sempre as mesmas. Eles estão cobertos de razão. Para esses mesmos estruturalistas as próprias personagens são simples funções narrativas, todas se equivalem. Mas aqui eles são desmentidos pelos factos. Há personagens que, aos leitores, parecem mais vivos que os vivos! Ulisses, Polifemo, Sherlock Holmes, Os Três Mosqueteiros… Tex!
O que se recorda de uma trama sempre são as personagens, por isso é fundamental que uma história tenha “actores” com personalidade forte. E não só os protagonistas mas também os actores coadjuvantes. Meus romancistas preferidos – e cito um por todos, Dickens – deram alma e carácter ou, de todo modo, uma migalha de vida a cada mínimo figurante! Os quadradinhos são diferentes de um romance do Século XIX, mas também na breve duração de uma revista as criaturas de papel devem atingir o leitor com algo de característico e único (no nosso caso, o desenhador ajuda!). E acrescento que meu modo de escrever não é cerebral, mas sim espontâneo e quase “automático”. Ou me vem ou não me vem. Mas como escrevo de modo “quente” e não “frio”, tenho tendência a pensar nos actores das minhas histórias como pessoas de verdade, eu me preocupo com elas, eu me emociono se morrem. Talvez eu consiga comunicar um pouco disso aos leitores. Os vilões de uma BD, por exemplo, não podem ser banais.“
Eis o texto assinado pelo redactor Andrea Leggeri, na forma original:
(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)
Entrevista com o fã e coleccionador: Antonio Marques Matias
Entrevista conduzida por José Carlos Francisco.
Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente?
Antonio Marques Matias: Nasci em Barretos, São Paulo, Brasil, a 20 de Maio de 1967 e sou polícia.
Quando nasceu o seu interesse pela Banda Desenhada?
Antonio Marques Matias: Em 1973, com apenas seis anos de idade.
Quando descobriu Tex?
Antonio Marques Matias: Em 1976.
Porquê esta paixão por Tex?
Antonio Marques Matias: Tex é o melhor argumento, melhor desenho, tem carácter exemplar, é justo e um amigo para todos os momentos.
O que tem Tex de diferente de tantos outros heróis dos quadradinhos?
Antonio Marques Matias: Tex não é hipócrita, segue à risca os seus objectivos, afora o texto impecável e inimitável.
Qual o total de revistas de Tex que tem na sua colecção?
Antonio Marques Matias: 1800 exemplares, incluindo algumas edições italianas e de outros países.
Colecciona apenas revistas ou tudo o que diga respeita à personagem?
Antonio Marques Matias: Eu tenho tudo mas não gosto de objectos proibidos, como por exemplo o maço de palheiros, plágios, etc.
Qual o objecto Tex que mais gostava de possuir?
Antonio Marques Matias: Tex 1 ao 37 da 1ª edição em estado de banca.
Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia? E o argumentista?
Antonio Marques Matias: “Cidade Sem Lei” e “Cadeia de Homicídios“. Aprecio como génios G. L. Bonelli e Claudio Nizzi. A nível de desenhadores: Galep.
O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos?
Antonio Marques Matias: Tudo na personagem agrada-me, e também os profissionais italianos e brasileiros que trabalham em Tex.
Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que ele é?
Antonio Marques Matias: Estudo meticuloso, padrão de qualidade, profissionais que amam a profissão e manutenção do carácter do herói.
Costuma encontrar-se com outros coleccionadores?
Antonio Marques Matias: Procuro colaborar com quem está começando, não suporto grandes coleccionadores que na maioria vivem da exploração alheia e usam colecções para exibir opulência e desfilar arrogância e tento passar aos novatos o valor da amizade verdadeira.
Para concluir, como vê o futuro do Ranger?
Antonio Marques Matias: Por mim vai ser perene, mas friso que nos últimos anos Tex foi invadido por boa quantidade de nerds idiotas e de grandes coleccionadores mesquinhos que vivem do comércio de revistas e nem sequer compram edições nas bancas , mas o futuro vai pertencer a quem tem mais cultura e amor ao próximo pois temos ainda gente boa no mundo da banda desenhada.
Prezado pard Antonio Marques Matias, agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.
(Para aproveitar a extensão completa das fotografias acima, clique nas mesmas)




