Programação do XVI Salão internacional de Banda Desenhada de Viseu

Tex no Salão BD Viseu 2005Vai decorrer de 13 a 26 de Setembro próximo, o XVI Salão Internacional de Banda Desenhada de Viseu, Salão que recorde-se na edição de 2005, deu um grande destaque ao TEX WILLER, devido à personagem italiana ter sido o herói homenageado em virtude da mostra ”Tex – cowboy e pistoleiro – coleccionar a BD”, dedicada ao herói de papel, emblemático na BD italiana de aventuras, onde se pôde apreciar um panorama impressionante, tanto de edições raras como de peças de “merchandising”, que faziam parte duma das maiores colecções do mundo, pertencente ao coleccionador José Carlos Francisco, de Anadia.

Exposição Tex no Salão BD Viseu 2005Tex viu ainda uma outra exposição dedicada  a si; a exposição de pranchas de todos os desenhadores que até aquela data, tinham desenhado as edições gigantes de Tex Willer, chamadas na Itália de Texoni, nomes como José Ortiz, Joe Kubert, Guido Buzzelli, Victor de la Fuente, Magnus, Jordi Bernet, Colin Wilson e muitos outros prestigiados nomes da nona arte!
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Este ano, apesar de Tex não estar presente, o blogue do Tex não pode deixar de divulgar este que é um dos principais Salões da Banda Desenhada realizados em Portugal, por isso, eis a respectiva programação:

XVI SALÃO INTERNACIONAL DE BD DE VISEU 2009

PROGRAMAÇÃO
EXPOSIÇÕES: de 13 a 26 de Setembro 2009 – ENTRADAS LIVRES 

Núcleos expositivos:
– Biblioteca Municipal (Coleccionismo na BD – Super – Heróis – colecção particular de Daniel Almeida, sócio do Gicav)
– Museu Grão Vasco  – D. Afonso Henriques em traços largos – representações do rei conquistador na BD
– IPJ Viseu – País convidado – Roménia (Alexandru Ciubotariu, Marian Radu, Dodo Nita e outros); Pedro Massano – prémio Animarte BD 2008; Vasco Granja – homenagem; Galeria dos Super Heróis; Fanzine Luminus Fantasia (manga em português); Daniel Maia, Universo Manga – 19 propostas, Concurso Gicav 2009; Super – português (super heróis em português)
– Fórum Viseu – casa das artes – “O cavaleiro das trevas” – Batman a preto e branco
– Lugar do capitão – Hugo Teixeira – “Monótonos monólogos de um vagabundo”CICLO DE CINEMA (infância e juventude): de 21 a 25 de Setembro, no IPJ (marcação prévia de turmas e grupos –  os filmes a projectar: BOLT (EUA, 2008) –  um cão transformado em Super-Herói de uma séria televisiva, vive num gigantesco cenário, acreditando nos seus super-poderes, sem consciência dos milagres que os efeitos especiais produzem na sua interpretação. Como numa fábula, Bolt vai querer conhecer os seus limites e viver a sua própria realidade; O HERÓI  (China, 2002) – O Herói é uma super-produção chinesa, realizada por Zhang Yimou, cineasta que concebeu a cerimónia oficial de abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim em 2008. Sete reinos lutam pela conquista do território que viria a formar a China. Com recurso a coreografias de grupo, efeitos especiais e novas tecnologias, consegue transformar o cinema popular de acção num filme de culto.
PAMPLINAS, o maquinista (EUA, 1927) – Buster Keaton, a par de Chaplin e Lloyd, completa o grande trio de cómicos do cinema mudo. No seu filme mais famoso, Pamplinas, Keaton expõe a sua coragem de dispensar duplos nas várias peripécias da história, e como um super-herói culmina a longa perseguição da locomotiva numa extraordinária cena de acção, com cenários e truques de realização grandiosos para a época.

FEIRA DO LIVRO
– DIAS 19 E 20 – IPJ – Livraria Dr. Kartoon – Coimbra (comics, bd franco – belga e nacional, …)

SESSÃO DE AUTÓGRAFOS – com a presença dos artistas Pedro Massano, Daniel Maia, Hugo Teixeira; Catarina Guerreiro, Tânia e Telma Guita (fanzine Luminus Fantasia), os romenos Alexandru Ciubotariu, Marian Radu, Dodo Nita – dia 19, Sábado, pelas 18.00 Horas, no IPJ – salão de exposições

ATRIBUIÇÃO PRÉMIO ANIMARTE 2008 (GICAV)– Pedro Massano – dia 19, 16.30H – IPJ ; atribuição de Menções Honrosas/Entrega de prémios do Concurso Gicav BD 2009

LANÇAMENTOS EDITORIAIS:  Dia 19 – 18.00 Horas : Revista Anim’arte N.º  72 (edição Gicav) ; Ilustre Gente da Beira II – Lafões (edição Gicav); Fanzine “Monótonos monólogos de um vagabundo” – entrevista com Hugo Teixeira  – (BDJornal/Machado Dias); apresentação do n.º2 do fanzine “Luminus Fantasia”

ESPECTÁCULO TEATRO – DIA 19 – 21.30 Horas – Auditório IPJ – Quem és tu Afonso Henriques? – Companhia Teatro 3 – Gicav – entrada livre

Cartaz banda desenhada

Um caubói de corpo fechado

Diário do Nordeste

Texto do CADERNO 3 do “Diário do Nordeste” (Fortaleza, Ceará), de 17 de Agosto de 2009.
Por DELLANO RIOS

Um caubói de corpo fechado
Tex no Jornal Diário Do Nordeste de 17-08-09

Em “O Mocinho do Brasil”, o jornalista Gonçalo Junior reconstitui a trajectória de “Tex” no Brasil, tendo como pano de fundo a história editorial dos quadradinhos no País.

Sem trajes colantes de cores fortes, ou músculos a dar na vista, nem mesmo poderes extraordinários. Nada disso impede de descrevermos o jornalista Gonçalo Junior como um super-herói. O baiano é um dos incontáveis fãs dos quadradinhos espalhados pelo Brasil. O que o distingue da quase totalidade deles é o compromisso em pensar esta arte/ mídia e de resgatar sua história.

Em “O Mocinho do Brasil“, o jornalista Gonçalo Junior reconstitui a trajectória de “Tex” no Brasil, tendo como pano de fundo a história editorial dos quadradinhos no País.

Gonçalo Junior é autor da mais consistente bibliografia dedicada à história das histórias em quadradinhos no Brasil. É dele o clássico instantâneo “Guerra de Gibis”, que narra a origem da moderna indústria dos quadradinhos no Brasil, movimentada pela disputa de décadas entre jornalistas e editores Adolfo Aizen e Roberto Marinho. Historiou, ainda, a editora Abril, que foi lar de Mônica, Mickey e outros; e os mestres do erotismo italiano. Trabalhos de conteúdos inéditos, que levam os quadradinhos a sério, na condição de objectos de estudo. Num país em que a bibliografia acerca das BDs é formada por minguadas páginas, que conhecedores da nona arte abarrotam de achismos e preconceitos, trata-se de uma obra de leitura incontornável.

O Mocinho do BrasilO novo trabalho de Gonçalo Junior também tem esse quê de livro obrigatório: “O Mocinho do Brasil – A história de um fenómeno editorial chamado Tex“. Nele, o jornalista reconstitui a trajectória do caubói Tex Willer no País (e aproveita para comemorar os 60 anos de criação da personagem).

Dono de uma base de fãs invejável, o caubói italiano foi criado pelo roteirista Gian Luigi Bonelli (pai do célebre editor Sergio Bonelli) e pelo desenhador Aurelio Galleppini, em 1948. Ele fez sua primeira aparição, por estes lados, em 1951, na revista Junior, editada por Roberto Marinho.

De 1971 para cá, Tex não saiu mais das bancas (e, mais recentemente, gibiterias). Passou por quatro editoras e hoje é publicado pela Mythos, que mantém activos quatro títulos da personagem: “Tex“, série principal, com histórias inéditas, que já chega ao número 477; “Tex Coleção“; “Tex Edição Ouro“; e “Tex Edição Histórica“, todas elas dedicadas a reedições de aventuras antigas – e clássicas.

Spaghetti ou caviar?
Das personagens do fumetti (as BDs italianas), Tex não é o único habitante do Oeste Selvagem. No entanto, é o mais romântico. Com tramas menos políticas que “Mágico Vento” (que toca na ferida dos massacres das populações nativas norte-americanas), Tex é um cavaleiro sóbrio, um homem da lei que luta limpo contra criminosos e corruptos, num Velho Oeste de mentirinhas, dos filmes mais “limpinhos”, de Hollywood. Este tom “ingénuo” é um dos alvos dos detractores da série. Em alguns sites dedicados aos quadradinhos, Tex sequer é mencionado – sinal de um olhar “cabeça”, que o vê como obra menor, produto industrial e leitura vulgar.

Tex por Fred MacêdoO livro de Gonçalo Junior sai em defesa da personagem, como obra de arte digna de ser lida, apreciada e, mais urgente, estudada. “Este livro é, na verdade, uma provocação minha à arrogância e à prepotência de muitos que se dizem conhecedores, estudiosos e especialistas em quadradinhos. Muitos desses caras não gostam da minha postura provocativa em relação à mediocridade que marca boa parte da pesquisa sobre revistas de banda desenhada no país – pela sua pobreza temática e superficialidade. Assim, faço dessa obra mais uma cutucada ao preconceito que essas pessoas têm e que só reforçam a imagem ruim contra as revistas de BD como forma de expressão, de comunicação e de arte. Essas pessoas são as mesmas que generalizam e dizem que mangá e Tex são subprodutos do mercado, criados para venda fácil (exploração comercial) e em larga escala. Na verdade, isso me estimulou a fazer a obra, pois, claro, eu sempre soube que Tex merecia um livro por muitas razões e não apenas uma“, afirma Gonçalo Junior.

“Tex é, antes de tudo, um fenómeno editorial no Brasil. E, como tal, merece ser estudado e melhor compreendido. Sem dúvida que tem uma fórmula que, graças à competência de seus editores italianos, consegue se manter interessante a um grande público. Ao mesmo tempo, traz elementos folhetinescos que sempre alimentaram a literatura de entretenimento, como acontece também com o mangá. Só que, em diferentes momentos, várias aventuras extrapolaram essa receita e se destacaram como clássicos do faroeste- Num nível tão marcante que se aproximam de grandes filmes, como os de Sergio Leone e Jonh Ford, dois mestres do género que mais gosto. Existem muitas outras observações que justificam o livro e eu convido o leitor do seu jornal a conhecê-las melhor“, instiga.

O fenómeno Tex, não apenas no Brasil, surpreende se pensarmos na perda de popularidade enfrentada pelo género de faroeste, tanto nas BDs, como no cinema e na TV. Gonçalo explica que o género se retraiu, mas nunca chegou a sair de cena. Além disso, ele aponta o VHS e, mais recentemente, o DVD, como suportes que facilitaram a redescoberta do bang-bang por novos públicos.

60 anos de Tex por Fred Macêdo“Mas creio que o leitor de Tex é particular um pouco em relação a tudo isso: ele é fiel e se renova muito lentamente. Tanto que a revista não vende mais 150 mil por edição, como nos anos de 1980. Vale ressaltar que faroeste lida com vários elementos que pegam firme no emocional de grandes plateias: aventura, drama, romance e senso de justiça. Isso não morre nunca, sempre vai atrair pessoas interessadas“, avalia o jornalista, que encontra parentescos entre as narrativas do fumetti e as telenovelas brasileiras.

“Tanto no Brasil quanto na Itália existem várias revistas de Tex em circulação e, à excepção da série original, que traz novos títulos, todos os outros apresentam exaustivamente republicação de histórias antigas. Isso se reflecte na manutenção da personagem como bom produto de vendas. Acho que, de forma competente, o Grupo Bonelli tem conseguido investir na concepção dos roteiros, apesar de descambar, às vezes, para o terror e o sobrenatural. As histórias actuais continuam eficientes como leitura de entretenimento, mas não são mais marcantes e antológicas como nos tempos de Gian Luigi Bonelli. É como dizer que Janete Clair continua imbatível como criadora de telenovelas“, compara.

Pão e água
A bibliografia crítica sobre os quadradinhos, editada no Brasil, é pouco extensa e carece de profundidade. Clássicos como “Shazam!” (1970), colectânea de ensaios publicada por um dos grandes nomes da área, Álvaro de Moya, é bastante irregular – e não se decide entre o estudo rigoroso, académico, e o depoimento de admiradores das BDs. Os livros de Will Eisner, “Quadrinhos e Arte Seqüencial” e “Narrativas Gráficas”, são bons apenas como manuais, mas carecem de uma conceituação mais consistente. Isto, só para ficar nos exemplos mais famosos.

Tex e seus amigos por Fred MacêdoMoacy Cirne, um dos autores referenciais no Brasil, também tem uma bibliografia bastante irregular. Em “Uma introdução política aos quadrinhos” (1982), faz uma leitura marxista desta mídia, que é bastante agressiva com seu conteúdo de entretenimento. Para Gonçalo Junior, obras como esta ainda influenciam o olhar que se tem sobre as BDs, entre a “crítica” e a academia. “Esse discurso ultrapassado de anti-imperialismo aparece até hoje na discussão pela reserva de mercado para o artista brasileiro. Sou contra isso, acho que não tem de haver paternalismo, que leva ao parasitismo e só destrói ainda mais o mercado. Creio que nossos artistas deveriam trabalhar mais, ler mais, tornar-se competitivos como em qualquer profissão. No livro ´Enciclopédia dos Quadrinhos´ (2006), comento e resenho perto de 700 obras com o propósito de mostrar que existe sim uma ampla bibliografia sobre os quadradinhos, mas pouca coisa de realmente relevante“, opina o autor.

Para ele, a situação não é melhor nas universidades. “A academia passou décadas desprezando as revistas de BD como produto de comunicação de massa. Até mesmo nas críticas implacáveis a chamada Indústria Cultural (pela Escola de Frankfurt) detonam a TV e o cinema, mas ignora-se os quadradinhos. De modo geral, a pesquisa de quadradinhos na academia ainda engatinha e o que tem saído começa a melhorar“, comenta. No entanto, Gonçalo Junior lamenta a falta de senso crítico. “Essa onda de adaptações literárias, por exemplo, tem sido tratada de modo equivocado, até mesmo pelos pretensos críticos, que acolhem tudo sem qualquer juízo de valor e apenas aplaudem os editores“, dispara, contra um dos actuais filões do mercado editorial não especializado em BDs. “Estão publicando quadradinhos porque querem empurrar qualquer porcaria nos programas de compra de livros do Governo Federal, dos estados e dos municípios“.
(Para ver na plenitude a página do jornal, clique na 1ª imagem)

Copyright: © 2009, Diário do Nordeste; Dellano Rios – Repórter (texto) e Fred Macêdo (ilustrações)

Póster Tex Nuova Ristampa 116

Magnífica ilustração de Claudio Villa, que retrata o final daquela que muitos fãs e coleccionadores do Ranger, consideram uma das mais épicas histórias de Tex: Vemos Tex Willer, ferido, com o colt ainda fumegante na mão e Paco Ordoñez, mais conhecido como El Muerto, no chão, já morto, depois do famoso duelo ocorrido entre ambos no cemitério de Pueblo Feliz e que teve o velho medalhão musical como “juiz”…

Desenho usado no Brasil como capa de Tex Edição Histórica #96 e inspirado na história “El Muerto” de Guido Nolitta e Aurelio Galleppini (Tex italiano #190 e #191).
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Texto de José Carlos Francisco

Portugal – Edições de Agosto

Relação das revistas da Mythos Editora, distribuídas em Portugal, pela LOGISTA PUBLICAÇÕES, para o mês de AGOSTO de 2009:

Tex Nº 446 La Puerta Del DiabloTEX  446
La Puerta Del Diablo
Texto: Claudio Nizzi – Desenhos: José Ortiz

Tex e Carson recebem do velho amigo Mac Parland, da agência de detectives Pinkerton, a incumbência de recuperar o produto de dois anos de roubo do bandido Link Walker.
Porém, o dinheiro encontra-se numa mina abandonada no México e nossos heróis terão de enfrentar os cúmplices de Walker e um grupo de soldados mexicanos comandados pelo impiedoso Coronel Uriaga!
2,90€

Tex Coleção 238TEX  COLEÇÃO 238
Fuga Alucinada / Little Rock
Texto: G. L. Bonelli – Desenhos: Guglielmo Letteri/Erio Nicolò

Auxiliado por seus parceiros, Tex consegue alcançar o bando de Proteus, mas o terrível mestre dos disfarces pode estar um passo à frente do grupo de justiceiros! E ainda: em mais uma aventura ilustrada por Erio Nicolò, Tex e Carson chegam ao povoado de Little Rock esperando encontrar um velho amigo chamado Randy, mas, infelizmente, descobrem que ele morreu. A partir daí, a dupla de rangers tenta desvendar sob que circunstâncias isso aconteceu.
2,90€

Grandes Clássicos de Tex nº 15GRANDES CLÁSSICOS DO TEX 15
O Grande Rei
Texto: G. L. Bonelli – Desenhos: Aurelio Galleppini

No Canadá a nuvem de uma rebelião indígena começa a cobrir o céu, e somente a bravura de Tex e seus amigos pode deter uma tragédia que já se espalha pelos Estados Unidos.
Contando com inúmeros recursos financeiros e espalhando o medo, o líder deste levante, que se autodenomina o Grande Rei, traz na sua mente a criação de um novo reino no qual ele será o líder supremo.
Entre ele e sua sombria realização existe somente um obstáculo: Tex.
7,50€

Tex Férias 7TEX FÉRIAS 7
A testemunha
Texto: Claudio Nizzi – Desenhos: V. Monti

Dois índios apanham um comboio para uma cidade onde Tex e Carson os aguardam.
No entanto, durante a viagem, são vítimas de assassinato.
Tex e Carson vão tentar descobrir o que está por detrás destas mortes, acabando por concluir estarem em presença de um grupo de notáveis, cujo passado está ligado aos índios.
7,50€

Zagor 95
ZAGOR 95

Na Pista do Inimigo
Texto: Moreno Burattini – Desenhos: G. Ferri

Zagor e Chico desembarcam em Veracruz junto com Denise, que quer libertar seu pai, o pirata Jean Lafitte, preso pelos mexicanos sob a acusação de contrabando de armas para os rebeldes. Zagor está atrás de Richter e Velasquez, que chegaram ao México em busca de uma cidade perdida na selva do Yucatan, onde, ao que tudo indica, está escondido um antigo tesouro protegido por um pântano impenetrável e por misteriosos guerreiros que voltaram a fazer sacrifícios humanos e se preparam para iniciar uma revolta dos povos indígenas do sul do México.
2,90€

Zagor Extra 59ZAGOR EXTRA 59
Perigo Mortal
Texto: Moreno Burattini – Desenhos: G. Ferri

O medo reina na região selvagem dos Montes Escarpados.
Montanheses têm sido massacrados de forma horrenda na mesma região para onde seguiu uma expedição científica escoltada pelos Jaquetas Verdes, uma divisão do Exército criada justamente para essa finalidade.
O que está acontecendo?
2,90€

Zagor Especial Nº 18ZAGOR ESPECIAL 18
O País das Sombras

Texto: Mignacco – Desenhos: Torricelli

Os pais do pequeno Thomas Ward são mortos diante de seus olhos, numa viagem pela floresta de Darkwood. Os acusados do crime são misteriosos peles-vermelhas que, depois de atacar no escuro da noite, desapareceram sem deixar pistas. A tragédia marca a vida do menino: sobrevivente da chacina, ele cresce atormentado por pesadelos e angústias. Crescido, o jovem decide enfrentar os seus medos e, com Zagor como guia, ele volta ao local do crime e visita um xamã que o leva ao País das Sombras, numa viagem interior para enfrentar os demónios de sua alma. Mas os assassinos estão por perto e pretendem concluir o trabalho que ficou pela metade muitos anos antes.
7,50€

Mágico Vento Nº 81MÁGICO VENTO 81
Sangue Azul
Texto: Manfredi & Segura – Desenhos: José Ortiz

Depois da Guerra de Secessão, um ex-escravo foge com a jovem herdeira branca da plantação em que ele trabalhava. Não é um rapto, os dois estão apaixonados. Mas o irmão da jovem é um perverso aristocrata à beira da loucura, e segue os dois fugitivos da Louisiana até Nova Sevilha, uma colónia hispânica no Colorado, na qual reina absoluto um nobre, mais louco que o outro, que se considera herdeiro dos conquistadores espanhóis. Mas em Nova Sevilha também chegam Mágico Vento e Poe. Um romance com ecos de “A Cabana do Pai Tomás” narrado por Poe ao seu jornal.
2,90€

Júlia 52 "As Chamas do Preconceito"AVENTURAS DE UMA CRIMINÓLOGA 52
As Chamas do Preconceito
Texto: Giancarlo Berardi – Desenhos: Federico Antinori

O que acontece se uma bela moça negra fica noiva de um branco quase miserável, além disso originário de Demopolis, Alabama? Nada, ou quase, se decidem ficar vivendo em Garden City… Mas Nicole é teimosa e, além de não dar ouvidos a seu pai que não vê com bons olhos a relação, acompanha seu Romeu até o Alabama, onde a maior parte das pessoas não brilha pela sua amplitude de visão, sobretudo em relação a uniões mistas. O resultado é que Nicole desaparece e o detective Ralf Rosenberg, encarregado por Leo Baxter de acompanhar o caso, tem um fim igualmente brutal. A Júlia e Leo só resta dirigir-se ao “Sul Profundo”…
4,00€

Conan O Bárbaro Nº 69CONAN, O BÁRBARO 69
Revista mensal em preto e branco, 68 páginas e formato magazine.

Depois de conquistar seu sonhado trono, o Rei Conan enfrenta uma conspiração arquitectada por um pequeno, mas influente bando rebelde que não aceita um bárbaro como seu soberano. Porém, a maior ameaça pode ser um demónio conjurado pelo feiticeiro Thoth-Amon! Finalmente, a Mythos Editora reapresenta a adaptação de A Fénix na Espada, a primeira história do Cimério escrita por Robert E. Howard. Roteiro adaptado por Roy Thomas, desenhos do espanhol Vicente Alcazar e arte-final do filipino Yong Montano. De quebra, John Buscema comparece ilustrando um prólogo especial de três páginas.
E ainda: O final da inédita minissérie Conan: o Usurpador, na qual o roteirista Chuck Dixon narra uma versão alternativa da batalha do Cimério pela Coroa aquilónia. Steve Lieber assina os desenhos, Klaus Janson e Steve Mitchell, a arte-final.
Destaque especial para mais uma memorável capa de João Silveira!
3,50€

Fanzine “A Conquista do Oeste” – Maio/Novembro 2001 – Página 86 – Os outros artistas que participaram em filmes de “western” (Parte 6)

OS OUTROS ARTISTAS QUE PARTICIPARAM EM FILMES DE “WESTERN” (Parte 6)

Página 86Muitos outros artistas teriam também um papel importante, na divulgação de filmes de “western”, ainda que em artigos anteriores, só nos tivéssemos preocupado mais com os actores que acabariam em Histórias aos Quadradinhos. Mas claro, houve muitos artistas de craveira mesmo, que tiveram um papel muito significativo nos filmes de “western”. No entanto, sobre esses iremos unicamente indicar os nomes e pouco mais. O espaço assim o obriga:

George Kenedy (1952-). Além de filmes em que faz de duro, também teria alguns papeis cómicos no campo de “western”. Trabalhou de 1962 a 1973, com TV.
Klaus Kinski (1926-1991). Era um artista alemão que trabalharia em alguns filmes italianos de “western”. Fez sempre papeis de mau. Trabalhou de 1963 a 1975.
Alan LaddAlan Ladd (1913-1964). Era pequeno demais para papeis de “cow-boy”, mas chegou a interpretar alguns. Embora não fosse um “monstro” do Cinema, possuía uma forte personalidade nos filmes em que entrava. Trabalhou em poucos de 1940 a 1960.
Jack Lambert (1920-2002). Fazia papeis de vilão nos filmes de “western”, onde trabalhou de 1945 a 1966, com TV incluída.
Allan Rocky Lane (1901-1973). Foi outro dos artistas, que teria a sua personagem igualmente adaptada à Banda Desenhada. Trabalhou desde 1940 a 1958, com perto de 100 filmes.
Lash LaRue (1921-1996). Entrou em filmes desde 1945 a 1971, com pouca TV. Também seria adaptado à BD.
Ian MacDonald (1914-1978). Interpretou no Cinema alguns papeis de índio e convenceu. Também fez outros papeis secundários de 1941 a 1959, com TV.
John McIntireJohn McIntire (1907-1991). Foi outro dos excelentes actores secundários que apareceriam nos filmes de “western”. Trabalhou de 1948 a 79, com TV, onde substituiria Ward Bond na série “Wagon Train”, depois da morte daquele.
Victor McLaglen (1886-1959). Actor inglês de craveira, que viria a trabalhar em Hollywood. Fez filmes de selecção, poucos, de 1924 a 1959, com duas séries de TV.
Barton MacLane (1902-1969). Trata-se de um belíssimo actor, vindo do Teatro, que entraria em uma série de filmes de “cow-boys”, desde 1933 até 1968, com TV.
Stephen McNally (1913-1994). Mais um vilão excepcional, com interpretações de alto nível. Trabalhou desde 1945 a 1971, com TV.
Steve McQueen (1930-1980). Um artista de gabarito, desaparecido prematuramente. Só fez 4 filmes e algumas séries de TV, desde 1960 a 1980, ano da sua morte.
Nota: Quando dizemos o número de filmes ou as datas destes, estamos sempre a referirmo-nos a filmes e séries de TV, ligadas ao “western”.
Guy Madison (1922-1996). Trabalhou em alguns filmes de interesse, embora não fosse um artista de altos voos. Entrou em alguns de 1949 a 1968, com TV à mistura.
Jack Mahoney (1919-1989). Depois de duplo, passaria a trabalhar no Cinema, desde 1946 a 1964, com TV.
Karl Malden (1914-2009). Artista de respeito, todos os papeis que interpretou foram sublimes. Tem 9 filmes de 1950 a 1971.
Martin Strother (1919-1980). Fez quase sempre papeis de vilão, de 54 a 79, com TV.
Marvin Lee (1924-1987). Era um duro, não muito simpático, mas com algum talento. Trabalhou de 1952 a 1981, com TV.
Ken Maynard (1895-1973). Foi um dos “cow-boys famosos, adaptado à 9ª arte. Trabalhou de 1923 a 1944, em cerca de 100 filmes.
Emile Meyer (1903-1987). Tratava-se de um actor secundário de relevo, desempenhando papeis excelentes. Trabalhou de 1950 a 1967, com TV.
Thomas Mitchell (1895-1962). Interpretando papeis de soldado ou de doutor bêbado, entre outros, deixou-nos uma extraordinária galeria de personagens. Trabalhou de 1939 a 1961, com TV. Total: 8 filmes e três séries.

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