Do fã e coleccionador português de BD, Rolando Marques, que para além de Tex, gosta também de outras personagens de BD como, por exemplo, Mágico Vento e Júlia Kendall, ficando-se apenas pelas publicações da editora Mythos, nascido em 17 de Agosto de 1971, morador em Alverca do Ribatejo nos arredores da capital portuguesa e que profissionalmente, trabalha numa empresa de telecomunicações, na área de serviços e gestão de projectos, recebemos alguns desenhos de Tex Willer e Kit Carson.
Tratam-se de desenhos de sua autoria sobre o oeste selvagem e o Tex em particular e que nasceram de um passatempo ao qual o pardRolando Marquesse dedica sempre que pode, embora tendo menos tempo disponível do que gostaria para se dedicar a este prazeroso passatempo de desenhar.
Nesta dinâmica ilustração de Claudio Villa, vemos Texno deserto do Arizona, a poucos quilómetros da fronteira mexicana, prestes a disparar contra um apache mescalero que fugia do Ranger, após este e dois outros apaches, entretanto mortos por Tex, terem tentado, em vão, derrotá-lo usando a força bruta, mas a fuga não iria longe, porque o cavalo roubado de Águia da Noite, acabaria por cair e Tex conseguiu eliminar também o terceiro apache!
Desenho usado no Brasil como capa de Tex Edição Histórica #101 e inspirado na história “Quattro sporche canaglie” de Guido Nolitta e Erio Nicolò (Tex italiano #202 e #203).
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A equipa do blogue do Tex informa que no próximo dia 5 de Dezembro de 2009, sábado, irá realizar-se na Bairrada, mais um Convívio Texiano, onde estarão presentes vários coleccionadores portugueses de Tex Willer.
Devido ao facto do almoço ser na Bairrada, terra de José Carlos Francisco e Hernâni Portovedo, possuidores de duas fantásticas colecções do Ranger, após a refeição haverá em casa de um deles a continuação do Convívio, de modo a que se possa degustar com mais tempo e calma, o nosso Ranger e tudo que diga respeito a tão fantástica personagem que ultrapassou já os sessenta anos de vida e fortalecer os laços de amizade que já vêm de convívios anteriores, que já foram inclusive motivo de artigos na própria revista brasileira de Tex, como se pode observar de seguida.
Devido à proximidade da data, a organização do evento, presidida por José Carlos Francisco e Hernâni Portovedo, que espera a comparência de “novos” Texianos, como sempre acontece nestes convívios, pede desde já que os texianos se programem e quem desejar comparecer, que informe por e-mail (josebenfica@hotmail.com) até ao dia 30 de Novembro, da certeza que possa vir, ou então que confirme aqui mesmo no blogue, num comentário a este post. Já estão confirmadas as presenças de José Carlos Francisco, Hernâni Portovedo, Mário João Marques, Carlos Moreira, Orlando Santos Silva, Carlos Santos e Pedro Bouça.
Recordamos que os Texianos podem vir acompanhados das respectivas famílias, já que nos encontros anteriores sempre estiveram presentes familiares dos Texianos a acompanharem-nos nestes fantásticos convívios…
E por falar em encontros anteriores, terminamos este texto, informando que as fotos que ilustram este post, são de outros Convívios Texianos realizados anteriormente no nosso país.
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O consagrado desenhador salernitano, Bruno Brindisi, na sua segunda participação em Tex (a primeira tinha sido a propósito do Tex Gigante “Os Predadores do Deserto“), quando foi chamado para substituir o falecido Vincenzo Monti (que tinha realizado apenas um terço da história) para concluir a aventura “Muddy Creek” (no Brasil, Tex #425 e 426 “Alma Envenenada“), homenageou Vincenzo Monti, retratando-o na primeira vinheta da página 113 da edição italiana nº 520 do Ranger (no Brasil, primeira vinheta da página 111 de Tex #426).
De facto, como podemos observar na imagem aqui ao lado, o chefe da estação que anuncia a partida eminente do comboio onde vão viajar Tex e Carson é o próprio Vincenzo Monti, desenhador que faleceu em 2002, com 61 anos de idade e depois de 20 anos a trabalhar em prol do Ranger.
Uma outra curiosidade a propósito desta estreia de Bruno Brindisi na série principal do Ranger, é que quando o desenhador que nasceu em Salerno no dia 3 de Junho de 1964, questionou a redactora-chefe da Sergio Bonelli Editore, Maria Baitelli, sobre se deveria tentar imitar o estilo de Vincenzo Monti, esta respondeu dizendo para não se preocupar com esse detalhe e para desenhar com o seu próprio estilo, ou seja, com o seu traço moderno, muito elegante e detalhado, daí o impressionante contraste na passagem de testemunho, entre a última página de Vincenzo Monti e a primeira de Bruno Brindisi.
Não foram só os homens que viriam a ter sucesso, no campo dos filmes de “western”. Também aconteceria o mesmo com as mulheres, que desempenhariam no Cinema, alguns papeis de relevo ou, pelo menos, figuraram neles como artistas principais.
Evidentemente que as interpretações dos anos 40 e 50 (excepto para os “monstros” sagrados do Cinema), não obedeciam como hoje, a sofisticados processos e a elevados padrões artísticos. Os filmes também eram rodados em poucas semanas e o espectador não era exigente.
É claro que essas artistas contam-se unicamente por uma dezena, pelo que iremos falar sobre algumas, ainda que de uma forma sucinta, como sempre.
Phyllis Coates, cujo nome verdadeiro era Gypsie Ann Stell, nascida no dia 15 de Novembro de 1927, em Wichita Falls, no Texas, era filha de fazendeiros locais. Aos 16 anos decidiu ingressar na vida artística, dando os primeiros passos como bailarina. Com vinte anos vamos já encontrá-la em Hollywood, a trabalhar para a Warner Bros. Depois recebe alguns convites da Monogram e Republic, para desempenhar papeis em filmes da série B, ao lado dos populares “cow-boys”, Bill Elliott, Allan Lane e Joel McCrea, que a tornariam bastante conhecida, principalmente na camada mais jovem (espectadores atentos e assíduos destes filmes na época).
Viria a entrar ainda em outros filmes de aventuras: “Jungle Drums of Africa”, “Gunfighters of The Northwest” e “Panther Girl of The Congo”.
Em 1948 casou-se com o argumentista Richard Bare. Divorciou-se dois anos depois. Casa de novo com o pianista Robert L. Nelms, de quem tem um filho, Christopher.
Em 1953, casa-se mais uma vez, desta feita com um director de telavisão, Norman Tokar.
É então que passa a trabalhar para a televisão, como “Lois Lane” na série “Superman” (de George Reeves) e em outras séries de sucesso: “Os Intocáveis”, “Perry Mason”, etc..
Do seu último casamento tem mais duas filhas. Indicam-se alguns dos seus filmes:
“Outlaws of Texas”, “Canyon Raiders”, “Nevada Badmen”, “The Gunman”, “Topeka”, etc..
Louise Currie foi outra das actizes escolhidas, para figurar neste estudo. Admirada e aplaudida por milhões de espectadores, Louise deve o seu sucesso à sua vocação e força de vontade, de fazer mais e melhor.
Nasceu em Oklahoma. Possuía beleza e simpatia exuberantes. Começou a trabalhar como decoradora, quando conhece John Good e casa. Dessa união terá 3 filhos.
Mais tarde, resolve procurar trabalho em Holywood, em 1940, pelo que seleccionada, participa em vários “westerns” com Bob Steeele. Em paralelo trabalha com outros actores, até voltar de novo, a desempenhar papeis em filmes de “western”, com Charles Starrett, Tim Holt, Gene Autry, William Boyd, etc..
Chegaria também a entrar em dois seriados.
Nota: Os seriados eram filmes realizados com uma série de partes (episódios), que poderiam ir de 15 a 31 e que eram apresentados semanal ou mensalmente nos cinemas, à média de alguns episódios por cada sessão. No fim de cada um deles, os espectadores ficavam sempre na expectativa de um acontecimento que não tinha terminado e que ficava suspenso, por uma semana ou um mês. Exemplos: O “herói” a cair de um precipício ou a cair do cavalo, a “rapariga” a ser raptada, uma diligência ou uma carroça a galope, cujos cavalos se soltaram ou “tomaram o freio nos dentes”, etc..
Cecília Parker é outra das artistas a destacarmos neste espaço. Era uma loura, linda, de olhos castanhos. Nasceu em Ontário, no Canadá, no dia 26/4/1905.
Iniciou-se no Cinema em 1931, no filme “Women of All Nations”, com Victor Mc Laglen. Depois seria a vez dos filmes de “western”, com Buck Jones, John Wayne, Ken Maynard, etc..
Entraria igualmente em seriados: “Jungle Mystery” (1932), “The Lost Special” (1932) e “The Lost Jungle” (1934).
Tornar-se-ia mais célebre a partir da data em que passa a contracenar, como figura secundária, nos filmes de “Andy Hardy” (1937), com Mickey Rooney.
Em 1942 afastou-se do Cinema, para se dedicar à família. Tinha casado com Dick Baldwin em 1938, sendo mãe de 3 filhos. Já faleceu…
Mas a lista não fica por aqui. Temos ainda: Julia Adams, nascida em 1926 e que nos anos 50 entraria em imensos filmes: O mais famoso seria “O Monstro da Lagoa Negra” em 3D, seguindo-se desde 1949 “The Dalton Gang”, “Horizons West” (1951) até “The Big Valley” (1966). Jean Arthur, nascida em 1908, com o nome de Gladys Green. Entraria em alguns filmes desde 1924. Mas o mais célebre seria, sem dúvida, “Shane” (1952) com Alan Ladd, quanto a nós, um dos melhores, senão o melhor filme, de “western”.
“The Cow-Boy Cop” (1925), “Under Fire” (1926), “Arizona” (1940) e “Gunsmoke” (1965) para a TV, entre outros. Anne Baxter, nascida em 1923 e falecida em 1985. Alguns filmes: “A Ticket To Tomahawk” (1950), “The Spoilers” (1955) e vários filmes para a TV, até 1969. Peggy Castle nascida em 1927 e desaparecida em 1973. Alguns filmes desde “Wagons West” (1952), “Oklahoma Woman” (1954) até 1966, incluindo séries de “western” para a TV. Yvonne De Carlo, nascida em 1923. Indicam-se alguns filmes: “Frontier Gal” (1945), “Shotgun” (1955), etc. e filmes para a TV até 1974. Angie Dickson nascida em 1931 e com alguns filmes de “cow-boys” nas suas interpretações: “Man With The Gun” (1955), “Rio Bravo” (1958), “Death Hunt” (1981) e várias séries para a TV. Mona Darkfeather, era uma actriz índia “Seminole”, que viria a trabalhar unicamente 6 anos em filmes de “western”, tendo entrado de 1912 a 1917, em mais de 50 filmes e interpretando papeis, em que os índios eram as figuras centrais. Joanne Dru nascida em 1923. Entrou também em vários filmes de “western”: “Red River” (1947), Drango (1957), etc. e para a TV. Katy Jurado nascida em 1927. Indicamos também alguns filmes seus: High Noon” (1952), “Broken Lance” (1954), “Smoky” (1966) e várias séries para TV. Dorothy Malone nascida em 1925. Outra actriz a entrar em filmes de “cow-boys”: “The Fighting Frontiersman” (1946), “Santa Fe” (1950), “Joe Dakota” (1957) e séries de TV. Entrou em mais de 30 filmes. Virginia Mayo nascida em 1920. Constam nas suas actuações, alguns filmes de “cow-boys”: “Colorado” Territory” (1949), “The Big Land” (1957), “Fort Dobbs” (1958) e para a TV também. Vera Miles nascida em 1930. Tem também no seu activo alguns filmes de “western”: “Wichita” (1955), “The Man Who Shot Liberty Valance” (1962), “One Little Indian” (1973) e séries para a TV. Maureen O’Hara nascida em 1920. Uma das actrizes mais lindas, de longos cabelos ruivos. Alguns dos seus filmes, sobre o nosso tema são: “Buffalo Bill” (1944), “Rio Grande” (1950), “War Arrow” (1953), “Big Jake” (1971), etc.. Ruth Roman nascida em 1923. Também participaria em alguns filmes de “western”: “White Stallion” (1947), “Barricade” (1949), “Rebel in Town” (1956), etc. e filmes para a TV. Marin Sais (1890-1971). Foi uma das mais célebres artistas dos “westerns” femininos. Trabalhou desde 1911 até 1949, interpretando imensas figuras em mais de 100 filmes. Chegou a trabalhar em dois seriados ao mesmo tempo. Nell Shipman nascida em 1892 e morta em 1970. Esta é uma das mais fascinantes mulheres, no campo dos filmes de “cow-boys”, pois foi escritora, produtora, realizadora e actriz. O seu primeiro filme data de 1916, com “God’s Coutry And The Woman”, “The Trail of The Arrow” (1920), “The Golden Yukon” (1927), etc.. Barbara Stanwyck nascida em 1907. Desconhecemos a data da sua morte. Uma das melhores actrizes de Hollywood. Alguns dos seus filmes: “Annie Oakley” (1935), “California” (1946), “The Violent Men” (1954) e algumas séries para TV. Claire Trevor nascida em 1909. Indicam-se alguns dos seus filmes: “The Last Trail” (1933), “Texas” (1941), “Man Without a Star” (1955) e também para a TV.
Finalizamos com Marie Windsor nascida em 1922. Alguns dos seus filmes foram: “The Kissing Bandit” (1948), “Dakota Lil” (1949), “Outlaw Women” (1952) e mais de 30 filmes.
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