Póster Tex Nuova Ristampa 147

Póster Tex Nuova Ristampa 147

Neste desenho de Claudio Villa, vemos Tex Willer, mascarado e de arma em punho, comodamente instalado no interior da elegante mansão de Tom Colter, depois de ter entrado na mesma de forma furtiva, no preciso instante em que um chateado e sonolento Colter, depois de acender um lampião, se vê defronte do Ranger que se prepara para o confrontar, de forma anónima, sobre o seu tráfico com os índios…

Desenho INÉDITO no Brasil e inspirado na história “Cane Giallo” de G. L. Bonelli e Giovanni Ticci  (Tex italiano #233 a #236).
(Para aproveitar a extensão completa do póster, clique no mesmo)

Texto de José Carlos Francisco

Vídeo: Paixão por Tex exposta nas paredes do Estúdio de Daniel Brandão

O Hcast, o videocast de quadradinhos visitou o Estudio Daniel Brandão, propriedade do artista com o mesmo nome (e cuja entrevista ao nosso blogue pode ser vista clicando aqui), que também é um grande fã de Tex, assim como dos fumetti em geral, como fez questão de mostrar na reportagem, ao falar de um seu desenho de Tex exposto nas paredes do seu estúdio.

Aproveite o vídeo que o blogue do Tex divulga para conhecer um dos melhores cursos de banda desenhada no Brasil, ver fotos da sensacional passagem de Daniel Brandão pela Joe Kubert School e veja ainda a mesa onde Allan Goldman desenha a Action and Comics e onde desenhou também alguns desenhos de Tex já publicados aqui no nosso blogue.

Portugal – Edições de Novembro

Relação das revistas da Mythos Editora, distribuídas em Portugal, pela LOGISTA PUBLICAÇÕES, para o mês de NOVEMBRO de 2010:

TEX 461
Enforquem Kit Willer

Texto: Mauro Boselli – Desenhos: Alfonso Font

Kit Willer, seu amigo Bronco Lane e três cóbois do rancho Double C estão sendo caçados por um grupo de quarenta homens liderado pelo implacável xerife Langdon, que os considera culpados de um assalto contra um banco do Utah. Um dos cóbois é morto e os outros fugitivos são cercados na floresta petrificada, mas a astúcia de Kit Willer ludibria o xerife e derruba alguns dos perseguidores. Isso aumenta a ira de Langdon, que condena Kit à forca e só a intervenção a tempo de Tex poderá salvar o jovem e justiçar o cruel xerife e seus seguidores.
2,90€

TEX  COLEÇÃO 253
O Ouro do Colorado
Texto: G. L. Bonelli – Desenhos: Giovanni Ticci

Após achar algumas pepitas de ouro em local não revelado, o índio navajo Moqui leva-as ao Posto Comercial de Oraibi para trocá-las por produtos. Dois brancos que chegam ali para beber assistem à negociação e vêm as pedras douradas. Isso é o suficiente para despertar a sua cobiça. Eles seguem Moqui até ao seu pueblo e, diante de sua recusa em revelar onde achou o ouro, os brancos matam e destroem o povoado inteiro, levando Moqui e sua mulher como reféns. Ao saber do ocorrido, Tex, Carson, Jack Tigre e Kit Willer saem no encalço dos bandidos, procurando tomar todo o cuidado para que os reféns não morram na acção de resgate.
2,90€

TEX OURO 40
A Pousada dos Fantasmas / A Carta Queimada

Texto: Claudio Nizzi – Desenhos: Guglielmo Letteri (primeira história) e Fernando Fusco (segunda história).

A Pousada dos Fantasmas: Em certa hospedaria, localizada numa longínqua região do sudoeste americano, Tex e Carson se vêem casualmente envolvidos num misterioso homicídio. Depois de cruzarem com dois assaltantes de bancos, os rangers continuam a investigação e descobrem que o caso tem ligação com vários crimes acontecidos algum tempo atrás na cidade de Boston. Ao desvendarem o mistério eles não imaginavam que haveria um desfecho tão tráfico e inesperado.
A Carta Queimada: Ao investigar o assassinato de um colega ranger, Tex recebe a ajuda inesperada de uma misteriosa dama e ainda passa pela insólita situação de ter de usar um caixão de defunto como esconderijo…
7,50€

TEX EDIÇÃO EM CORES 5
Pacto de Sangue
Texto: G. L. Bonelli – Desenhos: Aurelio Galleppini

Em busca de uma quadrilha que traficava armas para os índios, Tex descobre o amor e a força do poder numa história marcante e cheia de surpresas. Conheça nesta aventura todos os acontecimentos que resultaram no casamento de TEX com a bela índia Lilyth…

Esta colecção apresenta as aventuras de Tex na ordem em que foram publicadas originalmente na Itália, desde a primeira edição, em 1948. A colorização foi feita pela Sergio Bonelli Editore para uma colecção de grande sucesso que sai na Itália desde 2007.
12,00€

ZAGOR EXTRA 74
Ouro Maldito

Texto: Ade Capone – Desenhos: Francesco Gamba

Zagor está no rasto de dois bandidos que feriram Chico para roubar o mapa da mina perdida de Pegleg. Ao chegar ele descobre uma estranha comunidade de garimpeiros que têm o olhar apagado, os olhos fundos: o que aconteceu àquelas pessoas? E o Espírito da Machadinha ainda descobre uma antiga inscrição indígena que alerta para ficar longe daquela região.
3,50€

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ZAGOR 110

Nas Águas do Passado
Texto: Mignacco – Desenhos: Mangiantini

Quando o jovem Pat Wilding ainda não havia se transformado em Zagor, foi salvo da morte por um trapper de nome Kirk Wheeler. Depois de muitos anos, o Espírito da Machadinha reencontra o velho amigo, que construiu uma pequena fortificação às margens do território indígena, base de um grupo de caçadores de pele, chefiados por Kirk. Zagor está investigando um bando de bandidos que assalta as chatas – barcaças – nos rios de Darkwood e que, além disso, raptaram um rapaz para pedir resgate. Os ataques parecem ser obra dos índios, mas há evidências que levantam suspeitas de que alguns homens que acompanham o velho trapper estejam em conluio com os sequestradores.
3,50€

AVENTURAS DE UMA CRIMINÓLOGA 67
A Morte de Betsy Blue
Texto: Giancarlo Berardi e L. Calza – Desenhos: Thomas Campi

A filha, a amiga, a aluna que todos poderiam desejar. Esta é a jovem Elizabeth Frost, para os amigos Betsy Blue. Mas as vozes que circulam sobre ela, aluna modelo do colégio Whithman, não oferecem um retrato de consenso. O tenente Webb interrogaria toda a escola para achar quem apagou a vida de Betsy, mas Júlia prefere buscar no poço, generoso e confuso, das confidências de quem a conhecia bem. De quem a chamava de Betsy Blue. Como, talvez, poderia fazer também o seu algoz.
4,00€

MÁGICO VENTO 96
A Árvore dos Enforcados

Texto: Gianfranco Manfredi – Desenhos: Biglia e Talami

Durante anos, Tyler foi caçador de recompensas. Agora, tornou-se um fazendeiro, mas é mais temido e cruel do que antes: qualquer um que viole a sua propriedade está destinado a acabar na forca. Até que, um dia, um velho conhecido a atravessa; um rapaz, na época, agora crescido e com várias contas a acertar: seu nome é Ned Ellis, hoje conhecido como Mágico Vento!
3,50€

Tex continua a cavalgar a cores na Itália

Na edição italiana nº 601 de Tex, publicada este mês, o editor Sergio Bonelli anuncia a continuação, para além do ducentésimo volume da “Collezione Storica a Colori” (Colecção Histórica a Cores), a iniciativa, lançada em Fevereiro de 2007, que continua a ser um sucesso extraordinário, como bem atestam ainda os cerca de 70.000 exemplares vendidos todas as semanas.

A “Collezione Storica a Colori”, apresentada semanalmente em associação com o “La Repubblica” e o “L’espresso”, prossegue a sua corrida nos quiosques italianos. Continua, portanto, a reproposta das aventuras de Tex, pela primeira vez integralmente em “technicolor”, enriquecida por uma capa inédita, criada para a ocasião por Claudio Villa, e complementada pelos artigos e comentários assinados pelo crítico Luca Raffaelli e pelo próprio editor Sergio Bonelli.

O centésimo nonagésimo volume, cuja capa e duas páginas interiores podemos ver a ilustrar este texto, foi posto à venda na quinta-feira passada, 11 de Novembro, agregada ao quotidiano “La Repubblica” e ao semanário “L’espresso”, e teve como título “Fiamme sul Texas” (Chamas sobre o Texas).

De seguida propomos então o texto com o qual, na edição mensal de Tex publicada neste mês de Novembro, Sergio Bonelli informa os leitores da continuação uma vez mais desta importante iniciativa:

Caros Amigos,

Desejaria que cada um de vós pudesse verificar a veracidade das minhas palavras, dando uma olhada no meu pequeno escritório de onde vos estou a escrever, local na redacção que, nas nossas intenções deveria constituir a “sala das reuniões”. Para não falar de todos os outros espaços em que, centímetro por centímetro, eu consegui meter algumas estantes…

Mês após mês, ano após ano, a maré de papel, tão previsível e inevitável numa editora, multiplica-se e avança, ameaçando submergindo-me, como sugere a simpática vinheta realizada pelo nosso Gianmauro Cozzi que podem ver reproduzida aqui ao lado. Não me lembro mais nem sequer da cor do piso, que só surge através de um estreito caminho que me permite chegar à mesa. Escusado será dizer-vos como a situação se agravou após a explosão dos chamados “colaterais”, ou seja, aquelas revistas distribuídas como anexos das revistas e jornais.

Num canto, uma espécie de Monte Branco formado pelas aventuras de super-heróis, em outro um Kilimanjaro com uma colecção de velhas revistas do Rato Mickey , num outro ainda um Everest  composto de dezenas de monografias dedicadas a grandes heróis da banda desenhada mundial. Podem assim imaginar com quanta participação ouvi o “grito de dor” lançado por alguns leitores texianos que, por carta ou de viva voz, pediam-me implorando: “Sergio, pare, por favor! A minha biblioteca, na verdade a minha casa inteira está em risco de explodir!”. Portanto, não é tão estranho que, pressionado por lamentos semelhantes, eu, numa dupla página publicada na edição nº 591 de Tex, lançado em Janeiro de 2010, tenha deixado escapar a “férrea” promessa de escrever a palavra fim à reedição cronológica a cores distribuída semanalmente com o “La Repubblica” e o “L’espresso”.

Eu não tinha dúvidas, a data fatídica seria a última semana de Novembro de 2010, coincidindo com o lançamento da ducentésima edição da série acima mencionada. O meu editorial, no entanto, provocou uma reacção, que, francamente, nunca esperei: a caixa de correio da Via Buonarroti 38 enche-se semanalmente, como por encanto, com mensagem de todos aqueles que, embora à custa de sacrifícios logísticos e económicos, pedem-me para continuar a alimentar a colecção que agora, graças à presença das cores, consideram a mais preciosa das edições de Tex.

Compartilhando a avaliação positiva dos meus correspondentes sobre a qualidade desta iniciativa e, especialmente, conhecendo as cifras de um sucesso verdadeiramente surpreendente, em tempos difíceis como os que vivem actualmente as bancas, eu não pude resistir à tentação de mudar de ideia e de prolongar a série em questão em mais trinta e seis volumes, ou seja, próximo de alcançar o número de álbuns mensais recém-produzidos. Naturalmente, para além de qualquer correspondência económica, o pedido de muitos leitores orgulha-nos e traz-nos uma ulterior confirmação do afecto com que, ainda hoje, dezenas de milhares de leitores italianos seguem as aventuras do cowboy mais longevo do mundo!

Sergio Bonelli

* Texto de Sergio Bonelli, apresentado na edição nº 601 de Tex; Novembro de 2010.
Tradução e adaptação a cargo de José Carlos Francisco.
Copyright: © 2010, Sergio Bonelli Editore S.p.A.

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Fabio Civitelli e um dia passado no Rio de Janeiro

Por José Carlos Francisco

Ir ao Brasil e não conhecer o Rio de Janeiro, a “Cidade Maravilhosa, cheia de encantos mil”, seria para um cidadão europeu a mesma coisa como ir a Roma e não ver o Papa, daí o editor de Tex, Dorival Vítor Lopes, aproveitando a estadia de Fabio Civitelli no Brasil em virtude da sua participação no 17º Fest Comix que se realizou nos dias 15, 16 e 17 de Outubro último, ter convidado o autor italiano para uma visita de um dia ao Rio de Janeiro. A acompanhá-los esteve José Carlos Francisco (Zeca), o representante da Mythos Editora em Portugal, que deste modo retornou à cidade maravilhosa, 7 anos depois de lá ter estado, igualmente na companhia de Dorival Vítor Lopes, pela primeira vez.

A partida ocorreu logo pela manhã do dia 14 no Aeroporto de Congonhas, com destino ao Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro Tom Jobim/Galeão, onde já nos aguardava Paulo Guanaes, o mítico tradutor de Tex que há quase 4 décadas está ligado ao Ranger, já que trabalhou inclusive na edição nº 1 de Tex Willer, publicada em 1971, como nos confidenciou mais tarde o próprio Paulo.

Chegando ao Rio de Janeiro e ainda no interior do aeroporto, logo começaram a viver-se momentos de verdadeira emoção, como seja a apresentação feita por Dorival de Fabio Civitelli a Paulo Guanaes e de José Carlos Francisco ao mesmo Paulo, um momento aguardado há já muitos anos em especial pelo fã português que desde sempre sonhara em conhecer pessoalmente o Amigo e Tradutor Paulo Guanaes.

Depois das devidas apresentações e tendo o Paulo como guia, fomos à redescoberta, ou no caso do autor italiano à descoberta, da Cidade Maravilhosa e rumamos de imediato, até porque o tempo era limitado e havia que desfrutar o máximo, ao famoso Bondinho do Pão de Açúcar, o teleférico que é uma das atracções turísticas da capital fluminense e que transporta em média cerca de 2.500 pessoas por dia e cuja vista da Baía da Guanabara, é considerada uma das paisagens mais belas do mundo, algo que de facto comprovamos.

Dirigimo-nos depois para a bela praia de Ipanema, uma das mais conhecidas da cidade e um dos maiores orgulhos dos cariocas, que figura entre os principais pontos turísticos da cidade do Rio de Janeiro, com o morro Dois Irmãos ao fundo, onde passeamos a pé até às famosas pedras do Arpoador que dividem Copacabana e Ipanema.

Aproveitamos de seguida para conhecer também o Forte de Copacabana, localizado sobre uma ponta de pedra encravada no mar.

Com paisagem privilegiada que abrange a praia do Arpoador de um lado, e do outro, a curva inteira da praia de Copacabana até o Leme, foi construído em 1914, com o objectivo de reforçar a defesa da Baía de Guanabara. Estando no presente aberto ao público é um passeio muito recomendável, gostoso e atraente, com uma das vistas mais bonitas e menos conhecidas da Cidade do Rio de Janeiro, segundo apuramos enquanto nos sentamos a conversar numa pausa para um café.

A hora de regresso a São Paulo aproximava-se a passos largos, mas uma visita ao Cristo Redentor, um monumento de Jesus Cristo, era obrigatória. Localizado no topo do Morro do Corcovado, a 709 metros acima do nível do mar, é um símbolo do cristianismo, tornando-se o monumento um dos ícones mais reconhecidos internacionalmente do Rio e do Brasil, tendo inclusive no dia 7 de Julho de 2007, em Lisboa, no Estádio da Luz, sido eleito uma das novas sete maravilhas do mundo…

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