O blogue do Tex dá hoje a conhecer uma vídeo-entrevista realizada com o desenhador italiano Andrea Venturi, o consagrado artista do staff de Tex que recentemente desenhou a história que trouxe a última reaparição de Tigre Negro e que fala não só de Tex, mas também do seu fantástico trabalho com as capas de Mágico Vento.
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A entrevista foi realizada para aZagor TV por Gianluca Gulmini e Adrianana Livraria Arcadia em Bérgamo, no passado dia 2 de Outubro e devido à sua extensão está dividida em duas partes, que mostraremos de seguida (para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas):
Coleccionar Zagor no Brasil e em Portugal sempre foi um problema. O primeiro número lançado em 1978 pela extinta editora Vecchi, foi lançado sete anos depois da primeira edição de Tex e os coleccionadores portugueses não tiveram acesso, uma vez que esta colecção não chegou a ser distribuída em Portugal.
Com a falência da editora em 1983, Zagor ficou na “prateleira” durante quase dois anos e a nova editora, a RGE, compreensivelmente atendendo ao longo período passado entre o fim da colecção da Vecchi, resolveu reiniciar a numeração. Considero esta colecção publicada pela RGE e pela Globo, como a melhor ao nível das histórias, são quase todas excelentes, no entanto, e apesar disso, esta colecção teve uma vida extremamente curta. Apenas trinta e oito números. As razões que motivaram o fim serão várias certamente, mas o tratamento que a editora dedicou ao personagem, cortando diversas páginas por número, certamente que contribuiu para o efeito.
Até Agosto de 1989, altura em que a editora Record lançou a sua colecção, os fãs da personagem ficaram mais uma vez privados das aventuras deste herói, desta vez por um período superior a três anos. As edições da Record, em formato italiano, histórias completas, com edições especiais e um número variado de páginas, marcaram a diferença para melhor, relativamente às colecções anteriores. Infelizmente, e à semelhança do que aconteceu com a colecção da Vecchi, os coleccionadores portugueses também não tiveram acesso a esta colecção. Apesar das características incomuns desta colecção, atendendo ao que é praticado no Brasil, o sucesso foi efémero, e após 80 edições, considerando as anuais, extra e especiais, a editora abandona também ela o projecto, deixando mais uma vez desolados os coleccionadores, por não poderem acompanhar as fantásticas histórias, escritas principalmente por Guido Nolitta.
Em Junho de 1999, para a alegria dos muitos aficionados, a editora Mythos decide lançar a 4ª colecção de Zagor. No entanto, o fraco volume de vendas rapidamente colocou em perigo esta iniciativa, e após a saída de apenas 3 números, a série foi interrompida. Apesar das dificuldades iniciais, a editora não se deu por vencida, e, em 2001 decide dar uma nova oportunidade ao rei de Darkwood, publicando então o número quatro, em alternativa a reiniciar a colecção. Já se passaram dez anos desde o primeiro numero publicado pela Mythos, actualmente Zagor possui 3 colecções no Brasil e ao longo deste tempo, já foram publicadas mais de 225 edições, totalizando assim mais edições que a soma das suas antecessoras. Aparentemente a Mythos solucionou o problema de coleccionar Zagor, pois não faltam edições nas bancas.
Como todo o coleccionador gosto de ter todas edições impecáveis e faço os possíveis para que assim se mantenham. A melhor forma que conheço de conservar as revistas, é colocá-las em sacos plásticos fechados, armazena-las em local seco e ausente de luminosidade, evitando assim, o pó, as traças, e retardando o amarelecimento das páginas. Esta forma de preservação levanta no entanto outro problema: Ler as revistas antigas! Gosto de reler as histórias antigas e de sentir a nostalgia do tempo passado. Armazenado as revistas desta forma desmotiva-me a fazê-lo. Além de ler as histórias antigas, gostaria de o fazer pela ordem cronológica, para poder acompanhar a evolução da personagem. Mais um problema! Nenhuma das colecções de Zagor publicadas até ao momento respeita este princípio. Com Tex este problema não existe, posso armazenar as edições mais antigas como Tex 1ª edição até ao 300 e toda a 2ª edição, até mesmo os grandes Clássicos e Tex colecção. Sempre que pretendo ler histórias antigas, basta-me Tex Edição histórica, e assim que for saindo o Tex Colorido, posso ir armazenando as edições Históricas, cujas histórias sejam publicadas. Vida extremamente facilitada para os texianos, sem dúvida.
Apesar da personagem Zagor estar perfeitamente consolidada no Brasil, a editora tem vinda a dar sinais de que não tenciona lançar uma nova colecção, negligenciando as constantes solicitações de diversos leitores, que exigem uma colecção que respeite a cronologia, desde o número 1. Provavelmente considera que o momento ainda não é oportuno, não enquanto existirem histórias inéditas. Partindo deste principio, Zagor Colecção ou Edição histórica, não surgirá nos próximos anos, mantendo-se assim o problema de ler as histórias pela ordem cronológica, ou por se encontrarem armazenadas, ou por ainda não terem sido publicadas.
Enquanto a editora não nos possibilita uma série que resolva este problema, deixo-vos uma listagem das histórias de Zagor (para aceder à listagem completa das histórias de Zagor clique emLista de Histórias de Zagor) para que o possa atenuar, esperando que a editora repense a sua posição nos próximos tempos, e nos surpreenda com o lançamento dessa série, seja ela Zagor Colecção ou Zagor Edição Histórica. Em Junho de 2011 Zagor completa 50 anos de existência! Que melhor data lançar essa publicação?
NOTA: Para elaborar esta listagem tomei como exemplo a listagem de histórias de Tex elaborada por Rodrigo Bratz, disponível no Portal Tex Brasil. A listagem tem por base as edições italianas, às quais faz a correspondência das edições brasileiras. Ao longo do corrente ano, recolhi e compilei informação nos sites da SBE, Portal Tex Brasil, Blogue do Zagor e nas colecções brasileiras das quais sou proprietário. Como não possuo as edições italianas, a informação recolhida não foi validada, pelo que é possível a existência de erros ou omissões, principalmente nos primeiros números, devido à existência de histórias muito curtas. Caso detectem, agradeço a informação em forma de comentário, para proceder à alteração.
Saverio Ceri, um dos fundadores (com Burattini, Manetti e Monti) da revista italiana Dime Press, é o responsável de uma rubrica de sucesso na Itália, intitulada “Diamo i numeri”, onde divulga os dados e os resultados das suas reflexões. Hoje o blogue português do Tex concede-lhe a palavra e ele vai então dedicar-se aos números totais de Tex.
Por Saverio Ceri
O Tex número 600, recentemente publicado na Itália, é o pretexto para a minha primeira incursão para o blogue português do Tex, no mundo dos números texianos. Com a edição a cores do mês de Outubro passado, o 37º álbum celebrativo a cores da Sergio Bonelli Editore e o 7º de Tex, curiosamente Águia da Noite atinge também um outro marco, superando as oitenta mil páginas.
São de facto 80.003,67 as páginas de Tex publicadas até essa mítica edição nas várias séries dedicadas ao Ranger criado por G. L. Bonelli. Os sessenta e sete após a vírgula derivam inevitavelmente da dupla vida editorial da personagem. De 1948 a 1967 as histórias inéditas eram publicadas no formato denominado striscia (formato oblongo, com as dimensões de uma tira). Para formar uma página, a unidade de “medida” desta classificação, são necessárias portanto três striscias. As striscias publicadas naquele período, mais algumas adicionadas em fase de reedição, são 38.513, o equivalente a 12.837,67 páginas. A estas há que juntar as 67.166 páginas publicadas directamente no formato actual; imensas, de facto aquelas publicadas até à data a partir da página 69 do número 96, página separadora de águas na vida editorial da série actual: reedições primeiro, inéditas depois.
Quatro são as séries italianas que hospedaram as aventuras inéditas de Tex: a série regular, que repropôs como já escrevi todas as aventuras publicadas nos 973 álbuns striscia, subdivididos em 36 séries da primeira encarnação editorial do herói; a prestigiosa série Tex Speciale, o “Texone”; o Almanacco del West e o Maxi Tex.
Assim sendo, as páginas são repartidas da seguinte forma:
Tex Regular: 68.323,67 páginas (600 álbuns)
“Texone”: 5.374 páginas (24 álbuns)
Maxi Tex: 4.520 tavole (14 álbuns)
Almanacco del West: 1.786 tavole (17 álbuns)
O total é de 655 álbuns dedicados a Tex, que hospedaram exactas 400 aventuras do mais longevo herói bonelliano, um outro marco alcançado com o Tex número 600 foi precisamente aquele das 400 histórias. Com um simples cálculo descobrimos que a duração média de um episódio de Tex é de cerca de 200 páginas. Mas para sermos de todo exactos, na história da editora, Tex tem mais algumas aventuras. A primeira, publicada em 1951, é aquela intitulada “La banda del Campesino” de 32 striscias, publicada em vinhetas simples e desordenadas na última capa da terceira série de striscias. Eram os leitores a dever adivinhar a justa sequência e assim remeter em ordem o episódio. A segunda história, “Pista di sangue”, apareceu em 1995 no número 27 de Ken Parker Magazine, 32 páginas com as assinaturas de Nizzi e Ticci. Existem, ainda, outras três aventuras breves, mas que foram sempre publicadas em revistas não bonellianas.
Mas vamos aos números exactos… nos 62 anos de vida editorial foram autorizados a escrever histórias de Tex 12 escritores, e destes, os primeiros 4 na classificação cobrem 94% da produção. Ei-los então pela ordem de páginas roteirizadas:
G. L.Bonelli: 30.862,17 páginas
Nizzi: 29.571 páginas
Boselli: 9.503,5 páginas
Nolitta: 5.199 páginas
Segura: 1.603 páginas
Faraci: 986 páginas
Manfredi: 495 páginas
Medda: 440 páginas
Ruju: 440 páginas
Canzio: 342 páginas
Berardi: 338 páginas
D’Antonio: 224 páginas
Gianluigi Bonelli e Nizzi estão muito próximos, não obstante o facto de que o primeiro tenha trabalhado com Tex durante 43 anos (de 1948 a 1991), enquanto o segundo só por 27 (de 1983 até hoje): nos últimos tempos, as páginas anualmente dedicadas a Tex rondam as duas mil; o record é de 2002, ano em que foram publicadas 2005 páginas do Ranger; no período abrangido pelo G. L. Bonelli pelo contrário, no máximo chegava-se a pouco mais de 1.300 páginas embora G. L. Bonelli tivesse “emprestado” a sua caneta a uma vintena de outras personagens.
No entanto, o criador de Tex vai permanecer ainda por muito tempo como sendo o seu mais prolífico escritor, pois parece que de Nizzi somente faltam publicar 3 histórias, para um total de 664 páginas, metade do que seria necessário para ele subir ao topo da classificação e passar a ser o ilustre líder. Um pequeno record, no entanto, pertence a Nizzi: em um único ano (em 2003) produziu 1.768 páginas de Tex, ninguém mais na história da editora conseguiu fazer mais páginas para uma única personagem no arco de 12 meses.
A classificação anual foi vencida 35 vezes por G. L. Bonelli, 22 vezes por Nizzi, 4 vezes por Boselli e 1 vez por Nolitta. Em 2010 por agora lidera Mauro Boselli.
Passemos agora aos desenhadores. São 62 oficialmente aqueles que se ocuparam de ilustrar as aventuras de Tex. Oficialmente significa que a lista que se segue tem em conta os créditos das publicações e do sítio da Sergio Bonelli Editore. Segundo fontes diversas, existem espalhados aqui e ali, especialmente até os anos 70, muitos ghost artist, ou então colaboradores mais ou menos ocultos na história oficial. Poderemos voltar a falar no futuro sobre o tema da classificação “não oficial” dos desenhadores texianos e ver as diferenças com aquela oficial, pois seria uma curiosidade adaptada a esta rubrica.
Esta é a classificação:
Galep: 15.242,67
Letteri: 10.897,33
Ticci: 7.002,33
Fusco: 6.980
Nicolò: 4.917
Ortiz: 3.902
Civitelli: 3.572
Marcello: 2.451
Monti: 2.056
Repetto: 2.035
Font: 1.966
Villa: 1.702
Muzzi: 1.546,67
Blasco: 1.272
Diso: 1.096
F.Gamba: 1.061
Venturi: 1.015
De La Fuente: 978
Giolitti: 784
Raul e Gianluca Cestaro: 550
Capitanio: 541
Sommer: 534
Seijas: 489
Della Monica: 448
Mastantuono: 444
Del Vecchio: 440
Brindisi: 375
Bianchini-Santucci: 330
Cossu: 326
R. Rossi: 308
Alessandrini: 224
Ambrosini: 224
Bernet: 224
Buzzelli: 224
De Angelis: 224
Filippucci: 224
Frisenda: 224
Kubert: 224
Magnus: 224
Milazzo: 224
Parlov: 224
Suarez: 224
Wilson: 224
Zaniboni: 224
Bruzzo: 220
Milano: 220
Piccinelli: 220
Spada: 220
Jeva: 112
Devescovi: 110
Andreucci: 102
Uggeri: 96
Zamperoni: 58,67
Calegari: 47
Dotti: 47
Gattia: 47
Raschitelli: 40
Biglia: 23,5
Copello: 23,5
Leomacs: 20
Tantos desenhadores, sobretudo graças aos Tex Gigante, mas poucos os verdadeiros pilares da colecção. Um quarteto cobre mais de 50% da produção. Com os seguintes dez autores da lista supera-se os 80%.
Tex é talvez a mais internacional personagem da editora italiana. Desde 1986, sobretudo graças aos Tex Gigantes entraram na galeria dos ilustres desenhadores de Tex, muitos autores estrangeiros, tantos que 28% das aventuras do Ranger foram desenhadas por prestigiosas mãos não italianas, cerca de 15% do total da produção texiana. Na história de Tex somente em 2002 aconteceu que fossem publicadas mais páginas estrangeiras do que italianas; naquele ano o “resto do mundo” bateu a Itália por 1.115 a 880. Este ano, depois de dez anos a história irá repetir-se embora a derrota seja menor: 994 a 986 para a armada de desenhadores internacionais.
Depois dos italianos, os mais prolíferos desenhadores texianos provêm da Espanha (Ortiz, Font, Blasco, De La Fuente, Sommer e Bernet), seguidos dos argentinos (Repetto e Seijas). Encerra o grupo o croata Parlov, o cubano Suarez, o neozelandês Wilson e o norte-americano Kubert.
Na classificação anual, Galep é o mais produtivo em 24 ocasiões, seguido por Letteri (9), Fusco (7), Nicolò (5), Ortiz (4), Marcello (4), Ticci (3), Civitelli (2), Repetto (2), Diso (2), Font (2), Villa (1), Bianchini/Santucci (1).
Para concluir, outras breves curiosidades numéricas. Otop five das histórias mais longas é a seguinte:
Ritorno a Pilares, de Nolitta e Letteri (Tex italiano 387-392) 586 páginas
Il grande intrigo, de G. L. Bonelli. e Nicolò (Tex italiano 141-145) 511 páginas
L’uomo con la frusta, de Nizzi e Fusco-Civitelli (Tex italiano 365-369) 504 páginas
La strage di Red Hill, de Nolitta e Giolitti-Ticci (Tex italiano 431-435) 461 páginas
Athabasca Lake, de Nizzi e Fusco (Tex italiano 530-533) 440 páginas
A primeiríssima aventura de Tex “Il totem misterioso” é por sua vez a mais curta, juntamente com outras três, com somente 32 páginas. A dupla mais assídua de autores como é previsível é composta por G. L. Bonelli e Galep que realizaram juntos 12.582 páginas do Ranger.
Ninguém como ele. Nenhuma personagem da banda desenhada italiana permaneceu tanto na crista da onda como Tex, que desde 1948 tornou-se parte da história e do costume italiano. Um herói atemporal, que conseguiu unir gerações na mesma paixão. Porque não há ninguém como ele.
É com particular orgulho que o blogue do Tex apresenta a primeira e verdadeira realização em 3D do Ranger que representa a banda desenhada italiana por excelência. Com grande cuidado e pesquisa de todos os detalhes que caracterizam as suas realizações, esta estátua de Tex produzida pela Infinite Statue mostra o nosso herói no meio de uma acção digna das suas melhores aventuras.
Esta edição limitada, feita em apenas 648 cópias, é destinada a tornar-se a peça mais cobiçada de qualquer coleccionador do grande Tex.
Para ver a estátua de Tex em todo o seu esplendor, assista ao vídeo que se segue:
Para coleccionadores mais exigentes a Infinite Statue produziu a estátuaTex Ultra Limited Edition:
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Também desta vez para quem não ficar satisfeito com a estátua da edição limitada, a Infinite Statue produziu uma mais cobiçada: a Ultra Limited Edition com uma base surpreendente e digna de um herói como só Tex continua a ser para todos nós.
Eis então nas imagens que mostramos os fantásticos detalhes que chegam directamente do mundo do selvagem Oeste feitos de aventura, poeira e luta até à morte. Este Tex Ultra Limited não pode deixar de permanecer no coração de quem o vê e já o imagina entre as próprias peças mais especiais da sua colecção. Para os muitos e fiéis seguidores do herói de G. L. Bonelli chegou o momento de possuir uma das apenas 148 peças desta incrível estátua existentes no mundo, conforme se pode admirar assistindo ao vídeo que se segue:
Mas para os mais fervorosos coleccionadores de Tex, a Infinite Statue produziu estátuas de Tex em BRONZE!
Desta vez, apenas 48 serão os afortunados proprietários da estátua que será certamente a mais procurada no mundo da banda desenhada. Graças ao tratamento especial e coloração em Bronze será como possuir um autêntico monumento da personagem mais famosa e amada de todo o universo da BD italiana.
Mas para chegar a tanto não basta a paixão, mas sim ser um dos primeiros a reservar no site www.infinitestatue.com uma das pouquíssimas estátuas à disposição que a Infinite Statue criou para este evento sem precedentes e que é sem dúvida alguma uma verdadeira e rica obra de arte como se pode comprovar também no fantástico vídeo promocional que mostramos de seguida:
Na posse de novos dados, actualizamos a informação:
Para a estatueta da edição regular (edição limitada a 648 exemplares) o preço é de 199€ e tem as seguintes dimensões 29×16 cm. Como brinde, para os primeiros 100 clientes que comprarem a estátua a empresa oferece um póster EXCLUSIVO em edição limitada e numerada no formato 31 x 43 cm estampado em papel de 300 gr!
Para a estatuetaUltra Limitd Edition (148 exemplares) o preço é de 299€ e as dimensões são 32×22 cm.
Para a estatueta embronze(só 48 exemplares) o preço é de 399€ e as dimensões são 32×22 cm.
Todas as estatuetas estarão disponíveis somente emFevereiro ou Março de 2011